‘É absurdo armar a população com a ideia de segurança pública’, diz Simone na sabatina da CBN

Candidata criticou decretos de Bolsonaro que facilitam as compras de armas e prometeu maior controle na venda se for eleita (Foto: Divulgação)

A candidata a presidente da coligação Brasil para Todos (MDB, Cidadania, PSDB e Podemos), Simone Tebet (MDB), participou nesta quinta-feira (22) da ‘Sabatina do Ouvinte’ da rádio CBN (ouça aqui) e criticou os decretos do presidente Jair Bolsonaro (PL) que facilitam as compras de armas e prometeu maior controle na venda se for eleita. Além de segurança pública, ela também falou sobre questões sociais, econômicas e ambientais.

Em resposta à pergunta de Carine Predreira, do município baiano de Barrocas, na Bahia, sobre rigor na punição de crimes com armas de fogo, Simone prometeu maior controle das armas se for eleita.

“Temos que mudar a execução da pena. Pessoas que são presas por crimes contra a vida tem que fica mais tempo na prisão. Sobre a aquisição e porte de arma, o que acontece é um absurdo. Quem tem que estar armado e proteger a sociedade brasileira é a seguranã pública. É necessário um controle efetivo e uma foram de fiscalizar os caçadores, colecionadores e atiradores. Os decretos do presidente permitem qualquer um se inscreva como CAC. Aí, munição e armas vão para o mercado negro. É um absurdo armar a população com a ideia de segurança pública”, disse.

Meio ambiente

Simone disse que vai fortalecer a proteção do meio ambiente, mas não usará as Forças Armadas para combater o crime ambiental. Para ela, o papel das Forças Armadas é proteger as fronteiras e não patrulhar o desmatamento.

Auxílio Brasil

Ao responder ao questionamento de Roberto Valença, de São Paulo, sobre a manutenção do Auxílio Brasil de R$ 600, Simone prometeu que o benefício continuará com o mesmo valor. Porém, Tebet disse que vai melhorar os programas de transferência de renda com foco em preparar as pessoas para o mercado de trabalho.

“É necessário garantir os R$ 600 por mês como programa de renda mínima para quem está passando fome, mas vamos fazer diferente. Vamos dar o auxílio, mas vamos exigir das famílias vacina no braço e criança na escola. Nós vamos buscar essas famílias para serem qualificadas para o mercado de trabalho”, prometeu. (Com informações da CBN)

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