Eliziane Gama vai liderar Bancada Feminina do Senado

“Formamos uma bancada que respeita a democracia e a opinião da maioria”, diz a parlamentar do Cidadania (Foto: Jéssica Marschner)

A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) foi escolhida por aclamação, nesta quarta-feira (09), líder da Bancada Feminina do Senado em 2022. A indicação foi comunicada em plenário pela atual líder do colegiado, senadora Simone Tebet (MDB-MS), que anunciou a ‘posse’ da parlamentar do Maranhão na próxima terça-feira (15).

“Liderar a Bancada Feminina do Senado é um grande desafio que tomo com muito orgulho. Somos 13 mulheres de diferentes partidos e vertentes, mas somos unidas na defesa de pautas relevantes da sociedade. Formamos uma bancada que respeita a democracia e a opinião da maioria”, disse a senadora, ao comentar o desafio de ‘de manter o nível de comando exercido pela senadora Simone Tebet’, a primeira líder da bancada.

Ao ressaltar a condução da parlamentar na liderança da bancada, reconhecida pela presidência da Casa em 2021 com  representação no colégio de líderes, Eliziane Gama disse que o ‘ano será intenso e de muito trabalho’ para as senadoras.

“Honra-me muito dar continuidade ao seu trabalho na Liderança da Bancada Feminina, afirmou.

Foco da bancada

Eliziane Gama disse que um dos principais focos da atuação do colegiado feminino será o combater as causas que contribuem para a sub-representação das mulheres no parlamento.

Segundo ela, a bancada vai defender e atuar inicialmente pela aprovação de cinco projetos prioritários:  Fundo de Amparo aos Órfãos da Covid-19 (PL 2180/2021); o PL 2913/2019, que estabelece reserva de cadeiras por gênero, quando da renovação de dois terços do Senado; o PL 3418/2020, que amplia a duração de licença-maternidade e da licença-paternidade durante o período de calamidade pública; o PL 225/2021, que estabelece prioridade das crianças em situação de violência doméstica para matrícula em creches públicas, enquanto durar a emergência decorrente da pandemia; o PL 4391/2020, que estabelece cota de reserva de gênero na composição das direções partidárias, provisórias e permanentes, assim como dos seus órgãos de assessoramento e de apoio; e outros tantas iniciativas que precisam de deliberação.

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