O racismo institucional na saúde pública tem de ser combatido, alerta Carmen Zanotto

Pesquisa “SUS sem Racismo” aponta que as negras compõem 60% das vítimas da mortalidade materna no Brasil (Foto: Robson Gonçalves)

A deputada federal Carmen Zanotto (Cidadania-SC) chamou a atenção nesta terça-feira para a existência do racismo institucional na rede pública de saúde.

“As mulheres negras morrem mais porque não recebem o mesmo tratamento que é dispensado às mulheres brancas. Essa racismo institucional nos serviços de saúde provoca indignação e tem de ser combatido”, disse.

Presidente da subcomissão especial de assistência e saúde da população negra da Câmara dos Deputados duas Legislaturas atrás, quando o assunto foi debatido, Carmen afirmou que o problema permanece e é sentido de forma “cruel”, principalmente, pelas gestantes negras.

A fala de Carmen Zanotto aconteceu na Comissão de Seguridade Social e Família, após a realização da sessão solene realizada pela Câmara dos Deputados para comemorar o Dia Nacional da Consciência Negra, que é celebrado em 20 de novembro.

A deputada catarinense pediu aos parlamentares do colegiado que ajudassem a combater o preconceito racial no país.

“Isso acontece porque se dedicam menos tempo e atenção a elas (as negras) nas instituições. Nós que somos parlamentares da área de saúde precisamos pensar formas de combater esse preconceito”, acrescentou.

A declaração de Carmen se baseou em dados da pesquisa “SUS sem Racismo”, que aponta que as mulheres negras costumam receber em média menos tempo de atendimento médico que mulheres brancas. As negras compõem 60% das vítimas da mortalidade materna no Brasil.

O estudo também revela que somente 27% das mulheres negras tiveram acompanhamento durante o parto, ao contrário dos 46,2% das mulheres brancas; e 62,5% das mulheres negras receberam orientações sobre a importância do aleitamento materno, preteridas em favor dos 77% das mulheres brancas.

Diversidade

Segundo Carmen Zanotto, se o Parlamento quiser aumentar a participação feminina na política, é preciso também lutar pela ampliação da diversidade.

“Acho que todos só teremos a ganhar com isso. Aprenderemos na convivência, nas audiências públicas. Assim, trabalharemos mais pela maioria dos brasileiros. Que tenhamos mais deputados trabalhando pela população negra e por todas as políticas públicas”, conclamou a parlamentar do Cidadania.

Projeto relatado por Eliziane Gama que beneficia marisqueiras é sancionado

As mulheres marisqueiras do País passarão a ter acesso às políticas públicas disponíveis para a atividade pesqueira no Brasil (Foto: Reprodução)

A lei que dispõe sobre a política de desenvolvimento e apoio às atividades das mulheres marisqueiras foi sancionada esta semana pelo presidente da República. A relatora do projeto na Comissão de Agricultura do Senado e líder do Cidadania na Casa, senadora Eliziane Gama (MA), disse que lei promove justiça social.

Com a sanção da legislação pelo Executivo, as mulheres marisqueiras do País passarão a ter acesso às políticas públicas disponíveis para a atividade pesqueira no Brasil.

“Agora, mulheres marisqueiras podem ser amparadas por programas governamentais já existentes como é o caso, por exemplo, do Pronaf [Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar]”, diz a parlamentar.

Pela norma, são consideradas marisqueiras as mulheres que realizam artesanalmente essa atividade em manguezais de maneira contínua, de forma autônoma ou em regime de economia familiar para sustento próprio ou comercialização de parte da produção.

Veto

O presidente Jair Bolsonaro vetou o artigo que estabelecia preferência às marisqueiras na ordem de pagamentos de indenização em caso de desastres ambientais provocados ou não por ação humana em áreas de manguezais que impossibilitasse o exercício da atividade.

A proposta, segundo ele, ofende o princípio de isonomia, uma vez que beneficiaria as marisqueiras em detrimento de outros trabalhadores.

Outro ponto levantado por Bolsonaro é de que “o dispositivo proposto está em descompasso com a disposição constitucional do art. 37″ quando prevê o pagamento em casos de intercorrências não provocadas por ação humana. (Com informações da Agência Senado)

Cidadania de Belo Horizonte realiza Encontro Mulheres 23

O evento elegeu as coordenações do Cidadania Mulher de Belo Horizonte e de Minas Gerais (Foto: Reprodução)

O Cidadania de Belo Horizonte realizou no último sábado (9), na Assembleia Legislativa do estado, o Encontro Mulheres 23. O evento contou com diversas palestras e filiações de lideranças femininas da capital mineira.

O presidente estadual do Cidadania, o deputado estadual João Vítor Xavier, destacou que o evento foi um ato preparatório para garantir “um protagonismo das mulheres nas eleições do ano que vem”.

Participaram do encontro a presidente do Cidadania de BH, Luzia Ferreira; a vereadora Alessandra, de Brumadinho; a ex-prefeita Arlete, de Aricanduva; a vereadora Fernanda, de Santo Antônio do Monte; e a vereadora Luciene, de Vespasiano.

O evento contou ainda com representantes do Cidadania de Belo Horizonte, Betim, Contagem, Caeté, Montes Claros, Poços de Caldas, Mariana, Timóteo, Brumadinho, Coronel Fabriciano, Aricanduva, Divinópolis, Gouveia, Sabará, Vespasiano e Santo Antônio do Monte.

No final do evento foram eleitas as coordenações do Cidadania Mulher de Belo Horizonte e de Minas Gerais.

M23 repudia a barbárie e defende democracia e direitos humanos

Coordenação de Mulheres do M23 contesta comentários pejorativos nas redes sociais (Foto: Reprodução)

A Secretaria Nacional de Mulheres do Cidadania M23 divulgou nota pública (veja abaixo) repudiando comentário feito por advogada brasileira nas redes sociais a respeito da decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) de derrubar a prisão após a condenação em segunda instância e ao fato da prefeita da cidade boliviana de Vinto ter sido humilhada em via pública.

Segundo a coordenação do M23, os dois episódios levam a barbárie e devem ser combatidas em nome da democracia, dos direitos humanos e do estado democrático de direito.

A barbárie anunciada

“Que estuprem e matem as filhas dos ordinários ministros do STF”, foi a publicação feita pela advogada, Cláudia Teixeira, em sua página do Facebook, após o Supremo Tribunal Federal, por 6 votos a 5, derrubar a prisão após condenação em 2ª instância.

Poucos dias depois, assistimos a outra cena deplorável, também compartilhada em redes sociais, da prefeita da cidade de Vinto, na Bolívia, que teve seus cabelos cortados e foi obrigada a percorrer as ruas enquanto era xingada e humilhada.

Poucos dias depois, assistimos a outra cena deplorável, também compartilhada em redes sociais, da prefeita da cidade de Vinto, na Bolívia, que teve seus cabelos cortados e foi obrigada a percorrer as ruas enquanto era xingada e humilhada.

Qual leitura podemos extrair destas duas cenas de selvageria, nas quais a divergência de ideias é tratada como uma disputa e onde impera o desejo de eliminar o outro?

As divergências se deslocaram do campo do diálogo e partiram para o campo das ofensas pessoais, das agressões verbais, das agressões físicas, humilhações, ameaças de morte ou o próprio extermínio do outro.

A disputa não é mais entre as forças progressistas e conservadoras. Para além da polarização político-partidária, o que vemos acontecer é uma disputa entre civilização e barbárie. Uma nova barbárie, que se configura como a negação de todos os valores professados pela civilização: a verdade como aquilo que é verificável e demonstrável por meio da ciência e dos fatos, a racionalidade como um princípio básico e compartilhado pelas diversas instâncias da sociedade, o respeito aos direitos humanos e à liberdade individual.

Assistimos, atônitos, à apologia da violência, da irracionalidade e à construção de conspirações delirantes. Crescem tentativas de substituir a lei pela ordem, as instituições pela força e os direitos humanos pela negação à liberdade individual. Ressurge o obscurantismo para apagar as luzes da racionalidade e o autoritarismo para cercear os indivíduos de seus direitos adquiridos.

A discordância faz parte do regime democrático, mas deve haver também, um respeito mútuo entre as partes. Quando prevalece o desrespeito entre os adversários, inicia-se um processo de ódio contra a democracia e o desejo de que o adversário e a sua posição política sejam eliminados. É daí que surge o anseio pela ditadura.

Temos ouvido, com certa frequência, vozes saudosistas e até mesmo sem conhecimento, de um pseudo período de ordem e progresso social. É preciso resgatar as histórias adormecidas nos porões da ditadura nos anos de chumbo e nomear seus algozes para que esse período de nossa história seja verdadeiramente sepultado.

Não sem lutas, não sem dores e perdas chegamos a nossa jovem e ainda frágil democracia. Ela precisa de cuidados e proteção e que fiquemos atentos às ameaças e retrocessos que tem sofrido. Nós, mulheres, sabemos que nos retrocessos que a democracia recebe, nossos direitos são também, mortalmente atingidos.

Que não nos esqueçamos de que vivemos em uma cultura ainda muito machista e que, nos momentos como estes, os ataques às mulheres são acentuados, como vimos nos casos citados no início do texto. Uma mulher proferir tais palavras a outras “que sejam estupradas e mortas” e uma mulher ter seus cabelos cortados, ser arrastada pelas ruas e sofrer xingamentos e agressões, é um recado muito bem dado ao que pode vir pela frente, se não fizermos nada.

Precisamos, mais do que nunca, de união e organização de uma ampla frente de combate ao que se anuncia como uma barbárie do século XXI. Que os espaços de poder sejam por nós, mulheres, ocupados. Não vamos arrefecer diante dos ataques dirigidos à democracia e aos direitos humanos, vamos reagir e avançar em nossa luta.

Executiva Nacional M23
Secretaria Nacional de Mulheres do Cidadania23

Brasília, 11 de novembro de 2019”

Da periferia de Taubaté para o estado de São Paulo

A jovem Ellen Cursino é da periferia de Taubaté, no interior de São Paulo. Tem 31 anos, mãe da Maria Vitória e Giovanna, formada em jornalismo pela Universidade de Taubaté, especialista em Gestão Pública Municipal pela Universidade Federal de São Paulo e se especializando também em Ciência Política pela Estácio de Sá.

Desde os 18 anos ela trabalha com política. Participa de movimentos culturais, empreendedorismo feminino, acredita no fortalecimento das políticas públicas no combate ao feminicídio e no desenvolvimento de políticas afirmativas da igualdade racial. Hoje ela é a primeira jovem negra a assumir a Secretaria de Mulheres do partido político Cidadania 23 no estado de São Paulo.

A Secretaria de Mulheres do Cidadania de São Paulo é composta pela Secretária Executiva Ellen Cursino; pela Secretária de Finanças Marluce Maria, advogada e especialista em Gestão Pública; pela Secretária de Comunicação Viviane Camargo, advogada; pela Secretária de Mobilização Política, vereadora de Limeira Dra Mayra Costa, médica neurologista; pela Secretária de Formação Política vereadora de Taubaté Loreny Mayara, Gestora de Políticas Públicas e Especialista em Controle de Gestão Pública Municipal; e pela honrosa vice-prefeita de Araçatuba Edna Flor, advogada.

A nova composição transformou o movimento de mulheres em um quadro de pessoas técnicas que dão suporte às outras mulheres que querem além de se candidatar, terem apenas vida partidária ou trabalhar na gestão pública. O projeto “Juntas por Elas” é da M23 SP e tem como objetivo preparar as mulheres para a eleição e fortalecê-las para o desafio de novas gestoras na construção de cidades que consigam acolher a população, dar qualidade de vida às pessoas e diminuir as desigualdades socioeconômicas. Ensinar que cidades inteligentes são cidades mais humanas.

“Somos 54 vereadoras, 3 prefeitas, 4 vice-prefeitas e milhares de filiadas que contribuem para uma sociedade muito, mas muito melhor! Nós, somos mulheres de todo o canto do Estado de São Paulo que desenvolvem uma política no seu município. Somos empreendedoras, professoras, policiais, donas de casa, jornalistas, advogadas, somos gestoras públicas. Somos o que querermos ser. Vamos ensinar as nossas mulheres a entenderem a importância do seu eleitor. Como ele pensa, como a política boa deve existir, como vamos fazer a nossa pré-campanha. Vamos ensinar as mulheres se tornarem gestoras de cidades inteligentes para a construirmos cidades mais humanas. Mas para isso, precisamos discutir o voto. Preparar a mulher para a eleição, para a participação partidária e conquistar o seu espaço na política”, afirma Ellen Cursino. (Site M23)

Eliziane Gama defende acesso de mulheres à mamografia

Senadora do Cidadania do Maranhão disse que a doença vitimou 627 mil mulheres em todo o mundo (Foto: Roque de Sá/Agência Senado)

A líder do Cidadania no Senado, Eliziane Gama (MA), votou pela aprovação do Projeto de Decreto Legislativo (PDL 377/2019) que susta a portaria que dificultava o acesso de mulheres com menos de 50 anos e com mais de 70 anos ao exame de mamografia, essencial para detectar o câncer de mama. A proposta foi aprovada pelo Senado nesta terça-feira (29) e segue para a Câmara dos Deputados.

Para a senadora, quando é feita uma avaliação mais precisa sobre os dados, os números são realmente muito preocupantes.

“Nós tivemos acesso a uma pesquisa feita pela Agência Internacional de Pesquisa em Câncer que revelou que em 154 países o câncer de mama é um dos três tipos de câncer no mundo que mais mata mulheres. Quando fazemos um recorte em nível de Brasil, o câncer de mama também é o tipo de câncer que mais acomete mulheres”, destaca a parlamentar.

Eliziane disse ainda que a doença vitimou 627 mil mulheres em todo o mundo e lembrou aos pares que de cada quatro mulheres que recorrem ao exame, uma é diagnosticada com caso positivo.

Na opinião da parlamentar, a portaria é menor do que a lei e prejudica muito as mulheres brasileiras.

“Nós estamos aqui diante de uma situação muito séria, ou seja, nós estamos limitando o acesso de mulheres que podem ter a doença e, se podem ter a doença, automaticamente, se não forem tratadas, porque esse tipo de câncer pode ser tratado de uma forma rápida e, portanto, não chegar a óbito. Mas elas poderão vir a óbito porque nem sequer têm o diagnóstico”, lamentou a senadora.

Pré-candidata do Cidadania vai disputar município cearense envolvido em escândalo de estupro

O Cidadania do Ceará tem como pré-candidata a prefeita em Uruburetama a jornalista Roberta Philomeno. A presença de uma mulher na disputa pela prefeitura da cidade nas eleições de 2020 é simbólica, pois o município se viu recentemente envolvido em um escândalo no qual o médico e ex-prefeito, José Hilson de Paiva, estuprou diversas mulheres em consultas médicas.

Continue lendo

Pré-candidata do Cidadania vai disputar município cearense envolvido em escândalo de estupro

O Cidadania do Ceará tem como pré-candidata a prefeita em Uruburetama a jornalista Roberta Philomeno. A presença de uma mulher na disputa pela prefeitura da cidade nas eleições de 2020 é simbólica, pois o município se viu recentemente envolvido em um escândalo no qual o médico e ex-prefeito, José Hilson de Paiva, estuprou diversas mulheres em consultas médicas.

Roberta Philomeno afirmou, em entrevista ao Portal do Cidadania que a sua principal proposta de campanha será o “total resgate do município”. Ela destacou a sua ligação histórica com Uruburetama, já que o avô foi o primeiro prefeito do município e responsável por introduzir a energia elétrica na cidade, a segunda no estado a receber a benfeitoria. Ela lamentou a situação de descaso do município que há 30 anos sofre com a ingerência e a corrupção.

“De uns trinta anos para cá a cidade vem sendo saqueada pelos políticos. Uruburetama vem perdendo distritos e algumas pessoas, por conta do escândalo recente envolvendo o ex-prefeito, vem transferindo os seus títulos de eleitores para outras localidades. Tenho toda uma carreira profissional já consolidada, mas preciso fazer algo [pela cidade]”

Roberta Philomeno, pré-candidata do Cidadania em Uruburetama-CE

Resgate da autoestima

Roberta Philomeno disse que, caso eleita, realizará o resgate da autoestima do município que hoje, segundo ela, está em baixa. Ela defendeu melhorias na saúde e educação e afirmou que disponibilizará psicólogos para realizar um trabalho com as mulheres da cidade.

“Um povo que tem autoestima não aceita pessoas como o Dr Hilson. Vamos fazer um trabalho com psicólogos para resgatar a autoestima das mulheres da cidade e defender seu empoderamento. Mulheres informadas sabem o que está acontecendo ao redor. Baterei muito na tecla da educação sexual, porque muitas são estupradas e não entendem isso. As pessoas que estudam lá conseguem passar em vestibular de medicina, mas não conseguem cursar por falta de recursos. A saúde da cidade também está acabada. Temos muitos casos de doenças como Aids, sífilis e gonorreia. Enfim, começarei a minha gestão, se eleita, do zero. O objetivo é arrancar a parte podre da cidade, moralizar a máquina pública e tratar daquilo que a sociedade local pede e tem direito”, defendeu.

Perfil

Roberta Philomeno é natural de Fortaleza e graduada em Comunicação Social pela Universidade Federal do Ceará onde atualmente faz a sua segunda graduação em Direito. Trabalha desde 2004 no jornal O Povo e começou como repórter do caderno “Buchicho” do periódico, mas se dedicou vocacionalmente ao começar a assinar a coluna “Beleza”. Atualmente é uma profissional multimídia atuando na TV, rádio, internet e na mídia impressa.

Confira o perfil de outras pré-candidatas a prefeita do partido

Any Ortiz – Porto Alegre (RS)

A deputada estadual pelo Cidadania do Rio Grande do Sul Any Machado Ortiz é advogada. Ela foi assessora do deputado estadual Luciano Azevedo na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. Em 2008 concorreu, sem sucesso, a vereadora de Porto Alegre pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Em 2010, concorreu a deputada estadual pelo PSDB. Any obteve quase sete mil votos e não conseguiu se eleger. Nas eleições municipais de 2012 foi eleita vereadora de Porto Alegre pelo então PPS, hoje Cidadania, com 5 940 votos.

Na Câmara Municipal da capital, foi líder da bancada do seu partido, segunda secretária da Mesa Diretora, presidente da Escola do Legislativo e vice-presidente da Comissão de Defesa do Consumidor, Direitos Humanos e Segurança Urbana. Any também integrou a Comissão de Educação, Cultura, Esporte e Juventude, a frente parlamentar para criação de bairros e a que combate maus tratos contra os animais. Em 22 de dezembro de 2014, despediu-se da Câmara de Vereadores para assumir o mandato de deputada estadual. Ela foi eleita deputada com 22.553 votos.

Tayana Dantas – Vila Velha (ES)

Tayana Dantas começou sua vida profissional como atriz, roteirista e dramaturga aos 18 anos de idade. Atuou em diversos seriados de televisão, filmes de longa-metragem e peças de teatro. Também escreveu roteiros de peças, de filmes e de propagandas que venceram editais e prêmios nacionais. Logo após se formar, fundou sua empresa de Gestão de Marcas e conteúdos, a Vibe Marcas com Propósito, uma empresa que já começou com grandes clientes de porte nacional. Após adentrar o universo do empreendedorismo Tayana Dantas se especializou em Liderança Global pela THNK School of Creative Leadership em Lisboa, em Administração pelo Insper São Paulo e agora faz Mestrado em Segurança Pública.

Tayana já trabalhou nas áreas de marketing e gestão de empresas como Azul Linhas Aéreas, Shoppings Sá Cavalcante, UVV e Simplesmente. Atualmente engajada em galgar uma vaga como prefeita da cidade de Vila Velha, Tayana atualmente dirige seu discurso político contra os atuais vereadores do Município, os quais ela acusa de serem os mantenedores da situação de calamidade em que Vila Velha se encontra.

Em suas redes sociais, divulgou que iria entregar um abaixo-assinado ao presidente da Câmara de Vereadores de Vila Velha, Ivan Carlini. O documento pede que o mesmo não seja mais candidato; porém, no dia anunciado, Tayana sequer apareceu nas dependências da CMVV, nem mandou nenhum representante.

Loreny Roberto – Taubaté (SP)

A vereadora de Taubaté (SP) Loreny Roberto é mestranda em Gestão e Desenvolvimento Regional na Universidade de Taubaté. Especialista em Controle da Gestão Pública Municipal (UFSC) e Bacharel em Gestão de Políticas Públicas (USP).

Co-criadora da Planus do Brasil, negócio social para o fortalecimento de cidades que atua implementando ferramentas de gestão democrática para os municípios (principalmente da Região Metropolitana do Vale do Paraiba com foco em processos participativos para transformação e ampliação das capacidades.

Tânia Eberhardt – Joinville (SC)

Tânia Eberhardt, com uma longa carreira de serviços públicos prestados, exerceu mandato de vereadora, sendo também secretária municipal do Bem Estar, secretária da Saúde de Joinville. Posteriormente, foi secretária estadual da Saúde e também dirigiu o Hospital Regional de Joinville. Por onde passou deixou sua marca de competência e comprometimento com o serviço público. Com informações da internet.

Eliziane Gama questiona Aras sobre direitos das mulheres, quilombolas e indígenas

A líder do Cidadania no Senado, Eliziane Gama (MA), questionou veementemente o nome indicado pelo governo federal à PGR (Procuradoria Geral da República), Augusto Aras, sobre direitos das mulheres, quilombolas, indígenas e questões ambientais. Além dos interesses do povo maranhense, esses são os principais temas que mobilizam a atuação da senadora no Congresso Nacional.

A parlamentar se disse preocupada durante sabatina de Aras na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) com o posicionamento do governo em relação às minorias e ao meio ambiente.

Ela lembrou que o presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou que não escolheria nenhum ‘xiita ambiental’, mas quem entendesse “minoria como minoria” para a PGR.

Em resposta a senadora, Aras respondeu que mulheres, quilombolas e indígenas já são objeto de defesa do Ministério Público e foi evasivo ao falar de meio ambiente.

Após a sabatina na CCJ, o plenário do Senado aprovou indicação de Aras para a PGR.

Soninha recepciona Grupo Mulheres do Brasil na Câmara de SP

Diversas integrantes do Grupo Mulheres do Brasil visitaram a Câmara Municipal de São Paulo, nesta terça-feira (20) e conheceram um pouco mais sobre o trabalho do Legislativo Paulistano. A vereadora Soninha Francine (Cidadania) conversou e explicou como funcionam as comissões, sessões e outras atividades da Casa.

“Vocês estão tendo a oportunidade de conhecer um pouco da política na Câmara Municipal. Quanto mais se conhece os mecanismos da política, mais fácil é entender o trabalho dos parlamentares”, disse.

O Grupo Mulheres do Brasil foi criado em 2013, por iniciativa de 40 empresárias, e tem mais de 32 mil participantes em 47 núcleos no Brasil e no exterior. O objetivo é atuar politicamente, segundo a CEO Marisa Cesar.

“Nós somos um grupo suprapartidário, nosso partido é o Brasil. E sabemos que podemos impactar na transformação de nosso País”, disse.

As mulheres visitaram as dependências da Casa e o Plenário Primeiro de Maio e aprenderam sobre o funcionamento do Legislativo paulistano. 

Uma das militantes do grupo, a empresária Luiza Helena Trajano, do Magazine Luiza, chamou atenção para o número expressivo de participantes do movimento.

“Somos o maior partido político apartidário do mundo. Queremos o melhor para o futuro e não retroceder”, afirmou. (Assessoria da Parlamentar)

Eliziane Gama participa da Marcha das Margaridas e defende políticas pública para mulheres

A líder do Cidadania no Senado, Eliziane Gama (MA), participou nesta terça-feira (13), em Brasília, da Marcha das Margaridas, manifestação que ocorre desde 2000 e reúne mulheres do campo e movimentos sociais femininos que lutam em defesa de temas como práticas agroecológicas, políticas de educação e saúde.

“A marcha é uma caminhada histórica realizada a cada quatro anos para dar um grito pelas mulheres por mais participação feminina no mercado de trabalho, por mais autonomia e sobretudo pelo combate à violência contra as mulheres do campo e também das áreas urbanas”, disse senadora.

Ela lembrou que a Marcha das Margaridas é uma alusão a “uma mulher trabalhadora, a uma mulher de fibra, a uma mulher de garra” e que foi vítima da violência no campo com seu assassinato de uma forma brutal. Maria Margarida Alves foi assassinada em 12 de agosto de 1983, a mando de latifundiários de Alagoa Grande, na Paraíba. Margarida era presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais da cidade.

Eliziane exaltou também a participação das mulheres maranhenses que vieram em 80 ônibus para participar da marcha. A parlamentar parabenizou o esforço dessas mulheres que fizeram rifas e trabalharam duro para conseguir chegar em Brasília.

“Só do nosso estado, o Maranhão, são cerca de 3 mil mulheres participantes desse evento. Os meus cumprimentos a todas essas mulheres, a mulher do campo, a mulher urbana, a mulher progressista, que estão numa ação e numa missão importante aqui em Brasília”, afirmou.