Cidadania de Roraima lamenta falecimento do líder indígena José Adalberto da Silva

A deputada estadual e presidente do Cidadania de Roraima, Lenir Rodrigues, lamentou, em nota oficial, o falecimento do líder indígena Macuxi, José Adalberto da Silva, no último dia 9 de julho.

Lenir destacou o trabalho realizado por José Adalberto no Cidadania e sua possível indicação como pré-candidato a prefeito de Pacaraima-RR. Segundo a parlamentar, Adalberto era uma forte liderança e atuou em diversos projetos importantes voltados à população indígena.

Nota de pesar

É com tristeza que as filiadas e filiados do partido Cidadania/RR apresentam suas condolências aos familiares e todas as pessoas amigas do líder indígena Macuxi, José Adalberto da Silva, falecido na última quinta-feira, nove de julho.

Lenir Rodriges

Deputada estadual e presidente do Cidadania de Roraima

Em nota, Cidadania lamenta morte de Ibsen Pinheiro

Ex-deputado federal presidiu a Câmara dos Deputados no processo de impeachment do ex-presidente Fernando Collor (Foto: Galileu Oldenburg/MDB)

Em nota pública (veja abaixo), o presidente do Cidadania, Roberto Freire, lamentou a morte do ex-deputado federal Ibsen Pinheiro, aos 84 anos. Ele Ele foi presidente da Câmara dos Deputados durante o processo de impeachment de Fernando Collor de Mello, em 1992.

Ibsen estava internado no Hospital Dom Vicente Scherer, na Santa Casa de Misericórdia, em Porto Alegre. Segundo familiares, Ibsen tinha descoberto em dezembro um tipo de câncer na medula e estava em tratamento.

“Tive o prazer de compartilhar com ele de grandes momentos, na vida política nacional, na defesa das causas maiores dos brasileiros, particularmente de sempre mais liberdade e oportunidades iguais para todos, durante nossa presença conjunta na Câmara dos Deputados, por mais de uma década”, diz nota assinada por Freire que se solidariza com a família de Ibsen.

“O Brasil perdeu uma grande figura

Vítima de uma parada cardiorrespiratória, faleceu, ontem [24/01], em Porto Alegre, aos 84 anos, o grande cidadão e político gaúcho Ibsen Pinheiro, cuja trajetória deixou uma profunda marca não apenas em seu Estado natal mas no país, sobretudo considerando-se sua intensa participação nas mais diversas batalhas para isolar o regime civil-militar implantado em 1964 e derrotá-lo no fim dos anos 1970.

Depois de ter sido eleito vereador em Porto Alegre, em 1972, deputado estadual em 1978, e deputado federal, nos pleitos de 1982, 1986, 1990 e 1994, presidiu a Câmara Federal, entre 1991 e 1993, quando do processo de impeachment do então presidente da República, Fernando Collor, e integrou a Assembleia Nacional Constituinte, com rica contribuição na redação do texto da Carta Magna de 1988, utilizando seus conhecimentos de jornalista, radialista, advogado, promotor e procurador de Justiça. Por conta de ter sido alvo de um processo montado para desmoralizá-lo e afastá-lo do Congresso Nacional, ele teve seu mandato cassado, em maio de 1994, pela CPI que investigou as irregularidades no Orçamento da União, acusado de participar do “Escândalo dos Anões do Orçamento”, um esquema de desvio de verbas, e condenado a ficar afastado da vida pública por oito anos. Não apenas ele, mas todos os seus amigos muito sofreram com o ocorrido, sobretudo porque estava evidente ter havido falsificação de dados e informações. Em 2000, o Supremo Tribunal Federal arquivou o processo em que era acusado de sonegação fiscal.

Tive o prazer de compartilhar com ele de grandes momentos, na vida política nacional, na defesa das causas maiores dos brasileiros, particularmente de sempre mais liberdade e oportunidades iguais para todos, durante nossa presença conjunta na Câmara dos Deputados, por mais de uma década.

Nossos sinceros e fraternos pêsames à sua companheira, a seus filho e neto, pela perda de tão fraterna e batalhadora figura.

Brasília, 25 de janeiro de 2020

Roberto Freire
Presidente do Cidadania23

Roberto Freire lamenta morte de mãe da deputada federal Carmen Zanotto

O presidente do Cidadania, Roberto Freire, lamentou nesta segunda-feira (20) o falecimento de dona Olinda Bonfá Zanotto, mãe da deputada federal e presidente do partido em Santa Catarina, Carmen Zanotto (Cidadania).

Dona Olinda faleceu aos seus 94 anos na noite deste domingo (19), e seu velório será realizado na Capela São Benedito, em Lages-SC. O sepultamento se dará às 16h, no Cemitério Cruz das Almas, situado na mesma cidade.

Nota de pesar

Em nome do CIDADANIA, lamentamos o falecimento de dona Olinda Bonfá Zanotto, mãe da grande parlamentar e companheira, presidente do partido em Santa Catarina, a deputada federal Carmen Zanotto.

Oferecemos solidariedade extensiva a todos os familiares e amigos de Carmen Zanotto.

Roberto Freire
Presidente Nacional do Cidadania

Cidadania do Rio divulga nota de pesar pela morte de Granja

Presidente de honra do Cidadania morreu domingo (10), aos 106 anos (Foto: Divulgação)

O Diretório Municipal do Cidadania do Rio de Janeiro divulgou nota de pesar (veja abaixo) pela morte de Antônio Ribeiro Granja, o presidente de honra do partido, que morreu nesta segunda-feira (11) aos 106 anos.

NOTA DE PESAR

Antônio Ribeiro Granja
Presidente de Honra do Cidadania 23

Prezados companheiros,

É com grande pesar que comunicamos o falecimento, no dia de ontem, 10/11/2019, em Vitória/ES, de Antônio Ribeiro Granja, nosso Presidente de Honra, aos 106 anos de uma vida dedicada à causa do socialismo e da democracia, em prol de uma pátria democrática, justa e fraterna.

Em anexo, nota de pesar divulgada pelo Diretório Nacional, com um pequeno resumo da intensa atuação política do nosso Presidente de Honra.

Rio de Janeiro, 11 de novembro de 2019.

Roberto Percinoto
Presidente do Diretório Municipal do Rio de Janeiro

Cidadania lamenta a morte do militante histórico Antônio Ribeiro Granja

O militante histórico do PCB/PPS – hoje Cidadania – desde 1930 dedicou sua vida ao socialismo e à democracia sem nunca deixar de acreditar na política como instrumento transformador da sociedade (Foto: Álbum de família)

O presidente do Cidadania, Roberto Freire, lamentou, nesta segunda-feira (11), em nome do partido, o falecimento, aos 106 anos , do presidente de honra do Cidadania, Antônio Ribeiro Granja, mais conhecido como Granja. Freire destacou a trajetória do militante histórico que desde 1930 dedicou sua vida ao socialismo e à democracia sem nunca deixar de acreditar na política como instrumento transformador da sociedade.

Nota de pesar

É com grande pesar que em meu nome e de todos os que fazem o Cidadania23 informo o falecimento de Antônio Ribeiro Granja, nosso Presidente de Honra, aos 106 anos de uma vida dedicada à causa do socialismo e da democracia, em prol de uma pátria democrática, justa e fraterna.

Natural de Exu, em Pernambuco, na adolescência Granja seguiu o caminho de muitos de seus conterrâneos que iam buscar emprego em São Paulo. Foi lá que, em 1930, aos 17 anos, começou sua militância, ao entrar para a Aliança Liberal.

Dali, Granja passou a atuar no movimento sindical e entrou para o Partido Comunista, em 1934. Trabalhou como pedreiro e operário em São Paulo, até ser chamado para a construção da ferrovia Brasil-Bolívia. Com a criação da Vale do Rio Doce, em 1942, veio para o Espírito Santo para trabalhar na oficina de vagões da companhia, em Cariacica.

No Estado, liderou o movimento sindical dos ferroviários, acompanhou a criação das primeiras leis trabalhistas e participou do surgimento das primeiras centrais sindicais do Brasil. Organizando greves e se opondo ao governo getulista do Estado Novo, Granja chegou a ser detido algumas vezes pela polícia no período.

Com o fim da Era Vargas (1930-1945), o partido voltou à legalidade. Em 1947, Granja foi eleito vereador de Cariacica pelo PCB. Neste período, também ajudou a fundar a “Folha Capixaba”, o jornal dos comunistas no Espírito Santo. Na Câmara de Cariacica, ele ficou até 1952.

Com o termino do mandato, começou sua perseguição motivo que o fez deixar o Estado. Foram 27 anos de perseguição. Depois do início da ditadura, ficaram 18 dirigentes do Comitê Central em todo o Brasil. Onze deles foram presos e assassinados. Naquela época, Granja teve mais de 40 nomes diferentes. José Amaro, Luiz, Baiano e Francisco foram alguns deles. Este último lhe rendeu o apelido de Chiquinho, nome que a atual esposa, Silnéia do Espírito Santo, de 68 anos, o chama até hoje. Só voltou a ser chamado de Antônio Ribeiro Granja com a Lei da Anistia (1979).

Com o fim da ditadura, Granja voltou a trabalhar para jornais do partido e foi convidado a escrever para a revista “Internacional”, com sede em Praga, na antiga Tchecoslováquia, hoje República Tcheca. Lá, viveu os últimos anos da União Soviética, voltando para o Brasil no início da década de 1990.

Com o fim da União Soviética, o Partido Comunista Brasileiro se dividiu em três correntes. Parte dos dirigentes defendia uma grande mudança, tirando da bandeira símbolos históricos como a cor vermelha e a foice com o martelo. Desse grupo surgiu o Partido Popular Socialista (PPS).

Militante histórico acompanhou a transformação do PPS recentemente em uma nova forma partido com o surgimento do Cidadania23, que guarda semelhança com sua primeira experiência política em torno da Aliança Liberal, agora com o surgimento de movimentos cívicos que encontraram no novo partido, oriundo do mais velho, surgido em 1922, aberto às correntes liberais comprometidas com a Democracia, e na construção de uma sociedade equânime, fraterna e justa.

Esta, em breves linhas, uma pequena síntese da vida do companheiro que nos deixou, legando-nos sua história de honradez e militância partidária, orientada pela convicção que a Democracia é o solo firme em que devemos atuar de forma decidida, na construção de um país que seja a “Mãe gentil” de seu povo, ainda tão sofrido.

Que a lição de vida de Granja possa inspirar as novas gerações que encontram no Cidadania23, o espaço do exercício da política, em função dos ideais republicanos e da democracia.

Salve Antônio Ribeiro Granja que nunca deixou de acreditar na Política como instrumento transformador da sociedade.

Roberto Freire
Presidente Nacional do Cidadania

Cidadania lamenta a morte de Daniel Bonfim

O presidente do Cidadania, Roberto Freire, divulgou nota de pesar (veja abaixo) pela morte de Daniel Bonfim, ocorrida nesta segunda-feira (19), em São Paulo.

NOTA DE PESAR

“Com pesar informamos o falecimento do companheiro Daniel Bonfim (15/01/1933-19/08/2019), militante do “Partidão” (PCB – Partido Comunista Brasileiro), companheiro de lutas na resistência à ditadura militar.

Bonfim era comandante internacional aposentado da antiga Vasp e foi o secretário do antigo Comitê de Aeronautas preso durante o regime militar e impedido de trabalhar. Foi eleito para o Comitê Central do antigo PCB no VII Congresso. Depois de anistiado, em 1989, voltou a voar, pilotando DC-10 nas linhas de São Paulo-Nova York e São Paulo-Miami.

Por sua ativa ação entre os aeronautas foi uma liderança importante e um especial amigo.

À sua família nossos sentimentos neste momento de luto.

Roberto Freire
Presidente do Cidadania”

Nota de pesar pela morte de Maria Ophélia de Figueiredo Cavalcanti

O presidente do Cidadania, Roberto Freire, divulgou nota de pesar (veja abaixo) pela morte de Maria Ophélia de Figueiredo Cavalcanti, viúva de Paulo Cavalcanti, advogado, promotor, escritor e membro do PCB (Partido Comunista Brasileiro).

Nota de pesar

O PPS-Cidadania, em meu nome e de todos os que fazem o Partido em Pernambuco, lamenta o recente falecimento de Dona Maria Ophélia de Figueiredo Cavalcanti, viúva de Paulo Cavalcanti, advogado, promotor, escritor e membro do PCB.

Companheira de toda a vida, e apoio reconfortante nas horas difíceis da ditadura militar, que por fim vencemos.

À família enlutada nossos pêsames nesse momento de dor.

Roberto Freire

Presidente nacional do Cidadania

Cidadania lamenta a morte de Arildo Salles Doria

O Cidadania divulgou nota de pesar (veja abaixo) pela morte do militante histórico do PPS-PCB, Arildo Salles Doria, aos 85 anos, ocorrida neste domingo (23), em Brasília. Ele foi funcionário do Banco do Brasil, nasceu no Espírito Santo e muito jovem ainda foi morar no Rio de Janeiro, participando ativamente do movimento estudantil como presidente do Diretório Acadêmico da antiga Universidade do Distrito Federal, onde concluiu os cursos superiores de Direito e de Letras.

Arildo também foi militante sindical e no Sindicato dos Bancários de Brasília tornou-se a alma do Cebolão, jornal que redigia e serviu de referência para todo o movimento sindical dos bancários. Também trabalhou na Câmara dos Deputados e foi um empreendedor na criação e montagem da FAP (Fundação Astrojildo Pereira), vinculada ao Cidadania, tendo assumido o cargo de diretor-geral executivo da instituição.

“Construtor de sonhos, alguns dos quais ele, com outros, coletivamente, conseguiu transformar em algo palpável e consumível na sua antiga, constante e justa batalha por um mundo cada vez mais íntegro, sempre mais participativo, convivendo num ambiente de crescentes liberdades e em que se materializem oportunidades iguais para todos, este observador atento das “coisas do mundo” e intelectual de mente brilhante e solidária tinha na humildade um dos traços mais marcantes da sua personalidade. Seu livro de memórias, Essas Coisas, reflete bem quem ele foi”, diz a nota.

Arildo Salles Dória: Um personagem singular

Vítima de problemas cardíacos, faleceu ontem, aos 85 anos, em seu apartamento na Asa Sul, de Brasília, o querido companheiro Arildo Salles Dória, filho de um oficial da Polícia Militar e de uma professora primária. Figura singular, sob qualquer ângulo em que se examine sua vida, ele nasceu no Espírito Santo e muito jovem ainda foi para a então capital da República, a cidade do Rio de Janeiro, a fim de dar continuidade aos seus estudos, e onde as ideias e projetos revolucionários lhe conquistaram a mente e o coração no tumultuado período histórico em que de adolescente se fez adulto. Participou ativamente do movimento estudantil de então como presidente do Diretório Acadêmico da antiga Universidade do Distrito Federal, onde concluiu os cursos superiores de Direito e de Letras.

Aprovado em concurso público do Banco do Brasil, tornou-se seu funcionário e por conta disso envolveu-se na luta sindical. Logo depois do golpe militar de 1964, foi forçado pela direção do BB a passar, durante dois anos, “um doce exílio” em Picos, no Piauí. Ao retornar à Cidade Maravilhosa, passou a exercer funções importantes no Partidão e na luta sindical no Rio, sendo depois transferido para Brasília, para reorganizar o Partido.

Começou a trabalhar na Câmara dos Deputados em 1987, no gabinete do então deputado pelo PCB e ex-companheiro do Sindicato dos Bancários, Augusto Carvalho, e em seguida passou a atuar na Liderança do PPS, onde permaneceu até recentemente, não sem antes ser homenageado por aquela Casa com a Medalha do Mérito Legislativo, pelos serviços prestados à democracia.

Contamos com sua cabeça privilegiada e seu espírito empreendedor na criação e montagem da Fundação Astrojildo Pereira, no ano 2000, tendo aceito e assumido o cargo de diretor-geral executivo da instituição. Sua contribuição está reconhecida publicamente pela FAP e pelo Partido, com a criação do Espaço Arildo Dória, onde funcionam a Biblioteca Salomão Malina, o Cine-Clube Vladimir Carvalho e um auditório para palestras e ciclos de debates, no Conic.

Tendo construído ao longo do tempo uma vasta cultura, por meio de habitual e constante leitura de autores clássicos e populares, sejam obras complexas de filosofia, economia, sociologia e política, sejam obras leves de escritores e poetas, sejam artigos de revistas e jornais, sejam notícias sobre o cotidiano, Arildo era um cidadão antenado com o seu espaço físico e seu tempo.

Construtor de sonhos, alguns dos quais ele, com outros, coletivamente, conseguiu transformar em algo palpável e consumível na sua antiga, constante e justa batalha por um mundo cada vez mais íntegro, sempre mais participativo, convivendo num ambiente de crescentes liberdades e em que se materializem oportunidades iguais para todos, este observador atento das “coisas do mundo” e intelectual de mente brilhante e solidária tinha na humildade um dos traços mais marcantes da sua personalidade. Seu livro de memórias, Essas Coisas, reflete bem quem ele foi.

Brasília, 24 de junho de 2019

Roberto Freire
Presidente nacional do Cidadania

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Cidadania lamenta morte do ex-deputado federal Ivan Paixão

O presidente do Cidadania, Roberto Freire, divulgou nota de pesar (veja abaixo) pela morte do ex-deputado federal Ivan Paixão, 67 anos, neste sábado (1º), em Salvador. Ele foi filiado ao PPS, antecessor do Cidadania, e representou Sergipe na Câmara dos Deputados por dois mandatos, entre 1999 e 2007.

Uma grande perda

Morreu, nesta madrugada, aos 67 anos, o médico e ex-deputado federal sergipano Ivan Paixão, que passava por problemas sérios de saúde, estava internado há alguns dias, no Hospital São Raphael, na cidade de Salvador-BA e não resistiu à violência da sua grave enfermidade. Ele foi filiado ao nosso Partido e representou Sergipe no parlamento federal entre os anos de 1999 e 2007.

Como profissional da área da Saúde e como militante político, deixou uma marca em quem lhe conheceu pessoalmente e até mesmo em quem apenas conheceu seu nome e sua trajetória. Seu velório acontece neste sábado, a partir das 14h, no Cemitério Colina da Saudade, mesmo local onde será sepultado, às 17h, na cidade de Aracaju.

Formado em Medicina, pela Universidade Federal de Sergipe (1972-1977), fez pós-graduação em Cirurgia Gastroenterológica, no Colégio Brasileiro de Cirurgiões, no Rio de Janeiro (1990), onde se especializara em Cirurgia do Aparelho Digestivo (1978) em Cirurgia-Geral (1982), em Cirurgia Gastrointestinal e Cirurgia do Fígado, Vias Biliares e Pâncreas (1985), o que também ocorreu, em 1983, no Conselho Federal de Medicina, em Brasília, e em vários outros centros de especialização da Medicina, em todo o País.

Cidadão atento e compromissado, foi vice-presidente (1974), e, em seguida, presidente (1976) da Federação dos Estudantes de Sergipe; foi também presidente da Federação Sergipana de Voleibol (1984-1987), membro do Coletivo Brasileiro de Cirurgiões, com sede no Rio de Janeiro (1986); presidente do Conselho Estadual de Saúde de Sergipe (1995-1998), dentre outras atividades.

Suas atividades profissionais, como médico, se iniciaram no Estágio em Cirurgia-Geral (1977), e Residência Médica em Cirurgia-Geral (1978-1979), no Hospital Nossa Senhora da Conceição, de Porto Alegre-RS; tendo sequência como Médico Desportista na Subsecretaria de Esporte e Lazer de Sergipe e como Cirurgião Plantonista do Pronto-Socorro do Hospital de Cirurgia, de Aracaju (1980-1984); além de, entre outras, Estágio de Higiene, Segurança e Medicina do Trabalho, no SESI de São Paulo (1984), Cirurgião-Geral da Fundação Hospitalar de Sergipe, Cirurgião Plantonista, Médico-Chefe do Hospital Estadual Governador João Alves Filho em Aracaju; Médico do Trabalho, no TENENGE, em Aracaju (1990); Médico Perito da CEF, em Aracaju (1992-1993); Superintendente da LBA, em Aracaju (1993-1994).

Foi Secretário de Saúde de Sergipe (1995-1998), elegeu-se deputado federal, no pleito de 1998, tendo se licenciado do mandato para exercer o cargo de Secretário de Educação e do Desporto e Lazer de Sergipe (1999-2000).

Foi presidente do Diretório Estadual do PPS, nesse período, e membro do Diretório Nacional, vice-líder da bancada do PPS e do Bloco PDT/PPS na Câmara Federal, tendo destacada atuação em reuniões plenárias dela, assim como titular nas Comissões de Desenvolvimento Urbano; Direitos Humanos; Educação, Cultura e Desporto; e em Comissões Especiais como as do Código Civil; da Aposentadoria dos Magistrados; dos Direitos Sociais; da Política Nacional de Saneamento; do Estatuto da Igualdade Racial; e dos Agentes Comunitários da Saúde, e de tantas outras.

Fraternos pêsames à sua querida companheira e aos seus três amados filhos.

Brasília, 1º de junho de 2019

Roberto Freire
Presidente nacional do Cidadania

A pedido de Rubens Bueno, Comissão manifesta solidariedade às vítimas de atentados no Sri Lanka

A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara aprovou nesta quarta-feira (24) requerimento do deputado federal Rubens Bueno (Cidadania-PR) e manifestou oficialmente solidariedade e profundo pesar às vítimas, familiares e ao povo de Sri Lanka atingidos pelos ataques ocorridos durante a celebração da Páscoa.

As explosões ocorridas em igrejas e hotéis deixaram 359 mortos e mais de 500 feridos. “Esses atos atrozes e covardes devem ser condenados de forma veemente por todos os povos que buscam a solução pacífica para os conflitos e a convivência nos estritos limites dos direitos humanos entre diferentes etnias e religiões”, afirmou o deputado.

Rubens Bueno manifesta solidariedade às vítimas de atentados no Sri Lanka

O deputado federal Rubens Bueno (Cidadania-PR) apresentou nesta segunda-feira (21) requerimento para que a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara manifeste oficialmente solidariedade e profundo pesar às vítimas, familiares e ao povo de Sri Lanka atingidos pelos ataques ocorridos durante a celebração da Páscoa.

As explosões ocorridas em igrejas e hotéis deixaram mais de 200 mortos e perto de 500 feridos. “Esses atos atrozes e covardes devem ser condenados de forma veemente por todos os povos que buscam a solução pacífica para os conflitos e a convivência nos estritos limites dos direitos humanos entre diferentes etnias e religiões”, afirmou o deputado.

O requerimento deve ser votado ainda nesta semana.