Cidadania lamenta falecimento do vereador de Itatiba (SP), Edvaldo Hungaro

O presidente do Cidadania, Roberto Freire, lamentou, neste domingo (12), o falecimento de Edvaldo Hungaro, vereador de Itatiba (SP), vítima de parada cardíaca. Veja abaixo.

Nota de pesar

Lamentamos o falecimento de Edvaldo Hungaro, estimado companheiro, vereador da cidade de Itatiba, SP, que foi dirigente do PCB/PPS, durante a maior parte de sua vida.

Nosso fraterno abraço à família enlutada, aos parentes e amigos por essa perda.

Roberto Freire
Presidente Nacional do Cidadania

Diversidade23 divulga nota em repúdio às comemorações do golpe de 64

O Diversidade 23 divulgou, nesta terça-feira, nota de repúdio às comemorações do Golpe Militar de de 1964. Para a entidade, celebrar a data representa um golpe na democracia brasileira. Veja abaixo.

Nota de repúdio

Celebrar o Golpe de 1964 é um golpe na democracia brasileira. E não devemos nos enganar com o discurso dissimulador de quem se congratula com ditadores e torturadores.

O Golpe de 1964 foi, na verdade, um golpe na democracia brasileira. O Brasil, amedrontado e passivo, não conseguiu reagir à altura frente ao ataque à democracia que sofria naquele momento. O fantasma do comunismo, plantado num país como o nosso, não tem terreno fértil, mas justificou um dos mais vis golpes de estado perpetrado na nossa história. Assim, vejamos os fatos históricos: Jânio, alegando que ‘forças ocultas” o forcavam à renúncia, entrega o cargo a Jango, que tentando fazer frente aos “amigos” americanos, se aproximando do bloco contrário para estabelecer algum equilíbrio, é arrancado do poder. Buscando salvar vidas, pacificamente saiu.

Nossa história anterior, de Getúlio à época da Segunda Guerra, é dúbia, e é sabido que o mundo naquela época era o quintal colonial da Europa, e depois da guerra passou praticamente todo aos EUA. Nós, na Terra Brasilis, peões num jogo global.

O que se chama da “defesa das democracias” é na verdade a “defesa dos interesses Coloniais” ao redor do mundo. Essa briga ainda ecoa em nossos quintais. O regime totalitário que justificou o golpe, foi instituído pelos mesmos que deflagraram o golpe. Os direitos civis e democráticos foram suspensos, suprimidos, revogados e o poder brutal da ditadura pura foi instituído. As instabilidades e os conflitos causados pela interferência externa e de poderes constituídos para sustentar a democracia, desequilibraram a delicada estrutura da democracia brasileira. As Forças Armadas, ao assumiram aquela escalada, assumiram também a responsabilidade dos desgastes previsíveis.

A Lei da Anistia de 1979 foi um pacto, um acordo político de não agressão. Os agressores não foram punidos. E a falta de transparência determinou os rumos que ainda são seguidos, esquecidos dos aprendizados daqueles tempos difíceis.

As instituições nacionais permanentes e regulares, como o Legislativo e o Judiciário, tiveram que se reconstruir para continuar a cumprir sua missão constitucional, submetendo ao regramento democrático os governantes que insistem em desafiá-lo, com o propósito de manter a paz e a estabilidade.

Os países que cederam às promessas utópicas de parceria com a América sem manter sua autonomia lutam para manter a liberdade, a prosperidade e a civilidade, suprimindo as desigualdades como as nações livres.

Brasília, 31 de março de 2020

Diversidade23

#Suprapartidário: De volta para o futuro com o #Cidadania23

A imprensa vem destacando (merecidamente, aliás) a abertura do #Cidadania23 para os movimentos cívicos – enquanto outros partidos à esquerda e à direita, como o PDT e o NOVO, por outro lado, decidiram vedar expressamente essa aproximação.

Justiça seja feita, ainda que desperte só agora a atenção do grande público, não chega a ser novidade a busca dessa nova formatação política que surge do diálogo do ex-PPS com jovens lideranças de organizações como o Agora!, o Livres, o Acredito, a RAPS e o RenovaBR, entre outros.

Muito antes das manifestações de 2013, às quais se atribui grande parte da inspiração para essas mudanças cobradas pela sociedade dos agentes políticos e que estão transformando de modo irreversível os nossos partidos e as próprias instituições democráticas, o então PPS já sinalizava para a necessidade deste “aggiornamento” (ou uma atualização disruptiva do sistema).

Há 10 anos surgia, por exemplo, o conceito da #REDE23, iniciativa do Blog do PPS que seria incorporada oficialmente pelo partido no seu Congresso de 2011. E que dizia basicamente o seguinte:

“Na democracia contemporânea os partidos não se bastam. Dependem, para fazer política, do estabelecimento e manutenção de redes de relações com movimentos, instituições, grupos na internet e até com personalidades influentes nos temas que trabalham. 

O partido não pode manter mais a posição de vanguarda da época da circulação restrita da informação e deve assumir a postura de interlocutor dos movimentos, co-formulador de suas reivindicações à luz de suas diretrizes mais gerais e seu tradutor na linguagem das leis e das políticas públicas. 

Para tanto, surge a #REDE23, um movimento de discussão e mobilização em torno de objetivos comuns, que abrange outras siglas partidárias, entidades, organizações, sindicatos, associações, cidadãos interessados e grupos organizados na internet. 

Os conceitos de #REDE e da #NovaPolítica não são exclusividade de uma só legenda, uma única liderança ou um grupo restrito. É uma iniciativa que reúne gente de bem, de dentro e de fora dos partidos!”

Faz todo o sentido, portanto, quando o veteraníssimo presidente nacional do Cidadania, o ex-senador e ex-deputado federal Roberto Freire, afirma que não há de se falar em “velha” ou “nova” política, mas sim de “boa” ou “má”.

Afinal, é justamente este partido, o #Cidadania23 (com a sua origem quase centenária, como herdeiro do PCB, fundado em 1922, e refundado como PPS, em 1992), que se mostra mais aberto e disposto para formatar esse novo jeito de ver e fazer política.

Diga-se de passagem, outras inovações recentes, como os atuais mandatos coletivos e até mesmo as campanhas com custo reduzido, através da divulgação espontânea pelas redes sociais, também foram propostas apresentadas pelo PPS há mais de doze anos.

Veja que na campanha para as eleições municipais de 2008, essas ideias já estavam todas reunidas no projeto do “vereador virtual“, que chegou a ser encampado formalmente pelo então candidato a vereador do PPS Heraldo Correa (foto).

Ou seja, ainda na era pré-Facebook, pré-WhatsApp e mais de dez anos antes de se tornar realidade, com as deputadas e deputados que foram eleitos em 2018 pelo conceito das candidaturas coletivas e das bancadas ativistas, o PPS já vislumbrava o que viria pela frente.

É ou não é uma política diferenciada e voltada para o futuro? Pois então, parabéns aos envolvidos e sucesso ao #Cidadania23.

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Comissão divulga proposta do novo estatuto do Cidadania

A Comissão do novo Estatuto do Cidadania divulgou, nesta quarta-feira (21), durante a reunião da Comissão Executiva Nacional do partido, em Brasília, a proposta do regulamento partidário.

Dirigentes e filiados em todo o Brasil poderão enviar suas propostas, ajustes e emedas ao texto até o dia 30 de setembro de 2019, exclusivamente para o e-mail estatuto@cidadania23.org.br que concentrará as sugestões apresentadas.

Após este prazo, as propostas recebidas serão desconsideradas pela comissão e não serão apreciadas no Congresso Extraordinário do partido, marcado para os dias 26 e 27 de outubro, em Brasília.

A comissão do novo estatuto terá 10 dias de prazo para avaliar as contribuições e decidir sua incorporação à proposta que, em seguida, será submetida à Executiva Nacional para aprovação, antes de seguir para deliberação do Congresso Extraordinário do Cidadania.

O colegiado do estatuto é composto por Renato Galuppo, Luiz Carlos Azedo, Eliseu Neto, deputado federal Daniel Coelho (PE) e senador Alessandro Vieira (SE).

No Dia Mundial do Doador de Sangue, Cidadania reforça importância do ato

doação de sangue

O planeta celebra, nesta sexta-feira (14), uma data de extrema importância para conscientização de que é possível salvar milhares de vidas diariamente com um simples gesto de doação, o Dia Mundial do Doador de Sangue. No Brasil, cerca de 1,6% da população – 16 pessoas a cada mil habitantes – doa sangue. O percentual está dentro dos parâmetros da OMS (Organização Mundial de Saúde), que é de 1% da população, mas longe da meta de 3%.

Segundo dados governamentais, por ano cerca de 3,5 milhões de pessoas realizam transfusões de sangue no País. O Brasil conta atualmente com 32 hemocentros e 2 mil serviços de hemoterapia. Apesar do volume, o Ministério da Saúde tem trabalhado para aumentar o número de doadores.

Para doar é preciso ter entre 16 e 69 anos, pesar no mínimo 50 quilos e estar em bom estado de saúde. O candidato deves estar descansado, não ter ingerido bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores à doação, não estar de jejum e não se enquadrar em um dos impedimentos temporários ou definitivos. Para maiores informações veja aqui.

“Doar Sangue: Um ato de amor”

A deputada federal do Cidadania, Carmen Zanotto (SC), afirmou que a doação de sangue representa um ato de “amor e solidariedade”. A parlamentar, que é enfermeira de formação e uma das maiores defensoras da saúde pública no Congresso Nacional, conhece de perto a importância da doação.

Carmen Zanotto: Dia mundial do doador de sangue
“Pratique esse ato”

“O ato de doar sangue é um ato de amor e solidariedade. Toda doação é importante porque pode salvar uma vida. Na rede hospitalar se sofre muito quando não tem o sangue necessário para fazer a transfusão dos pacientes, por uma questão de cirurgia ou por um acidente que tenha sofrido e necessita da transfusão. A doação deve ser feita durante todo o ano. Busquem um banco de sangue. Um hemocentro na sua cidade ou região. Pratique esse ato de amor”, defendeu.

Redes sociais

As redes sociais têm tido um papel relevante no abastecimento de estoques dos bancos de sangue conectando doadores e receptores. Para tanto, os usuários podem adicionar, em suas contas nos perfis do Instagram e Twitter, o tipo sanguíneo e um emoji correspondente à frente do nome. Com essas informação, os bancos de sangue podem buscar e localizar pessoas dispostas a realizarem a doação. A campanha, iniciada em São Paulo, ganhou o apoio da bancada parlamentar do Cidadania no Congresso Nacional.

Além disso, há mais de um ano o Ministério da Saúde tem trabalhado com o Facebook o lançamento de uma função de utilidade pública. Para utilizar, os usuários que se declaram doadores de sangue passam a receber notificações e lembretes para doarem, de acordo com a demanda dos hemocentros.

Blog Cidadania 23: O Parlamentarismo está na raiz do #Cidadania23

O debate sobre o tema circula ainda timidamente nas nossas redes internas, mas faz parte da gênese do #Cidadania23 e também já integrava o programa de seu antecessor, o PPS.

O Estadão deste 1º de abril – que não se perca pela data – informa em nota: “Cidadania, antigo PPS, quer adoção do Parlamentarismo”. É verdade.

Diante de tantas crises políticas recentes, acontecimentos que paralisam o País e colocam em risco as conquistas democráticas a cada nova turbulência no regime Presidencialista, é necessário manter no radar essa possibilidade (talvez até uma necessidade) de adoção do Parlamentarismo.

Afinal, dos últimos cinco presidentes eleitos diretamente pelo povo desde a redemocratização, dois sofreram impeachment (Collor e Dilma) e outro está preso (Lula). Restam FHC e Jair Bolsonaro, este ainda uma incógnita.

“O Cidadania defende o Parlamentarismo, um regime de governo mais democrático”, explica o presidente nacional do partido, Roberto Freire, julgando oportuna a iniciativa do senador José Serra (PSDB-SP) de retomar a discussão sobre a implantação do Parlamentarismo. Nessa proposta, a mudança passaria a valer a partir de 2023, na sucessão do atual presidente.

O #BlogCidadania23 e o#ProgramaDiferente debatem o assunto com bastante frequência. Reveja abaixo alguns exemplos.

 

Assista a íntegra do debate sobre Parlamentarismo com José Serra, Eduardo Jorge e Davi Zaia

#ProgramaDiferente Especial: Franco Montoro e o Parlamentarismo

Debate: Presidencialismo, Semipresidencialismo ou Parlamentarismo

A transição pós-PT, o presidencialismo de cooptação e as penas que voam no ninho tucano

#ProgramaDiferente antenado às pautas do dia: reforma política, parlamentarismo, combate à corrupção etc.

O #ProgramaDiferente analisa a crise do petismo e debate o parlamentarismo como alternativa

Alberto Dines afirma ser contra o impeachment e defende parlamentarismo para o Brasil sair da crise

2013-2018: Nos cinco anos dos movimentos pela renovação da política, o Brasil fará o teste nas urnas

Debate sobre a Reforma Política no #ProgramaDiferente

#ProgramaDiferente debate a República, a Democracia e a Reforma Política

Blog Cidadania 23: Uma fábula para quem pensa em melhorar Bolsonaro

Ainda circulam por aí algumas pessoas que sinceramente acham que podem transformar Jair Bolsonaro em coisa melhor do que ele foi a vida inteira. Dar um upgrade ético, ideológico, político e humano no meme que virou presidente.

De um nacionalista xenófobo num liberal moderno. De orgulhoso admirador de torturador e assassino da ditadura em defensor da democracia e do Estado de direito. De parlamentar ridicularizado do baixo clero com uma pauta monotemática num estadista republicano à altura do cargo para o qual foi eleito.

A esses cidadãos de boa vontade, cabe lembrar uma velha fábula: “O escorpião e o sapo”. Todo mundo já ouviu falar sobre o escorpião que pede a um sapo que o leve até a outra margem de um rio. O sapo tem medo de ser picado durante a travessia, mas o escorpião argumenta que, se picasse o sapo, ambos se afogariam.

O sapo concorda e começa então a carregar o escorpião, mas no meio do caminho o escorpião ferroa o sapo, condenando os dois ao afogamento. Quando perguntado por que havia lhe picado, o escorpião responde: aquela era a sua natureza e nada poderia ser feito para mudar esse destino.

Ninguém vai mudar Jair Bolsonaro. É da natureza dele. É selva! (Blog Cidadania 23)

Mauricio Huertas – #Cidadania23: Um partido pra chamar de meu!

Antes de mais nada, frente à descrença generalizada na política, nas mãos desses políticos populistas, hipócritas, corruptos e fisiológicos envolvidos nos mais tenebrosos escândalos, dessa polarização burra e odiosa que divide o Brasil em bolhas ideologizadas e idiotizadas, a dúvida é: será que eu ainda preciso de um partido pra chamar de meu? A resposta, por mais incrível e antiquada que pareça, é SIM!

Se queremos um mundo melhor, mais justo e mais plural, sem preconceito e intolerância, menos desigual, violento e inseguro, com oportunidades para todos, temos que ocupar todos os espaços disponíveis e fazer valer a nossa voz. Ter a liberdade de sermos quem nós somos, o direito de expressar os nossos sentimentos, a garantia de correr atrás dos nossos sonhos e ideais.

A política não pode ser monopólio desses velhacos que manipulam os três poderes e lembram do povo só na hora de apertar botão em dia de eleição. A política tem que ser invadida, hackeada por gente jovem e bem intencionada, essa geração que já marca presença nas ruas e nas redes e que agora precisa arejar as instituições, redemocratizar a democracia, reinstalar o sistema ao disputar e ganhar cadeiras no parlamento e no executivo.

Cidadãos de bem, ativistas autorais que botem pressão diária nos políticos tradicionais, revolucionem os partidos e fiscalizem com isenção e autonomia o poder público. Que a periferia ganhe protagonismo. Que a borda invada o centro. Que as minorias tenham vez e exerçam a sua devida representação. Que a nossa opinião não seja ouvida apenas entre amigos, nos grupos de whatsapp ou nos stories do instagram.

Que a gente mostre a nossa cara na sociedade e exercite no dia-a-dia a nossa cidadania. Na mídia, na política, no mercado de trabalho, na porta de casa, na escola, na família, no lazer, na cultura, no parque, na praça, na ciclovia, no transporte público, na associação do bairro, na igreja, no movimento que pede mudança na política, na entidade de defesa dos animais.

Mas entre tantas siglas e bandeiras, trinta e tantos partidos oficializados no país, por que escolher esse tal de #Cidadania23? O que essa legenda que se diz nova, no meio de tantas outras que prometem a mesma coisa, tem de diferente das demais? Qual motivo ou argumento sensato te convenceria a ingressar, a votar ou até mesmo a ser você um dos seus candidatos? Ninguém aguenta mais tanto blablablá!

Ao conhecer a Carta de Princípios desse recém-nascido #Cidadania23, uma certeza você tem: vai ler uma proposta sincera, moderna, viável e diferenciada para responder grande parte das nossas angústias diante de uma realidade global que se torna, dia a dia, mais asfixiante e desesperadora.

Esse partido-movimento surge como uma chance de se concretizar de forma coerente os ideais democráticos, da cidadania plena, da sustentabilidade e da justiça social. É uma oportunidade de se falar de igual para igual com o político que tem mandato ou com o cidadão anônimo da base, que faz a política cotidiana na sua rua, na sua comunidade.

Se aprendemos por tentativa e erro, vale apostar no que propõe essa turma originada do antigo PPS com a soma de integrantes desses novos movimentos como Agora, Livres, Acredito, Renova, RAPS e outros. Muito além de uma nova sigla, eles (nós) pretendem(os) inaugurar uma forma diferente e inovadora de ver e de fazer a política, integrada aos novos tempos e inserida nessa revolução tecnológica que transforma continuamente a sociedade.

Em linhas gerais, essa nova formatação partidária se propõe a trilhar um caminho propositivo, reformador e equidistante da atual polarização entre a velha esquerda e essa “nova” direita – que de nova não tem absolutamente nada. Reafirma seus compromissos com a cidadania, a liberdade, o humanismo, a diversidade, o meio ambiente, o estado democrático de direito e os princípios republicanos.

Não parece pouca coisa, nem uma missão fácil. Precisamos arregaçar as mangas, pisar barro e vender o nosso peixe. Mas quem disse que temos medo de dificuldades ou de cara feia dos figurões da velha política? Então, vamos em frente, trilhar este novo caminho. Sejam bem vindos cidadãos, cidadãs, cidadanistas! Por um Brasil melhor, sempre!

Mauricio Huertas, jornalista, é secretário de Comunicação do #Cidadania23 em São Paulo, líder RAPS (Rede de Ação Política pela Sustentabilidade), editor do #BlogCidadania23 e apresentador do #ProgramaDiferente.