Pela 15º vez, mercado financeiro reduz previsão de crescimento da economia

O pessimismo do mercado em relação a economia brasileira não para de subir. Pela 15º vez consecutiva, as instituições financeiras rebaixaram a previsão de crescimento do PIB (Produto Interno Brasileiro) de 1,13% para 1%. Os dados foram publicados no boletim Focus desta segunda-feira (10) pelo Banco Central.

A previsão de crescimento em 2020 também foi reduzida de 2,50% para 2,23%. Já em 2021 e 2022, o mercado manteve a expectativa de 2,50%.

Inflação

A estimativa de inflação calculada pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) caiu de 4,03% para 3,89% para 2019. A projeção do mercado é que fique estabilizada em 4% em 2020 e 3,75% para 2021 e 2022.

A previsão está dentro da meta de inflação de 4,25% estipulada pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) que prevê tolerância entre 2,75% e 5,75%. Para 2020, a previsão do mercado financeiro é que a meta seja definida em 4%. Em 2021, a aposta é que a meta fique em 3,75%.

Juros

Já a taxa básica de juros, a Selic, deve permanecer em seu mínimo histórico de 6,50% até o fim de 2019. Em 2020, a projeção teve uma queda saindo de 7,25% para 7% e para o fim de 2021, a previsão passou de 8% ao ano para 7,50%. Para o final de 2022, a aposta segue em 7,50% ao ano.

Dólar

Em relação ao dólar, a previsão das instituições é que ele permaneça em R$ 3,80 no fim de 2019 e 2020. (Com informações de agências de notícias)

Instituições financeiras reduzem pela 14º vez projeção de crescimento da economia

O mercado financeiro brasileiro reduziu pela 14º vez consecutiva a projeção de crescimento da economia, de 1,23% para 1,13% este ano. A informação foi publicada, nesta segunda-feira (3), pelo boletim Focus do Banco Central. Para os três próximos anos, a projeção foi mantida em 2,50%.

O governo reduziu de 2,2% para 1,6% a previsão oficial de crescimento para 2019, segundo o relatório bimestral de avaliação de receitas e despesas divulgado pelo Ministério da Economia duas semanas atrás. O secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues, explicou que o número ainda parece elevado em relação ao mercado porque foi calculado semanas antes da divulgação.

Inflação

A expectativa para a inflação, calculada pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), teve uma ligeira queda saindo de 4,07% para 4,03% em 2019. A previsão para 2020 ficou mantida em 4% e em 3,75% para 2021 e 2022.

Já a meta de inflação para o ano, definida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional), é de 4,25%. A expectativa para 2020 é que a meta fique no centro de 4% com intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Para 2021, a aposta é que o centro fique em 3,75%.

Juros

Quando analisado a previsão para a taxa básica de juros, a Selic, as instituições financeiras acreditam que a mesma deve permanecer no seu mínimo histórico de 6,50% até o fim de 2019 e que suba para 7,25% no fim de 2020. Em 2021, a previsão de 8% também foi mantida e para o final de 2022 deve ficar estabelecida em 7,50%. A taxa serve de referência para os demais juros da economia.

Dólar

A previsão do mercado para o dólar continua a mesma que aposta no valor de R$ 3,80 para 2019 e 2020 (Com informações de agências de notícias)

Mercado financeiro reduz pela 12º vez expectativa de crescimento da economia

O mercado financeiro continua preocupado com a condução da economia pelo governo de Jair Bolsonaro, que não consegue estabelecer uma agenda mínima com o Congresso Nacional para aprovar medidas importantes para o restabelecimento do crescimento. Isso ficou mais uma vez evidenciado no resultado do Boletim Focus, publicado nesta segunda-feira (20) pelo Banco Central, que reduziu a projeção de crescimento da economia pela 12º vez seguida, saindo de 1,45% para 1,24%.

Segundo a publicação semanal, para 2020, 2021 e 2022 a projeção foi mantida em 2,50%. O Boletim Focus é elaborada com base em perspectivas de instituições financeiras sobre os principais indicadores econômicos do País.

Inflação

A estimativa da inflação subiu de 4,04% para 4,07% para o ano. Para 2020, a previsão segue em 4% e para 2021 e 2022 3,75%. Já a meta de inflação, estabelecida pela CMN (Conselho Monetário Nacional), é de 4,25% para 2019. A previsão para 2020 está no centro da meta que é de 4%. Em 2021, as instituições financeiras preveem o centro em 3,75%.

Selic

Quando analisada a Selic, a taxa básica de juros, utilizada pelo Banco Central para controlar a inflação, a aposta é que ela deve permanecer em seu mínimo histórico de 6,50%. Para o fim de 2020, a projeção passou de 7,50% para 7,25%. Já para 2021, a expectativa caiu de 8% para 7,50%.

Dólar

Em relação ao dólar, o mercado financeiro prevê que a moeda suba de R$ 3,75 para R$ 3,80 para o fim de 2019 e que fique nesse patamar em 2020. (Com informações das agências de notícias)

Banco Central mantém juros básicos em 6,5% pela nona vez seguida

Pela nona vez seguida, o BC (Banco Central) não alterou os juros básicos da economia. Por unanimidade, o Copom (Comitê de Política Monetária) manteve a taxa Selic em 6,5% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros.

Com a decisão desta quarta-feira (8), a Selic continua no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986. De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março de 2018.

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). Em março, o indicador fechou em 4,58% no acumulado de 12 meses. O índice subiu pressionado por alimentos e transportes. O IPCA de abril só será divulgado em 10 de maio.

Para 2019, o CMN (Conselho Monetário Nacional) estabeleceu meta de inflação de 4,25%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não poderá superar 5,75% neste ano nem ficar abaixo de 2,75%. A meta para 2020 foi fixada em 4%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.

Inflação

No Relatório de Inflação divulgado no fim de março pelo Banco Central, a autoridade monetária estima que o IPCA encerrará 2019 em 3,9% e continuará baixo até 2021. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 4,04%.

Crédito mais barato

A redução da taxa Selic estimula a economia porque juros menores barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo em um cenário de baixa atividade econômica. No último Relatório de Inflação, o BC projetava expansão da economia de 2% para este ano. Segundo o boletim Focus, os analistas econômicos preveem crescimento de 1,49% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2019. (Com informações da Agência Brasil)

Mercado financeiro mostra receio e reduz mais uma vez projeção de crescimento da economia brasileira

O mercado financeiro brasileiro continua receoso com a capacidade do novo governo reverter a estagnação da economia brasileira conforme demonstrado nesta segunda-feira(06) pelo Boletim Focus do Banco Central. De acordo com o levantamento, as instituições financeiras consultadas semanalmente pelo BC reduziram pela 10º vez consecutiva a projeção do crescimento econômico de 1,70% para 1,49% para este ano. Para os próximo três anos, a estimativa do PIB (Produto Interno Bruto) se manteve em 2,50%.

Inflação

Já a estimativa de inflação – calculada pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) – aumentou de 4,01% para 4,04% para o ano. Em 2020, a previsão segue em 4% e 3,75% para 2021 e 2022.

A meta de inflação deste ano é de 4,25% com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. A estimativa para 2020 esta fixada no centro da meta que é de 4% com intervalo de 1,5% para cima ou para baixo. Para 2021, o centro da meta é de 3,75%.

Selic

As instituições financeiras prevem que a taxa Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, deverá permanecer em 6,5% até o fim de 2019. O Copom (Comitê de Política Monetária) vai ser reunir na próxima quarta-feira (8) para fazer nova definição sobre a taxa.

De qualquer forma, o mercado aposta que para o fim de 2020 a Selic deve seguir em 7,50% e a expectativa para o fim de 2020 e 2021 que permaneça em 8% ao ano.

Dólar

Ainda segundo estimativas do mercado financeiro, a cotação dólar seguirá em R$ 3,75% no fim de 2019 e ajustada de R$ 3,79 para R$ 3,80 para o fim de 2020. (Com informações de agência de notícias)

Mercado financeiro reduz pela sétima vez consecutiva projeção do PIB para 2019

As instituições financeiras reduziram, pela sétima vez consecutiva, a projeção para o crescimento da economia neste ano e 2020. A projeção foi apresentada, nesta segunda-feira (15), no boletim Focus divulgado pelo BC (Banco Central) com base em estimativas baseadas nos principais indicadores econômicos.

Segundo o levantamento, a expansão do PIB (Produto Interno Bruto) caiu de 1,97% para 1,95% este ano e de 2,70% para 2,58 em 2020, a quarta redução consecutiva. As estimativa de crescimento para 2021 e 2022, contudo, permanecem em 2,50%.

Inflação

Já a estimativa para a inflação, calculada pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), foi ajustada de 3,90% para 4,06% em 2019. Para o próximo ano, a previsão segue em 4% e 3,75% para 2021 e 2022.

A meta de inflação definida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) é de 4,25% com intervalo entre 2,75% e 5,75%. A estimativa para 2020 segue no centro da meta que é de 4%. Para 2021, o centro da meta está estabelecido em 3,75% com intervalo de tolerância de 1,5%. O Conselho ainda não definiu a meta para 2022.

Juros

De acordo com o mercado financeiro, a Selic deve permanecer no seu mínimo histórico de 6,5% ao ano até o fim de 2019. Para o fim de 2020, a projeção segue em 7,50% e a expectativa para 2021 e 2022 é o que permaneça em 8% ao ano.

O Banco Central utiliza a a taxa básica de juros, a Selic, para controlar a inflação. Além disso, ela é a taxa média cobrada nas negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional e serve de referência para os demais juros utilizados na economia.

A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 3,70 no fim de 2019 e subiu de R$ 3,75 para R$ 3,78 no fim de 2020.

IBC-Br

O Banco Central também divulgou nesta segunda o IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central) que apontou queda na atividade econômica neste ano. O índice apresentou queda de 0,73% na comparação com janeiro de acordo com dados dessazonalizados. De acordo com os números revisados pela instituição, em janeiro, em relação a dezembro, a retração ficou em 0,31%. (Com informações das agências de notícias)

Mercado financeiro reduz pela 6º vez consecutiva projeção de crescimento da economia

O despreparo do governo Bolsonaro e a falta de interlocução com o Congresso Nacional para garantir a aprovação das reformas necessárias para a retomada da economia brasileira, como a da Previdência, tem gerado prejuízos para toda a sociedade.

Uma demonstração do problema enfrentado pelo País foi evidenciado nesta segunda-feira (08), mais uma vez, pelo BC (Banco Central), por meio da divulgação do boletim Focus, que apontou que o mercado financeiro reduziu pela 6º vez consecutiva a projeção de crescimento da economia.

De acordo com o boletim, as instituições financeiras preveem redução do crescimento para o ano de 2019 e 2020. A queda da expansão do PIB (Produto Interno Bruto) para esse ano foi de 1,98% para 1,97%. Para o próximo, o recuo foi de 2,75% para 2,70%. A previsão de crescimento para 2021 e 2022 ainda permanecem em 2,50%.

IPCA

Já a estimativa da inflação calculada pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), foi ajustada de 3,89% para 3,90% para 2019. Em 2020, a previsão do índice segue em 4%. Não houve alterações para 2021 e 2022 que ficou em 3,75%.

A meta de inflação do ano, definida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) é 4,25% com intervalo de 2,75% a 5,75%. A estimativa para 2020 está em no centro da meta que é 4% e possui intervalo de 1,5% para cima ou para baixo.

Juros

Para o mercado financeiro, a Selic deve permanecer no seu mínimo histórico de 6,5% ao ano, até o fim de 2019.

Para o fim de 2020, a projeção segue em 7,50% ao ano. Para o fim de 2020 e 2021, a expectativa permanece em 8% ao ano.

Dólar

A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 3,70 no fim do ano e em R$ 3,75 no fim de 2020. (Com informações da Agência Brasil)

Mercado reduz projeção de crescimento da economia para 1,89%

A estimativa para a expansão do PIB (Produto Interno Bruto), a soma de todos os bens e serviços produzidos no País, caiu de 2% para 1,89% este ano. Foi a quinta redução consecutiva.

Para 2020, a estimativa de crescimento do PIB recuou de 2,78% para 2,75% na segunda redução consecutiva. As projeções de crescimento do PIB para 2021 e 2022 permanecem em 2,50%.

Os números constam do boletim Focus, publicação semanal elaborada com base em estimativas de instituições financeiras sobre os principais indicadores econômicos pelo BC (Banco Central).

Inflação

A estimativa da inflação, calculada pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), permanece em 3,89% neste ano.

Em relação a 2020, a previsão para o IPCA segue em 4%. Para 2021 e 2022, também não houve alteração na projeção, para 3,75%.

A meta de inflação deste ano, definida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional), é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. A estimativa para 2020 está no centro da meta: 4%. Essa meta tem intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. O CMN ainda não definiu a meta de inflação para 2022.

Taxa Selic

Para controlar a inflação, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic. Para o mercado financeiro, a Selic deve permanecer no seu mínimo histórico de 6,5% ao ano, até o fim de 2019.

Para o fim de 2020, a projeção segue em 7,50% ao ano. Para o fim de 2020 e 2021, a expectativa permanece em 8% ao ano.

A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada nas negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Selic (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia).

A manutenção da Selic, como prevê o mercado financeiro este ano, indica que o Copom considera as alterações anteriores nos juros básicos suficientes para chegar à meta de inflação.

Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo.

Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação.

Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

DólarA previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 3,70 no fim do ano e em R$ 3,75 no fim de 2020. (Agência Brasil)