Projeto de Alessandro Vieira busca combater concentração bancária e reduzir juros

Medida visa combater a concentração bancária no País, explica o senador (Foto: Jane de Araújo/Agência Senado)

Um projeto de lei (PLP 13/2020) do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), em análise na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, estabelece limites para a exposição total de crédito das instituições financeiras.

De acordo com parlamentar, a medida visa combater a concentração bancária no País e, por consequência, levar à redução das taxas de juros. (Ouça aqui reportagem da Rádio Senado)

Mercado financeiro mantém projeção de crescimento de 2,30% para 2020

As instituições reduziram, mais uma vez, a expectativa de inflação de 3,40% para 3,25% neste ano (Foto: Reprodução)

O mercado financeiro manteve a projeção de crescimento da economia em 2,30% para 2020, a mesma da semana passada. Já no que tange a inflação, as instituições reduziram, mais uma vez, de 3,40% para 3,25% neste ano. Os dados foram divulgados pelo Banco Central, nesta segunda-feira (10), no boletim semanal Focus.

Ao analisar a projeção de crescimento para os demais anos, o mercado também manteve a mesma projeção da semana passada em 2,50% para 2021, 2022 e 2023. As previsões futuras para a inflação ficaram em 3,75% para 2021 e 3,50% para 2022 e 2023.

Juros

A Selic, que teve uma redução de 0,25% na semana passada ficando em 4,25%, na aposta do mercado financeiro, deve ser mantida nesse patamar até o fim do ano. Em 2021, a expectativa é de aumento dos juros chegando a 6% até dezembro. Para o final de 2022 e 2023 a projeção é que ele termine os dois anos em 6,5%.

Dólar

Em relação ao dólar, a previsão é que a moeda finalize o ano e o próximo em R$ 4,10. (Com informações do Banco Central e agências de notícias)

Banco Central reduz juros básicos para 4,25% ao ano

Pela quinta vez seguida, o BC (Banco Central) diminuiu os juros básicos da economia. Por unanimidade, o Copom (Comitê de Política Monetária) reduziu a taxa Selic para 4,25% ao ano, com corte de 0,25%. A decisão era esperada pelos analistas financeiros, segundo a pesquisa Focus do BC.

Em comunicado, o BC indicou que pretende interromper os cortes de juros. “O Copom entende que o atual estágio do ciclo econômico recomenda cautela na condução da política monetária. Considerando os efeitos defasados do ciclo de afrouxamento iniciado em julho de 2019, o comitê vê como adequada a interrupção do processo de flexibilização monetária”, ressaltou o texto. A nota também pediu a manutenção das reformas estruturais da economia brasileira, de modo a manter os juros em níveis baixos por muito tempo.

Com a decisão desta quarta-feira, a Selic está no menor nível desde o início da série histórica do BC, em 1986. De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março de 2018, só voltando a ser reduzida em julho de 2019.

Inflação

A Selic é o principal instrumento do BC para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). Em 2019, o indicador fechou em 4,31%, o maior resultado anual desde 2016. A inflação foi impulsionada pela alta do dólar e pelo preço da carne, mas continua abaixo do teto da meta. O IPCA de janeiro será divulgado na próxima sexta-feira (7).

Para 2020, o CMN (Conselho Monetário Nacional) estabeleceu meta de inflação de 4%, com margem de tolerância de 1,5%. O IPCA, portanto, não poderá superar 5,5% neste ano nem ficar abaixo de 2,5%. A meta para 2021 foi fixada em 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.

No Relatório de Inflação divulgado no fim de dezembro pelo BC, a autoridade monetária estima que o IPCA continuará abaixo de 4% nos próximos anos, atingindo 3,5% em 2020 e 3,4% em 2021 e 2022. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 3,4%, mesmo com a alta recente do dólar e da carne. (Com informações da Agência Brasil)

Mercado financeiro baixa previsão de crescimento econômico para 2020

Estimativas de expansão do PIB para 2021, 2022 e 2024 foram mantidas em 2,50% pelas instituições financeiras (Foto: )

O mercado financeiro reduziu a projeção de crescimento da economia brasileira de 2,31% para 2,30%. As instituições também baixaram a estimativa da inflação caindo de 3,47% para 3,40%. Os dados foram divulgados pelo Banco Central, nesta segunda-feira (3), por meio do boletim semanal Focus.

Já as estimativas de expansão do PIB (Produto Interno Bruto) para os anos de 2021, 2022 e 2024, as instituições bancárias mantiveram em 2,50%. No que tange a inflação, a previsão para 2021 se manteve em 3,75% e 3,50% para 2022 e 2023.

Juros

Ao analisar a Selic, principal instrumento de controle de juros, o mercado financeiro prevê que a taxa, que hoje está em 4,50%, fique em 6% em 2021. Para 2022 e 2023, a aposta é que ela termine ambos os anos em 6,5%. Nesta semana será realizada a primeira reunião do ano do Copom (Comitê de Política Monetária) para definir o índice.

Dólar

No que tange ao dólar, as instituições consultadas prevê que a moeda feche o ano em R$ 4,10 e R$ 4,05 no fim de 2021. (Com informações das agências de notícias)

Mercado eleva em 0,01% projeção de crescimento da economia para 2020

A previsão para inflação foi mantida em 3,75% para 2021 e inalteradas as apostas para 2022 e 2023, em 3,50% (Foto: Reprodução)

As instituições financeiras elevaram ligeiramente a previsão de crescimento da economia brasileira, de 2,30% para 2,31% e mantiveram a projeção em 2,5% para 2021. A estimativa da inflação foi reduzida de 3,56% para 3,47%. As informações foram divulgadas pelo Banco Central, nesta segunda-feira, por meio do boletim Focus.

Ainda segundo as instituições, a inflação foi mantida em 3,75% para 2021 e inalteradas as apostas para 2022 e 2023, em 3,50%.

Juros

Ao analisar a taxa Selic, que é utilizado como principal indicador para a taxa básica de juros, a mercado prevê queda e deve se manter em 4,25% para o fim de 2020. Para 2021, a expectativa é que ela suba para 6,25% e 2022 e 2023 termine ambos os períodos em 6,5% ao ano.

Dólar

Os economistas também elevaram levemente sua previsão para o câmbio ao final de 2020. Para eles, a cotação deverá estar em R$ 4,10 até o fim do ano. (Com informações das agências de notícias)

Mercado financeiro reduz estimativa de inflação de 2020 para 3,58%

Projeção para esta ano está abaixo do centro da meta, de 4% (Foto: Reprodução)

As instituições financeiras consultadas pelo BC (Banco Central) reduziram a estimativa para a inflação este ano. A projeção para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) – a inflação oficial do País – caiu de 3,60% para 3,58%. A informação consta no boletim Focus, pesquisa semanal do BC que traz as projeções de instituições para os principais indicadores econômicos.

Para 2021, a estimativa de inflação se mantém em 3,75%. A previsão para os anos seguintes também não teve alterações, de 3,50% em 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Juros

Para alcançar a meta de inflação, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente definida em 4,5% ao ano pelo Copom (Comitê de Política Monetária).

De acordo com as instituições financeiras, a Selic deve se manter em 4,5% ao ano até o fim de 2020. A manutenção da Selic, como prevê o mercado financeiro, indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.

Para 2021, a expectativa é que a taxa básica suba para 6,25%. E para 2022 e 2023, as instituições estimam que a Selic termine os dois períodos em 6,5% ao ano.

Atividade econômica

A projeção para a expansão do PIB (Produto Interno Bruto) se mantém em 2,30% para 2020. As estimativas das instituições financeiras para os anos seguintes, 2021, 2022 e 2023 também continuam em 2,50%.

A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar está em R$ 4,04 para o fim deste ano e R$ 4,00 para 2021. (Agência Brasil)

Instituições financeiras estimam inflação de 4,13% em 2019

Instituições financeiras consultadas pelo BC (Banco Central) aumentaram a estimativa de inflação para 2019, pela nona vez seguida. As previsões para o crescimento da economia em 2019 e 2020 foram mantidas.

A projeção para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) – a inflação oficial do País -, desta vez, subiu de 4,04% para 4,13%. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgará, na próxima sexta-feira (10), o IPCA de 2019.

A informação consta do Boletim Focus, pesquisa semanal do BC com as projeções de instituições para os principais indicadores econômicos.

Para 2020, a estimativa de inflação caiu de 3,61% para 3,60%. A previsão para os anos seguintes também não teve alterações, de 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022.

As projeções para 2019 e 2020 estão abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta de inflação, definida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional ), é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Juros

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente definida em 4,5% ao ano pelo Copom (Comitê de Política Monetária).

De acordo com as instituições financeiras, no fim de 2020 a expectativa é que a taxa básica também esteja em 4,5% ao ano. Para 2021, as instituições estimam que a Selic encerre o período em 6,5% ao ano. A estimativa anterior era 6,38% ao ano. Para o final de 2022, a previsão segue em 6,5% ao ano.

Atividade econômica

A projeção para a expansão do PIB (Produto Interno Bruto) foi mantida em 1,17% em 2019 e em 2,3% em 2020. O IBGE só divulgará o PIB de 2019 no fim de março. Para os anos seguintes, não houve alteração em relação à pesquisa anterior, de 2,5% em 2021 e 2022.

Dólar

A projeção para a cotação do dólar aumentou de R$ 4,08 para R$ 4,09, no fim de 2020, e permanece em R$ 4 no encerramento de 2021. (Com informações da Agência Brasil)

Banco Central reduz juros básicos para 4,5% ao ano, o menor nível da história

Comitê indicou que manterá Selic neste patamar por um longo período (Foto: Reprodução)

Pela quarta vez seguida, o BC (Banco Central) diminuiu os juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic para 4,5% ao ano, com corte de 0,5 ponto percentual. A decisão era esperada pelos analistas financeiros.

Com a decisão desta quarta-feira (11), a Selic está no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986. De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março de 2018, só voltando a ser reduzida em julho deste ano.

Em comunicado, o Copom indicou que será cauteloso e deverá manter os juros básicos em 4,5% ao ano por um longo período, sempre avaliando as condições da economia. O BC reiterou a necessidade de continuidade nas reformas estruturais da economia brasileira para que os juros permaneçam em níveis baixos por longo tempo.

Inflação

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). Em novembro, o indicador fechou em 0,51%, o maior resultado para o mês desde 2015. A inflação foi impulsionada pela alta do dólar e pelo preço da carne, mas continua abaixo da meta. Em 12 meses, o IPCA acumula 3,27%.

Para 2019, o CMN (Conselho Monetário Nacional) estabeleceu meta de inflação de 4,25%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não poderá superar 5,75% neste ano nem ficar abaixo de 2,75%. A meta para 2020 foi fixada em 4%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.

No Relatório de Inflação divulgado no fim de setembro pelo Banco Central, a autoridade monetária estima que o IPCA continuará abaixo de 4% até 2022. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 3,84%.

Crédito mais barato

A redução da taxa Selic estimula a economia porque juros menores barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo em um cenário de baixa atividade econômica. No último Relatório de Inflação, o BC projetava expansão da economia de 0,9% para este ano e de 1,8% em 2020. Novas projeções serão divulgadas no próximo dia 19, na edição de dezembro do relatório.

As estimativas do mercado estão mais otimistas, depois do aquecimento econômico registrado no terceiro trimestre. Segundo o boletim Focus, os analistas econômicos preveem crescimento de 1,1% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos pelo país) em 2019.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Selic (Sistema Especial de Liquidação e Custódia ) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir. (Agência Brasil)

Mercado prevê leve aumento na projeção de crescimento da economia em 2019

A estimativa de inflação dos agentes financeiros para 2020 se mantém a mesma há seis semanas, em 3,60% (Foto: Reprodução)

O mercado financeiro elevou timidamente a projeção de crescimento da economia brasileira neste ano de 0,99% para 1,10%. Ao analisar a inflação, as instituições também aumentaram a expectativa de 3,52% para 3,84%. Os dados foram divulgados pelo Banco Central, nesta segunda-feira (9), por meio do boletim semanal Focus.

O mercado também elevou a expectativa de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) para 2020, de 2,22% para 2,24%. Em relação aos anos seguintes não houve alteração ficando 2,50% em 2021 e 2022.

Inflação

Já no que tange a inflação, a estimativa para 2020 se mantém a mesma há seis semanas em 3,60%. Para os anos seguintes também se manteve inalterada: 3,75% em 2021, e 3,50% em 2022.

Juros

As instituições financeiras, as analisarem a taxa Selic, prevê queda da mesma para 4,5% na reunião que será realizada esta semana pelo Copom (Comitê de Política Monetária). Para o fim de 2020, a aposta é que a taxa básica de juros também se mantenha em 4,5% ao ano. Já em 2021, a previsão é que índice encerre o ano em 6,25% e para 2022, a previsão segue em 6,50%.

Dólar

Por outro lado, a projeção para a cotação do dólar subiu de R$ 4,10 para R$ 4,15, no final de 2019, e de R$ 4,01 para R$ 4,10, no encerramento de 2020. (Com informações do Banco Central e agência de notícias)

Mercado financeiro eleva mais uma vez projeção da inflação em 2019

Para 2020, as instituições financeiras mantiveram a projeção de inflação, pela quinta vez consecutiva, em 3,60% (Foto: Reprodução)

O mercado financeiro manteve a projeção de crescimento econômico em 0,99% para 2019. Já a estimativa para a inflação neste ano, foi elevada de 3,46% para 3,52%. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (2) pelo Banco Central por meio do boletim Focus.

Ao analisar as projeções de crescimento de PIB (Produto Interno Bruto) para os próximos anos, as instituições financeiras subiram a projeção de 2,20% para 2,22% em 2020. Contudo, para os anos seguintes, não houve alteração ficando em 2,50% em 2021 e 2022.

No que tange a inflação, o mercado manteve para 2020, pela quinta vez consecutiva, em 3,60%. Para os anos seguintes também não houve alterações ficando em 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022.

Juro

Nas apostas para a taxa Selic, as instituições preveem que ela encerre o ano em 4,5%. Para 2020, a expectativa é que a taxa de juro permaneça no mesmo patamar, 2021 encerre em 6% e 2021 em 6,5%.

Dólar

Em relação ao dólar, o mercado financeiro aposta que a cotação da moeda permaneça em R$ 4,10 para o fim deste ano e R$ 4,01 para 2020. (Com informações das agência de notícias)

Instituições financeiras aumentam previsão de crescimento da economia e inflação

O mercado manteve a expectativa da expansão do PIB em 2,50% para 2021 e 2022 (Foto: Reprodução)

O mercado financeiro elevou as projeções de crescimento da economia em 2019, de 0,92% para 0,99%, e 2020 de 2,17% para 2,20%. As instituições bancárias também elevaram a previsão da inflação de 3,33% para 3,46% para o ano no terceiro ajuste consecutivo. Os dados foram divulgados, nesta segunda-feira (25), pelo BC (Banco Central) por meio do boletim Focus.

Segundo o levantamento, o mercado manteve a expectativa da expansão do PIB (Produto Interno Bruto) em 2,50% para 2021 e 2022.

No que tange a inflação, não houve alterações para os anos seguintes ficando 3,60% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022. De acordo com o boletim, as projeções de 2019 e 2020 estão abaixo do centro da meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional que é de 4,25% para este ano, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022 podendo ter variação de 1,5 ponto percentual seja positivo ou negativo.

Juros

Ao analisar a taxa Selic, a previsão do mercado é que o índice encerre 2020 em 4,5% ao ano. Atualmente em 5%, as instituições financeiras esperam que ela volte a cair em dezembro se estabelecendo também em 4,5%. Já para 2021, a previsão é que a taxa de juros da economia termine em 6% e 6,5% em 2022.

Dolar

Em relação ao dólar, a previsão é que a moeda suba de R$ 4 para R$ 4,10, no fim de 2019, e permanece em R$ 4 ao final de 2020. (Com informações da Agências de Notícias)

Mercado eleva expectativa de inflação e mantém projeção de crescimento econômico

As estimativas estão reunidas em pesquisa realizada junto à instituições financeiras e elaborada semanalmente pelo Banco Central (Foto: Reprodução)

A previsão de instituições financeiras para a inflação calculada pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) este ano voltou a subir e a estimativa de expansão do PIB (Produto Interno Bruto) se manteve.

A estimativa para o IPCA passou de 3,31% para 3,33%, no segundo ajuste consecutivo. Para os anos seguintes não houve alterações: 3,60%, em 2020, 3,75% em 2021, e 3,50% em 2022.

As estimativas estão reunidas em pesquisa realizada junto à instituições financeiras e elaborada semanalmente pelo BC (Banco Central).

As projeções para 2019 e 2020 estão abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta de inflação, definida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional), é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Juros

Para 2021, a expectativa é que a taxa Selic termine o período em 6% ao ano. Para o fim de 2022, a previsão é 6,50% ao ano.

Crescimento econômico

A estimativa de expansão do PIB foi mantida em 0,92% este ano, pela segunda semana consecutiva. Para 2020, a projeção subiu de 2,08% para 2,17%. Já a expectativa para 2021 2022, permanece em 2,50%.

Dólar

A previsão para a cotação do dólar segue em R$ 4 para o fim de 2019 e 2020.

Mercado financeiro projeta leve crescimento da economia

As instituições financeiras mantiveram a previsão para a inflação, calculada pelo IPCA em 3,29% em 2019 (Foto: Reprodução)

A previsão de instituições financeiras para o crescimento da economia neste ano subiu levemente. A estimativa de expansão do PIB (Produto Interno Bruto) assou de 0,91% para 0,92%.

As projeções para os anos seguintes não foram alteradas: 2% em 2020; e 2,50% em 2021 e 2022. Essas estimativas são de pesquisa a instituições financeiras, elaborada semanalmente pelo BC (Banco Central).

Inflação

De acordo com o boletim Focus, instituições financeiras mantiveram a previsão para a inflação, calculada pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) em 3,29% em 2019, 3,60%, em 2020, 3,75%, em 2021, e 3,50% em 2022.

As projeções para 2019 e 2020 estão abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Juros

Para o mercado financeiro, a Selic, a taxa básica de juros, deve terminar 2019 e 2020 em 4,50% ao ano.

Para 2021, a expectativa é que a taxa termine o período em 6% ao ano. Para o fim de 2022, a previsão é 6,50% ao ano.

Dólar

A previsão para a cotação do dólar segue em R$ 4 para o final de 2019 e 2020. (Com informações da Agência Brasil)

Copom reduz taxa básica de juros para 5% ao ano

Decisão já era esperada pelos analistas financeiros e deixa a Selic no menor nível desde o início da série histórica do BC, em 1986 (Foto: Reprodução)

Pela terceira vez seguida, o BC (Banco Central) diminuiu os juros básicos da economia. Por unanimidade, Copom (Comitê de Política Monetária) reduziu a taxa Selic para 5% ao ano, com corte de 0,5%. A decisão era esperada pelos analistas financeiros.

Com a decisão desta quarta-feira (30), a Selic está no menor nível desde o início da série histórica do BC, em 1986. De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março de 2018, só voltando a ser reduzida em julho deste ano.

Em comunicado, o BC reiterou a necessidade de continuidade nas reformas estruturais da economia brasileira para que os juros permaneçam em níveis baixos por longo tempo. O texto indicou que uma nova redução de 0,5% deverá ocorrer antes do fim do ano.

“O Comitê avalia que a consolidação do cenário benigno para a inflação prospectiva deverá permitir um ajuste adicional, de igual magnitude”, destacou o texto.

A próxima reunião do Copom está marcada para 10 e 11 de dezembro.

Crédito mais barato

A redução da taxa Selic estimula a economia porque juros menores barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo em um cenário de baixa atividade econômica. No último Relatório de Inflação, o BC projetava expansão da economia de 0,9% para este ano e de 1,8% em 2020.

A expectativa está em linha com as do mercado. Segundo o boletim Focus, os analistas econômicos preveem crescimento de 0,91% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2019. (Com informações da Agência Brasil)