Mercado mantém pela 6ª vez previsão de crescimento do PIB em 0,87%

As instituições financeiras reduziram, pela décima vez seguida, a estimativa da inflação, de 3,42% para 3,28% em 2019 (Foto: Reprodução)

O mercado financeiro manteve, pela sexta vez consecutiva, a projeção de crescimento da economia em 0,87%. Os dados foram divulgados, nesta segunda-feira (14), pelo Banco Central por meio do boletim Focus. Para 2020 a projeção ficou em 2%, e 2,50% para 2021 e 2022.

Por outro lado, as instituições reduziram, pela décima vez seguida, a estimativa da inflação que passou de 3,42% para 3,28% em 2019. Para 2020, também houve queda da projeção saindo 3,78% para 3,73% na segunda redução seguida. A previsão para os anos seguinte não teve alterações ficando 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022.

Juro

Ao analisar as previsões para a taxa Selic – principal instrumento usado pelo BC para controlar a inflação – o mercado financeiro prevê que ela feche 2019 em 4,75%. Atualmente, o juro se encontra em 5,5% ao ano. Já para 2020, a estimativa foi alterada de 5,5% para 4,75% e em 2021 espera-se que ela termine o período 6,50%, e 7% em 2022.

Dólar

A previsão para a cotação do dólar segue em R$ 4, e para 2020, em R$ 3,95. (Com informações das agências de notícias)

IBGE inclui aplicativos de transporte e gastos com pets no cálculo da inflação

Pela primeira vez, o grupo transporte ultrapassa as despesas com alimentação e bebidas, que eram o principal componente do IPCA (Foto: Reprodução)

Os gastos com transportes passam a ser, a partir de janeiro do ano que vem, o principal componente do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a inflação oficial. Pela primeira vez, o grupo ultrapassa as despesas com alimentação e bebidas, que eram o principal componente do IPCA.

A mudança do cálculo do IPCA será feita devido à divulgação, na semana passada, da POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares) 2017-2018, a qual avalia o peso de cada gasto dentro do orçamento das famílias brasileiras. Atualmente, o cálculo do IPCA é feito com base na POF 2008-2009.

Os alimentos, que respondiam por 22,1% do IPCA passarão a representar 19%. Já os transportes, que correspondiam a 22% passam a compor 20,8% do índice.

Em seguida aparecem os gastos com habitação, que eram 14,3% do índice e passam a ser 15,2% e saúde e cuidados pessoais, que passam de 11,1% para 13,5%. Os demais componentes passam a responder pelos seguintes percentuais da taxa: despesas pessoas, 10,6%; comunicação, 6,2%; educação, 6%; vestuário, 4,8%, e artigos de residência, 4%.

De acordo com o IBGE, 377 produtos e serviços serão analisados no novo IPCA, com a inclusão de 56 novos itens que refletem novos hábitos de consumo dos brasileiros, como transporte por aplicativo, integração transporte público, serviços de streaming e combo de telefonia, internet e TV por assinatura, além de cuidados com animais de estimação.

Outros produtos e serviços que perderam espaço no consumo dos brasileiros serão excluídos do cálculo, como aparelho de DVD, assinatura de jornal, máquina fotográfica, revelação de fotos e fotocópias. (Agência Brasil)

gráfico inflação IBGE

Inflação oficial registra deflação de 0,04% puxada pelo setor de alimentos

De acordo com o IBGE, a deflação foi influenciada pela queda de preços de 0,43% dos alimentos e bebidas (Foto: Reprodução)

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) registrou deflação de 0,04% em setembro. A inflação oficial do País acumula 2,49% no ano e 2,89% em 12 meses. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (9) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) .

O índice é o menor que a inflação de 0,11% registrada em agosto de 2019 e de 0,48% do mesmo período do ano passado. De acordo com o IBGE, a deflação foi influenciada pela queda de preços de 0,43% dos alimentos e bebidas. Já os alimentos consumidos em casa passaram a custar 0,70% menos no período.

As principais quedas foram observadas pelo tomate com baixa de -16,17%; a batata-inglesa (-8,42%); a cebola (-9,89%) e as frutas (-1,79%). Por outro lado, tiveram alta na área de alimentos o o leite longa vida (1,58%) e as carnes (0,25%).

O IBGE também registrou deflação nos grupos de comunicação (-0,01%) e artigos de residência (-0,76%). Estes últimos foram puxados pelo recuo de preços dos eletrodomésticos e equipamentos (-2,26%) e dos itens de TV, som e informática (-0,90%).

Alta

Os gastos com saúde e cuidados pessoais tiveram a maior alta de preços em setembro registrando 0,58%. O aumento foi influenciado pelas inflações de 1,65% dos artigos de higiene pessoal, e de 0,57% dos planos de saúde.

Os transportes ficaram estáveis para o período. A habitação registrou alta de 0,02%; vestuário com 0,27%; despesas pessoais aumento de 0,04%; e educação com alta de 0,04%. (Com informações do IBGE e agências de notícias)

Mercado financeiro mantém previsão de crescimento em 0,87% pela 5º vez consecutiva

A atuação do governo Bolsonaro no que tange a recuperação econômica continua sem dar sinais positivos e é considerada medíocre pelo mercado financeiro, conforme revelou mais uma vez, nesta segunda-feira (7), o BC (Banco Central). O boletim Focus, pesquisa semanal do BC, manteve pela quinta vez consecutiva a projeção do PIB (Produto Interno Bruto) em meros 0,87% para 2019.

As projeções para os próximos anos também não sofreram alterações, ficando em 2% para 2020 e 2,50% para 2021 e 2022.

Inflação

Ao avaliar a previsão para a inflação, calculada pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), as instituições financeiras reduziram de 3,43% para 3,42% em 2019. Já para 2020, a estimativa passou de 3,79% para 3,78%. Para 2021 ficou em 3,75% e 3,50% para 2022.

Selic

Na avaliação do mercado, a taxa Selic terminará o ano em 4,75% que atualmente está em 5,5%. Para o próximo ano, a previsão é que ela fique em 5% e em 2021, fique em 6,50%. Para 2022, a previsão permanece em 7%.

Dólar

A previsão para a cotação do dólar segue em R$ 4 e, para 2020, subiu de R$ 3,91 para R$ 3,95. (Com informações da Agência Brasil)

Pela quarta semana consecutiva, mercado mantém previsão de crescimento para 2019 em 0,87%

As instituições financeiras mantiveram pela quarta semana consecutiva a previsão para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) em 0,87% para 2019. As estimativas para os anos seguintes também não foram alteradas ficando em 2% para 2020, 2,50% para 2021 e 2022. Os dados foram divulgados pelo Banco Central, nesta segunda-feira (30), por meio do boletim Focus

A pesquisa também revelou redução na estimativa para a inflação e a taxa Selic em 2019. Segundo o Banco Central, a previsão para a inflação – calculada pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), passou de 3,44% para 3,43%.

Para 2020, a extintiva caiu de 3,80% para 3,79% e para os anos seguintes foram mantidas sem alterações com 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022. Já no caso da Selic, o mercado acredita que ela deverá finalizar o ano em 4,75%. Na semana passada a expectativa era de 5% ao ano. Atualmente a Selic se encontra em 5,5% ao ano.

Em relação aos demais anos, as instituições não fizeram alterações ficam em 5% em 2020, 6,50% em 2021. Na semana passada, as apostam eram de de 6,75% para 2021 e 7% em 2022.

Dólar

Em relação ao dólar, o mercado apostou em aumento de R$ 3,95 para R$ 4. Para 2020 , a previsão subiu de R$ 3,80 para R$ 3,91. (Com informações da agências de notícias)

Prévia da inflação oficial, IPCA-15 fica em 0,09% setembro

O IPCA-15 (Índice Nacional de Preços as Consumidor Amplo 15), prévia da inflação oficial, ficou em 0,09% em setembro, divulgou nesta terça-feira (24) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O índice acumula 0,26% no terceiro trimestre, 2,6% no ano e 3,22% em 12 meses.

A taxa se manteve igual ao mesmo período do ano passado e maior da que foi registrada em agosto deste ano, quando ficou em 0,08%. O principal responsável pela inflação foi o grupo de despesas em habitação, com alta de 0,76% influenciado também pelo aumento do custo com energia elétrica, de 2,31%.

Além desse grupo, o de vestuário também causou impacto na inflação com alta de 0,58%. No caminho inverso foram registradas deflações no setor de alimentos e bebidas, com queda de 0,34%. Nesse grupo foram identificadas quedas no tomate (-24,83%), cenoura (-16,11%), hortaliças e verduras (-6,66%), frutas (-0,93%) e carnes (-0,38%).

O IPCA-15 é uma prévia do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), o indicador oficial da inflação no País. Como realiza a medição de preços em um período não calculado pelo IPCA, mostra qual será a tendência do resultado do final do mês. (Com informações do IBGE e agências de notícias)

Equipe econômica estuda retirar reajuste do salário mínimo pela inflação da Constituição

Governo quer tirar da Constituição reajuste do salário mínimo pela inflação; economia é de R$ 37 bi

Segundo apurou o ‘Estado’, a ideia é que em momentos de grave desequilíbrio fiscal, haja condições de congelar aumentos por alguns anos

Barbara Nascimento – O Estado de S.Paulo

A equipe econômica estuda retirar da Constituição Federal a previsão de que o salário mínimo seja corrigido pela inflação. O congelamento poderia render uma economia entre R$ 35 bilhões e R$ 37 bilhões, segundo fontes da equipe econômica ouvidas pelo Estadão/Broadcast.

A ideia é que, em momentos de grave desequilíbrio fiscal, como o atual, haja condições de congelar mesmo os aumentos nominais (ou seja, dar a variação da inflação) da remuneração por alguns anos, até que a saúde das contas seja endereçada.

Oficialmente, porém, a proposta de orçamento para o ano de 2020 prevê aumento do salário mínimo dos atuais R$ 998 para R$ 1.039 a partir de janeiro do ano que vem, levando em conta a variação da inflação. Há quem defenda, no entanto, não dar nem mesmo a inflação como reposição salarial para abrir espaço no Orçamento para despesas de custeio da máquina pública e investimentos.

Como o Estado mostrou, o Orçamento de 2020 pode começar com um alívio de R$ 202,6 bilhões entre redução de despesas, aumento de receitas e diminuição da dívida pública, caso o Congresso Nacional aprove uma proposta que aciona mais rapidamente medidas de contenção dos gastos já previstos na Constituição e cria novos freios para as contas.

A ideia tem sido costurada com os deputados Pedro Paulo (DEM-RJ) e Felipe Rigoni (PSB-ES), respectivamente autor e relator de uma proposta que regulamenta a regra de ouro e tenta limitar o crescimento dos gastos obrigatórios. “Podemos apresentar uma proposta que preveja, por exemplo, não ter o reajuste por um ou dois anos em momentos de dificuldades fiscais. E isso abriria espaço para que outros benefícios também não sejam corrigidos”, disse uma fonte do governo.

Hoje, a Constituição prevê que é direito social do cidadão ter acesso a um salário mínimo “com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo”. Assim, o governo se vê obrigado a, todos os anos, recompor ao menos a inflação. Até o ano passado, a política de reajuste fixava uma correção pelo Índice de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior mais o Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. Com o vencimento desse modelo, o governo se debruça sobre uma mudança.

A política de aumentos reais (acima da inflação) vinha sendo implementada nos últimos anos, após ser proposta pela então presidente Dilma Rousseff e aprovada pelo Congresso.

Os reajustes pela inflação e variação do PIB vigoraram de 2011 a 2019, mas nem sempre o salário mínimo subiu acima da inflação.

Em 2017 e 2018, por exemplo, foi concedido o reajuste somente com base na inflação porque o PIB dos anos anteriores (2015 e 2016) teve retração. Por isso, para cumprir a fórmula proposta, somente a inflação serviu de base para o aumento.

Segundo o próprio Ministério da Economia, cada R$ 1 a mais de aumento no salário mínimo gera um gasto adicional de R$ 302 milhões ao governo. Isso porque uma série de benefícios sociais, como o benefício de prestação continuada (BPC) e o abono salarial, é indexada ao salário mínimo e tem, por isso, um aumento proporcional.

Com as contas apertadas, o governo quer encontrar formas de enxugar as despesas obrigatórias para abrir espaço no Orçamento e no teto de gastos. A percepção interna é de que já não há muito espaço para cortes no gasto discricionário. Além disso, há um entendimento de que será muito difícil manter a máquina pública funcionando devidamente no formato previsto no Orçamento, com discricionárias (custeio da máquina pública e investimentos) fixadas em R$ 89,161 bilhões. A contenção do aumento do salário mínimo, com consequente efeito sobre o avanço do gasto com benefícios sociais, é uma das principais apostas do governo para diminuir o peso da despesa obrigatória.

Fonte: https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,governo-quer-tirar-da-constituicao-reajuste-do-salario-minimo-pela-inflacao-economia-e-de-r-37-bi,70003012723

Mercado mantém previsão do crescimento econômico abaixo de 1% em 2019

O mercado financeiro manteve a previsão para o crescimento econômico em 0,87% para 2019 conforme divulgado, nesta segunda-feira (16), pelo boletim Focus publicado semanalmente pelo Banco Central. As instituições também apostam na redução da taxa Selic dos atuais 6% para 5,5% pelo Copom (Comitê de Política Monetária) em reunião que será realizada nesta quarta-feira (18).

Já a estimativa de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) para 2020 foi reduzida de 2,07% para 2% mantendo o pessimismo em relação a retomada econômica brasileira. Para 2021 e 2022 não houve alterações se mantendo em 2,50%.

Selic

Para as instituições consultadas pelo Banco Central, a expectativa é que o Comitê volte a reduzir a taxa Selic – utilizada pelo governo federal para o controle da inflação – em 0,5% e que deve se manter até a última reunião do ano que será realizada em dezembro. O mercado também espera alterações da taxa básica de juros em 2020. Para 2021, a previsão é que ela se estabeleça em 7% ao ano.

A queda da Selic tende a baratear o crédito como incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Inflação

Em relação a inflação, calculada pelo IPCA (Índice Nacional e Preços ao Consumidor Amplo), o mercado financeiro realizou a sexta redução consecutiva saindo de 3,54% para 3,45%. Para 2020, a estimativa também foi reduzida caindo de 3,82% para 3,80%. Em relação aos demais anos, não foram realizadas alterações ficando 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022.

Dólar

A previsão do dólar para o fim de 2020 subiu de R$ 3,87 para R$ 3,90 e, para 2020, de R$ 3,85 para R$ 3,90. (Com informações da agências de notícias)

Inflação desacelera para 0,11% em agosto com recuo do preço dos alimentos

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) ficou em 0,11% em agosto conforme divulgado, nesta sexta-feira (6), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A taxa é inferior ao 0,19% registrado em julho, mas superior a deflação de 0,09% no mesmo período do ano passado.

Já no acumulado do ano, o IPCA registra inflação de 2,54% e de 3,43% em 12 meses. A queda entre julho e agosto foram motivavas principalmente pela deflação nos grupos de despesa alimentação e transportes, em agosto.

Entre os alimentos, as principais quedas de preços foram observadas no tomate (-24,49%), batata-inglesa (-9,11%), hortaliças e verduras (-6,53%) e carnes (-0,75%).

Os preços dos alimentos comprados para consumo em casa — que excluem produtos consumidos em lanchonetes e restaurantes — tiveram baixa de 0,84% em agosto. 

A alimentação fora de casa, que também compõe o grupo de alimentação e bebidas, acelerou para +0,53% em agosto, de +0,15% em julho. Esses serviços de alimentação acabam influenciados por outros componentes além do preço dos alimentos, como custo de energia, de aluguel e de mão de obra.

Nos transportes também foram registradas quedas de preços nos itens passagens aéreas (-15,66%), gasolina (-0,45%) e óleo diesel (-0,76%). Outro grupo que registrou deflação foi saúde e cuidados pessoas (-0,03%).

Por outro lado, as principais altas de preços foram registradas nos grupos habitação (1,19%), artigos de residência (0,56%) e despesas pessoais (0,31%).

INPC

O  INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que mede a variação da cesta de consumo de famílias com renda de até cinco salário mínimos, registrou inflação de 0,12% em agosto. A taxa é superior ao de julho deste ano (0,10%) e de agosto do ano passado.

O indicador acumula taxas de inflação de 2,68% no ano e de 3,28% em 12 meses. Segundo os dados divulgados pelo IBGE, os produtos alimentícios tiveram deflação (queda de preços) de 0,49% em agosto, enquanto os não alimentícios registraram inflação de 0,39% no período. (Com informações do IBGE e agências de notícias)

Inflação para famílias com renda mais baixa cai em agosto

O IPC-C1 (Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1), que mede a variação da cesta de consumo para famílias com renda até 2,5 salários mínimos, registrou inflação de 0,11% em agosto. Segundo a FGV (Fundação Getulio Vargas), a taxa ficou abaixo do IPC-C1 de julho (0,43%).

O indicador acumula taxas de inflação de 3,28% no ano e de 4,11% no período de 12 meses.

Em agosto, o IPC-C1 ficou abaixo do registrado pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que mede a variação da cesta de compras para todas as faixas de renda e que registrou taxa de inflação de 0,17% no mês. No acumulado de 12 meses, no entanto, o IPC-C1 ficou acima do IPC-BR, que teve taxa de 3,97%.

Seis das oito classes de despesas componentes do IPC-C1 registraram queda de suas taxas de variação: alimentação (de 0,20% em julho para -0,46% em agosto), habitação (de 1,32% para 0,95%), saúde e cuidados pessoais (de 0,28% para 0,01%), despesas diversas (de 0,40% para -0,07%), educação, leitura e recreação (de 0,16% para 0,04%) e vestuário (de -0,28% para -0,44%).

Por outro lado, dois grupos tiveram aumento da taxa: transportes (de -0,24% para 0,05%) e comunicação (de 0,04% para 0,68%). (Agência Brasil)

Mercado financeiro aposta em pequeno aumento da previsão de crescimento da economia

As instituições financeiras aumentaram, de forma singela, a previsão de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto)  de 0,80% para 0,87%. As projeções do mercado financeiro foram divulgadas nesta segunda-feira (2) pelo BC (Banco Central) por meio do boletim semanal Focus.

Ainda segundo a publicação, a previsão para 2020 permaneceu em 2,10%. Também não houveram alterações para 2021 e 2022 que se manteve em 2,50%.

Inflação

Já a estimativa da inflação, calculada pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) caiu de 3,65% para 3,59%. Nos demais anos não houveram alterações nas projeções ficando em 3,85% para 2020; 3,75% em 2021; e 3,50% em 2022.

Ao analisar a meta de inflação, que é definida pelo Copom (Conselho Monetário Nacional), a aposta é que a taxa Selic fique em 5% em 2019, 5,25%em 2020. Para o fim de 2021 e 2022, a previsão permanece em 7% ao ano.

Dólar

A previsão para a cotação do dólar ao fim deste ano subiu de R$ 3,80 para R$ 3,85 e, para 2020, de R$ 3,81 para R$ 3,82. (Com informações do Banco Central e agências de notícias).

 

Mercado volta reduzir projeção de crescimento da economia

O mercado financeiro voltou a reduzir a projeção para o crescimento da economia e a estimativa de inflação para este ano. Segundo o boletim Focus, pesquisa divulgada todas as semanas pelo BC (Banco Central), a previsão para a expansão do PIB (Produto Interno Bruto) foi ajustada de 0,83% para 0,80% em 2019, após ligeira alta na semana anterior (veja aqui).

Segundo a pesquisa, a previsão para 2020 também caiu, ao passar de 2,20% para 2,10%. Para 2021 e 2022 não houve alteração nas estimativas: 2,50%.

Inflação

A estimativa de inflação, calculada pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), caiu de 3,71% para 3,65%, este ano. Para 2020, a estimativa caiu de 3,90% para 3,85%. Não houve alteração nas estimativas para os anos seguintes: 3,75%, em 2021, e 3,50%, em 2022.

Juros

Para o mercado financeiro, ao final de 2019 a Selic, a taxa básica de juros da economia, estará em 5% ao ano. Para o final de 2020, a estimativa passou de 5,50% para 5,25% ao ano. No fim de 2021 e 2022, a previsão segue em 7% ao ano.

Dólar

A previsão para a cotação do dólar ao fim deste ano subiu de R$ 3,78 para R$ 3,80 e, para 2020, permanece em R$ 3,81.(Com informações da Agência Brasil)

Prévia da inflação em agosto registra a menor alta para o mês em 9 anos

IPCA-15 de agosto tem menor alta para o mês desde 2010

Bruno Villas Bôas – Valor Econômico

Com preços de alimentos in natura em queda, a prévia da inflação oficial de agosto surpreendeu o mercado e ficou mais distante da meta perseguida pelo Banco Central (BC), de 4,25% em 2019, além de ter provocado revisões para baixo nas expectativas do índice fechado do mês e mesmo do ano. Nem a desvalorização cambial preocupa analistas, que reforçaram apostas em cortes da taxa básica de juros nos próximos meses.

Conforme divulgado ontem pelo IBGE, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) desacelerou para 0,08% em agosto, ligeiramente abaixo dos 0,09% do mês anterior. É o menor índice para mês desde 2010 (-0,05%). A leitura ficou ainda no piso das expectativas de analistas ouvidos pelo Valor Data, que esperavam, pela mediana, aceleração da prévia da inflação para 0,16%.

A surpresa desta vez foi a intensidade da queda dos preços dos alimentos consumidos dentro da casa – conceito que exclui serviços de restaurantes e lanchonetes. Esses itens recuaram 0,45% em agosto, após o regime favorável de chuvas ter elevado a oferta dos produtos. Produtos importantes na mesa ficaram mais baratos, como feijão-carioca (-14,99%) e tomate (-13,43%)

O economista André Braz, coordenador de Índice de Preços ao Consumidor do Fundação Getulio Vargas (FGV), diz que a expectativa era de preços comportados de alimentos, mas o movimento foi mais intenso do que o antecipado por indicadores de atacado. “Esse comportamento deve ser manter no restante de agosto, mesmo com a desvalorização do câmbio.”

Outros preços contribuíram para o baixo índice de inflação de agosto. A gasolina ficou 1,88% mais barata nas bombas. Outro destaque foi a passagem aérea, com queda de 15,57% no mês. Os movimentos compensaram o aumento de custo da conta de luz, que subiu 4,91% com o acionamento da bandeira tarifária vermelha, o que acrescenta R$ 4 a mais a cada 100 quilowatts-hora.

Dessa forma, o IPCA-15 acumulado em 12 meses seguiu em trajetória de desaceleração, atingindo 3,22% até agosto. É o menor índice para esse tipo de comparação desde maio do ano passado. Assim, a inflação afastou-se um pouco mais da meta deste ano, de 4,25%, com margem de 1,5 ponto percentual, para mais ou para menos. E nada aponta para uma convergência nos próximos esses, segundo analistas.

Julia Passabom, economista do Itaú Unibanco, diz que o comportamento benigno de preços deve colocar a inflação acumulada em 12 meses abaixo do piso da meta de inflação em outubro, atingindo 2,7%. Em novembro e dezembro, porém, com descarte de taxas baixas do fim de 2018, a tendência seria o indicador acumulado acelerar e encerrar o ano em 3,6%, dentro da margem de tolerância do regime.

“A ociosidade da economia e a própria inércia inflacionária devem manter uma dinâmica confortável”, diz a economista, acrescentando que o quadro reforça o cenário de que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central vai realizar mais dois cortes de 0,5 ponto percentual na Selic nas reuniões de setembro e outubro, para 5% ao ano. “As medidas de núcleo também reforçam essa percepção”.

Mais sensível ao ciclo econômico, o IPCA-EX3, medida de núcleo de inflação apresentada pelo Banco Central, teve alta de apenas 0,05% no mês, abaixo do 0,09% de julho. A média de sete medidas de núcleo do IPCA-15 foi de 0,14%, também abaixo do 0,16% do mês anterior. Esse indicador acumulado em 12 meses desacelerou para apenas 3,02% em agosto, abaixo do mês anterior (3,18%).

Surpreendida pelo resultado do mês, a MCM Consultores revisou sua expectativa para o IPCA “cheio” de agosto para 0,12%, de 0,23% anteriormente previsto. A consultoria cortou ainda de 3,9% para 3,75% sua projeção para IPCA do ano. Na mesma linha, o banco MUFG Brasil colocou sua previsão para o IPCA do ano, atualmente de alta de 4%, em revisão com viés de baixa.

Mercado aumenta previsão de crescimento da economia e reduz estimativa de inflação

Projeção para a expansão do PIB passa de 0,81% para 0,83% este ano

O mercado financeiro aumentou a projeção para o crescimento da economia e reduziu a estimativa de inflação para este ano. Segundo o boletim Focus, pesquisa divulgada todas as semanas pelo BC (Banco Central), a previsão para a expansão do PIB (Produto Interno Bruto) foi ajustada de 0,81% para 0,83% neste ano.

Segundo a pesquisa, a previsão para 2020 também subiu, ao passar de 2,1% para 2,2%. Para 2021 e 2022 não houve alteração nas estimativas de 2,5%.

Inflação

A estimativa de inflação, calculada pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), caiu de 3,76% para 3,71%. Não houve alteração nas estimativas para os anos seguintes: 3,90%, em 2020, 3,75%, em 2021, e 3,5%, em 2022.

A meta de inflação, definida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional), é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,5% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5% para cima ou para baixo.

Para o mercado financeiro, ao final de 2019 a Selic estará em 5% ao ano. Para o final de 2020, a estimativa permanece em 5,5% ao ano. No fim de 2021 e 2022, a previsão segue em 7% ao ano.

Dólar

A previsão para a cotação do dólar ao fim deste ano subiu de R$ 3,75 para R$ 3,78 e, para 2020, de R$ 3,80 para R$ 3,81.

IBGE: Prévia da inflação oficial fica em 0,09% em julho

O IPCA 15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15), que mede a prévia da inflação oficial, registrou taxa de 0,09% em julho. A taxa é superior ao resultado de junho, de 0,06%.

Com os dados divulgados nesta terça-feira (23), o IPCA-15 acumula taxas de inflação de 2,42% no ano e de 3,27% em 12 meses, abaixo, portanto, do centro da meta de inflação do Banco Central, que é de 4,25%.

A inflação da prévia de julho foi provocada principalmente pelos gastos com habitação, que ficaram 0,43% mais caros no período, principalmente devido à alta de preços de 1,13% da energia elétrica.

Outros grupos de despesas com impactos importantes na prévia de julho foram as despesas pessoais, que registraram inflação de 0,48%, e saúde e cuidados pessoais, com taxa de 0,34%. Os alimentos tiveram inflação de 0,03%.

Por outro lado, os gastos com transportes tiveram deflação (queda de preços) de 0,44% e evitaram um IPCA-15 mais alto em julho. O resultado foi influenciado pela queda de preços de 3% dos combustíveis. Ficaram mais baratos a gasolina (-2,79%), o etanol (-4,57%), o óleo diesel (-1,59%) e o gás veicular (-0,49%). (Com informações da Agência Brasil)