Cidadania de Roraima lamenta falecimento do líder indígena José Adalberto da Silva

A deputada estadual e presidente do Cidadania de Roraima, Lenir Rodrigues, lamentou, em nota oficial, o falecimento do líder indígena Macuxi, José Adalberto da Silva, no último dia 9 de julho.

Lenir destacou o trabalho realizado por José Adalberto no Cidadania e sua possível indicação como pré-candidato a prefeito de Pacaraima-RR. Segundo a parlamentar, Adalberto era uma forte liderança e atuou em diversos projetos importantes voltados à população indígena.

Nota de pesar

É com tristeza que as filiadas e filiados do partido Cidadania/RR apresentam suas condolências aos familiares e todas as pessoas amigas do líder indígena Macuxi, José Adalberto da Silva, falecido na última quinta-feira, nove de julho.

Lenir Rodriges

Deputada estadual e presidente do Cidadania de Roraima

O adeus à Nilceia Freire

Nós , Mulheres do Cidadania 23, com pesar, nos despedimos de uma das maiores feministas do País, Nilceia Freire, que destacou-se em sua vida pública na luta pelas cotas nas Universidades Públicas e no combate à violência contra a mulher.

Como ministra, esteve à frente do processo de discussão e articulação para a promulgação da Lei Maria da Penha e, como Secretária, realizou a I Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, que culminou com a publicação do Plano Nacional de Políticas para as Mulheres.

Nilceia foi responsável por criar o Fórum Nacional de Instâncias de Mulheres de Partidos Políticos, organização que reuniu as lideranças femininas das diversas agremiações partidárias, para as discussões de políticas públicas, principalmente voltadas para as questões de gênero. Devemos à gestão de Nilceia Freire na SPM a conquista do percentual de 5% do Fundo Partidário para a promoção e fortalecimento dos estudos específicos para o empoderamento das mulheres.

Nilceia segue como um grande exemplo e inspiração para nós, mulheres, na militância feminista brasileira.

Aviso: A missa de 7° dia da Nilcea Freire será sábado, dia 04/01/2020, na Igreja de Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, Rio de Janeiro-RJ às dez horas. (atualizado em 03/01/2020)

Cidadania lamenta a morte de Sebastião Rodrigues Paixão

Paixão (à esquerda e atrás de Roberto Freire) foi dirigente do PCB e do PPS (Foto: Reprodução)

O presidente do Cidadania, Roberto Freire, lamentou em nome do partido nesta segunda-feira (9) o falecimento do dirigente histórico Sebastião Rodrigues Paixão, do Rio de Janeiro (veja nota abaixo). Freire destacou a trajetória de Paixão, como era conhecido entre os militantes e amigos.

Ele fala na nota pública sobre a devoção de Paixão ao PCB (Partido Comunista Brasileiro), participando como dirigente em todos os níveis desde as Organizações de Base até chegar ao Comitê Central do Partidão e do PPS.

Freire diz que Paixão sempre defendeu a realização de alianças e lembrou sua importante participação nas eleições presidenciais de 1989, na qual se destacou como um dos coordenadores nacional e regional da campanha.

Perda de Um Exemplar Militante

Após mais de dez anos, enfrentando o delicado e complexo mal de Alzheimer, morreu ontem, em Niteroi, o querido dirigente partidário Sebastião Rodrigues Paixão.

Nascido em Manaus, capital do Amazonas, há 82 anos, ele, ainda adolescente, deixou sua terra para ir morar e estudar na cidade que, à época, era a capital do Estado do Rio de Janeiro. Estudante secundarista, foi conquistado pelas ideias comunistas e ingressou no PCB, para nunca mais dele sair. Ingressou na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, tornando-se engenheiro agrônomo.

Graças aos seus conhecimentos e à sua dedicação, foi dirigente partidário, em todos os níveis, desde as Organizações de Base (OB), até chegar ao Comitê Central do PCB e do PPS, tendo convivido com algumas das grandes figuras do Partidão, de que são exemplo Apolônio de Carvalho, Giocondo Dias, Hércules Correa dos Reis, Geraldo Rodrigues dos Santos, Givaldo Siqueira, dentre outros.

Foi um dos dirigentes sequestrados na onda de prisões em 1975, sendo barbaramente torturado. Condenado com base na Lei de Segurança Nacional, ficou dois anos preso. Foi reintegrado à organização partidária após a anistia. Como dirigente, sempre defendeu amplas alianças e foi o principal responsável pela entrada de Comte Bittencourt no Partido.

Em 1989, durante nossa campanha à Presidência da República, ele se destacou como um dos coordenadores nacional e regional.

Nossos sentidos e fraternos pêsames aos seus queridos familiares.

Brasília, 9 de dezembro de 2019

Roberto Freire
Presidente nacional do Cidadania 23”