País precisa de pacto federativo para enfrentamento da pandemia, diz Carmen

Em audiência nesta quinta-feira (7) com o ministro da Saúde, Nelson Teich, a relatora da Comissão Externa de Enfrentamento ao Coronavírus, deputada federal Carmen Zanotto (Cidadania-SC), defendeu a necessidade de um pacto federativo para combate mais efetivo à pandemia de Covid-19.

Preocupada com o aumento de contaminação e óbitos – só nas últimas 48 horas, o vírus ceifou a vida de mais de 1.215 brasileiros -, Zanotto fez um apelo. “Só poderemos enfrentar essa pandemia com união do governo federal, dos estados e municípios. Mais do que nunca, é preciso que os entes federativos trabalhem em sintonia para reduzir os danos”.

A parlamentar também afirmou que os três poderes, com o apoio dos órgãos e entidades da administração indireta, precisam estar unidos “neste momento difícil da nação”. O Brasil já é o sexto país em número de mortes provocadas pela Covid-19, conforme dados apresentados na reunião pelo Ministério da Saúde.

Zanotto disse a Teich que também está preocupada com a proteção dos trabalhadores que estão na linha de frente do atendimento dos pacientes e com a falta de leitos de UTI e de enfermaria nos estados onde a pandemia está em estágio mais avançado. “Essas são as principais reclamações que chegam à comissão”, reforçou.

Vacinação

Carmen Zanotto pediu ainda prioridade para a vacinação de cuidadores de idosos e de pessoas com deficiência que trabalham em abrigos de longa permanência; defendeu a descentralização laboratorial no processamento do diagnóstico de Covid-19; e, por fim, que Nelson Teich fizesse um esforço para ampliar os centros de triagem em todo o país.

Covid-19: Zanotto quer notificação obrigatória de óbitos em até 72h

Em razão da subnotificação dos casos de Covid-19 no país e da falta de confiança nos números de mortes divulgados até aqui, a deputada federal Carmen Zanotto (Cidadania-SC) defendeu nesta quinta-feira (7) tornar obrigatória a notificação de óbitos em até 72 horas após a confirmação tanto no caso de coronavírus quanto de outras doenças suspeitas como síndrome respiratória aguda grave ou pneumonia.

“Tenho certeza que temos casos positivos [do Covid-19] que passaram pelo processo como casos subnotificados de mortalidade. Muita gente vai morrer subnotificada. Nós temos hoje o Sistema de Informação de Mortalidade. Estamos pensando agora em alguma ação que torne obrigatória a notificação no sistema em até 72 horas do óbito”, adiantou.

Carmen Zanotto alertou também que o País tem registrado casos de mortes de pessoas que precisam realizar tratamentos delicados, que dependem da presença física em hospitais, como hemodiálise, mas não fazem na regularidade correta por medo de contrair a Covid-19. Ela afirmou que isolamento social não deve ser impeditivo para que as pessoas continuem seus tratamentos de saúde.

“O auto-cuidado de todos não é mais o mesmo de 40 dias atrás. O isolamento social continua sendo a melhor ferramenta para evitar a propagação do coronavírus. Por outro lado ficar em casa não significa largar outras atenções que o indivíduo precisa ter como a realização de hemodialise, quimio ou rádioterapia. Pessoas estão morrendo por não irem ao médico com medo de se contaminar”, apontou.

Covid-19: Jardim e Zanotto reforçam, em nota, necessidade do isolamento social

O líder do Cidadania na Câmara, deputado Arnaldo Jardim (SP), e a deputada federal e relatora de Comissão Externa de Enfrentamento ao Coronavírus, Carmen Zanotto (SC), publicaram nota, nesta quinta-feira (7), reforçando a importância do isolamento social em momento crítico da Covid-19, que já ultrapassa 600 mortes diárias em todo o País. 

Jardim e Zanotto se solidarizam com as vítimas da Covid-19 e suas famílias e alertam para o risco de uma curva mais acentuada da doença devido às aglomerações vistas recentemente. Eles também cobram medidas do governo para intecalar o pagamento do auxílio emergencial e evitar filas nas agências da Caixa Econômica Federal pelo país. 

Leia a nota abaixo:

COVID-19: MOMENTO CRÍTICO DA DOENÇA EXIGE MAIOR RESTRIÇÃO

O Brasil, infelizmente, ultrapassa 600 mortes/dia por coronavírus e, apesar de toda uma ansiedade que a esta altura acomete alguns por conta do isolamento social, agora é hora de resistir um pouco mais e não sair de casa. 

O país já conta com 127 mil pacientes diagnosticados com Covid-19 e 8.500 óbitos em decorrência dela. É preciso, cada vez mais, que todos nós tenhamos responsabilidade para frear a escalada de mortes. 
A disparada dos números da doença se esbarra num cenário ainda mais sombrio: o esgotamento dos leitos de UTI.

Em primeiro lugar, registramos a nossa solidariedade a parentes e amigos dos brasileiros mortos pelo coronavírus.

Algumas unidades da federação registram intensa movimentação de pessoas, dos bairros mais nobres aos mais afastados. É o ambiente perfeito para o inimigo invisível que é implacável com as aglomerações.
Mas há quem, por força do ofício, não tem alternativa: tem que sair de casa. A eles, o nosso lembrete para uso dos chamados EPIs (equipamentos de proteção individual) e, principalmente, a nossa torcida de que vai dar tudo certo.

É preciso lembrar ainda que há uma outra parte da população, aquela atingida abruptamente pela falta de recursos financeiros, e que precisa deixar sua residência para sacar o dinheiro da Renda Básica Emergencial. A sugestão é que apenas um integrante da família compareça à agência bancária. Ao mesmo tempo, exige-se do governo medidas como intercalar o pagamento dos beneficiários para evitar filas intermináveis nesses locais. 

Há muita dúvida em relação a essa doença. Posso isso, faça algo hoje que tenha impacto positivo para o futuro: fique em casa!

Brasília, 7 de maio de 2020.
Arnaldo Jardim (SP) – líder do Cidadania na Câmara dos Deputados
Carmen Zanotto (SC) – relatora da Comissão Externa de enfrentamento ao coronavírus no Brasil”

Carmen Zanotto não aceita convite para assumir Secretaria da Saúde de SC

Em nota divulgada na tarde desta segunda-feira (04), a deputada federal Carmen Zanotto (SC), vice-líder do Cidadania na Câmara, informou que não aceitou o  convite do governador Carlos Moisés para comandar a Secretaria da Saúde de Santa Catarina.

Apesar de ter declinado, Zanotto reafirmou o compromisso de continuar trabalhando pela saúde da população catarinense, principalmente neste momento de enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. 

Leia a íntegra da nota:

“Estive reunida com o governador Carlos Moisés da Silva, agradeci o convite e disse que estou disposta a continuar trabalhando pela Saúde e no combate à Covid-19 em nosso estado. Com minha experiência de enfermeira, gestora e parlamentar, atuando junto ao governo de Santa Catarina, somando esforços com as demais instituições na busca incessante de soluções e recursos para que, juntos, possamos enfrentar essa guerra com o menor número possível de mortes.

Posso conciliar minhas atividades como relatora da Comissão Externa de Combate ao Coronavírus, onde estamos atuando desde fevereiro, ajudando de forma incansável nosso Estado.

Tenho convicção que somente com unidade, solidariedade, desprendimento e muito trabalho  iremos vencer esse inimigo invisível.Reitero que estarei sempre à disposição para trabalhar por Santa Catarina, independentemente de assumir a pasta da Secretaria da Saúde.

Florianópolis (SC), 4 de maio de 2020
Carmen Zanotto, Deputada Federal do Cidadania

Relatora da comissão externa pede proteção para idosos de instituição de longa permanência

Em reunião por videoconferência da Comissão Externa do Coronavírus, nesta terça-feira (07), a deputada federal Carmen Zanotto (Cidadania-SC) defendeu que o Ministério da Saúde promova a distribuição de equipamentos de proteção individual (EPI) para idosos e cuidadores que trabalham em instituições de longa permanência.

A relatora da comissão reforçou que os idosos as maiores vítimas da pandemia do Covid-19.

“Os exemplos do mundo têm nos mostrado que esse grupo vulnerável, principalmente os que estão internados em casas asilares, precisam, com urgência, ser protegidos. Precisamos nos espelhar nos exemplos tristes da Itália e de outros países, em que o maior número de mortes pertence a esta faixa etária”, alertou Carmen Zanotto.

Também como medida de prevenção, ela pediu que sejam testados idosos e as pessoas que trabalham nestas instituições.

Na reunião, coordenada Carmen Zanotto, representantes das instituições e do governo, defenderam que os casos suspeitos de Covid-19 sejam transferidos imediatamente para as unidades de pronto-atendimento de saúde.

Plano de Contingência

Carmen Zanotto anunciou ainda que propor ao ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, a inclusão das instituições de longa permanência no Plano de Contingência de Combate ao Coronavírus.

“Esse medida estratégica poderá minimizar a letalidade dessa doença sobre os internados , que precisam do olhar diferenciado do Poder Público, principalmente agora em que o país vive essa pandemia”, afirmou a parlamentar.

Carmen Zanotto pede que Bolsonaro sancione liberação de R$ 6 bi para ações contra a Covid-19

Segundo a parlamentar, que é autora do projeto, os recursos estão parados em fundos estaduais e municipais de saúde (Foto: Robson Gonçalves)

O plenário da Câmara também aprovou nesta terça-feira (31) a proposta, de autoria da deputada federal Carmen Zanotto (Cidadania-SC), que autoriza estados e municípios e o Distrito Federal a usar saldos de repasses do Ministério da Saúde de anos anteriores em ações de combate à Covid-19.

Mais de R$ 6 bilhões estão parados nos fundos estaduais e municipais de saúde.

O Projeto de Lei Complementar 232/2019 precisa ser sancionado pelo presidente da República.

“Pedimos que o presidente Jair Bolsonaro sancione rapidamente esta projeto que é de vital importância para a saúde da população. Este dinheiro precisa chegar logo nos cofres dos municípios”, afirmou Carmem Zanotto.

O projeto foi aprovado com emenda do Senado Federal determinado que os recursos só serão liberados enquanto durar a situação de calamidade relacionada ao coronavírus. ou seja, até o dia 31 de dezembro de 2020.

A proposta foi construída em parceria com o Conasems (Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde).

Segundo a parlamentar catarinense, o projeto dá segurança jurídica aos gestores de saúde para aplicar os recursos sem infringir a Lei de Responsabilidade Fiscal.

“É preciso evitar contestações futuras de secretários de Fazenda e do Tribunal de Contas da União”, reforçou.

Comprometimento

Carmen destacou a postura do Parlamento em apreciar com rapidez as matérias necessárias para o combate ao novo coronavírus.

“O momento de crise exige ações rápidas e eficazes dos poderes. O conjunto dos parlamentares está comprometido com o Brasil”, afirmou Carmen Zanotto.

Câmara aprova projeto de Carmen que proíbe exportação de equipamentos hospitalares

A parlamentar criticou a falta de respiradores e de equipamentos de proteção individual (Foto: Robson Gonçalves)

O plenário da Câmara aprovou nesta terça-feira (31) projeto da deputada Carmen Zanotto (Cidadania-SC) que proíbe a exportação de equipamentos hospitalares, de proteção individual e de higiene enquanto durar a pandemia do novo coronavírus. O projete (PL 668/2020) será encaminhado à sanção do presidente da República.

Para Zanotto, a proibição de exportações poderá suprir a escassez de equipamentos necessários para o enfrentamento do novo coronavírus.

“É inconcebível que neste momento de crise por que passa o país faltem equipamentos de proteção para os nossos profissionais e respiradores mecânicos para salvar vidas. É preciso união, todos têm de dar sua contribuição no enfrentamento desta pandemia”, afirmou a relatora da Comissão Externa que acompanha as do governo.

Segundo a parlamentar, a produção nacional tem que abastecer essa força de trabalho, que é formada, em sua maioria, por enfermeiros.

De acordo com o projeto, não podem ser exportados aventais, gorros, luvas, máscaras, aparelhos de respiração mecânica e camas hospitalares.

O deputado Luiz Antonio Teixeira Junior (PP-RJ), presidente da comissão, é coautor da proposta.

Ao final do encaminhamento do voto, Zanotto reforçou posição a favor do isolamento social para reduzir a propagação da pandemia no país, conforme recomendação da OMS e do Ministério da Saúde.

Carmen Zanotto pede pressa na liberação de recursos do auxílio emergencial

Parlamentar do Cidadania alerta que o benefício precisa chegar às mãos dos que mais precisam (Foto: Robson Gonçalves)

A deputada federal Carmen Zanotto (Cidadania-SC) defendeu nesta terça-feira (01) medidas que viabilizem rapidamente a distribuição do auxílio emergencial de R$ 600  para pessoas em situação de vulnerabilidade social e informais que estão sendo afetados pela crise sanitária provocada pelo novo coronavírus.

A aprovação do projeto foi concluída nesta segunda-feira (30) pelo Congresso Nacional, mas ainda precisa passar pela sanção presidencial e pela edição  de um decreto de regulamentação para que o pagamento possa começar a ser feito pelo governo.

“É necessário que esse auxílio emergencial chegue o quanto antes às mãos dos que mais precisam, que são as pessoas mais afetadas pela pandemia”, afirmou Carmen Zanotto, que é relatora da comissão externa e coordenadora das ações para o enfrentamento do novo coronavírus no estados do Sul.   

O projeto (PL 9236/2017) foi chancelado pela Câmara com emenda apresentada em plenário por vários parlamentares, entre eles a deputada Carmen Zanotto, que estendeu o chamado “coronavoucher” aos idosos que estão com os pedidos de concessão do BPC (Benefício de Prestação Continuada) em análise no INSS.   

As pessoas com deficiência também terão direito a receber o auxílio emergencial. Para as mães que são chefes de família, os deputados e senadores aprovaram recebimento de duas cotas do auxílio, totalizando R$ 1,2 mil.

A proposta original da equipe econômica era que o benefício fosse de R$ 200, mas na medida em que foram evoluindo as negociações o Parlamento triplicou este valor.  

Negociação

Durante votação na matéria,Carmen, que é vice-líder do Cidadania, elogiou o convergência partidária em torno do aprimoramento e da aprovação da matéria.

“Esta Casa está dando respostas rápidas para atender às necessidades do país”, destacou a  parlamentar.  

Carmen manifesta preocupação com a falta de testes para diagnosticar Covid-19

A deputada Carmen Zanotto (Cidadania-SC) defendeu nesta sexta-feira (27) a ampliação de testes rápidos para confirmar o diagnóstico dos casos suspeitos de contaminação pelo coronavírus. Segundo a parlamentar, até agora só estão sendo testadas as pessoas que estão internadas.“Os que estão com sintomas precisam ser diagnosticados logo para conter a disseminação da doença”, alertou.

A relatora da Comissão Externa do Coronavírus disse que a preocupação é que haja mais gente infectada transmitindo, sem saber, a doença para as outras pessoas.
O colegiado já pediu à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) a ampliação da testagem.

Apelo a Bolsonaro

Em indicação ao presidente da República, Jair Bolsonaro, a comissão externa pediu mais recursos para que a Fiocruz possa produzir mais testes para o diagnóstico da Covid-19. Os parlamentares também solicitaram que o governo faça, com urgência, chamamento público internacional para a aquisição de testes rápidos, kits e reagentes utilizados na medicina diagnóstica.

Carmen Zanotto manifesta preocupação com a falta de testes para diagnosticar Covid-19

Segundo a parlamentar, até agora só estão sendo testadas as pessoas que estão internadas (Foto: Robson Gonçalves)

A deputada federal Carmen Zanotto (Cidadania-SC) defendeu nesta sexta-feira (27) a ampliação de testes rápidos para confirmar o diagnóstico dos casos suspeitos de contaminação pelo coronavírus. Segundo a parlamentar, até agora só estão sendo testadas as pessoas que estão internadas. “Os que estão com sintomas precisam ser diagnosticados logo para conter a disseminação da doença”, alertou.

A relatora da Comissão Externa do Coronavírus, a parlamentar do Cidadania disse que a preocupação é que haja mais gente infectada transmitindo, sem saber, a doença para as outras pessoas. O colegiado já pediu à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) a ampliação da testagem.

Apelo a Bolsonaro

Em indicação ao presidente da República, Jair Bolsonaro, a comissão externa pediu mais recursos para que a Fiocruz possa produzir mais testes para o diagnóstico da Covid-19. Os parlamentares também solicitaram que o governo faça, com urgência, chamamento público internacional para a aquisição de testes rápidos, kits e reagentes utilizados na medicina diagnóstica.