Deputado estadual Wilker Barreto se filia ao Cidadania no Amazonas

Roberto Freire, Wilker Barreto e Alex Manente
O deputado estadual Wilker Barreto (à esquerda), ao lado do presidente do Cidadania-AM, Elcy Júnior, assina sua ficha de filiação ao partido

Em negociações para a filiação nos próximos dias do ex-governador Amazonino Mendes, o Cidadania do Amazonas filiou nesta quinta-feira (17) o deputado estadual Wilker Barreto. Formado em Economia pela Universidade Federal do Amazonas, mestre em Sustentabilidade e Meio Ambiente e doutorando em Administração, Wilker foi vereador por Manaus por três mandatos e presidiu a Câmara Municipal da capital.

Hoje, é presidente Comissão de Indústria, Comércio e Zona Franca de Manaus (ZFM) na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam). Casado e pai de dois filhos, Barreto assinou hoje a ficha de filiação ao lado do presidente do Cidadania-AM, Elcy Junior. O novo deputado estadual do Cidadania já esteve com o presidente nacional do partido, Roberto Freire, e com o líder na Câmara dos Deputados, Alex Manente (SP).

“É uma honra ter em nossos quadros o deputado Wilker Barreto. Um deputado com uma história política de combate. O Cidadania Amazonas cresce muito com sua entrada”, avaliou Elcy Júnior.

Nota oficial – Cidadania pela solução pacífica do conflito Rússia-Ucrânia

O Cidadania vê com grande preocupação a escalada da animosidade entre Rússia e Ucrânia, envolvendo ainda os Estados Unidos e países europeus integrantes da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), que ameaça o mundo com um conflito armado sem precedentes desde o fim da II Guerra Mundial, em 1945.

A paz pelo mundo deve ser o objetivo último de todos, seja por questões morais, sociais, econômicas ou humanitárias. A fantástica evolução tecnológica e social da humanidade nos últimos 77 anos está intimamente ligada a um período de paz relativa entre os povos, apesar dos inúmeros conflitos localizados.

Período que conheceu uma integração jamais vista entre os mais diferentes países e culturas, ao alcance de aeronaves cada vez mais velozes e seguras e de redes cada vez mais interconectadas. É essa integração e é essa tecnologia na fronteira do conhecimento que tornam o cenário de guerra ainda mais preocupante. Que o Brasil, dentro da sua tradição diplomática, possa ser instrumento da paz.

Em recente artigo publicado na The Economist, o historiador Yuval Harari classifica essa como uma Nova Paz: a implausibilidade da guerra e não a ausência temporária do conflito. Mas diz que ela não está garantida por milagre divino ou por leis da natureza. É, antes de tudo, consequência de boas escolhas e a maior conquista política e moral da civilização moderna.

Uma nova Era de desconfiança generalizada e expansionismo a partir da guerra contra países vizinhos significará uma retração de décadas no desenvolvimento econômico, social e tecnológico, com o direcionamento de recursos cada vez maiores para equipamento bélico em detrimento de saúde e educação, e pode levar, no limite, ao fim da espécie.

Que o sentimento que inspira o alerta de Harari nos mova na direção das melhores escolhas, das saídas diplomáticas e da solução pacífica de conflitos, inscrita, aliás, na Constituição brasileira. A prevalecer a lei da selva, quem afinal vencer governará sob paus e pedras.

Roberto Freire
Presidente Nacional do Cidadania

Alessandro Vieira
Líder do Cidadania no Senado

Alex Manente
Líder do Cidadania na Câmara dos Deputados