Passaporte da vacina evita que País seja celeiro de cepas da Covid e paraíso de negacionista, diz Eliziane Gama

Para a senadora, ‘não exigir vacina é deixar as fronteiras abertas ao coronavírus’ (Foto: Shutterstock /Olhar Digital)

A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) disse que a decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Luís Roberto Barroso, determinando a obrigatoriedade de comprovante de vacinação para viajantes que chegarem ao Brasil evita a propagação de novas cepas do coronavírus e que País seja um paraíso para estrangeiros não vacinados.

“O Brasil não pode se transformar em celeiro de novas cepas ou paraíso de negacionistas. Não exigir vacina é deixar as fronteiras abertas ao coronavírus”, postou a senadora na rede social ao defender a vacinação contra a Covid-19.

De acordo com decisão de Barroso, no último sábado (11), somente serão dispensados de apresentar o passaporte da vacina aqueles liberados por razões médicas ou quem venha de país em que comprovadamente não haja vacina disponível ou por razão humanitária excepcional.

“A substituição do comprovante de vacinação pela alternativa da quarentena somente se aplica aos viajantes considerados não elegíveis para vacinação, de acordo com os critérios médicos vigentes, ou que sejam provenientes de países em que, comprovadamente, não existia vacinação disponível com amplo alcance, ou, ainda, por motivos humanitários excepcionais”, diz o ministro na decisão.

A decisão, no entanto, não trata da situação de brasileiros que não puderem comprovar vacinação em razão de ataque a sistemas do SUS (Sistema Único de Saúde). Segundo o gabinete do ministro, Barroso entende que os brasileiros que não puderem comprovar vacinação em razão do sistema estar fora do ar devem apresentar um teste PCR negativo e informar que foram vacinados. (Com informações das agências de notícias)

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