Serviços têm alta de 0,6% em dezembro, diz IBGE

Os serviços de informação e comunicação foram a única atividade com queda no volume, de 0,9% (Foto: Marcos Santos/USP Imagens)

O volume de serviços teve alta de 0,6% na passagem de dezembro do ano passado para janeiro deste ano. O setor havia tido queda de 0,5% na passagem de novembro para dezembro. Os dados, da PMS (Pesquisa Mensal de Serviços), foram divulgados nesta quarta-feira (25) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

De acordo com a pesquisa, foram registradas altas de 1,8% na comparação com janeiro de 2019 e de 1% no acumulado de 12 meses.

Quatro das cinco atividades investigadas pela PMS tiveram alta de dezembro para janeiro, com destaque para o setor de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, que avançou 2,8%, recuperando a perda (-2,8%) acumulada nos dois últimos meses de 2019.

Também tiveram alta os outros serviços (1,2%), os serviços prestados às famílias (0,7%) e os serviços profissionais, administrativos e complementares (0,1%).

Por outro lado, os serviços de informação e comunicação foram a única atividade com queda no volume (-0,9%).

A receita nominal dos serviços tiveram queda de 0,3% na passagem de dezembro para janeiro, mas registraram altas de 4,3% na comparação com janeiro de 2019 e de 4,4% no acumulado de 12 meses. (Com informações do IBGE e Agência Brasil)

Setor de serviços recua 0,4% em dezembro, diz IBGE

No acumulado do ano, o volume de serviços expandiu 1,0%, interrompendo sequência de 4 anos sem crescimento (Foto: Reprodução)

Em dezembro de 2019, o volume do setor de serviços variou -0,4% frente ao mês anterior, segundo decréscimo seguido neste tipo de indicador, com uma perda de 0,5% verificada entre novembro e dezembro, o que reduz parte do ganho acumulado entre setembro e outubro (2,2%).

Na série sem ajuste sazonal, no confronto com igual mês do ano anterior, o volume de serviços avançou 1,6% em dezembro de 2019, alcançando, portanto, a quarta taxa positiva consecutiva. No acumulado do ano, o volume de serviços expandiu 1,0%, interrompendo sequência de 4 anos sem crescimento: 2015 (-3,6%), 2016 (-5,0%), 2017 (-2,8%) e 2018 (0,0%).

Na passagem de novembro para dezembro de 2019, o decréscimo de 0,4% no volume de serviços foi acompanhado por três das cinco atividades de divulgação investigadas. O destaque negativo foi o setor de Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-1,5%), pressionado principalmente pelo segmento de Transporte terrestre (-3,7%).

Os demais recuos vieram dos setores de Serviços profissionais, administrativos e complementares (-1,3%), que devolveu parte do ganho de 3,1% acumulado entre agosto e novembro, e de Serviços prestados às famílias (-1,3%), que emplacou perda de 3,4% nos dois últimos meses do ano.

Em sentido oposto, os Outros serviços (3,4%) assinalaram o resultado positivo mais expressivo, alcançando um crescimento acumulado de 5,6% nos últimos 2 meses; ao passo que os Serviços de informação e comunicação (0,4%), recuperaram quase toda a queda observada no mês anterior (-0,6%).

O índice de média móvel trimestral para o total do volume de serviços, ainda na série com ajuste sazonal, apontou estabilidade (0,0%) no trimestre encerrado em dezembro de 2019 frente ao nível do mês anterior, após 3 meses de avanços de igual magnitude (0,7%).

Entre os setores, o ramo de Outros serviços (1,8%) assinalou o resultado positivo mais intenso no trimestre móvel, duplicando o avanço que havia sido verificado em novembro (0,9%), seguido por Serviços de informação e comunicação (0,4%), que mostrou comportamento positivo desde maio de 2019.

Em contrapartida, três atividades recuaram, interrompendo sequências de taxas positivas: os serviços prestados às famílias (-0,6%), os profissionais, administrativos e complementares (-0,4%) e os transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-0,3%).

Na comparação com dezembro de 2018, o avanço de 1,6% no volume de serviços foi acompanhado por três das cinco atividades de divulgação e em 44% dos 166 tipos de serviços investigados. Entre as atividades, o ramo de Serviços de informação e comunicação (3,2%) exerceu a contribuição positiva mais relevante, impulsionado, em grande medida, pelo aumento na receita das empresas de Portais, provedores de conteúdo e ferramentas de busca na Internet; de Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis; de Suporte técnico, manutenção e outros serviços em TI; e de Edição integrada à impressão de livros. Os demais avanços vieram de Outros serviços (11,3%) e de Serviços profissionais, administrativos e complementares (2,3%).

Por outro lado, os setores de Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-1,4%) e de Serviços prestados às famílias (-3,2%) assinalaram os resultados negativos, pressionados, principalmente, pela menor receita das Empresas de transporte rodoviário e ferroviário (de cargas); de Transporte dutoviário; de Rodoviário coletivo de passageiros; de Gestão de portos e terminais; de Operação de aeroportos e de Restaurantes e hotéis.

No acumulado de janeiro a dezembro de 2019, o avanço de 1,0% foi composto por taxas positivas em quatro das cinco atividades de divulgação e em 55,4% dos 166 tipos de serviços investigados. Entre os setores, os Serviços de informação e comunicação (3,3%) exerceram o principal impacto positivo sobre o índice global, impulsionado, em grande parte, pelo aumento da receita das empresas que atuam nos segmentos de Portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na Internet, de Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis, de Consultoria em tecnologia da informação e Suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia da informação.

Os demais avanços vieram de Outros serviços (5,8%), de Serviços prestados às famílias (2,6%) e de Serviços profissionais, administrativos e complementares (0,7%), explicados, principalmente, pelas maiores receitas auferidas por empresas dos ramos de Corretoras de títulos, valores mobiliários e mercadorias; de Administração de bolsas e mercados de balcão organizados; e de Corretores e agentes de seguros, de previdência complementar e de saúde.

Em contrapartida, a única influência negativa no acumulado do ano ficou com o segmento de Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-2,5%), pressionado, sobretudo, pelo recuo no volume de receitas de Transporte rodoviário e ferroviário de cargas, de Operação de aeroportos e de Transporte rodoviário coletivo e aéreo (de passageiros).

SP e RJ crescem

Na passagem de novembro para dezembro de 2019, dezesseis das 27 unidades da federação assinalaram retração no volume de serviços, lideradas por Minas Gerais (-2,1%), Distrito Federal (-2,7%), Mato Grosso (-5,6%), Paraná (-1,3%) e Bahia (-2,3%). E no campo positivo, destaque para São Paulo (0,4%) e Rio de Janeiro (0,7%), que acumularam, entre setembro e dezembro de 2019, um ganho de 2,9% e de 4,5%, respectivamente.

Em relação a dezembro de 2018, apenas 12 das 27 unidades da federação tiveram avanço. As principais contribuições positivas ficaram com São Paulo (3,8%) e Rio de Janeiro (6,5%), que apontaram crescimento na maior parte dos setores investigados. Por outro lado, as influências negativas mais importantes para a formação do índice vieram do Mato Grosso (-14,9%), Distrito Federal (-5,9%), Paraná (-3,7%), Minas Gerais (-2,2%) e Bahia (-5,2%).

No acumulado de janeiro a dezembro de 2019, apenas 13 das 27 unidades da federação também mostraram expansão na receita real de serviços. O principal impacto positivo em termos regionais ocorreu em São Paulo (3,3%), seguido por Amazonas (3,9%), Santa Catarina (1,2%) e Mato Grosso do Sul (3,2%). Por outro lado, Paraná (-2,3%) e Mato Grosso (-7,1%) registraram as influências negativas mais relevantes sobre o índice nacional.

Atividades Turísticas crescem 1,5% no mês

Em dezembro de 2019, o índice de atividades turísticas apontou expansão de 1,5% frente ao mês imediatamente anterior, após recuar 2,3% em novembro. Regionalmente, a metade (seis) das doze unidades da federação pesquisadas acompanhou este movimento de crescimento observado no Brasil, com destaque para os avanços vindos de São Paulo (0,5%) e Paraná (2,6%), seguidos por Minas Gerais (1,3%) e Pernambuco (2,3%). Em sentido contrário, os principais resultados negativos vieram do Rio Grande do Sul (-2,0%) e da Bahia (-1,4%).

Na comparação com dezembro de 2018, o índice de volume de atividades turísticas no Brasil apresentou expansão de 3,4%, impulsionado, principalmente, pelo aumento de receita das Empresas de locação de automóveis e de Transporte aéreo de passageiros. Em sentido oposto, o segmento de Restaurantes apontou a principal influência negativa sobre a atividade turística. Sete das doze unidades da federação onde o indicador é investigado mostraram avanço nos serviços voltados ao turismo, com destaque para São Paulo (5,9%), seguido por Minas Gerais (6,0%) e Rio de Janeiro (3,1%). Em contrapartida, os impactos negativos mais importantes vieram de Pernambuco (-3,9%) e da Bahia (-2,1%).

No acumulado do ano, o agregado especial de atividades turísticas mostrou crescimento de 2,6% frente a igual período do ano passado, impulsionado, sobretudo, pelos ramos de Locação de automóveis, de hotéis e de Serviços de catering, bufê e Outros serviços de comida preparada. Em sentido oposto, o principal impacto negativo ficou com o segmento de transporte aéreo de passageiros. Regionalmente, nove dos doze locais investigados registraram taxas positivas, com destaque para São Paulo (5,1%), Rio de Janeiro (2,4%), Minas Gerais (2,8%) e Ceará (4,8%). Já o Distrito Federal (-6,2%), o Paraná (-3,1%) e Santa Catarina (-2,3%) assinalaram as principais influências negativas. (Agência IBGE Notícias)

Indicadores econômicos de novembro frustram expectativas

Ao longo de 2019, economia registrou sinais contraditórios de retomada do aquecimento. Vendas do comércio na Black Friday foram abaixo do esperado (Foto: Reprodução)

Jornal Nacional – O Globo

A trajetória de crescimento da economia brasileira diminuiu de ritmo no fim de 2019. Em novembro, alguns números ficaram abaixo das expectativas.

No chão da fábrica, pé no freio. Depois de três meses seguidos de produção em alta, o ritmo caiu em novembro na comparação com outubro – pouco mais de 1% de queda.

O resultado afetou o setor de serviços. A queda de 0,1% foi puxada especialmente pelo setor de transportes. Com menos produtos saindo das fábricas, os caminhões também circularam menos no fim de 2019.

“No caso da indústria, você produz muito em outubro e consome estoques ao longo de novembro e dezembro, isso é um processo natural. Houve um repique da inflação também, isso piora as condições de renda e consumo, atrapalha”, disse Roberto Padovani, economista-chefe do BV.

As vendas do comércio em novembro subiram 0,6% em relação a outubro. Apesar do resultado positivo, foi bem menor do que muitos previam para um mês com Black Friday.

Segundo Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados, os dados de novembro deram um banho de água fria nas projeções do mercado e colocam em dúvida a velocidade de crescimento do PIB – o conjunto de todos bens e serviços produzidos pelo país num determinado período. Mas isso não indica que a economia parou

“Os números de novembro colocam certo alerta de que o ritmo seja um pouquinho menor do que se imaginava. Vamos pensar assim: a gente está com uma economia que, na média, em 2019 cresceu em torno de 1%. Ou seja, ainda é um crescimento muito baixo. Quando a gente tem crescimentos baixos assim é normal alguns meses virem pior do que outros e negativos, como a gente viu de fato acontecer, no caso da indústria em novembro”.

Nesta quinta-feira (16), o Banco Central divulgou o índice de atividade econômica que dá um termômetro de como anda o crescimento do país porque leva em conta todos os segmentos da economia. Esse indicador é calculado pelo BC e é considerado uma prévia do PIB.

Em novembro, esse índice subiu 0,18%, resultado que também surpreendeu os analistas, mas desta vez positivamente – muitos acreditavam que haveria queda de atividade nesse período.

“O dinamismo da economia brasileira está vindo via setor privado, através do consumo e de uma recuperação moderada do investimento. Então, a gente deve esperar duas coisas: uma recuperação forte do setor privado, que é ampliação das vendas nível de varejo, e uma retomada dos investimentos produtivos”, disse o professor da Faculdade de Economia da USP Simão Silber.

IBGE: Setor de Serviços registra queda de 0,1% em novembro

Na comparação com novembro de 2018, no entanto, o volume cresceu 1,8% (Foto: Reprodução)

O volume de serviços no País caiu 0,1% em novembro de 2019 na comparação com o mês anterior. A queda veio depois de uma alta acumulada de 2,2% nos meses de setembro e outubro, segundo a PMS (Pesquisa Mensal de Serviços), divulgada nesta terça-feira (14), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Na comparação com novembro de 2018, no entanto, o volume cresceu 1,8%. Também houve altas de 0,9% no acumulado de janeiro a novembro de 2019 e no acumulado de 12 meses.

Na passagem de outubro para novembro, três das cinco atividades do setor de serviços tiveram queda no volume: transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-0,7%), serviços prestados às famílias (-1,5%) e serviços de informação e comunicação (-0,4%).

Por outro lado, duas atividades tiveram alta, o de outros serviços (1,7%) e serviços profissionais, administrativos e complementares (0,1%).

Em relação à receita nominal, os serviços tiveram queda de 0,5% na comparação com outubro. Na comparação com novembro do ano anterior foi observada uma alta de 5%. Já nos acumulados de janeiro a novembro de 2019 e de 12 meses, foram registradas altas de 4,4%. (Agência Brasil)

Setor de serviços cresce 1,2% em setembro, diz IBGE

O grupo que engloba os setores de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio teve um aumento de 1,6% (Foto: Reprodução)

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou, nesta terça-feira (12), que o setor de serviços apresentou crescimento de 1,2% em setembro, com destaque para o turismo que avançou 4,8% recuperando, assim, a retração de 4,5% registrada em agosto. Os dados são da PMS (Pesquisa Mensal de Serviços).

Segundo o pesquisa, com o resultado no período o setor acumula alta de 0,6% em 2019 e 0,7% no período de 12 meses encerrado em setembro. Além disso, o terceiro trimestre teve alta de 0,6% na comparação com o mesmo período de 2018. O resultado foi superior ao segundo trimestre do ano que apresentou alta de apenas 0,1%.

A pesquisa identificou aumento em quatro de cinco grupos das atividades pesquisadas e a única que teve queda foi o de serviços de informação e comunicação, com baixa de 1% na comparação com o mês de agosto.

O grupo que engloba os setores de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio teve um aumento de 1,6%. Já os serviços profissionais, administrativos e complementares obteve alta de 1,8%, enquanto que os serviços prestados às famílias tiveram expansão de 0,8% e outros serviços 0,5%.

Quando comparado com setembro de 2018, a pesquisa identificou um aumento de 1,4% no setor de serviços como um todo e expansão em três dos cinco grupos analisados. Nessa base de comparação, os serviços de informação e comunicação cresceram 2,2%, outros serviços 11% e os serviços profissionais, administrativos e complementares, 2,9%. Por outro lado, os grupos de serviços de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio caiu 1,7% e serviços prestados às famílias, 0,3%.

O IBGE também apontou que 14 das 27 unidades da federação tiveram alta em setembro em relação a agosto com destaque para São Paulo (1,6%), Rio de Janeiro (1,5%), Paraná (1%) e DF (1,3%). (Com informações do IBGE e agências de notícias)

Setor de serviços registra recuo de 0,2% de julho para agosto

Na passagem de julho para agosto, três segmentos tiveram queda, dentre eles, os serviços prestados às famílias, mostra a PMS (Pesquisa Mensal de Serviços) do IBGE (Foto: Reprodução)

O volume do setor de serviços no País caiu 0,2% na passagem de julho para agosto, segundo dados da PMS (Pesquisa Mensal de Serviços), divulgada nesta quinta-feira (11) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A queda, a quinta do ano, veio depois de uma alta de 0,7% na passagem de junho para julho.

Na comparação com agosto do ano passado, o recuo foi ainda maior (-1,4%). No acumulado do ano, o setor teve alta de 0,5%. Já em 12 meses, os serviços acumulam crescimento de 0,6% em seu volume.

Na passagem de julho para agosto, três segmentos tiveram queda, dentre eles, os serviços prestados às famílias (-1,7%). Também anotaram redução as atividades de transportes, serviços auxiliares de transporte e correios (-0,9%) e outros serviços (-2,7%).

Apresentaram altas os segmentos de serviços de informação e comunicação (0,4%) e os serviços profissionais, administrativos e complementares (0,5%).

Panorama

Para o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo, as cinco taxas negativas do setor em 2019 definem o panorama do ano até aqui.

“A variação negativa de 0,2% é moderada, mas as cinco taxas negativas foram mais intensas do que as positivas, fazendo o setor de serviços ficar 1,5% abaixo do nível de dezembro de 2018”, explicou. (Com informações da Agência IBGE e Agência Brasil)

IBGE: Setor de serviços apresenta ligeira alta de 0,8%

O setor de serviços registrou ligeiro crescimento de 0,8% entre junho e julho, segundo dados da PMS (Pesquisa Mensal de Serviços) divulgados nesta quinta-feira (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O aumento recuperou a queda de 0,7% registrada no período anterior.

Na comparação com julho de 2018, o setor de serviços apresentou crescimento de 1,8%, de 0,8% no acumulado do ano e de  0,9% no acumulado de 12 meses.

A alta entre junho e julho ocorreu graças aos serviços de informação e comunicação, que avançaram 1,8% no período. Também foram registradas alta nos segmentos de outros serviços (4,6%) e de transportes, serviços auxiliares de transportes e correios (0,7%).

No caminho inverso, apresentaram queda os segmentos de serviços prestados às famílias (-0,5%) e serviços profissionais, administrativos e complementares (-1,3%).

Já a receita nominal do setor cresceu 1,6% de junho e julho, 4,7% na comparação com julho de 2018, 4,3% no acumulado do ano e 4,2% no acumulado de 12 meses. (Com informações do IBGE e agências de notícias)

Após crescimento modesto, setor de serviços fica estável em abril e maio

O setor de serviços no País ficou estável entre em abril e maio, segundo a PMS (Pesquisa Mensal de Serviços) publicada, nesta sexta-feira (12), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Entre março e abril, o volume de serviços chegou apresentar ligeiro avanço de 0,5% após três quedas consecutivas que chegaram acumular perda de 1,6%.

O volume de serviços, de acordo com a PMS, cresceu 4,8% na comparação com maio do ano passado, 5,1% no acumulado do ano e 4,3% no acumulado de 12 meses. Já a receita nominal do setor cresceu 0,6% na comparação com abril, 9,2% na comparação com o mesmo período do ano passado, 5,1% no acumulado do ano e 4,3% no acumulado de 12 meses.

No período pesquisado, quatro das cinco atividades pesquisadas cresceram, com destaque para o ramo de serviços de informação e comunicação com 1,7% positivo. Também foram identificados avanços em outros serviços (2,6%), serviços profissionais, administrativos e complementares (0,7%) e serviços prestados às famílias (0,5%).

Contudo, os transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio recuaram 0,6% e foram o único setor a apresentar taxa negativa na área de serviços. Para o gerente de pesquisa, Rodrigo Lobo, se levar em consideração os cinco primeiros meses do anos, s transportes, principalmente o rodoviário, representaram os principais entraves para o crescimento do setor de serviços.

“Existe um movimento de aderência entre o setor de transportes e a indústria. Como grande parte da nossa produção é escoada pelas estradas, à medida que a produção industrial não cresce, não há necessidade de contratar o serviço de transporte de cargas”, disse. (Com informações do IBGE e agências de notícias).

Serviços têm alta em abril, mas resultado é o pior para o mês desde 2016

O setor de serviços apresentou crescimento de 0,3% em abril após três quedas consecutivas. O resultado foi o pior para o mês  desde 2016 (-1,5%). Os dados estão na PMS (Pesquisa Mensal de Serviços) divulgada nesta quinta-feira (13) pelo IBGE (Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística).

Na comparação com abril do ano passado, houve uma queda de 0,7% no setor. No acumulado do ano houve alta de 0,6% e, no acumulado de 12 meses, um crescimento de 0,4%.

Entre os meses de março e abril, três das cinco atividades pesquisadas tiveram alta com destaque para serviços de informação e comunicação (0,7%), serviços profissionais, administrativos e complementares (0,2%) e nos serviços prestados às famílias (0,1%).

Os segmentos que apresentaram recuo foram transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-0,6%) e os outros serviços (-0,7%).

Para o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo, o recuo no volume de transportes refletiu diretamente na queda da produção industrial.

“O recuo no volume dos transportes de carga reflete a queda na produção industrial. Quanto menos bens produzidos, menos carga para transportar. No caso dos transportes de passageiros, a inflação também é parcialmente responsável pela redução”, avaliou. (Com informações do IBGE e agências de notícias)

Setor de serviços registra o terceiro recuo mensal seguido em 2019

O setor de serviços apresentou a terceira queda consecutiva em 2019 e ficou em 0,7% negativo quando comparado o mês de março com fevereiro, segundo a PMS (Pesquisa Mensal de Serviços) divulgada, nesta terça-feira (14), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). No acumulado do ano, a queda é de 1,7%.

Quando comparado o mesmo período de 2018, a queda foi de 2,3%. Por outro lado, o setor acumula altas de 1,1% no primeiro trimestre na comparação com o mesmo período do ano passado,  e de 0,6% no acumulado de 12 meses.

O gerente da Pesquisa Mensal de serviços, do IBGE, Rodrigo Lobo, destacou que o resultado de março foi a queda mais intensa desde maio de 2018, quando houve a greve dos caminhoneiros. Para ele, a reforma da Previdência é fundamental para reverter o quadro

“O poder público está sem fôlego para investir e o setor privado não está compensando e preenchendo essa lacuna. A nova aposta para uma abertura de portas aos investimentos e para a atividade econômica é a aprovação da reforma da Previdência, mas quem garante que isso vai realmente acontecer?”, afirmou o gerente da pesquisa.

Segundo a pesquisa, três dos cinco seguimentos contribuíram para o resultado: serviços de informação e comunicação (-1,7%). Outros recuos foram observados nos profissionais, administrativos e complementares (-0,1%) e nos outros serviços (-0,2%).

Já os que tiveram alta foram os serviços prestados às famílias (1,4%) e os transportes, auxiliares de transportes e correios (0,5%). (Com informações do IGBE e agências de notícias)

Carmen Zanotto diz que falta de revisão de tabela é entrave à melhoria do atendimento no SUS

A deputada federal Carmen Zanotto (Cidadania-SC) disse que a falta de revisão da tabela de serviços de saúde é um dos principais entraves para melhorar o atendimento da população no Sistema Único de Saúde (SUS). A declaração da parlamentar ocorreu nesta terça-feira (23) em audiência pública na subcomissão que tratou do assunto com especialistas, representantes do governo e dos Conselhos Estaduais e Municipais de Saúde na Comissão de Seguridade Social e Família.

“Sempre defendi nesta Casa que essa tabela de serviços teria de ser revista, pelo menos em alguns procedimentos. Estou vendo aqui nesta reunião que todos concordam que a tabela é prioridade para reduzir as longas filas em busca de atendimento”, afirmou Carmen Zanotto.

A deputada catarinense reforçou que o problema acontece porque, com defasagem na tabela, a remuneração do SUS não cobre as despesas das Santas Casas e dos hospitais filantrópicos com a maioria dos procedimentos. Mais de 50 por cento dos pacientes do sistema público de saúde são atendidos por essas instituições.

De acordo com a deputada , a cada dia mais profissionais, em especial médicos, não querem mais atender pelo SUS.

Ao final de sua fala, a presidente da Frente Parlamentar Mista da Saúde relatou sua experiência como enfermeira e gestora municipal e estadual em Santa Catarina. Ela considerou que a reunião é um “passo importante” na busca da solução para o problema, que foi considerado “muito grave” por todos os debatedores.

IBGE: Setor de serviços registra queda de 0,4% em fevereiro

Após crescer 0,8% em dezembro, o setor de serviços caiu pela segunda vez consecutiva em fevereiro (-0,4%), na comparação com janeiro. O resultado eliminou o ganho do fim de 2018, uma vez que janeiro já havia sido negativo (-0,4%), acumulando perda de 0,9% no primeiro bimestre. Os dados são da PMS (Pesquisa Mensal de Serviços), divulgada nesta sexta-feira (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

“Junto com a queda em janeiro, essa baixa elimina por completo o avanço que havia ocorrido em dezembro (0,8%). Com isso, o setor permanece oscilando nesse patamar de volume 11,4% abaixo do pico da série, que aconteceu em janeiro e novembro de 2014”, explica o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo.

“O fato é que não conseguimos observar nenhum tipo de recuperação mais consistente para o setor de serviços”, complementa.

A pesquisa identificou queda em três das cinco atividades analisadas pela PMS, como transportes, serviços auxiliares aos transportes e correios (-2,6%), outros serviços (-3,8%) e serviços prestados às famílias (-1,1%). Os serviços profissionais, administrativos e complementares mostraram estabilidade e o único que obteve alta foi o de informação e comunicação (0,8%).

“O setor de transportes lidera em termos de impacto negativo no índice geral, sendo a terceira taxa negativa seguida. É a queda mais intensa dessa atividade desde julho de 2018. Houve pressão do transporte aéreo de passageiros, também pela alta em janeiro, ainda que, em tese, o ajuste sazonal sirva para compensar um pouco disso”, explica Rodrigo.

“O segundo impacto negativo é o de outros serviços, que é extremamente heterogêneo. Houve recuo na atividade imobiliária e de serviços financeiros auxiliares, que inclui a administração de bolsa de valores. Já os Serviços prestados às famílias recuaram 1,1%, praticamente eliminando o ganho entre outubro de 2018 e janeiro. A pressão negativa veio principalmente de restaurantes e hotéis”, completa o gerente da pesquisa.

Contudo, quando analisado outros tipos de comparações, o setor de serviços apresentou alta de 3,8% quando comparado ao mesmo período de 2018. Além disso, houve alta de 2,9% no acumulado do ano e de 0,7% no acumulado de 12 meses.

Rodrigo, porém, lembra que houve impacto do calendário no resultado positivo de fevereiro.

“Tivemos dois dias a mais em fevereiro de 2019, contra 18 do ano passado. Isso propicia a realização de um maior número de contratos de prestação de serviços. Se tivéssemos o mesmo número de dias, o crescimento seria de 0,9%, uma taxa positiva, mas bem menos intensa que essa de 3,8%”, disse.

O acumulado dos dois primeiros meses de 2019 também mostrou variação positiva em relação ao bimestre inicial de 2018 (2,9%). É a primeira taxa positiva na comparação deste período desde 2014. O acumulado nos últimos 12 meses, por sua vez, ficou em 0,7%, ponto mais alto desde março de 2015.

A receita nominal dos serviços teve queda de 0,4% na comparação com janeiro e altas nas outras comparações: 6,5% em relação a fevereiro de 2018, 6% no acumulado do ano e 3,6% no acumulado de 12 meses (Com informações do IBGE e agências de notícias)