Cidadania lamenta a morte de Allan Sales

O presidente do Cidadania, Roberto Freire, lamentou, nesta segunda-feira (6), em nota de falecimento, aprovada pela Executiva Nacional do partido, a morte do empresário e ex-vice prefeito de Macapá, Allan Sales. Sales faleceu, neste domingo, em seu apartamento, após grave acidente doméstico.

Alan Salles é carioca e se erradicou no estado do Amapá como empresário. Lá se envolveu na política disputando diversas eleições. Ele foi secretário de Finanças da prefeitura de Macapá, na gestão do então prefeito Roberto Goés (DEM) e vice-prefeito da capital no primeiro mandato do então prefeito Clécio Luís (Rede).

Nota de falecimento

Em meu nome pessoal, e em nome do Cidadania, transmito, com muito pesar, a notícia de falecimento, ocorrido neste domingo (6), a noite, em Macapá, do ex-vice prefeito e empresário, Allan Sales.

Lamentamos profundamente a sua morte, após acidente doméstico em seu apartamento decorrente de uma queda, batendo a cabeça de forma violenta. Nos solidarizamos à família e aos amigos neste momento de grande de dor.

Brasília, 06 de abril de 2020

Roberto Freire
Presidente do Cidadania 23

Diversidade23 divulga nota em repúdio às comemorações do golpe de 64

O Diversidade 23 divulgou, nesta terça-feira, nota de repúdio às comemorações do Golpe Militar de de 1964. Para a entidade, celebrar a data representa um golpe na democracia brasileira. Veja abaixo.

Nota de repúdio

Celebrar o Golpe de 1964 é um golpe na democracia brasileira. E não devemos nos enganar com o discurso dissimulador de quem se congratula com ditadores e torturadores.

O Golpe de 1964 foi, na verdade, um golpe na democracia brasileira. O Brasil, amedrontado e passivo, não conseguiu reagir à altura frente ao ataque à democracia que sofria naquele momento. O fantasma do comunismo, plantado num país como o nosso, não tem terreno fértil, mas justificou um dos mais vis golpes de estado perpetrado na nossa história. Assim, vejamos os fatos históricos: Jânio, alegando que ‘forças ocultas” o forcavam à renúncia, entrega o cargo a Jango, que tentando fazer frente aos “amigos” americanos, se aproximando do bloco contrário para estabelecer algum equilíbrio, é arrancado do poder. Buscando salvar vidas, pacificamente saiu.

Nossa história anterior, de Getúlio à época da Segunda Guerra, é dúbia, e é sabido que o mundo naquela época era o quintal colonial da Europa, e depois da guerra passou praticamente todo aos EUA. Nós, na Terra Brasilis, peões num jogo global.

O que se chama da “defesa das democracias” é na verdade a “defesa dos interesses Coloniais” ao redor do mundo. Essa briga ainda ecoa em nossos quintais. O regime totalitário que justificou o golpe, foi instituído pelos mesmos que deflagraram o golpe. Os direitos civis e democráticos foram suspensos, suprimidos, revogados e o poder brutal da ditadura pura foi instituído. As instabilidades e os conflitos causados pela interferência externa e de poderes constituídos para sustentar a democracia, desequilibraram a delicada estrutura da democracia brasileira. As Forças Armadas, ao assumiram aquela escalada, assumiram também a responsabilidade dos desgastes previsíveis.

A Lei da Anistia de 1979 foi um pacto, um acordo político de não agressão. Os agressores não foram punidos. E a falta de transparência determinou os rumos que ainda são seguidos, esquecidos dos aprendizados daqueles tempos difíceis.

As instituições nacionais permanentes e regulares, como o Legislativo e o Judiciário, tiveram que se reconstruir para continuar a cumprir sua missão constitucional, submetendo ao regramento democrático os governantes que insistem em desafiá-lo, com o propósito de manter a paz e a estabilidade.

Os países que cederam às promessas utópicas de parceria com a América sem manter sua autonomia lutam para manter a liberdade, a prosperidade e a civilidade, suprimindo as desigualdades como as nações livres.

Brasília, 31 de março de 2020

Diversidade23

Para o Cidadania, defesa do adiamento das eleições é equivocada e atentatória à democracia

De acordo com o partido, a maior preocupação hoje deve ser com “os trabalhadores informais que perderão seu sustento, os mais vulneráveis nas comunidades Brasil afora que não podem cumprir as recomendações de prevenção e isolamento” com a pandemia do Coronavírus.

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Cidadania repudia apoio de Bolsonaro a manifestação antidemocrática

O presidente do Cidadania, Roberto Freire, e os líderes no Senado Federal, Eliziane Gama (MA), e na Câmara dos Deputados, Arnaldo Jardim (SP), divulgaram nota conjunta (veja abaixo), nesta quarta-feira (26), criticando Jair Bolsonaro por endossar vídeo que chama a sociedade brasileira para manifestação em defesa do presidente da República e contra as instituições democráticas, como o Congresso Nacional e o STF (Supremo Tribunal Federal (veja aqui).

No documento, os dirigentes salientam que Bolsonaro atenta contra a liturgia do cargo que ocupa, além de sua atitude ser uma clara afronta contra a democracia brasileira. O Cidadania também expressa defensa incondicional da Constituição, da democracia e da liberdade.

EM DEFESA DA CONSTITUIÇÃO E DA DEMOCRACIA

Mais uma vez, o presidente Jair Bolsonaro atenta contra a Constituição e afronta as instituições democráticas, além da própria liturgia do cargo. Seu endosso às manifestações convocadas para o dia 15 de março, cujos organizadores defendem o fechamento do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF), ainda que por meio de redes privadas de WhatsApp, é inaceitável e merece o repúdio de todos os democratas e das nossas instituições republicanas. Trata-se de ato claramente antidemocrático, de setores de extrema direita que abertamente defendem a instauração de um regime autocrático no país.

O Cidadania soma-se àqueles que defendem a democracia e não aceitam rupturas da ordem institucional vigente a partir da Constituição de 1988. O Estado de direito democrático é uma conquista civilizatória de nosso povo e garante a todos os brasileiros, independentemente de suas diferenças étnicas, políticas, ideológicas e religiosas, a plena representação política no Congresso e o exercício livre dos seus respectivos direitos civis. Defender a democracia é um dever dos cidadãos, dos partidos, das instituições e dos Poderes, inclusive a Presidência da República.

Nesse sentindo, saudamos a pronta reação da sociedade civil e de nossas instituições – tão forte que inclusive, provocou desde logo, um certo recuo do Planalto – ao inaceitável gesto de Bolsonaro, que vem revelando reiterada falta de compromisso com a democracia, ainda que tenha jurado defendê-la ao tomar posse no cargo de presidente da República.

A unidade alcançada pelas forças democráticas da sociedade e especialmente pela altivez das nossas instituições republicanas — só foi possível pela defesa da Constituição, da Democracia e da Liberdade.

E unidos na defesa da Constituição, Democracia e Liberdade devemos permanecer.

Roberto Freire Presidente do Cidadania

Eliziane Gama – Líder do Cidadania no Senado Federal

Arnaldo Jardim – Líder na Câmara dos Deputados

Roberto Freire lamenta morte de mãe da deputada federal Carmen Zanotto

O presidente do Cidadania, Roberto Freire, lamentou nesta segunda-feira (20) o falecimento de dona Olinda Bonfá Zanotto, mãe da deputada federal e presidente do partido em Santa Catarina, Carmen Zanotto (Cidadania).

Dona Olinda faleceu aos seus 94 anos na noite deste domingo (19), e seu velório será realizado na Capela São Benedito, em Lages-SC. O sepultamento se dará às 16h, no Cemitério Cruz das Almas, situado na mesma cidade.

Nota de pesar

Em nome do CIDADANIA, lamentamos o falecimento de dona Olinda Bonfá Zanotto, mãe da grande parlamentar e companheira, presidente do partido em Santa Catarina, a deputada federal Carmen Zanotto.

Oferecemos solidariedade extensiva a todos os familiares e amigos de Carmen Zanotto.

Roberto Freire
Presidente Nacional do Cidadania

Diversidade 23 repudia agressões contra youtuber Karol Eller

O coletivo Diversidade 23, núcleo de diversidade do Cidadania, divulgou nota pública (veja abaixo) repudiando as graves agressões sofridas pela youtuber Karol Eller.

“Lamentamos muito que algumas pessoas precisem passar pela brutalidade para compreender que a homofobia e a violência não estão interessadas nas posições políticas das vítimas, mas apenas aniquilá-las em sua liberdade e subjetividade”, diz o documento.

NOTA DE REPÚDIO

Nós do Diversidade 23, vimos a público manifestar repúdio às graves agressões sofridas pela youtuber Karol Eller.

Independentemente de qualquer outra circunstância, não há vitória nenhuma quando uma mulher lésbica é violentamente agredida por ser quem é.

Nossa luta diária no combate ao crime de lgbtfobia, é sobretudo humanitária e civilizatória. Lamentamos muito que algumas pessoas precisem passar pela brutalidade para compreender que a homofobia e a violência não estão interessadas nas posições políticas das vítimas, mas apenas aniquilá-las em sua liberdade e subjetividade.

Esperamos que os culpados sejam logo identificados e que sejam enquadrados como criminosos que são!

Diversidade 23

Diversidade 23 se solidariza com David Nemer após ameaças de bolsonaristas

O Diversidade 23, núcleo de diversidade do Cidadania, divulgou nota pública (veja abaixo) em solidariedade ao professor e pesquisador David Nemer pelas ameaças sofridas por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro em decorrência de suas atividades profissionais. O professor é filiado ao partido.

“Nemer se dedica ao estudo da utilização de ferramentas digitais para impulsionar, por meio de desinformação e fake News, campanhas políticas de todas as ideologias e concluiu, em um de seus trabalhos, que o método é mais praticado por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. Desde então, suas publicações vêm seguidas de ameaças anônimas”, diz o documento.

NOTA DE SOLIDARIEDADE AO PROFESSOR DAVID NEMER

O Diversidade 23 vem prestar solidariedade ao pesquisador, professor do Departamento de Estudos de Mídia da Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos e filiado ao Cidadania 23, David Nemer, que em decorrência do exercício regular e imparcial de suas atividades profissionais foi ameaçado por radicais apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.

Nemer se dedica ao estudo da utilização de ferramentas digitais para impulsionar, por meio de desinformação e fake News, campanhas políticas de todas as ideologias e concluiu, em um de seus trabalhos, que o método é mais praticado por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. Desde então, suas publicações vêm seguidas de ameaças anônimas.

Na semana passada, as ameaças perpetradas por milicianos digitais, dentre os quais se encontram, segundo seus estudos, nazistas e pedófilos, cruzaram as barreiras virtuais e o seguiram e fotografaram, anexando a imagem a um e-mail, novamente anônimo, como típico de covardes e criminosos, acompanhada de mensagem indicando que ele tivesse cuidado, pois estava sendo monitorado.

A ameaça foi direcionada à pessoa do Professor David Nemer, mas a vítima é muito maior do que um indivíduo, é a viabilidade do Estado Democrático de Direito em si, são as ferramentas que possibilitam o fortalecimento da democracia.

Os grupos que se valem da desinformação como instrumento de exercício do Poder seguirão combativos contra as principais ferramentas capazes de desmantelá-los, a saber, a informação certificada, os estudos científicos e o conhecimento acadêmico, enquanto fortaleza civilizatória. Essa é a sina daqueles que heroicamente se colocam em posição de defesa das ciências, de maneira que desagrada aqueles que visam impor, por vias não democráticas, sua agenda sinistra. Foi assim com Débora Diniz, Ricardo Galvão, Ilona Szabó e agora com David Nemer.

David, para assegurar sua integridade física, precisou antecipar seu retorno aos Estados Unidos, onde mora. Vejam o absurdo: um cidadão brasileiro precisou deixar seu país de origem por exercer com liberdade sua atividade científica, nos termos assegurados pelo artigo 5º, IX da Constituição Federal.

Há que se repetir a exaustão: trata-se de atentado contra Estado Democrático de Direito estimulado, de forma omissiva, ou comissiva, por quem jurou defendê-lo.

Ao David, registramos aqui nosso integral apoio para que siga adiante com seus estudos de maneira livre, tal qual assegurado pela Constituição Brasileira. Lamentamos profundamente que tenha sido vítima de crime tão nefasto, que ultrapassa a sua pessoa. Você honra nosso país com seu trabalho e enobrece o Cidadania 23 com sua filiação.

Diversidade 23

M23 repudia a barbárie e defende democracia e direitos humanos

Coordenação de Mulheres do M23 contesta comentários pejorativos nas redes sociais (Foto: Reprodução)

A Secretaria Nacional de Mulheres do Cidadania M23 divulgou nota pública (veja abaixo) repudiando comentário feito por advogada brasileira nas redes sociais a respeito da decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) de derrubar a prisão após a condenação em segunda instância e ao fato da prefeita da cidade boliviana de Vinto ter sido humilhada em via pública.

Segundo a coordenação do M23, os dois episódios levam a barbárie e devem ser combatidas em nome da democracia, dos direitos humanos e do estado democrático de direito.

A barbárie anunciada

“Que estuprem e matem as filhas dos ordinários ministros do STF”, foi a publicação feita pela advogada, Cláudia Teixeira, em sua página do Facebook, após o Supremo Tribunal Federal, por 6 votos a 5, derrubar a prisão após condenação em 2ª instância.

Poucos dias depois, assistimos a outra cena deplorável, também compartilhada em redes sociais, da prefeita da cidade de Vinto, na Bolívia, que teve seus cabelos cortados e foi obrigada a percorrer as ruas enquanto era xingada e humilhada.

Poucos dias depois, assistimos a outra cena deplorável, também compartilhada em redes sociais, da prefeita da cidade de Vinto, na Bolívia, que teve seus cabelos cortados e foi obrigada a percorrer as ruas enquanto era xingada e humilhada.

Qual leitura podemos extrair destas duas cenas de selvageria, nas quais a divergência de ideias é tratada como uma disputa e onde impera o desejo de eliminar o outro?

As divergências se deslocaram do campo do diálogo e partiram para o campo das ofensas pessoais, das agressões verbais, das agressões físicas, humilhações, ameaças de morte ou o próprio extermínio do outro.

A disputa não é mais entre as forças progressistas e conservadoras. Para além da polarização político-partidária, o que vemos acontecer é uma disputa entre civilização e barbárie. Uma nova barbárie, que se configura como a negação de todos os valores professados pela civilização: a verdade como aquilo que é verificável e demonstrável por meio da ciência e dos fatos, a racionalidade como um princípio básico e compartilhado pelas diversas instâncias da sociedade, o respeito aos direitos humanos e à liberdade individual.

Assistimos, atônitos, à apologia da violência, da irracionalidade e à construção de conspirações delirantes. Crescem tentativas de substituir a lei pela ordem, as instituições pela força e os direitos humanos pela negação à liberdade individual. Ressurge o obscurantismo para apagar as luzes da racionalidade e o autoritarismo para cercear os indivíduos de seus direitos adquiridos.

A discordância faz parte do regime democrático, mas deve haver também, um respeito mútuo entre as partes. Quando prevalece o desrespeito entre os adversários, inicia-se um processo de ódio contra a democracia e o desejo de que o adversário e a sua posição política sejam eliminados. É daí que surge o anseio pela ditadura.

Temos ouvido, com certa frequência, vozes saudosistas e até mesmo sem conhecimento, de um pseudo período de ordem e progresso social. É preciso resgatar as histórias adormecidas nos porões da ditadura nos anos de chumbo e nomear seus algozes para que esse período de nossa história seja verdadeiramente sepultado.

Não sem lutas, não sem dores e perdas chegamos a nossa jovem e ainda frágil democracia. Ela precisa de cuidados e proteção e que fiquemos atentos às ameaças e retrocessos que tem sofrido. Nós, mulheres, sabemos que nos retrocessos que a democracia recebe, nossos direitos são também, mortalmente atingidos.

Que não nos esqueçamos de que vivemos em uma cultura ainda muito machista e que, nos momentos como estes, os ataques às mulheres são acentuados, como vimos nos casos citados no início do texto. Uma mulher proferir tais palavras a outras “que sejam estupradas e mortas” e uma mulher ter seus cabelos cortados, ser arrastada pelas ruas e sofrer xingamentos e agressões, é um recado muito bem dado ao que pode vir pela frente, se não fizermos nada.

Precisamos, mais do que nunca, de união e organização de uma ampla frente de combate ao que se anuncia como uma barbárie do século XXI. Que os espaços de poder sejam por nós, mulheres, ocupados. Não vamos arrefecer diante dos ataques dirigidos à democracia e aos direitos humanos, vamos reagir e avançar em nossa luta.

Executiva Nacional M23
Secretaria Nacional de Mulheres do Cidadania23

Brasília, 11 de novembro de 2019”

Cidadania do Rio divulga nota de pesar pela morte de Granja

Presidente de honra do Cidadania morreu domingo (10), aos 106 anos (Foto: Divulgação)

O Diretório Municipal do Cidadania do Rio de Janeiro divulgou nota de pesar (veja abaixo) pela morte de Antônio Ribeiro Granja, o presidente de honra do partido, que morreu nesta segunda-feira (11) aos 106 anos.

NOTA DE PESAR

Antônio Ribeiro Granja
Presidente de Honra do Cidadania 23

Prezados companheiros,

É com grande pesar que comunicamos o falecimento, no dia de ontem, 10/11/2019, em Vitória/ES, de Antônio Ribeiro Granja, nosso Presidente de Honra, aos 106 anos de uma vida dedicada à causa do socialismo e da democracia, em prol de uma pátria democrática, justa e fraterna.

Em anexo, nota de pesar divulgada pelo Diretório Nacional, com um pequeno resumo da intensa atuação política do nosso Presidente de Honra.

Rio de Janeiro, 11 de novembro de 2019.

Roberto Percinoto
Presidente do Diretório Municipal do Rio de Janeiro

Diversidade 23 repudia agressão contra o jornalista Glenn Greenwald

O Diversidade 23, núcleo de diversidade do Cidadania, divulgou nota pública de repúdio (veja abaixo) pela agressão do jornalista do The Intercept, Glenn Greenwald, pelo também jornalista Augusto Nunes durante o programa “Pânico”, da rádio Jovem Pan, nesta quinta-feira (7).

“Repudiamos todo tipo de violência, seja psicológica ou física, e esperamos que a Jovem Pan tome as atitudes cabíveis nesse caso”, diz nota.

NOTA DE REPUDIO

A Secretaria de Diversidade do Cidadania 23 vem por meio desta repudiar os atos covardes do jornalista Augusto Nunes ao jornalista Glenn Greenwald nos estúdios da rádio Jovem Pan nesta quinta-feira (7).

O jornalista do jornal The Intercept Brasil estava em um quadro do programa “Pânico” quando perguntou a Augusto Nunes se ele ainda achava que um juiz de menores deveria investigar a forma como ele e o marido, o deputado federal David Miranda (PSOL-RJ), cuidavam de seus filhos, fazendo referência a uma declaração dada por Augusto no dia 2 de setembro.

De forma evasiva a pergunta, Augusto Nunes disse que quem deveria se preocupar era quem cometia crimes, e com isso Gleen retrucou o chamando de covarde. Em reação, Augusto Nunes avançou para cima de Gleen e lhe deu um tapa na cara.

Manifestamos nossa solidariedade e apoio a Glenn, David e seus filhos e repudiamos de forma extrema as agressões covardes de Augusto Nunes tanto física ao jornalista do Intercept quanto verbal para com a família do jornalista do The Intercept Brasil.

A forma como é conduzida a família de Glenn e David diz respeito somente a eles dois, e questionamentos como esse nunca foram proferidos por Augusto Nunes para com famílias “tradicionais”.

Atitudes como estas só mostram o quanto a criminalização da lgbtfobia é algo necessário e pedagógica. Augusto Nunes nunca foi um defensor da importância da presença paterna em famílias “tradicionais”, apenas usou isso para destilar homofobia.

O programa “Pânico” criou uma armadilha para Glenn, que ao chamar Augusto Nunes do que é, um covarde, viu este fazendo o principal ato dos que não tem argumentos e são covardes, a agressão.

Repudiamos todo tipo de violência, seja psicológica ou física, e esperamos que a Jovem Pan tome as atitudes cabíveis nesse caso.

Eliseu Neto – Coordenador do Diversidade 23
Michel Uchiha – Diversidade 23-RJ”

Cidadania lamenta a morte de Daniel Bonfim

O presidente do Cidadania, Roberto Freire, divulgou nota de pesar (veja abaixo) pela morte de Daniel Bonfim, ocorrida nesta segunda-feira (19), em São Paulo.

NOTA DE PESAR

“Com pesar informamos o falecimento do companheiro Daniel Bonfim (15/01/1933-19/08/2019), militante do “Partidão” (PCB – Partido Comunista Brasileiro), companheiro de lutas na resistência à ditadura militar.

Bonfim era comandante internacional aposentado da antiga Vasp e foi o secretário do antigo Comitê de Aeronautas preso durante o regime militar e impedido de trabalhar. Foi eleito para o Comitê Central do antigo PCB no VII Congresso. Depois de anistiado, em 1989, voltou a voar, pilotando DC-10 nas linhas de São Paulo-Nova York e São Paulo-Miami.

Por sua ativa ação entre os aeronautas foi uma liderança importante e um especial amigo.

À sua família nossos sentimentos neste momento de luto.

Roberto Freire
Presidente do Cidadania”

Movimentos sociais do Cidadania repudiam ataques contra Tayana Dantas

Os movimentos sociais do Cidadania – Mulheres, Diversidade, Juventude e Igualdade – divulgaram nota de repúdio (veja abaixo) contra os ataques de conteúdo misógino, homofóbico e machista nas redes sociais sofridos por Tayana Dantas, filiada ao partido e pré-candidata a prefeita de Vila Velha (ES).

NOTA DE REPÚDIO AOS ATAQUES CONTRA UMA DE NÓS

A Secretaria das Mulheres, a Diversidade, a Juventude e a Igualdade, movimentos sociais do Cidadania, vêm a público, indignados, repudiar os ataques sofridos pela filiada Tayana Dantas, que desde domingo, 30, logo após assinar sua filiação no Cidadania-ES e se lançar pré-candidata à prefeitura de Vila Velha, tem convivido com ataques nas mídias sociais e em portais de notícias com forte conteúdo misógino, homofóbico e machista.

Somos um partido que tem muitos anos de luta na defesa de uma política limpa e ética, do respeito a mulheres, com firmeza de propósitos contra qualquer tipo de discriminação e preconceito, prova disso é nossa recente grande vitória pela criminalização da homofobia no STF. E contra táticas típicas do modo mais rasteiro de fazer campanha.

Tayana Dantas nasceu na capital Vitória, é formada em Artes Cênicas, pós-graduada em Administração, mestranda em Segurança Pública, trabalhou em grandes empresas. É fundadora do Movimento Vila Nova, que conta com mais de 100 voluntários, que visa analisar o cenário de Vila Velha e trazer as propostas de mudança com os melhores especialistas; hoje é gestora de uma das melhores universidades do país, a Universidade Vila Velha.

Tayana Dantas tem toda nossa solidariedade!

Secretaria Nacional de Mulheres do Cidadania (M23)
Coordenação Nacional da Diversidade do Cidadania (D23)
Juventude Nacional do Cidadania (J23)
Coordenação Nacional do Igualdade do Cidadania (I23)

Consultoria do Senado destaca precariedade técnica e riscos de novos decretos de armas

A Consultoria Legislativa do Senado informou que os novos decretos de armas editados pelo Executivo repetem os dispositivos do Decreto 9.785/2019, sustado pelo Senado na semana passada. A nota técnica (veja aqui) foi solicitada pela líder do Cidadania na Casa, Eliziane Gama (MA).

De acordo com os consultores do Senado, os decretos editados pelo governo sobre o tema foram considerados inconstitucionais por estabelecerem regras contrárias ou além do que estabelece a lei que se procura regulamentar, que é o Estatuto do Desarmamento.

O estudo destaca a “insegurança jurídica e a confusão à compreensão que a edição de três decretos ao mesmo tempo, seguidos de um quarto decreto revogando um deles, provoca”.

“A consultoria do Senado aponta novas inconstitucionalidades nos decretos das armas. Mais uma ilegalidade do governo ao subverter o sentido do Estatuto do Desarmamento. Legislar é tarefa do Congresso. Ao parlamento cabe definir os limites do porte, posse e comércio de armas”, afirmou a senadora do Cidadania.