Pré-candidato à Prefeitura de Belo Horizonte, João Vitor visa gestão eficiente para capital mineira

João Vítor Xavier é deputado estadual e presidente do partido Cidadania no estado (Foto: Reprodução)

O deputado estadual de Minas Gerais e presidente estadual do Cidadania no estado, João Vitor Xavier, é pré-candidato à Prefeitura de Belo Horizonte pelo partido na eleição municipal de outubro. O parlamentar, que é jornalista e apresentador de programa esportivo, é conhecido politicamente pela sua austeridade em relação ao dinheiro público, com ações como renuncia do auxílio moradia, o fim do 14º e 15º salários para deputados, dentre outras ações.

Caso seja eleito, o pré-candidato visa uma gestão eficiente para a capital mineira.

Perfil

João Vítor Xavier foi eleito para o seu primeiro cargo público em 2008 como vereador em Belo Horizonte. Em 2018, foi reeleito para o seu terceiro mandato consecutivo de deputado estadual. Na Assembleia Legislativa, renunciou ao auxílio-moradia logo no primeiro dia de mandato, votou pelo fim do 14º e 15º salários para os parlamentares da Casa – a chamada “verba de paletó” -, votou pelo fim do pagamento de participação em reuniões extraordinárias – “horas extras” para os deputados – e pelo fim do voto secreto na Assembleia de Minas.

Na Casa legislativa, o parlamentar foi relator de importantes projetos de lei como o PMDI (Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado): planejamento de Minas Gerais para os próximos 20 anos, até 2030, uma das leis mais importantes da Assembleia; e da a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), que estabeleceu o planejamento do estado para o ano de 2013.

Na legislatura passada (biênio 2017/2018), foi presidente da Comissão de Minas e Energia, tendo atuação destacada na relatoria do Projeto de Lei 3.676, de 2016, que dispõe sobre o licenciamento ambiental e a fiscalização de barragens no estado. O parlamentar apresentou um substitutivo ao projeto propondo uma mudança de paradigma, ampliando a segurança nos empreendimentos, principalmente em relação às barragens de rejeito.

Em 2019, o deputado João Vítor Xavier, seguindo o trabalho iniciado no ano anterior, foi um dos autores e teve atuação fundamental e decisiva na aprovação do projeto de lei “Mar de Lama Nunca Mais”, que institui a Política Estadual de Segurança de Barragens e determina a erradicação das barragens construídas pelo método de alteamento a montante em Minas Gerais. O projeto foi aprovado e sancionado na forma da Lei 23.291, de 2019. Atualmente, é vice-presidente da Comissão de Minas e Energia da Assembleia mineira.

João Vítor Xavier nasceu em Belo Horizonte, tem 37 anos. Formado em Jornalismo pelo Uni-BH (Centro Universitário de Belo Horizonte), o parlamentar integra a equipe de esportes da Rádio Itatiaia desde 2000 e apresenta, diariamente, o programa Bastidores desde 2004. Tem larga experiência em coberturas internacionais, tendo participado de eventos como Copa Mundo, Jogos Olímpicos, Jogos Pan-Americanos e Mundial de Clubes.

Bolsonaro omitiu comitê de campanha de Belo Horizonte na prestação contas à Justiça Eleitoral

Gastos ou cessão de imóvel não foram informados; advogada diz que campanha desconhecia espaço (Foto: Edilson Dantas)

Comitê pró-Bolsonaro foi omitido em declaração à Justiça Eleitoral

Rubens Valente, Fernanda Canofre – Folha de S. Paulo

Dezenas de vídeos, fotos e postagens compartilhadas em redes sociais documentam a intensa atividade do que era chamado, em 2018, de Quartel-General da campanha eleitoral do presidente Jair Bolsonaro em Belo Horizonte.

Em um imóvel de 3.500 metros quadrados na principal artéria da Pampulha, a avenida Antonio Carlos, os responsáveis pelo QG distribuíam camisetas e adesivos de “Bolsonaro Presidente” para carros e motos. Na fachada do prédio, uma faixa com o slogan da campanha e o número do candidato do PSL, 17.

Ocasionalmente era estendida uma faixa com o nome de Bolsonaro e a promessa de que “juntos mudaremos o Brasil”. Motoristas eram instados a buzinar, e carreatas foram organizadas a partir ou passando por ali. No dia da apuração, foi instalado um telão para centenas de pessoas.

Seria um comitê normal de campanha não fosse por um detalhe: nenhum gasto ou cessão do imóvel foram declarados à Justiça Eleitoral nem pela campanha de Bolsonaro nem pela dos aliados, o que contraria a lei eleitoral, segundo três especialistas ouvidos pela Folha.

Um documento da Prefeitura de BH mostra que o imóvel pertence a uma empresa, a concessionária de veículos Brasvel. Um dos donos, Eduardo Brasil, confirmou à reportagem que o imóvel foi “cedido” a um grupo de bolsonaristas. Desde 2015 as doações de empresas para campanhas eleitorais são proibidas.

Atualmente o imóvel é oferecido pela imobiliária a um aluguel mensal de R$ 95 mil mais IPTU de R$ 3.000. O QG funcionou por 51 dias, de setembro a outubro do ano passado, o que representa um gasto não declarado de cerca de R$ 166 mil.

Desde que foi eleito, Bolsonaro se vangloria de a sua campanha ter desembolsado apenas R$ 2 milhões no país. Assim, só o valor não declarado do imóvel da capital mineira representa mais de 8% de todo o gasto oficial da campanha de Bolsonaro.

No mês passado, a Folha também revelou que ao menos R$ 420 mil (parte dele, dinheiro público do fundo eleitoral) foram usados para a confecção de 10,8 milhões de santinhos, adesivos, panfletos e outros materiais, isoladamente ou em conjunto com outros candidatos do PSL, sem que tivesse sido declarado pela campanha de Bolsonaro.

O imóvel de Belo Horizonte foi frequentado por vários políticos bolsonaristas na campanha de 2018.

Em um vídeo no meio da disputa, a atual deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) disse que iria participar, no local, de um “grande evento pró-Bolsonaro com várias religiões”. Ela mostrou o palco, que tinha nome e fotografia do candidato, e a fachada com o número do candidato e o slogan de Bolsonaro.

“Olha que coisa mais linda que o pessoal de BH fez aqui. Adesive seu veículo grátis aqui, ‘Drive Thru 17’”, afirma.

No mesmo vídeo, o empresário de mineração Abraão Veloso diz a Carla: “Aqui em Belo Horizonte já foram mais de 5.000 veículos adesivados”. Ele chamou o local de “um centro de convivência Bolsonaro”.

Abraão disse à Folha nesta quarta-feira (4) que o imóvel foi uma “campanha espontânea”. Confirmou que recebeu o prédio do dono da concessionária, “sem custo nenhum”, por meio de “um termo de comodato”.

Brasil também reconheceu que cedeu o lugar para que ali funcionasse um espaço de campanha pró-Bolsonaro, mas disse que o acordo foi fechado apenas verbalmente. “Me chegou a solicitação, eu sou empresário, não tenho nada a ver com política, mas por boa vontade, o imóvel estava vazio. Eu cedi porque também sou Bolsonaro, votei no Bolsonaro.”

Veloso afirmou que passou a seguir Bolsonaro nas redes sociais em 2017 e naquele ano chegou a estar com ele na Câmara, em Brasília —mostrou uma foto do encontro.

Disse que na ocasião afirmou ao político que iria trabalhar como voluntário em seu favor. “Até porque ele tinha uma pauta de mineração, o nióbio, o grafeno, que ele sempre falou e eu sou minerador, me vi representado por ele.”

Um dos candidatos que mais distribuiu adesivos no QG foi o deputado Júlio Hubner (PSL-MG). Ele afirmou que não teve responsabilidade sobre a criação do QG, mas que o prédio não foi declarado à Justiça Eleitoral porque “não foi um comitê, foi uma iniciativa popular” e que o imóvel “não tinha nada caracterizando como de Bolsonaro”.

Ao mesmo tempo, porém, disse que o local foi criado porque “várias pessoas se uniram, se juntaram, em prol da campanha de Bolsonaro”.

Especialistas ouvidos pela Folha, que falaram em tese, sem saber do nome do candidato e dos detalhes do caso, disseram que uma suposta “iniciativa popular” não pode substituir uma declaração formal à Justiça Eleitoral.

O ex-ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Henrique Neves afirmou que grupos como os “PACs”, comitês de ação política dos EUA, não são previstos em lei no Brasil.

“O que existe é a possibilidade de qualquer eleitor realizar gastos até R$ 1.060 em prol da candidatura de sua preferência, sem a necessidade de registro, desde que o valor não seja reembolsável. Assim, em tese os eleitores poderiam fazer esses gastos até este valor, sem necessidade de registro.”

O advogado Carlos Enrique Caputo Bastos disse que “haveria obviamente uma ilicitude porque houve um proveito político por parte ou do partido ou do candidato”.

“A legislação eleitoral entende que esse tipo de doação pode ser economicamente aferível. Então certamente o valor teria que ser vinculado à prestação de contas como uma doação estimável em dinheiro, ainda que tenha sido por mero apoiamento, um comitê não formal, ainda que tenha vindo por parte de populares.”

É a mesma lógica aplicada, por exemplo, para declarar caronas de avião.

Se não houvesse esse tipo de vedação a “iniciativas populares”, dizem os especialistas, boa parte das campanhas brasileiras seria terceirizada a grupos privados, a fim de burlar doações e gastos, o que ofenderia o princípio da isonomia entre as candidaturas.

Os especialistas também foram unânimes em dizer que o comando nacional da campanha não pode alegar desconhecimento, pois tem que agir de forma ativa para evitar casos do gênero.

Não houve consenso sobre a possibilidade de abertura de alguma ação judicial sobre o imóvel, pois contas aprovadas antes da posse dos candidatos, como foi o caso de Bolsonaro, em tese não podem ser reabertas.

CAMPANHA DE BOLSONARO DESCONHECIA COMITÊ, DIZ ADVOGADA

Questionado, o Palácio do Planalto respondeu que a demanda deveria ser “dirigida ao comitê do PSL”.

A advogada da campanha de Jair Bolsonaro, Karina Kufa, afirmou que “o presidente da República e a equipe que cuidou da prestação de contas de campanha, do escritório Kufa Advocacia, jamais tiveram informação desse suposto comitê”.

“A campanha presidencial somente utilizou um espaço físico em Brasília/DF, declarado na prestação de contas. Distribuição de material de campanha, com dobrada de outros candidatos, é de responsabilidade daquele que a confeccionou e pagou”, disse.

Ela disse que esse imóvel não foi declarado porque a campanha não soube da sua existência.

O empresário Abraão Veloso afirmou que não houve participação da equipe nacional da campanha de Jair Bolsonaro na formação do QG, mas confirmou que o local era do conhecimento do comando, sem citar nomes.

“Mandaram mensagem, achavam bacana, mas eu não sei quem é a pessoa especificamente. Mas dizendo que no Brasil inteiro estavam vendo, que ficou bacana a ideia. Mas não teve [isso de] eles falarem diretamente comigo aqui, não.”

O PSL, partido pelo qual Bolsonaro foi eleito, era comandado em Minas Gerais pelo deputado Marcelo Álvaro Antônio, atual ministro do Turismo, acusado de liderar um esquema revelado pela Folha de candidaturas de laranjas. O presidente da República saiu do PSL no mês passado para tentar fundar uma nova sigla, a Aliança pelo Brasil.

Veloso disse que advogados lhe disseram que o local poderia funcionar sem o nome e a fotografia do candidato na fachada e que pessoas do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) estiveram lá e o aprovaram.

Procurado pela Folha, o TRE respondeu que não havia localizado registro de nenhuma visita ao local.

O PSL estadual de Minas Gerais não respondeu até a publicação da reportagem.

ENTENDA O CASO DO QG DE BOLSONARO EM BELO HORIZONTE

Comitê não declarado

Principal imóvel usado para a campanha de Jair Bolsonaro em Belo Horizonte em 2018 não foi declarado à Justiça Eleitoral como doação ou como despesa por nenhuma campanha eleitoral.

‘QG 17 Bolsonaro’

O “quartel-general” da campanha dos apoiadores de Bolsonaro na capital mineira funcionou de 7 de setembro a 28 de outubro de 2018, ou seja, durante 51 dias.

O imóvel fica na av. Antonio Carlos, 4.303. A via é considerada a principal artéria do trânsito na região da Pampulha.

A quem pertence

Documento obtido pela Folha mostra que o imóvel é da concessionária de veículos Brasvel Ltda.

Doações de pessoas jurídicas para campanhas eleitorais são proibidas desde 2015.

Atividades eleitorais do “QG”

  • Distribuição e aplicação de adesivos para carros e motos
  • Buzinaços
  • Ponto de concentração de apoiadores para carreatas
  • Gravação de vídeos de candidatos aliados a Bolsonaro, como a hoje deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP). Nas filmagens, em geral postadas nas redes sociais, defendiam a candidatura do capitão reformado e convidavam a população a comparecer ao QG

Como é o imóvel

Hoje a imobiliária anuncia o imóvel com aluguel de R$ 95 mil e IPTU de R$ 3.000. São 3.500 m² de área construída e um terreno de 4.500 m².

Em tese, o uso do imóvel na campanha representaria um gasto de R$ 166 mil. Isso equivale a 8% do que Bolsonaro declarou ao TSE ter gasto na sua campanha.

Segundo especialistas, os gastos precisavam ter sido declarados à Justiça Eleitoral, ainda que o QG tenha sido montado por iniciativa popular.

Essa regra impede que campanhas sejam terceirizadas para burlar a fiscalização.

Quanto Bolsonaro gastou na campanha

Bolsonaro declarou ter gasto R$ 2,46 milhões e sempre afirmou não ter usado dinheiro público em sua campanha.

Em novembro, a Folha mostrou que diretórios do PSL (partido pelo qual Bolsonaro se elegeu) pelo país bancaram material para promover o capitão reformado sem que os gastos fossem vinculados à campanha presidencial. Parte da verba para financiar a produção de 10,8 milhões de santinhos, adesivos, panfletos e etc. veio do fundo eleitoral, dinheiro público que as legendas recebem para financiar as campanhas. Foram gastos ao menos R$ 420 mil.

A prestação de contas do presidente foi aprovada com ressalvas pelo TSE, em dezembro. Isso não impede que eventuais processos sejam abertos para analisar pontos que venham a surgir.

Cidadania de Belo Horizonte realiza Encontro Mulheres 23

O evento elegeu as coordenações do Cidadania Mulher de Belo Horizonte e de Minas Gerais (Foto: Reprodução)

O Cidadania de Belo Horizonte realizou no último sábado (9), na Assembleia Legislativa do estado, o Encontro Mulheres 23. O evento contou com diversas palestras e filiações de lideranças femininas da capital mineira.

O presidente estadual do Cidadania, o deputado estadual João Vítor Xavier, destacou que o evento foi um ato preparatório para garantir “um protagonismo das mulheres nas eleições do ano que vem”.

Participaram do encontro a presidente do Cidadania de BH, Luzia Ferreira; a vereadora Alessandra, de Brumadinho; a ex-prefeita Arlete, de Aricanduva; a vereadora Fernanda, de Santo Antônio do Monte; e a vereadora Luciene, de Vespasiano.

O evento contou ainda com representantes do Cidadania de Belo Horizonte, Betim, Contagem, Caeté, Montes Claros, Poços de Caldas, Mariana, Timóteo, Brumadinho, Coronel Fabriciano, Aricanduva, Divinópolis, Gouveia, Sabará, Vespasiano e Santo Antônio do Monte.

No final do evento foram eleitas as coordenações do Cidadania Mulher de Belo Horizonte e de Minas Gerais.

Em nota, Cidadania de BH critica aprovação do projeto Escola sem Partido em 1º turno

A Comissão Executiva do Cidadania de Belo Horizonte divulgou nota pública (veja abaixo) contra a aprovação do projeto Escola sem Partido pela Câmara Municipal da cidade em primeiro turno.

“O projeto, além de inconstitucional, fere a Lei de Diretrizes e Bases e o Plano Nacional da Educação”, diz o documento.

Nota pública sobre a Escola Sem Partido

Em relação ao Projeto de Lei, denominado Escola sem Partido, aprovado em primeiro turno pela Câmara Municipal de Belo Horizonte, a Comissão Executiva do Cidadania de Belo Horizonte vem manifestar contrariamente a proposição, em consonância com posicionamento consolidado do partido em âmbito nacional.

O projeto, além de inconstitucional, fere a Lei de Diretrizes e Bases e o Plano Nacional da Educação.

O Cidadania defende as liberdades individuais, a liberdade de cátedra e o pluralismo de ideias. 

O projeto pretende regular a conduta dos professores em sala de aula, ferindo legislação já existente, e na prática pretende implantar um pensamento único. Somos a favor de uma escola plural e diversa, em que não haja censura e nem mordaça aos professores.

Educação e dever do Estado, da família e da sociedade e e’ o caminho mais seguro para o futuro dos nossos jovens.

Precisamos de cidadãos bem formados para enfrentarem os desafios contemporâneos, com conhecimento, valores humanos e democráticos.

Belo Horizonte, 23 de outubro de 2019.

Comissão Executiva do Cidadania 23 de Belo Horizonte

Cidadania de Belo Horizonte elege nova Comissão Executiva

O Diretório Municipal do Cidadania de Belo Horizonte elegeu, nesta segunda-feira (2), em encontro realizado na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, a nova Comissão Executiva (veja abaixo) para o  biênio 2019 e 2020. A ex-deputada Luzia Ferreira vai presidir o partido na capital mineira. 

De acordo com os dirigentes partidários no estado, o Cidadania 23 vem se renovando juntamente com os movimento cívicos, como Acredito, Agora!, Livres e alunos do RenovaBR, em busca de apresentar candidatos a vereador comprometidos com o desenvolvimento social, sustentável e econômico da cidade. Além disso, lançará o deputado estadual, João Vitor Xavier, presidente do Cidadania de Minas Geriais, para disputar a prefeitura de Belo Horizonte no próximo ano.

Luzia Ferreira agradeceu a confiança e destacou que o partido aposta na renovação de pessoas e ideias.

“Agradeço a todos a confiança para presidir o Cidadania pelos próximos dois anos. Fizemos uma composição equilibrada entre antigos filiação e os que se se integraram recentemente. Apostamos na renovação sempre, de pessoas e de ideias. Temos enormes desafios pela frente. A nossa unidade é fundamental para atingirmos nossos objetivos: Eleger uma bancada de vereadores e o prefeito João Vitor. Juntos somos e podemos mais”, disse.

Veja a seguir composição da nova Comissão Executiva do Cidadania de BH.

Presidente: Luzia Maria Ferreira

1° Vice-presidente: Lucas Garcia Rabello

2° Vice-presidente: Pedro Nogueira Barbosa

Secretaria-Geral: Cláudia Márcia de Lima

Secretário de Organização: Pedro Auarek

1° Tesoureiro: José Marcos Soares de Souza

2° Tesoureiro: Leonardo da Silva

Vogais:

Arlet Antônia Pessoa de Lima

Célio de Assunção Fróis

João Batista da Silva

Gilka Maria Morais de Oliveira

Maurício Marques

Reginaldo Dória

Suplentes:

1- Ângela Luci

2- Jorge Bruno Teixeira

3- Cláudio Vilela

4- Adriano Salustiano

5- Sebastião Carlos Sevidanes

6- Gláucia da Silva

Cidadania-BH elege novo Diretório Municipal e recebe filiações

O Cidadania de Belo Horizonte realizou no último sábado (24), na Câmara Municipal da capital mineira, o XI Congresso do partido para eleger os membros do Diretório Municipal e recebeu a filiação  de diversos representantes dos movimentos cívicos de renovação política.

O evento contou a participação de 500 pessoas entre filiados, dirigentes e pré-candidatos. Os delegados do encontro elegeram a nova direção do partido para os próximos dois anos. A Comissão Executiva será escolhida em até 10 dias.

Em Belo Horizonte, o partido está trabalhando para apresentar uma chapa de candidatos a vereador representativa de todos os setores da sociedade e candidatura própria à Prefeitura nas eleições de 2020. O pré-candidato do partido é o deputado estadual João Vitor Xavier, presidente do Cidadania de Minas Gerais. 

João Vitor aproveitou a presença dos militantes para reforçar a importância de uma chapa forte no Legislativo.

“É importante termos uma bancada boa a partir de 2021 na Câmara Municipal”, afirmou o deputado.

Filiações

Durante o XI Congresso, o partido recebeu as filiações de diversos representantes dos movimentos cívicos de renovação política, como o Acredito, Agora!, Livres, Raps e alunos do RenovaBR, além de representantes e lideranças de todas as regionais Belo Horizonte.

Veja abaixo as resoluções aprovadas no Congresso.

A) O novo Diretório Municipal deverá, no prazo máximo de 120 dias, apresentar uma carta de diretrizes para cidade.

Durante esse prazo (120 dias) serão realizados encontros, seminários e debates temáticos, com a participação de todos filiados interessados, convidados, movimentos cívicos e profissionais especialistas nos diversos temas de políticas para Belo Horizonte.

B) Conforme aprovado no último Congresso (X Congresso, realizado em 2017) o mandato do Diretório Municipal eleito no XI Congresso do Partido de Belo Horizonte (agosto de 2019) será de dois anos.

C) Autorizar a atual Comissão Executiva Municipal a:
I – Convocar a reunião do Diretório Municipal eleito em até 10 dias
II – Responder administrativa e politicamente pelo partido até a eleição da nova Executiva.

D) O novo Diretório Municipal deverá, em até 30 dias, nomear uma Comissão Organizadora para cada Regional e núcleo temático estabelecendo o prazo de seis meses para a organização dos respectivos Diretórios.

E) 1. Os dirigentes da Comissão da Executiva titulares e suplentes, contribuirão com uma taxa fixa mensal, a ser paga até o décimo dia útil , no valor mínimo de R$ 100,00.

2. Os membros do Diretório Municipal titulares e suplentes, contribuirão com uma taxa fixa mensal, a ser paga até o décimo dia útil, no valor mínimo de R$ 30,00.

3. Os pagamentos deverão ser efetuados através de boleto bancário, cartão de crédito ou transferência bancária, via Tesouraria do partido.

4. Os membros que apresentarem caso de comprovada hipossuficiência, terão isenção de taxa.

5. Os membros inadimplentes, por mais de sessenta dias, estarão suspensos ao uso do voto, até regularização da situação.

6. A Tesouraria deverá realizar campanhas de doações voluntárias recorrentes para os demais filiados ao partido na cidade.

Estas resoluções entraram em vigor a partir de 24 de agosto de 2019“.

Cidadania de Belo Horizonte realiza Congresso Municipal dia 24

O Cidadania de Belo Horizonte realizará, no próximo dia 24 de agosto, Congresso Municipal (veja abaixo) para renovar o comando do partido na capital mineira. Segundo o secretário-geral da legenda no município, Maurício Marques, o objetivo do encontro é construir uma nova força democrática e progressista, com a apresentação uma candidatura a prefeito e uma chapa de vereadores para disputar as eleições do próximo ano.

Maurício Marques chamou atenção para os problemas enfrentados pela cidade e criticou o atual prefeito, Alexandre Kalil (PHS), por se omitir em relação as necessidades da população e compactuar com “o que há de pior” na política. O secretário-geral do Cidadania de BH também conclama todos os filiados a participarem do encontro.

Cidadãos e Cidadãs 23 de BH

No próximo dia 24 de agosto vamos realizar nosso Congresso Municipal, quando cumpriremos nosso compromisso de renovar nossa direção após dois anos de mandato. O momento não poderia ser mais oportuno. Novos companheiros estão chegando ao partido, vindo de outras frentes e outras vivências. Teremos a oportunidade de constituir uma nova força democrática e progressista na cidade, com missão maior de apresentar uma candidatura a prefeito e uma chapa de vereadores completa, representativa de todos os setores de nossa cidade.

Se no plano nacional vivemos tempos obscurantistas, de um governo que mantém várias das práticas que prometia abolir do governo anterior e no estadual temos um governo que se mostra perdido, sem apresentar rumos claros para as diversas políticas públicas do estado, formando uma “colcha de retalhos” na formação da base governista e que prega o discurso de diminuição do estado, mas preserva privilégios do alto escalão comissionado e em nossa Belo Horizonte, nos encontramos num momento de anestesia da oposição ao atual governo.

Não conseguimos nos últimos dois anos mostrar a cidade o quanto a gestão do atual prefeito é omissa com as necessidades da população e conivente com o que há de pior na nossa política.

Inúmeras promessas não cumpridas ou deturpadas pelo discurso populista e dúbio do eleito,  retrocessos na gestão pública municipal, que foi desestruturada, com claro objetivo de centralizar as decisões nas mãos de poucos, retrocessos na educação, omissão clara aos graves problemas que enfrentamos na saúde do município, desvalorização do servidor público municipal em geral, atraso de obras quase conclusas, apenas para garantir benefícios eleitorais em 2020, enfim, todo o trabalho de estruturação de uma cidade progressista e inclusiva que ajudamos a construir desde o governo Célio de Castro, em 1996, foi desmontado apenas pelo capricho populista, de construir um projeto a partir do que já tínhamos conquistado em nossa cidade.

Por isso é importante que você, militante do CIDADANIA 23 de Belo Horizonte esteja conosco em nosso Congresso Municipal, o décimo primeiro nestes quase cem anos de fundação de nosso partido e o primeiro desde o marco de lançamento do CIDADANIA.

Precisamos de sua colaboração para reunirmos o que há de melhor, entre os que já estavam e os que chegam, formando uma nova direção, que aponte novos horizontes para nossa cidade.

Temos a oportunidade de ter uma candidatura competitiva, encabeçada pelo nosso novo presidente Estadual, Dep. João Vítor Xavier, um jovem político se comparado aos medalhões que a população ambiciona renovar, mas, experiente e testado nos seus mandatos como vereador em nossa Câmara e Deputado Estadual reeleito. Com a missão de apresentar o nome dele a cidade, nossa nova direção terá a missão de construir uma proposta factível e progressista, bem como apresentar uma chapa de candidatos a vereador que correspondam a essa proposta.

Estou ansioso pelo nosso encontro. Dia 24 de agosto, às 9 horas na Câmara Municipal de Belo Horizonte.  Vamos juntos analisar o cenário de nossa cidade, discutir as eleições do próximo ano e eleger nosso Diretório Municipal.

Conto com a presença de todos vocês.

Maurício Marques

Secretário-Geral do Cidadania 23 BH”