Rafael Diniz inaugura oitava Estação de Tratamento de Esgoto de Campos (RJ)

Unidade Lagoa do Vigário é a terceira de Guarus e vai coletar e tratar 90 litros por segundo, atendendo a 100 mil pessoas (Fotos: Reprodução/PMCG)

O prefeito Rafael Diniz (Cidadania) de Campos dos Goytacazes particiou, nesta quinta-feira (13), da inauguração da oitava Estação de Tratamento de Esgoto de Campos, a ETE-Lagoa do Vigário, construída pela concessionária Águas do Paraíba. Além do prefeito e diretores da empresa, participaram ainda secretários municipais, vereadores, representantes de órgãos de gestão do rio Paraíba do Sul e outras autoridades, civis e militares.

Campos tem situação diferente, com água de qualidade, esgoto tratado e qualidade de vida, diz prefeito

“Esta é uma parceria de sucesso que começou há 20 anos com o prefeito Sérgio Mendes, que teve a coragem de dar esse importante passo. Hoje vemos o resultado traduzido nas oito estações de tratamento de esgoto e também no tratamento de água em todo o município. Enquanto o Grande Rio vive uma crise sobre a qualidade da água e problemas com esgoto, Campos tem uma situação diferente, com água de qualidade, esgoto tratado e qualidade de vida para a população”, destacou Rafael Diniz.

Com capacidade para tratar 90 litros de esgoto por segundo e atender uma população de 100 mil pessoas, a ETE-Lagoa do Vigário foi erguida ao lado da ETE-Guarus, no Parque Vicente Dias, em uma área de 5 mil m². Junto, foram construídos mais de 100 quilômetros de redes coletoras, cobrindo mais de 40 bairros. A terceira ETE da margem esquerda do Paraíba do Sul fica no bairro da Codin.

“Com as oito estações e mil quilômetros de redes coletoras, já tratamos 90% do esgoto urbano do município. Campos já é a terceira cidade do estado nesse quesito, atrás apenas de Niterói e Petrópolis, e vamos continuar investindo. Na oferta de água, já são 46 estações de tratamento, atendendo a 98% da população, levando qualidade de vida e melhor preservação do meio ambiente em todo o município”, afirmou o superintendente da Águas do Paraíba, Juscélio Azevedo. (Assessoria Prefeitura de Campos dos Goytacazes)

Em seminário sobre câncer de cabeça e pescoço, Carmen Zanotto alerta para falta de tratamento

Com o tema “O câncer está na cara, mas às vezes você não vê!”, foi realizado, nesta quinta-feira (11), na Câmara dos Deputados, seminário que debateu os problemas enfrentados pelos pacientes diagnosticados com câncer de cabeça e pescoço na busca por atendimento no SUS (Sistema Único de Saúde).

Câncer de cabeça e pescoço é o nome comum dos tumores que nascem na região das vias aerodigestivas, como amígdalas, boca, bochechas, faringe , gengivas, laringe e línguas.

O evento deu início à Campanha Julho Verde, de  prevenção contra a doença. O Dia Mundial de Conscientização e Combate ao Câncer de Cabeça e Pescoço é celebrado no próximo dia 27 de julho.

As reclamações dos participantes foram desde a falta de diagnóstico precoce ao não-fornecimento gratuito de próteses pelo Sistema.

Para a deputada federal Carmen Zanotto (Cidadania-SC), autora do requerimento para a realização do seminário, os debates mostraram que o tema, um ano depois da realização de debate na Comissão de Seguridade Social, continua a merecer atenção especial da Casa.

“Infelizmente, este seminário mostrou que precisamos avançar para melhorar o diagnóstico precoce e garantir o tratamento na rede pública de saúde. A luta da sociedade civil é gigantesca. O papel desta Casa é fortalecer o diálogo com o Ministério da Saúde. Não podemos continuar a perder precocemente vidas porque não foi lhes foi o tratamento”, afirmou a presidente da Frente Parlamentar Mista da Saúde.

De acordo com o Inca (Instituto Nacional do Câncer), o câncer de cabeça e pescoço é o quarto tipo de câncer com maior incidência entre as mulheres neste ano de 2019. Estima-se que sejam diagnosticados 640 mil novos casos de câncer no país.

O seminário contou com a participação de especialistas,representantes do Ministério da Saúde e da sociedade civil e alunos de fonoaudiologia.

Câncer de cabeça e pescoço: É preciso melhorar o diagnóstico e garantir o tratamento, diz Carmen Zanotto