Igualdade de Minas Gerais luta pela defesa de vítima de racismo e homofobia

O Igualdade 23 de Minas Gerais lamenta o ocorrido com Graziele Campos, vítima de racismo e homofobia em suas redes sociais. O coordenador do núcleo no estado, Kennedy Vasconcelos, ao tomar conhecimento do caso, procurou ajudá-la para garantir proteção e justiça.

“Diante do que ela passou, com críticas referente à sua cor, e na tentativa de desqualificá-la como ser humano, como mulher, fizemos uma grande mobilização, envolvendo as mídias locais e do estado, e buscamos apoio jurídico e acompanhamento na delegacia”, conta Kennedy.

Segundo o coordenador, a ação também uniu movimentos de igualdade, mulheres e direitos humanos.

“Estamos cobrando a delegacia especializada em crimes cibernéticos e a delegacia da mulher para dar celeridade à apuração do caso e condenar o agressor. Ninguém cala uma voz preta.”

Movimento Negro Partidário apoia ação do Educafro contra Avel e XP por discriminação

Em nota divulgada nesta quarta-feira (25), o Movimento Negro Partidário (MNP), que congrega setoriais de igualdade de diversos partidos, entre eles o Cidadania, manifestou apoio à decisão da Educafro de acionar judicialmente as corretoras Avel e XP Investimentos por “flagrante atitude discriminatória” na contratação de colaboradores e funcionários.

As instituições se viram em meio a uma série de críticas após uma foto da equipe composta inteiramente de homens brancos viralizar nas redes sociais. Para o MNP, com a ação, o Judiciário poderá finalmente se posicionar sobre a não observância da diversidade nas contratações públicas e privadas.

O coletivo também reitera apoio ao Projeto de Lei  5875/2019, de autoria da deputada Carmen Zanotto (Cidadania-SC), que estabelece mecanismos de combate ao racismo estrutural.

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