Serviços têm alta de 0,6% em dezembro, diz IBGE

Os serviços de informação e comunicação foram a única atividade com queda no volume, de 0,9% (Foto: Marcos Santos/USP Imagens)

O volume de serviços teve alta de 0,6% na passagem de dezembro do ano passado para janeiro deste ano. O setor havia tido queda de 0,5% na passagem de novembro para dezembro. Os dados, da PMS (Pesquisa Mensal de Serviços), foram divulgados nesta quarta-feira (25) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

De acordo com a pesquisa, foram registradas altas de 1,8% na comparação com janeiro de 2019 e de 1% no acumulado de 12 meses.

Quatro das cinco atividades investigadas pela PMS tiveram alta de dezembro para janeiro, com destaque para o setor de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, que avançou 2,8%, recuperando a perda (-2,8%) acumulada nos dois últimos meses de 2019.

Também tiveram alta os outros serviços (1,2%), os serviços prestados às famílias (0,7%) e os serviços profissionais, administrativos e complementares (0,1%).

Por outro lado, os serviços de informação e comunicação foram a única atividade com queda no volume (-0,9%).

A receita nominal dos serviços tiveram queda de 0,3% na passagem de dezembro para janeiro, mas registraram altas de 4,3% na comparação com janeiro de 2019 e de 4,4% no acumulado de 12 meses. (Com informações do IBGE e Agência Brasil)

IBGE: Vendas do comércio recuam 1% em janeiro

Além do dado fraco do primeiro mês de 2020, o IBGE revisou o desempenho dos meses anteriores (Foto: Reprodução)

Antes dos impactos do coronavírus sobre a economia, o volume de vendas no varejo brasileiro recuou 1% em janeiro, perante um mês antes, conforme dados com ajuste sazonal da PMC (Pesquisa Mensal do Comércio), divulgada nesta terça-feira (24) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Além do dado fraco de janeiro, o IBGE revisou o desempenho dos meses anteriores. As vendas de dezembro de 2019 passaram a recuar 0,5% frente a novembro (revisado de queda de 0,1%). O resultado de novembro, por sua vez, passou de avanço de 0,7% para elevação de 0,3%.

De acordo com o IBGE, as vendas do varejo ficaram 1,3% acima do mesmo mês de 2019. No acumulado de 12 meses até janeiro, o setor registra alta de 1,8%.

O volume de vendas no varejo, em janeiro de 2020, voltou a mostrar perda de ritmo, expresso não só pelo recuo de 1% frente a dezembro, mas também pela disseminação de taxas negativas entre as atividades investigadas. Com isso, o comércio varejista, em janeiro de 2020, permanece 5,4% abaixo do nível recorde alcançado em outubro de 2014.

No confronto com janeiro de 2019, na série sem ajuste sazonal, o comércio varejista cresceu 1,3% e no varejista ampliado a taxa foi de 3,5%. No entanto, no acumulado em 12 meses, o volume de vendas fica estável tanto para o varejo quanto para o varejo ampliado.

Já a receita nominal do setor — que não desconta a inflação — aumentou 0,8% ante dezembro de 2019. Ante janeiro do calendário passado, houve expansão de 6,6%. (Com informações do IBGE e Valor Econômico)

Pibinho: Economia brasileira cresce 1,1% em 2019

Segundo o IBGE, o avanço do PIB vem do consumo das famílias, que cresceu 1,8% no ano passado (Foto: Reprodução/Agência Brasil)

O PIB (Produto Interno Bruto), divulgado nesta quarta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), fechou 2019 com crescimento de 1,1%, totalizando R$ 7.256,9 bilhões, no primeiro ano do governo Bolsonaro. O resultado frustra as expectativas de retomada da economia. De acordo com analistas, o movimento tende a se repetir este ano, com os efeitos do surto do novo coronavírus como vilão da frustração.

Mas o crescimento da economia brasileira no ano passado é terceiro resultado positivo, após as altas de 1,3% de 2017 e de 2018, que interromperam as quedas de 2015 e 2016. O PIB per capita variou 0,3%, em termos reais, alcançando R$ 34.533 em 2019.

“São três anos de resultados positivos, mas o PIB ainda não anulou a queda de 2015 e 2016 e está no mesmo patamar do terceiro trimestre de 2013”, analisa Rebeca Palis, coordenadora das Contas Nacionais do IBGE.

“A maior contribuição para o avanço do PIB vem do consumo das famílias, que cresceu 1,8%. Pelo lado da oferta, o destaque foi o setor de serviços, que representa dois terços da economia”, completou.

Ela esclarece que a inclusão dos dados do setor externo, que foram enviados com atraso no terceiro trimestre, não teve impacto no resultado do PIB em 2019.

“Afetou apenas as exportações, pois o setor externo continuou contribuindo negativamente. Enquanto a demanda interna contribuiu com 1,7% do resultado, o setor externo apresentou queda de 0,5%”, explica Rebeca.

Serviços

O setor de serviços cresceu 1,3%, puxado por atividades de informação e comunicação (4,1%), atividades imobiliárias (2,3%), comércio (1,8%), outras atividades de serviços (1,3%), atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (1,0%) e transporte, armazenagem e correio (0,2%). A atividade de administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,0%) se manteve estagnada no ano.

Indústria

Na indústria, a atividade de eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos cresceu 1,9% em relação a 2018, puxada pelo crescimento de 1,6% na construção. Já o destaque negativo ocorreu em indústrias extrativas, com queda de 1,1% no ano. Indústrias de transformação ficaram estáveis em, 0,1%.

“A indústria teve um comportamento diferente em relação a 2018, puxada pelo crescimento na construção, após cinco anos de desempenho negativo. Já a indústria de transformação, que havia crescido mais em 2018, ficou estagnada em 2019”, ressalta Rebeca Palis.

Agropecuária

Na agropecuária, que tem um peso de apenas 5% no cálculo do PIB, os destaques foram lavouras como o milho, que registrou crescimento de 23,6% e expressivo ganho de produtividade; algodão (39,8%), laranja (5,6%) e feijão (2,2%). Em contrapartida, houve variação negativa em culturas como café (-16,6%), arroz (-12,6%), soja (-3,7%) e cana (-1,0%). O desempenho da pecuária em 2019 foi influenciado positivamente pelo estreitamento da relação comercial com a China, por conta da peste suína no país asiático.Investimento sobe e poupança cai em 2019

Investimento

A taxa de investimento em 2019 foi de 15,4% do PIB, ligeiramente acima do observado no ano anterior (15,2%). A taxa de poupança foi de 12,2% em 2019 (ante 12,4% em 2018). Entre os componentes da demanda interna, houve avanço no consumo das famílias (1,8%), e na formação bruta de capital fixo, em 2,2%. O consumo do governo recuou 0,4%.

Comparação trimestral

No quarto trimestre de 2019, o PIB avançou 0,5% na comparação com o terceiro trimestre do ano, registrando o nono resultado positivo consecutivo nesta comparação. Os serviços e a indústria tiveram variação positiva de 0,6% e 0,2%, respectivamente, enquanto a agropecuária recuou 0,4%. Quando comparado ao quarto trimestre de 2018, o PIB avançou 1,7%, no décimo segundo resultado positivo consecutivo, após onze trimestres de queda nesta base de comparação. (Com informações da Agência de Notícias IBGE)

Cidadania quer derrubar veto de Bolsonaro que bloqueou verbas para pesquisa

“Toda vez que se interrompem os repasses de verbas para pesquisa e inovação, se corre o risco de perder tudo aquilo que foi investido”, diz o líder do partido na Câmara, Arnaldo Jardim (Foto: Reprodução)

O líder do Cidadania na Câmara, deputado federal Arnaldo Jardim (SP), disse que a bancada do partido na Casa quer derrubar o veto à emenda de sua autoria que proibiu que o governo bloqueasse verbas para pesquisa, reunidas no Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico e que são destinadas à Embrapa, Fiocruz, Ipea e IBGE.

Na justificativa do veto, o Palácio do Planalto alegou que não seria possível elevar o nível das despesas obrigatórias e reduzir os gastos discricionários, em que o governo gasta como quer.

“Vamos agir para derrubar o veto do presidente da República”, diz o deputado (Foto: Robson Gonçalves)

“Toda vez que se interrompem os repasses de verbas para pesquisa e inovação, se corre o risco de perder tudo aquilo que foi investido. Agora vamos agir para derrubar o veto do presidente da República e garantir que as verbas para esses setores não sejam suspensas”, afirmou o parlamentar.

O Congresso Nacional – deputados e senadores – se reúne nesta terça-feira em sessão para analisar este e os demais vetos presidenciais.

A emenda de Jardim garantia a continuidade dos investimentos em pesquisa e inovação para setores como a agropecuária, que é a atividade que apresenta mais alta taxa de retorno para o País. Cada real investido significa uma restituição de R$ 12 e R$ 16, segundo o líder do partido na Câmara.

Taxa de desemprego fica em 11,2% em janeiro e atinge 11,9 milhões

De acordo com a pesquisa do IBGE, 40,7% da população ocupada está na informalidade, o que corresponde a 38,3 milhões de trabalhadores (Foto: Reprodução)

A taxa de desemprego no trimestre móvel encerrado em janeiro ficou em 11,2%, com 11,9 milhões de pessoas desocupadas no País. A taxa é 0,4% menor do que a registrada no trimestre anterior, encerrado em outubro, quando 11,6% da população economicamente ativa estava sem trabalho.

Os dados são da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua) e foram divulgados nesta sexta-feira (28) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). De acordo com o IBGE, 11,9 milhões de pessoas estão desocupadas.

Na comparação com o mesmo período de 2019, a redução da taxa de desemprefo foi de 0,8%. No mesmo período do ano passado, a desocupação estava em 12%. Estes sãos os primeiros números sobre o desemprego em 2020.

População ocupada

A população ocupada no País é de 94,2 milhões de pessoas, sendo que 40,7% delas estão na informalidade, o que corresponde a 38,3 milhões de trabalhadores, taxa 0,5% abaixo da do trimestre encerrado em outubro.

Estão subutilizadas 26,4 milhões de pessoas, número 2,7% menor do que o registrado no período anterior. Esse índice indica o número de pessoas que poderiam trabalhar mais horas do que estão trabalhando.

Já o número de desalentados, ou seja, pessoas que desistiram de procurar trabalho, ficou em 4,7 milhões, o que equivale a 4,2% da força de trabalho. O índice ficou estável na comparação trimestral e na anual.

Salário

O salário médio do trabalhador brasileiro abriu 2020 com aumento médio acima da inflação. O rendimento habitualmente recebido em todos os trabalhos foi de R$ 2.361 no trimestre encerrado em janeiro deste ano, 0,5% acima do período de agosto a outubro de 2019 (R$ 2.350).

Quando comparado ao mesmo período de 2019, a renda ficou estável, conforme dados da pesquisa do IBGE. (Com informações da Agência Brasil)

Cerca de 25% dos desempregados brasileiros procuram trabalho há mais de 2 anos

De acordo com a pesquisa, 39,2% dos brasileiros desempregados estão procurando de trabalho há um ano ou mais e 84% há um mês ou mais (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

Cerca de 25% dos desempregados no Brasil estão à procura de emprego há dois anos ou mais. Esse contingente chega a 2,9 milhões de pessoas segundo dados da Pnad-C (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio – Contínua), referentes ao último trimestre de 2019 e divulgados nesta sexta-feira (14) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

De acordo com a pesquisa, 39,2% dos brasileiros desempregados estão procurando de trabalho há um ano ou mais e 84% há um mês ou mais.

A Pnad-C também mostrou dados sobre o mercado de trabalho no último trimestre do ano para homens e mulheres. A taxa de desemprego entre os homens (9,2%) é menor do que a observada entre as mulheres (13,1%).

A disparidade pode ser observada também entre brancos, que tiveram uma taxa de desemprego de 8,7%, e pretos (13,5%) e pardos (12,6%).

A taxa de contribuição previdenciária média de trabalhadores com mais de 14 anos em 2019 ficou em 62,9% no país. Santa Catarina foi o estado com maior percentual (81,2%), enquanto o Pará teve a menor taxa (38,2%). (Agência Brasil)

Setor de serviços recua 0,4% em dezembro, diz IBGE

No acumulado do ano, o volume de serviços expandiu 1,0%, interrompendo sequência de 4 anos sem crescimento (Foto: Reprodução)

Em dezembro de 2019, o volume do setor de serviços variou -0,4% frente ao mês anterior, segundo decréscimo seguido neste tipo de indicador, com uma perda de 0,5% verificada entre novembro e dezembro, o que reduz parte do ganho acumulado entre setembro e outubro (2,2%).

Na série sem ajuste sazonal, no confronto com igual mês do ano anterior, o volume de serviços avançou 1,6% em dezembro de 2019, alcançando, portanto, a quarta taxa positiva consecutiva. No acumulado do ano, o volume de serviços expandiu 1,0%, interrompendo sequência de 4 anos sem crescimento: 2015 (-3,6%), 2016 (-5,0%), 2017 (-2,8%) e 2018 (0,0%).

Na passagem de novembro para dezembro de 2019, o decréscimo de 0,4% no volume de serviços foi acompanhado por três das cinco atividades de divulgação investigadas. O destaque negativo foi o setor de Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-1,5%), pressionado principalmente pelo segmento de Transporte terrestre (-3,7%).

Os demais recuos vieram dos setores de Serviços profissionais, administrativos e complementares (-1,3%), que devolveu parte do ganho de 3,1% acumulado entre agosto e novembro, e de Serviços prestados às famílias (-1,3%), que emplacou perda de 3,4% nos dois últimos meses do ano.

Em sentido oposto, os Outros serviços (3,4%) assinalaram o resultado positivo mais expressivo, alcançando um crescimento acumulado de 5,6% nos últimos 2 meses; ao passo que os Serviços de informação e comunicação (0,4%), recuperaram quase toda a queda observada no mês anterior (-0,6%).

O índice de média móvel trimestral para o total do volume de serviços, ainda na série com ajuste sazonal, apontou estabilidade (0,0%) no trimestre encerrado em dezembro de 2019 frente ao nível do mês anterior, após 3 meses de avanços de igual magnitude (0,7%).

Entre os setores, o ramo de Outros serviços (1,8%) assinalou o resultado positivo mais intenso no trimestre móvel, duplicando o avanço que havia sido verificado em novembro (0,9%), seguido por Serviços de informação e comunicação (0,4%), que mostrou comportamento positivo desde maio de 2019.

Em contrapartida, três atividades recuaram, interrompendo sequências de taxas positivas: os serviços prestados às famílias (-0,6%), os profissionais, administrativos e complementares (-0,4%) e os transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-0,3%).

Na comparação com dezembro de 2018, o avanço de 1,6% no volume de serviços foi acompanhado por três das cinco atividades de divulgação e em 44% dos 166 tipos de serviços investigados. Entre as atividades, o ramo de Serviços de informação e comunicação (3,2%) exerceu a contribuição positiva mais relevante, impulsionado, em grande medida, pelo aumento na receita das empresas de Portais, provedores de conteúdo e ferramentas de busca na Internet; de Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis; de Suporte técnico, manutenção e outros serviços em TI; e de Edição integrada à impressão de livros. Os demais avanços vieram de Outros serviços (11,3%) e de Serviços profissionais, administrativos e complementares (2,3%).

Por outro lado, os setores de Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-1,4%) e de Serviços prestados às famílias (-3,2%) assinalaram os resultados negativos, pressionados, principalmente, pela menor receita das Empresas de transporte rodoviário e ferroviário (de cargas); de Transporte dutoviário; de Rodoviário coletivo de passageiros; de Gestão de portos e terminais; de Operação de aeroportos e de Restaurantes e hotéis.

No acumulado de janeiro a dezembro de 2019, o avanço de 1,0% foi composto por taxas positivas em quatro das cinco atividades de divulgação e em 55,4% dos 166 tipos de serviços investigados. Entre os setores, os Serviços de informação e comunicação (3,3%) exerceram o principal impacto positivo sobre o índice global, impulsionado, em grande parte, pelo aumento da receita das empresas que atuam nos segmentos de Portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na Internet, de Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis, de Consultoria em tecnologia da informação e Suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia da informação.

Os demais avanços vieram de Outros serviços (5,8%), de Serviços prestados às famílias (2,6%) e de Serviços profissionais, administrativos e complementares (0,7%), explicados, principalmente, pelas maiores receitas auferidas por empresas dos ramos de Corretoras de títulos, valores mobiliários e mercadorias; de Administração de bolsas e mercados de balcão organizados; e de Corretores e agentes de seguros, de previdência complementar e de saúde.

Em contrapartida, a única influência negativa no acumulado do ano ficou com o segmento de Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-2,5%), pressionado, sobretudo, pelo recuo no volume de receitas de Transporte rodoviário e ferroviário de cargas, de Operação de aeroportos e de Transporte rodoviário coletivo e aéreo (de passageiros).

SP e RJ crescem

Na passagem de novembro para dezembro de 2019, dezesseis das 27 unidades da federação assinalaram retração no volume de serviços, lideradas por Minas Gerais (-2,1%), Distrito Federal (-2,7%), Mato Grosso (-5,6%), Paraná (-1,3%) e Bahia (-2,3%). E no campo positivo, destaque para São Paulo (0,4%) e Rio de Janeiro (0,7%), que acumularam, entre setembro e dezembro de 2019, um ganho de 2,9% e de 4,5%, respectivamente.

Em relação a dezembro de 2018, apenas 12 das 27 unidades da federação tiveram avanço. As principais contribuições positivas ficaram com São Paulo (3,8%) e Rio de Janeiro (6,5%), que apontaram crescimento na maior parte dos setores investigados. Por outro lado, as influências negativas mais importantes para a formação do índice vieram do Mato Grosso (-14,9%), Distrito Federal (-5,9%), Paraná (-3,7%), Minas Gerais (-2,2%) e Bahia (-5,2%).

No acumulado de janeiro a dezembro de 2019, apenas 13 das 27 unidades da federação também mostraram expansão na receita real de serviços. O principal impacto positivo em termos regionais ocorreu em São Paulo (3,3%), seguido por Amazonas (3,9%), Santa Catarina (1,2%) e Mato Grosso do Sul (3,2%). Por outro lado, Paraná (-2,3%) e Mato Grosso (-7,1%) registraram as influências negativas mais relevantes sobre o índice nacional.

Atividades Turísticas crescem 1,5% no mês

Em dezembro de 2019, o índice de atividades turísticas apontou expansão de 1,5% frente ao mês imediatamente anterior, após recuar 2,3% em novembro. Regionalmente, a metade (seis) das doze unidades da federação pesquisadas acompanhou este movimento de crescimento observado no Brasil, com destaque para os avanços vindos de São Paulo (0,5%) e Paraná (2,6%), seguidos por Minas Gerais (1,3%) e Pernambuco (2,3%). Em sentido contrário, os principais resultados negativos vieram do Rio Grande do Sul (-2,0%) e da Bahia (-1,4%).

Na comparação com dezembro de 2018, o índice de volume de atividades turísticas no Brasil apresentou expansão de 3,4%, impulsionado, principalmente, pelo aumento de receita das Empresas de locação de automóveis e de Transporte aéreo de passageiros. Em sentido oposto, o segmento de Restaurantes apontou a principal influência negativa sobre a atividade turística. Sete das doze unidades da federação onde o indicador é investigado mostraram avanço nos serviços voltados ao turismo, com destaque para São Paulo (5,9%), seguido por Minas Gerais (6,0%) e Rio de Janeiro (3,1%). Em contrapartida, os impactos negativos mais importantes vieram de Pernambuco (-3,9%) e da Bahia (-2,1%).

No acumulado do ano, o agregado especial de atividades turísticas mostrou crescimento de 2,6% frente a igual período do ano passado, impulsionado, sobretudo, pelos ramos de Locação de automóveis, de hotéis e de Serviços de catering, bufê e Outros serviços de comida preparada. Em sentido oposto, o principal impacto negativo ficou com o segmento de transporte aéreo de passageiros. Regionalmente, nove dos doze locais investigados registraram taxas positivas, com destaque para São Paulo (5,1%), Rio de Janeiro (2,4%), Minas Gerais (2,8%) e Ceará (4,8%). Já o Distrito Federal (-6,2%), o Paraná (-3,1%) e Santa Catarina (-2,3%) assinalaram as principais influências negativas. (Agência IBGE Notícias)

Comércio interrompe 7 meses de alta em dezembro

Seis das oito atividades pesquisadas no comércio varejista tiveram taxas negativas de novembro para dezembro (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

O comércio varejista teve leve retração de 0,1% em dezembro, na comparação com novembro do ano passado, interrompendo sete meses seguidos de avanço nas vendas. No acumulado em 2019, o setor cresceu 1,8% e fechou o terceiro ano consecutivo de taxas positivas, embora tenha havido uma desaceleração em relação a 2017 (2,1%) e 2018 (2,3%).Os dados são da PMC (Pesquisa Mensal de Comércio), divulgada nesta quarta-feira (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Na comparação com dezembro de 2018, houve avanço de 2,6% nas vendas, sendo que o varejo mostrou maior dinamismo no segundo semestre de 2019 (3,3%) do que no primeiro (0,6%), em relação ao mesmo período do ano anterior.

“A presença de recurso livre adicional devido a liberação dos saques nas contas do FGTS a partir do mês de setembro e a melhoria na concessão de crédito à pessoa física são alguns fatores que podem ter influenciado esse resultado no segundo semestre. O comércio ainda não se recuperou totalmente da crise de 2015 e 2016, mas está em seu momento mais elevado desde outubro de 2014”, explica a gerente da pesquisa, Isabella Nunes.

Seis das oito atividades pesquisadas no comércio varejista tiveram taxas negativas de novembro para dezembro, sendo que o que mais pesou no índice geral foi o recuo em Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,2%).

“Essa atividade, que tem peso de 44% no total do varejo, foi particularmente afetada pelo comportamento dos preços das carnes”, ressalta Isabella Nunes.

Também tiveram resultado negativo nessa comparação: Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-2,0%); Tecidos, vestuário e calçados (-1,0%); Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-10,9%); Combustíveis e lubrificantes (-0,4%) e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,1%). Em contrapartida, dois setores mostraram avanço, suavizando a queda no indicador geral estão os Móveis e eletrodomésticos (3,4%) e os Livros, jornais, revistas e papelaria (11,6%).

“A Black Friday em 2019 caiu na última sexta-feira do mês de novembro, o que levou o comércio a expandir as promoções para o fim de semana e, assim, muitas das vendas desse evento ocorreram já em dezembro, no domingo do dia 1o. Isso pode ter influenciado nos resultados positivos para o setor de móveis e eletrodomésticos”, comenta Isabella.

Varejo ampliado recua 0,8% em dezembro

Considerando o comércio varejista ampliado, que inclui, além do varejo, as atividades de Veículos, motos, partes e peças e de Material de construção, o volume de vendas em dezembro teve decréscimo de 0,8% em comparação a novembro. O resultado foi impactado, principalmente, pelo recuo de 4,0% em Veículos, motos, partes e peças e de 1,1% em Material de construção ambos, após recuo de 1,6% e 0,1%, respectivamente, registrados no mês anterior.

Já em relação a dezembro do ano anterior, os resultados positivos prevalecem em cinco das oito atividades. O segmento de Outros artigos de uso pessoal e doméstico, que engloba lojas de departamentos, óticas, joalherias, artigos esportivos, brinquedos etc, exerceu a maior contribuição ao resultado geral do varejo, com avanço de 12,9%, fechando o ano de 2019 com avanço de 6,0% frente a 2018. O setor de Móveis e eletrodomésticos, com aumento de 18,6% no volume de vendas, a melhor taxa desde março de 2012 (20,9%), exerceu o segundo maior impacto positivo, acumulando um índice de 3,6% no ano.

Já o setor de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com recuo 2,9% no volume de vendas frente a dezembro de 2018, exerceu o maior impacto negativo na formação da taxa global do varejo. A análise pelo indicador acumulado no ano mostrou perda de ritmo ao passar de 0,8% em novembro para 0,4% em dezembro. Também houve recuo no volume de vendas de Combustíveis e lubrificantes (-1,0%), que exerceram a segunda maior contribuição negativa para o resultado total do varejo. (Agência IBGE Notícias)

Inflação oficial recua em janeiro e fica em 0,21%, diz IBGE

Preço das carnes foi o principal item individual responsável pela queda da taxa no mês (Foto: Reprodução)

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a inflação oficial do País, ficou em 0,21% em janeiro deste ano. Essa é a menor taxa para o mês desde o início do Plano Real, em 1994. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (7) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A taxa é inferior ao 1,15% de dezembro e ao 0,32% de janeiro de 2019. O IPCA acumula taxa de 4,19% em 12 meses, abaixo dos 4,31% registrados nos 12 meses anteriores.

Despesas

Entre os responsáveis por frear a inflação em janeiro foram os segmentos de saúde e cuidados pessoais, que teve deflação (queda de preços) de 0,32%, vestuário (deflação de 0,48%) e artigos de residência (deflação de 0,07%).

Os alimentos continuaram registrando inflação (0,39%), mas em um ritmo bem menor do que a taxa observada em dezembro (3,38%), o que também contribuiu para a queda do IPCA de dezembro para janeiro.

O pesquisador do IBGE Pedro Kislanov destaca que o recuo de 4,03% do preço das carnes foi o principal item individual responsável pela queda da taxa de inflação oficial em janeiro.

“Tivemos uma alta muito grande no preço das carnes, nos últimos meses do ano passado, devido às exportações para a China e alta do dólar que restringiram a oferta no mercado interno. Agora, percebemos um recuo natural dos preços, na medida em que a produção vai se restabelecendo para atender ao mercado interno”, disse.

Os demais grupos tiveram as seguintes taxas de inflação: transportes (0,32%), habitação (0,55%), despesas pessoais (0,35%), educação (0,16%) e comunicação (0,12%).

Base de dados

O IPCA foi calculado com base na nova cesta de produtos e serviços, atualizada pela POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares) 2017-2018, que reflete mudanças nos hábitos de consumo da população brasileira. Pela primeira vez, um robô virtual coletou variações de preços do transporte por aplicativo. (Agência Brasil)

IBGE: Produção industrial fecha 2019 com queda de 1,1%

A produção da indústria brasileira no ano passado foi impactada pela tragédia de Brumadinho (Foto: Reprodução)

Após dois anos de alta, produção industrial fecha 2019 com queda de 1,1%, aponta IBGE

Bruno Villas Bôas – Valor Econômico

A produção industrial brasileira recuou 0,7% em dezembro, na comparação com novembro, pela série com ajuste sazonal da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), divulgada nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Quando comparada a dezembro de 2018, a produção do setor mostrou queda de 1,2%. Com mais um mês de resultado negativo, a indústria fechou 2019 com queda acumulada de 1,1%, interrompendo dois anos consecutivos de crescimento: 2017 (avanço de 2,5%) e 2018 ( alta de 1%).

A queda, segundo o IBGE, foi impactada sobretudo pelo resultado negativo do setor extrativo, que foi afetado pelo rompimento da barragem de rejeitos de minério de ferro da mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG).

“Esse foi o principal responsável pela queda, mas houve redução de produção para além disso, o que pode ter a ver com o contingente de pessoas fora do mercado de trabalho, crise na Argentina, mais entrada de importados”, diz André Macedo, gerente de Indústria do IBGE.

Na passagem de novembro para dezembro, o desempenho da indústria ficou pior do que a mediana das estimativas de consultorias e instituições financeiras ouvidas pelo Valor Data, que apontava para queda de 0,5% no mês.

O IBGE também revisou o resultado da produção da indústria de novembro, frente a outubro, com ajuste sazonal, que passou de uma queda de 1,2% para uma retração de 1,7%, uma mudança um pouco mais intensa do que usualmente verificada.

Segundo o instituto, o movimento reflete a entrada de um mês de dezembro mais fraco na série, o que provoca uma revisão de resultados dos meses anteriores pelo ajuste sazonal, que busca expurgar efeitos típicos de cada período do ano.

Apesar disso, a produção industrial encerrou o quatro trimestre de 2019 com alta de 0,2% na comparação aos três meses anteriores. Foi o segundo trimestre consecutivo de crescimento.

A produção havia avançado 0,1% no terceiro trimestre deste ano, na comparação aos três meses imediatamente anteriores. No segundo trimestre, frente ao primeiro, o setor havia recuado 0,6%, com ajuste sazonal.

Bens de capital e duráveis têm forte queda

Bens de capital e duráveis foram os principais destaques negativos da produção industrial em dezembro entre as grandes categorias econômicas.

A produção de bens de capital registrou forte queda de 8,8% em dezembro, na comparação a novembro, com ajuste sazonal. Essa queda foi disseminada entre os produtos dessa categoria, com caminhões, máquinas e equipamentos para atividade agrícola e industrial. No ano, essa categoria teve queda foi de 0,4%.

“Os bens de capital não crescem desde abril e agora registou essa forte queda. O movimento ao longo desses meses parece ter relação com a confiança de empresários no período”, disse Macedo.

A produção de bens duráveis, por sua vez, apresentou queda de 2,7% em dezembro, na comparação a novembro, pela série com ajuste sazonal. A fabricação de automóveis pesou negativamente no mês. Apesar disso, essa categoria fechou o ano com crescimento de 2% na produção.

No caso de bens de consumo semiduráveis e os não duráveis, houve queda de 1,4% na produção comparação a novembro. No ano, essa categoria mostrou avanço de 0,9%.

Já entre os bens intermediários (bens usados para produção de outros bens), o IBGE notou avanço de 0,1% da produção na passagem de novembro para dezembro, pela série com ajuste. No acumulado do ano, a queda foi de 2,2%, influenciado negativamente ao longo do ano pelo rompimento da barragem da Vale em Brumadinho (MG).

Na comparação ao quatro trimestre de 2018, a produção da indústria mostrou queda de 0,6%.

Indústria da transformação perde fôlego

A recuperação da indústria de transformação brasileira perdeu tração no ano passado, mas se manteve em território positivo pelo terceiro ano consecutivo.

A indústria de transformação cresceu 0,2% no ano passado, frente a 2018. O segmento também havia registrado crescimento de produção em 2017 (alta de 2,2%) e 2018 (avanço de 1,1%). O desempenho, contudo, não recupera ainda as perdas da crise. Só em 2015, a transformação caiu 9,8%.

De acordo com Macedo, o crescimento da indústria de transformação foi possível com o crescimento da produção de alimentos (alta de 1,6%), puxado por sucos, carnes e açúcares, rações e pães, por exemplo.

Também cresceram no ano passado a produção de veículos automotores (avanço de 2,1%), puxado basicamente por caminhões, além da produção de produtos de metais (crescimento de 5,1%), neste caso voltado para construções pré-fabricadas de metal.

Macedo chama atenção para o fato que o crescimento da indústria de transformação em 2019 não foi disseminado. Das 25 atividades acompanhadas pelo IBGE, 15 tiveram queda na produção no ano passado, frente ao ano anterior.

Produção ainda está abaixo do pré-crise

O volume de produção da indústria brasileira está 14,8% abaixo do registrado antes da recessão econômica, iniciada em 2014.

No primeiro ano da recessão, em 2014, a indústria brasileira registrou queda de 3%. O pior ano, contudo, foi 2015, com baixa de 8,3% da produção. No ano seguinte houve nova baixa, de 6% no setor. Nesses três anos de recessão, a indústria acumulou perdas de 16,7%

Já o primeiro ano de recuperação da indústria foi o de 2017, com crescimento de 2,5% da produção. A liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pelo governo Michel Temer e a baixa base de comparação do ano anterior contribuíram para o crescimento. Em 2018, o setor avançou 1%, afetado pela greve dos caminhoneiros.

Se comparado ao pico da série histórica, registrada em maio de 2011, a produção do setor está 18% menor.

IBGE: Taxa de desemprego fica em 11% no 4º trimestre de 2019

A média anual de desocupados no País ficou em 12,6 milhões, recuo de 1,7% em relação a 2018 (Foto: Reprodução)

A taxa de desemprego no Brasil foi de 11% no quarto trimestre de 2019, de acordo com a Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A população desocupada (11,6 milhões) caiu 7,1% (menos 883 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior e recuou 4,3% (menos 520 mil pessoas) em relação a igual trimestre de 2018. A média anual de desocupados ficou em 12,6 milhões e recuou 1,7% (menos 215 mil pessoas) em relação a 2018.

A população ocupada (94,6 milhões) cresceu 0,8% em relação ao trimestre anterior (mais 751 mil pessoas). Contra o mesmo trimestre de 2018, houve alta de 2,0% (mais 1,8 milhão de pessoas). Na média anual, a população ocupada chegou a 93,4 milhões e ficou 2,0% acima (mais 1,8 milhão de pessoas) da média de 2018.

Subutilização

No trimestre outubro-dezembro de 2019, havia 26,2 milhões de pessoas subutilizadas no Brasil. Este contingente recuou 4,7% (menos 1,3 milhão de pessoas) frente ao trimestre de julho a setembro de 2019. Em relação ao mesmo trimestre móvel de 2018, houve queda de 2,5% nesse contingente (ou menos 670 mil pessoas subutilizadas).

Na média anual, esse contingente chegou a 27,6 milhões, com alta de 1,2% (ou mais 338 mil pessoas subutilizadas) em relação a 2018.

A taxa composta de subutilização da força de trabalho foi de 23,0% no trimestre móvel outubro-dezembro de 2019, com queda de 1,1 p.p. em relação ao trimestre móvel anterior. Em relação ao mesmo trimestre móvel de 2018, houve queda de 0,8 p.p. A taxa média anual de subutilização ficou em 24,2%, pouco menor que a de 2018 (24,3%).

Carteira assinada

O número de empregados com carteira de trabalho assinada (33,7 milhões) cresceu 1,8% (mais 593 mil pessoas) frente ao trimestre anterior (julho-setembro) e subiu 2,2% (mais 726 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2018. A média anual chegou a 33,2 milhões, com alta de 1,1% (mais 356 mil pessoas) em relação a 2018.

O número de empregados sem carteira assinada (11,9 milhões de pessoas) ficou estável em relação ao trimestre anterior e subiu 3,2% (mais 367 mil pessoas) contra o mesmo trimestre de 2018. A média anual (11,6 milhões) subiu 4,0% (mais 446 mil pessoas) em relação a 2018.

A categoria dos trabalhadores por conta própria (24,6 milhões de pessoas) ficou estável na comparação com o trimestre julho-setembro e cresceu 3,3% (mais 782 mil pessoas) em relação ao mesmo período de 2018. A média anual chegou a 24,2 milhões e cresceu 4,1% (mais 958 mil pessoas) em relação a 2018.

Renda média

O rendimento médio real habitual (R$ 2.340) no trimestre outubro-novembro-dezembro ficou estável em ambas as comparações. A média anual ficou em R$ 2.330, com pequena variação (+0,4%) em relação a 2018.

A massa de rendimento real habitual (R$ 216,3 bilhões) cresceu 1,9% em relação ao trimestre julho-setembro. Frente ao mesmo trimestre de 2018, houve alta de 2,5%.

A média anual (R$ 212,4 bilhões) subiu 2,5% em relação a 2018. O material de apoio desta divulgação está à direita. (Com informações do IBGE)