Encontro do Cidadania-ES debate eleições e lança 33 pré-candidaturas a prefeito no estado

Reunião lotou o plenário da Assembleia Legislativa na capital capixaba (Foto: Cidadania-ES)

Lideranças de todo o Espírito Santo participaram, neste sábado (07), do Encontro Estadual do Cidadania capixaba. O evento lotou o plenário e a galeria da Assembleia Legislativa.

Em pauta, foram discutidos os rumos das Eleições 2020, lançadas 33 pré-candidaturas para prefeito no estado, inscritos novos filiados e também apresentadas informações sobre a nova legislação eleitoral para o próximo ano. Durante o evento também foi prestada homenagem ao presidente de honra do Cidadania Nacional, Antonio Ribeiro Granja, falecido este ano aos 106 anos de idade.

O prefeito Luciano Rezende (Cidadania) destacou em seu discurso que o mandato público é uma arena de batalha e conflito de interesses, além de passar por grande pressão. Por isso, salientou, “é necessário que o político esteja muito bem preparado para tomar decisões em alta velocidade”.

Prefeito Luciano Rezende (esq.) e o deputado estadual Fabrício Gandini (Foto: Cidadania-ES)

“O deputado estadual Fabrício Gandini já demonstrou a sua capacidade e está preparado para liderar e governar a cidade de Vitória. Ele está amadurecido. Nós temos que acreditar que quem define eleição é Deus e a população. E nós temos que apontar para a cidade o que é melhor para ela. Temos que defender Vitória e os Espirito Santo de qualquer ameaça. Aposto que Gandini terá condição de cuidar da nossa cidade com muito carinho” disse o prefeito de Vitória.

O presidente do Cidadania-ES, deputado estadual Fabrício Gandini, afirmou estar consciente do seu papel, principalmente neste momento em que o estado está vivendo. Ele comentou sobre a situação de retrocesso ocorrida nos últimos dias na Assembleia Legislativa do Espírito Santo, quando foram promovidas novas eleições de forma surpresa, com mais de 400 dias de antecedência, e sem tempo suficiente para formação de outras chapas concorrentes, violando o princípio de razoabilidade.

“A renúncia da Mesa Diretora reeleita foi uma vitória parcial. Não podemos relaxar. A sociedade tem que ficar de olho no que ocorreu por aqui e se manifestar. Não podemos parar de acompanhar esse processo, pois a ameaça está em vigor. Por isso, nesta segunda vamos protocolar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade”, afirmou Gandini.

Ele ressaltou que tomar a decisão de ir para o enfrentamento tem seus custos, mas ele tem a consciência de que fez o que era o correto.

Representatividade

Além do prefeito de Vitória Luciano Rezende, o encontro do Cidadania teve as presenças do deputado federal Josias da Vitória, de vereadores, lideranças da Grande Vitória e do interior capixaba. Representantes dos partidos PSC, Avante, Podemos, PV, PTB, PDT e PSB também participaram da reunião.

“Para o Brasil avançar temos que sempre nos colocar ao lado de homens e mulheres de bem que querem prestar seu tempo para melhorar o país, os municípios. Por isso, o Cidadania tem aberto espaço para as pessoas de bem, para participar da política. A administração do prefeito Luciano Rezende em Vitória é uma referência. O partido mostra que sabe administrar uma cidade e isso serve de inspiração para todos nossos pré-cadidatos. E se tem alguém que passei a admirar e respeitar pelas posições claras é o nosso presidente regional e nosso futuro prefeito de Vitória, deputado Fabrício Gandini. Tenho muita felicidade e fazer parte da família do Cidadania. Eu sou uma pessoa otimista. No Congresso o Cidadania tem feito a diferença. Nesta semana, o Cidadania se posicionou muito claramente contra o aumento no Fundo Eleitoral. Somos contra. São posições como essas que estão fazendo a diferença. Nosso partido é coerente e está ao lado da sociedade”, disse o deputado da Vitória.

“O Gandini conhece a cidade, está preparado, é um projeto experiente e uma cidade exigente, então ele tem o perfil de Vitória, que é uma cidade que não pode brincar com as questões fiscais. O PSC está fechado com o Cidadania, pois o partido tem bandeiras que o PSC trabalha”, disse Wanderson Marinho, presidente do PSC.

Lúcio Hemerly, presidente municipal do PV de Vitória, também manifestou o apoio de seu partido à candidatura de Gandini.

“Já tivemos uma reunião interna e decidimos que vamos caminhar junto com o Cidadania, pela postura do Gandini, pela administração do atual prefeito Luciano Resende, voltada para as pessoas mais carentes, tem feito muito pela área de Educação”, afirmou.

“A gente já conhece a história do Gandini, ele foi um modelo de gestor na Câmara, tem feito um grande trabalho como deputado estadual, é um cara novo, diferente, conheci de perto seu trabalho e creio que é um nome que irá ajudar no desenvolvimento da cidade”, completou.

Alex Santos, presidente municipal do Avante de Vitória, declarou porque o Cidadania terá seu apoio.

“É uma gestão que já vem dando certo há sete anos em Vitória e queremos continuar com esse desenvolvimento da cidade”, afirmou.

Também discursaram os representantes do PSB (Alberto Farias Gavini Filho), PDT (Weverson Meirelles) e PTB (Anderson Goggi), que declararam apoio ao Cidadania.

Veja abaixo a lista de pré-candidatos a prefeito do Cidadania no Espírito Santo.

Afonso Cláudio – Manoel Paulistão
Alegre – Rodrigo Vargas
Águia Branca – Jailson Quiuque
Aracruz – Doutor Coutinho
Atílio Vivacqua – Sargento Siqueira
Barra de São Francisco – Marcelo Firmino
Conceição da Barra – Manoel Pé de Boi
Divino São Lourenço – Tuquinha
Domingos Martins – Julio Christ
Governador Lindemberg – Leonardo Finco
Guaçuí – Paulinho do Vitalino
Ibiraçu – Vertinho Tonon
Ibitirama – Vice-prefeito Hishan
Iconha – Fernando Trevisani
Irupi – Cleides Segal
Itaguaçu – Átila
Jaguaré – Marcos Guerra
Jerônimo Monteiro – Renato Lima
João Neiva – Laércio Campostrini
Laranja da Terra – Judázio Seibel
Marilândia – Gutin
Montanha – Professor André
Nova Venécia – Antônio Emílio
Piúma – Tenente Paulo Cola
Ponto Belo – Rose
Presidente Kennedy – Daniel Gomes
Rio Bananal – Vilson Teixeira Gonçalves
Santa Leopoldina – Fernando Rocha
São Domingos do Norte – Merinha Comper
São Gabriel da Palha – Professora Céia
Vargem Alta – Flávio Altoé
Vila Velha – Ricardo Chiabai
Vitória – Fabrício Gandini

Cidadania-Rio reafirma pré-candidatura a prefeito de Marcelo Calero

A pretensa candidatura do parlamentar é considerada pelo partido como “contribuição para a busca da unidade do centro democrático e progressista” no Rio de Janeiro (Foto: Robson Gonçalves)

O presidente do Diretório Municipal do Cidadania do Rio de Janeiro, Roberto Percinoto, divulgou nota pública (veja abaixo) reafirmado a pré-candidatura a prefeito pelo partido do deputado federal Marcelo Calero (Cidadania-RJ) nas eleições municipais de 2020.

“Como contribuição para a busca da unidade do centro democrático e progressista, a Executiva do Diretório do Cidadania23/Rio apresenta o nome do nosso Deputado Federal Marcelo Calero, ex-Secretário Municipal de Cultura e ex-Ministro da Cultura, como pré-candidato à Prefeitura do Rio de Janeiro”, diz trecho do docmento.

REAFIRMA A PRÉ-CANDIDATURA DO DEPUTADO FEDERAL MARCELO CALERO PARA PREFEITO DO RIO DE JANEIRO

No próximo ano, o Cidadania23 do Rio de Janeiro enfrentará dois grandes desafios. Eleger um Prefeito comprometido com os interesses dos cariocas e uma expressiva bancada de vereadores sob a égide da nova legislação eleitoral, com chapa própria, sem o instituto de coligações com outros partidos, o que historicamente vinha possibilitando a eleição de representantes do nosso partido e também de outras agremiações partidárias.

Com esse propósito, o Cidadania23/Rio entende que as forças políticas do centro democrático e progressista, representadas por outros partidos, devem cerrar fileiras para a eleição de um Prefeito que recoloque a nossa cidade maravilha nos trilhos do crescimento econômico sustentável e de progresso, colocando um ponto final na desastrada gestão do atual Prefeito, que deixou desamparada a população que demanda serviços básicos de saúde, educação, saneamento básico, entre outros itens. Além disso, destaque-se a sua postura obscurantista e autoritária em completo desrespeito ao Estado laico com apreensões de livros, desprezando o Carnaval como a nossa maior festa popular promotora de turismo e geradora de emprego e renda.

Como contribuição para a busca da unidade do centro democrático e progressista, a Executiva do Diretório do Cidadania23/Rio apresenta o nome do nosso Deputado Federal Marcelo Calero, ex-Secretário Municipal de Cultura e ex-Ministro da Cultura, como pré-candidato à Prefeitura do Rio de Janeiro.

Rio de Janeiro, 04 de dezembro de 2019.

Roberto Percinoto
Presidente do Cidadania23/Rio”

Alessandro Vieira reúne bloco “Unidos por Aracaju” para debater eleições municipais

O encontro em Aracaju nesta segunda-feira (02) contou também com a presença dos deputados estaduais do partido (Foto: Assessoria Cidadania-SE)

O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) promoveu nesta segunda-feira (02) mais uma reunião de seu grupo político com os pré-candidatos à Prefeitura da capital sergipana do bloco “Unidos por Aracaju”, integrados pela vereadora Emília Corrêa, (Patriotas), o empresário Milton Andrade (Novo), Dr. Emerson e a deputada estadual Kitty Lima, ambos Cidadania.

O encontro contou também com a presença de integrantes do Cidadania-SE, os deputados estaduais Georgeo Passos e Dr. Samuel Carvalho – pré-candidato a prefeito de Nossa Senhora do Socorro -, o advogado Hebert Pereira – pré-candidato a prefeito da Barra dos Coqueiros, e Núzia Campos, da Executiva Estadual do partido. A pauta da conversa girou em torno das eleições 2020 e o crescimento do time.

“Eu sigo exatamente aquilo que falei durante todo o ano. É um trabalho de grupo. Nosso grupo político vem crescendo muito. Temos nomes extremamente competitivos, que já hoje nas pesquisas empatam ou ganham da atual gestão de Aracaju. Isso vem assustando. Por isso, precisamos ter paciência, compreensão e respeito para que esse caminho seja construído de uma forma natural. Todos que fazem parte do grupo estão confortáveis com essa forma de atuar”, garantiu Alessandro Vieira.

Sobre Danielle Garcia, sempre referida nas pesquisas locais, o senador destacou que ela está integrada ao grupo.

“Danielle é uma amiga de quase duas décadas, parceira em grandes trabalhos na polícia. Hoje ela está cumprindo uma missão importante na equipe do ministro Sérgio Moro, mas mesmo assim está integrada a este grupo que vai resgatar Sergipe”.

Josias de Souza destaca movimentação de Luciano Huck pela sucessão de 2022

Apresentador pode disputar a eleição presidencial em 2022 (Foto: Antonio Milena)

Huck encara sucessão de 2022 como ‘maratona’

Blog do Josias de Souza

Candidato não declarado ao Planalto, o apresentador Luciano Huck, da TV Globo, compara seu projeto presidencial com uma corrida de longa distância. “Ele diz: ‘Tenho que ter cuidado, porque isso é uma maratona”, conta Roberto Freire, presidente do Cidadania, partido que ambiciona a filiação de Huck.

Numa maratona, o corredor precisa combinar força física e equilíbrio mental. Quem se deixa levar pela ansiedade, apressando demais o passo na largada, arrisca-se a perder o fôlego antes de cruzar a linha de chegada. “Ele está certo. Faltam três anos para a eleição. Não tem razão para se precipitar”, aprova Freire.

No caso de Huck, a ausência de pressa não se confunde com inação. Ao contrário, ele segue uma estratégia metódica. Na prática, realiza uma campanha invisível. Percorre o país, reúne-se com lideranças comunitárias locais, apoia movimentos apartidários de formação política e articula-se com um seleto grupo de políticos e formuladores de políticas públicas.

Nos últimos meses, Huck conversou com políticos de quatro partidos: Cidadania, PSDB, DEM e Podemos. Em privado, alguns dos interlocutores declaram-se impressionados com a desenvoltura do personagem. Os mais impactados avaliam que o astro de TV reúne potencial para se firmar como novidade em meio à polarização que opõe Jair Bolsonaro e Lula.

Alternativa à polarização

No inicio de novembro, Huck reuniu-se em Brasília com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, ambos do DEM. Já havia conversado com o presidente da legenda, Antônio Carlos Magalhães Neto, prefeito de Salvador.

Ao trocar ideias com os correligionários, Rodrigo Maia disse apostar que a sociedade vai se cansar da disputa entre polos extremos. O DEM sonha com a candidatura de Maia, mantém um pé na canoa do governador paulista João Doria (PSDB) e tem três filiados na equipe ministerial de Bolsonaro. Mas o presidente da Câmara avalia que, se a economia não deslanchar, o eleitor pode encontrar em Huck a novidade que procurava ao optar por Bolsonaro na sucessão de 2018.

Roberto Freire faz a mesma aposta: “A sociedade vai fugir da polarização. Não dá mais para votar num candidato apenas para evitar o outro. Isso é um desastre para o país. É preciso construir uma alternativa que expresse o desejo de votar em algo mais construtivo. O Huck reúne as condições para representar esse desejo”.

Freire escora suas impressões numa pesquisa nacional feita por encomenda do Cidadania. “A pesquisa revela que, fora da polarização, Huck representa uma alternativa forte contra qualquer um dos dois extremos: o bolsonarismo e o lulopetismo. Ele reúne características que o tornam politicamente viável”.

Forte entre os pobres

Freire resume assim as linhas gerais da sondagem: “Huck é muito forte nas classes C e D, onde o Lula também é forte. Na classe B, de onde vem a maior força de Bolsonaro, o Huck aparece razoavelmente bem, acima do Lula. Na classe A, de maior renda, o Huck tem um certo obstáculo. Muitos o enxergam apenas como um apresentador de televisão. Não é só preconceito. Há também a ideia de que ele não tem experiência.”

Indagado sobre os percentuais de intenção de voto amealhados por Huck, Freire se absteve de informar. Alegou que a pesquisa foi feita apenas para consumo interno. Mas declarou que, em temos quantitativos, os resultados ficaram “muito parecidos” com os de outra pesquisa, divulgada em outubro.

Referia-se a um levantamento feito pela empresa FSB, em parceria com a revista Veja. Nele, Huck oscila no primeiro turno entre 11% e 16%, dependendo do cenário. Num hipotético segundo turno contra Jair Bolsonaro, Huck perderia por 43% a 39%. Esse placar está no limite da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais —para cima ou para baixo.

Os entusiastas da candidatura presidencial de Huck enumeram os fatores que fariam dele um rosto adequado para representar as forças de centro na próxima sucessão presidencial. Vão abaixo, em dez tópicos, os pontos fortes de Huck na visão dos seus apoiadores:

A campanha invisível

1) Nas viagens que realiza para gravar os quadros do seu programa, exibido nas tardes de sábado na TV Globo, Huck estabelece contatos com lideranças comunitárias e formadores de opinião nos estados. Prioriza as regiões Nordeste e Norte.

2) Huck organiza os seus contatos no formato de uma rede, apresentando uns aos outros. Imagina constituir uma estrutura orgânica, acima dos partidos.

3) O apresentador mantém vínculos com movimentos suprapartidários de formação política, como o Agora! e Renova.

4) Conforme a contabilidade de um dos apologistas de Huck, os grupos comunitários e os movimentos de formação política devem enviar às urnas na eleição municipal de 2020 algo em torno de 2 mil candidatos a vereador.

5) Trabalha-se com a perspectiva de que boa parte desses candidatos, em sua maioria jovens e novatos na política, componham a base de apoiadores de uma ainda hipotética candidatura presidencial de Huck.

6) “O que está sendo feito é algo orgânico, absolutamente novo, que não existe em nenhum partido”, entusiasma-se o apoiador de Huck.

7) Simultaneamente, Huck se equipa para a disputa estreitando relações com políticos e técnicos. Conserva os contatos já consolidados com gente como o ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso, o ex-governador capixaba Paulo Hartung e o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga. E adiciona nomes novos ao seu WhatsApp.

8) No PSDB, Huck aproxima-se, por exemplo, do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite. No DEM, além de Maia e ACM Neto, achega-se ao ex-deputado pernambucano Mendonça Filho, que realizou uma gestão bem avaliada como ministro da Educação do governo de Michel Temer.

9) Afora o assessoramento econômico e administrativo que obtém de Armínio e Hartung, Huck estreita relações com especialistas em áreas estratégicas como a segurança pública. Por exemplo: Ilona Szabó, diretora do Instituto Igarapé; e Raul Jungmann, ex-ministro da Defesa e da Segurança Pública da gestão de Temer.

10) Os críticos avaliam que a demora de Huck em assumir-se como candidato prejudica suas pretensões políticas. Os conselheiros do apresentador discordam. Acreditam que sua presença no vídeo, associado a quadros em que aparece como benfeitor de pessoas humildes, funciona como um poderoso palanque eletrônico.

Caminho sem volta

Pelo menos um dos conselheiros políticos de Huck rumina uma dúvida quanto à sua disposição para inaugurar uma carreira política. Em conversas francas, chegou mesmo a aconselhar o apresentador a refletir profundamente sobre a iniciativa, pois tomará “um caminho sem volta”.

“Tivemos duas ou três conversas na casa dele”, contou o interlocutor de Huck. “Eu disse para ele: Acharei ótimo se você vier. Mas não ficaria bem se não o aconselhasse a pensar profundamente. É como se você tivesse que morrer para renascer num outro personagem. Uma celebridade é, de certo modo, uma unanimidade. Um político divide opiniões, vai ser xingado, terá a vida devassada, vai expor a família.”

De saída, Huck terá de se desligar da Globo. Perderá o faturamento milionário de patrocinadores que não convivem bem com a ideia de vincular suas marcas a um projeto político. Isso já ficou claro em 2018. Por tabela, Huck prejudicará a carreira de sua mulher, Angélica, também contratada da emissora.

Em privado, Huck declara ter despertado para a política depois que sobreviveu, junto com Angélica e os dois filhos, a um acidente aéreo, em 2015. Diz que o episódio o estimulou a pensar em formas de colaborar com o país. Obteve a concordância de Angélica. Ela disse que apoiará a decisão do marido, seja qual for.

Candidatura é ‘um chamado’

Há dois meses, numa entrevista à revista Marie Claire, Angélica referiu-se à eventual candidatura de Huck como “um chamado que ele não buscou”. Declarou: “Acredito na capacidade de trabalho e no olhar para o outro que ele tem. Mas é uma escolha minha? Que acho muito legal? Não posso falar isso porque não seria verdade. Teríamos mais a perder do que a ganhar. Mas estamos em um momento tão louco na política que não quero, jamais, ser egoísta e leviana de impedir algo nesse sentido. Jamais falaria ‘não, você não vai’.”

“Em algum momento, o Huck terá que tomar a atitude”, afirma Roberto Freire. “Como se trata de uma maratona, ele vai levando. Não tem motivo para precipitar. Ele tem que ficar à vontade para definir o momento. Cada um sabe onde o calo aperta. Mas creio que tudo está absorvido”.

Huck ensaia o ingresso nos quadros do Cidadania desde o final de 2017, quando o partido ainda se chamava PPS. Disse a Freire que pendia para a legenda porque não está associada a nenhum escândalo.

Desde então, o ex-PPS vem se reestruturando para absorver em seus quadros os jovens egressos dos movimentos suprapartidários de formação política. Líder do Cidadania na Câmara, o deputado Daniel Coelho (PE), também simpático à ideia de uma candidatura presidencial de Huck, disse que o movimento é de mão dupla. Membros do Cidadania também se integram aos movimentos.

Celso Henrique trabalha fortalecimento do Cidadania no Piauí visando eleições de 2020

“O Cidadania busca a construção apresentando pessoas de bem que têm a questão técnica e não política”, diz o presidente do partido no estado (Foto: Marcelo Cardoso/GP1)

Celso Henrique trabalha filiações ao Cidadania visando 2020

Germana Chaves – GP1

O presidente estadual do Cidadania no Piauí, Celso Henrique, está fazendo um trabalho de fortalecimento do partido em todo o estado. Durante entrevista ao GP1, na última sexta-feira (22), Celso disse que tem buscado a adesão de lideranças que possam apresentar alternativas viáveis para os eleitores de todo o estado, sobretudo, os de Teresina.

“Estamos intensificando as filiações para construção da nossa chapa proporcional de vereadores, filiando pré-candidatos, assim como o Alexandre Palmer que é advogado e empresário do ramo de comunicação. Queremos fazer a boa política. O Cidadania busca a construção apresentando pessoas de bem que têm a questão técnica e não política. Além de Teresina, estamos trabalhando candidaturas competitivas no interior do Estado”, explicou o presidente do partido.

Em Teresina

Em Teresina no plano majoritário, o partido já fechou questão em apoio ao candidato que vier a ser escolhido pelo prefeito Firmino Filho (PSDB).

“Isso é algo que nós já definimos. No ano que vem, o Cidadania vai apoiar o candidato do prefeito Firmino. Estamos pacificados quanto a essa questão”, afirmou Celso.

Seminário do Cidadania do Pará debate desafios da democracia e marca filiação de lideranças

As novas adesões ao partido mostram uma intenção clara de querer fazer parte de uma mudança urgente e necessária, diz o ex-deputado federal Arnaldo Jordy (Foto: Reprodução)

O Seminário ‘’Desafios da Democracia’’, realizado pelo Cidadania do Pará e pela FAP (Fundação Astrojildo Pereira) em Belém, no último sábado (19), reuniu mais de 250 lideranças do estado e contou com a presença do presidente nacional do partido, Roberto Freire; do presidente do Diretório Estadual, Everaldo França Nunes; do ex-deputado federal Arnaldo Jordy (Cidadania-PA), do deputado estadual Thiago Araújo, do ex-senador,Ademir Andrade; além várias autoridades políticas, como o prefeito de Castanhal, Pedro Coelho.

O evento foi marcado pela adesão ao Cidadania de mais de 50 lideranças do Pará. Entre os novos filiados ao partido estão o vice-prefeito de Garrafão do Norte, Carlos Almir Serra de Souza (ex-PP); o vereador Heraldo Farias, de Eldorado de Carajás (ex-PSDB); o professor Francisco Artemio (ex-PT), o vereador Iran (ex-REDE), do município de Acará.

Também ingressou no Cidadania um grupo de Dom Eliseu, como o empresário Zé Antônio (ex-Novo), presidente da Associação Comercial do município e pré-candidato a prefeito; o ex- vereador de Belém, Evaldo Rosas; o biomédico Manfrine, pré-candidato a prefeito do município de Magalhães Barata; a Secretária de Saúde de Bujaru, Aline Parijós(ex-PSD), que é também pré-candidata, dentre outras lideranças.

Evento em Belém reuniu mais de 250 lideranças de todo o estado

Com essas novas adesões, o Cidadania do Pará totaliza 37 pré-candidaturas a prefeito e cinco pré-candidaturas a vice-prefeito no estado para as eleições de 2020.

Para Arnaldo Jordy, o evento foi um sucesso de público e atingiu seu objetivo, pois tratou de um tema importante e urgente que é o desafio da democracia hoje no Brasil.

Segundo ele, as novas adesões ao partido mostram uma intenção clara de querer fazer parte de uma mudança urgente e necessária e da aprovação do projeto político para 2020. (Assessoria do Cidadania no Pará)

Cidadania em Igreja Nova (AL) debate eleição municipal de 2020

Encontro no último sábado (19) reuniu representantes do partido da capital e o presidente estadual da legenda no estado, Régis Cavalcante (Foto: Reprodução)

No último sábado (19), líderes do Cidadania de Alagoas se encontraram com representantes do partido em Igreja Nova para discutir aspectos e os preparativos para as eleições municipais em 2020.

João Amorim, presidente do Cidadania de Maceió, explicou a importância de organizar todo o grupo no interior do estado e na capital.

“Eu acredito que nós teremos um bom resultado [nas eleições municipais], expressivo e é necessário, tendo em vista o cenário atual nas três esferas do governo. O Cidadania vem crescendo e esse resultado vai refletir futuramente nos municípios”, ressaltou Amorim.

De acordo com o presidente estadual do Cidadania, Régis Cavalcante, o fortalecimento e a consolidação do partido é importante para discussão social e democrática da política.

“É preciso mudar a forma de se fazer política no País e isso começa pelas Câmaras Municipais, que hoje são verdadeiros ‘puxadinhos’ do Poder Excutivo”, disse.

Além da novidade, que será a chapa própria de candidato a prefeito, o Cidadania em Igreja Nova está determinado a lançar chapa de vereadores e aposta no bom desempenho político da sigla do partido na cidade. (Assessoria Cidadania Alagoas)

Eleições 2020: Cidadania de Niterói (RJ) apresenta pré-candidatos

As eleições municipais do ano que vem foram o principal assunto da reunião do partido, que contou com a presença de lideranças políticas da cidade (Foto: Cidadania/Niterói)

O auditório do Câmara dos Dirigentes Lojistas de Niterói (RJ) ficou pequeno para a quantidade de correligionários que compareceram à primeira reunião do Cidadania 23, em Niterói. O convite do presidente do partido no estado e Secretário de Governo da cidade, Comte Bittencourt, teve como objetivo apresentar aos companheiros os pré-candidatos às eleições do próximo ano.

“O nosso partido, ao longo dos anos teve participação fundamental nos principais momentos políticos do nosso País. As eleições de 2018 mostraram que o povo brasileiro quer e precisa de mudanças. Nosso partido sempre caminhou junto com os anseios da população e em 2020 não será diferente. Temos pré-candidatos competentes e, mais do que isso, empenhados na construção de uma administração pública responsável e ativa para a nossa sociedade”, afirmou o dirigente.

Partido teve participação fundamental nos principais momentos políticos do País, diz Comte (ao centro)

O companheiro “Gato” contou a história do partido, desde a fundação do antigo PCB (Partido Comunista Brasileiro), passando pelo PPS (Partido Popular Socialista), até chegar a nova nomenclatura, o Cidadania.

“É importante que todos tenham conhecimento da importância do nosso partido e de como foi criado. Temos uma grande participação na construção da Democracia no Brasil”, afirmou.

As eleições de 2020 foram o principal assunto da reunião, que contou com a presença de lideranças políticas da cidade, como o Secretário de Administração, Fabiano Gonçalves, e o vereador Sandro Araújo. (Assessoria Cidadania Niterói)

Projeto de Eliziane Gama que criminaliza caixa 2 avança no Congresso

“Dos três projetos do pacote anticrime em tramitação, o do caixa dois é o que está mais adiantado e tem grandes chances de aprovação”, diz a senadora (Foto: William Borgmann)

O projeto que criminaliza o caixa dois (PL 1865/2019), um dos projetos do pacote anticrime em tramitação no Senado, foi remetido para a Câmara dos Deputados nesta segunda-feira (7). A líder do Cidadania na Casa, Eliziane Gama (MA), responsável pela tramitação dos projetos do pacote sugerido pelo ministro Sérgio Moro no Senado, comemorou o avanço da proposta e disse que “dos três projetos do pacote, o do caixa dois é o que está mais adiantado e tem grandes chances de aprovação”.

“O caixa dois é uma fraude a todo o sistema democrático brasileiro porque atenta contra a soberania popular, e contra a inviolabilidade do voto. É um atentado às instituições e aos pilares que sustentam o Estado Democrático de Direito. Criminalizar essa prática é fundamental para a preservação do sistema democrático livre e justo”, disse Eliziane.

O projeto altera a Lei 4.737/1965 (Código Eleitoral) para criminalizar o uso do caixa dois em eleições. Pela proposta, arrecadar, receber, manter, movimentar ou utilizar qualquer recurso, valor, bens ou serviços estimáveis em dinheiro, paralelamente à contabilidade exigida pela legislação eleitoral pode implicar pena de reclusão de 2 a 5 anos, se o fato não constituir crime mais grave.

Para a senadora maranhense, a aprovação do projeto é importante para o combate ao crime e à corrupção no Brasil, mas lamenta que, mesmo se aprovado este ano, não entrará em vigor a tempo das eleições municipais de 2020.

“O controle das doações aos candidatos às eleições é premissa básica de lisura e igualdade de eleições em nosso País. Criminalizar essa prática é fundamental para a preservação do sistema democrático livre e justo. Hoje, não existe previsão legal que define a conduta do caixa dois como crime. Demos um grande passo no Senado e espero que a Câmara faça o mesmo”, afirmou Eliziane Gama.

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Wober Júnior destaca estratégia do Cidadania para disputa eleitoral no Rio Grande do Norte

O presidente do Cidadania do Rio Grande do Norte e dirigente nacional, Wober Júnior, destacou em entrevista ao Portal nacional do partido os preparativos da legenda no estado para a disputal eleitoral de 2020. O dirigente adiantou que o número de candidaturas é “crescente”.

“O Cidadania tem se restruturado em todo o estado. O número de candidaturas é crescente. Já temos uma estrutura base para a formação de chapas em Natal, Parnamirim, Macaíba, Mossoró e Assú, que são cidades importantes do no estado e estão entre as 10 maiores. Nas pequenas cidades, a organização continua de forma persistente”, disse.

Novo nome

Wober ressaltou que a mudança de nome e, sobretudo, as bandeiras defendidas pelo Cidadania tem chamado atenção de pessoas que nunca participaram da política e, que agora, pretendem colaborar concorrendo cargos eletivos.

“Temos uma certa dificuldades, mas por incrível que pareça, com a mudança de nome [do partido], a procura tem sido enorme. São pessoas que não tem militância ou mandato e querem agora participar de um partido que possui uma cabeça renovada, que tem uma forma diferenciada de ver a política e uma visão de mundo que contempla a diversidade e sustentabilidade. Um partido que está renovado para encarar e vencer os novos desafios que o Brasil coloca diante de nós. A perspectiva que sairemos fortalecidos na eleição de 2020. Esse é o caminho que estamos tomando em nosso estado”, afirmou.

Campo político aberto

O presidente municipal de Parnamirim (RN), Thiago Fernandes, visitou o Diretório Nacional, em Brasília, falou os principais problemas da cidade e ressaltou que existe espaço para a participação de novos atores na política local. Ele adiantou que irá disputar a Câmara Municipal no próximo pleito.

Roberto Feire e Thiago Fernandes

“O município tem um prefeito atuante, mas o campo político está aberto. Temos vários pré-candidatos que estão buscando esse espaço para poder disputar a campanha no próximo ano. Estamos conversando no município e já temos alguns nomes sendo cogitados para ingressar no partido e, talvez, ser candidato pelo Cidadania”, adiantou.

Pauta do Congresso tem veto a regras eleitorais e Lei Orçamentária de 2020

Um dos principais dispositivos vetados é uma alteração na composição do Fundo Eleitoral, usado para o financiamento de campanhas (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)

O veto ao projeto que altera regras para partidos políticos e para eleições, o projeto da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) para 2020 (PLN 5/2019) e projetos de abertura de crédito no Orçamento de 2019 estão na pauta da sessão do Congresso nacional desta terça-feira (8). A sessão conjunta está marcada para as 14h.

O veto parcial (Veto 35/2019) é o único que resta na pauta e veta dispositivos do projeto de lei sobre regras eleitorais (PL 5029/2019). O projeto foi convertido na Lei 13.877, de 2019. Se os vetos forem rejeitados, os trechos serão inseridos na lei e a maior parte deles pode valer para as eleições de 2020.

O entendimento do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), é de que como os trechos vetados não têm relação com as disputas eleitorais, mas com o funcionamento dos partidos — não é preciso cumprir a regra da anualidade, segundo a qual as normas eleitorais já estejam valendo pelo menos um ano antes do pleito. Assim, a derrubada dos vetos deve fazer com que os dispositivos tenham validade já nas eleições de 2020.

Um dos principais dispositivos vetados é uma alteração na composição do Fundo Eleitoral, usado para o financiamento de campanhas. O texto aprovado pelos parlamentares previa que o valor do fundo deveria ser definido pelo projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) da União e formado a partir do percentual do total de emendas de bancada cuja execução é obrigatória. Atualmente, 30% do fundo é composto por recursos destas emendas.

O governo alegou que vetou o trecho da mudança na composição do fundo eleitoral por representar aumento de despesa pública.

“A propositura legislativa, ao retirar o limite de 30% atualmente vigente, acaba por aumentar despesa pública, sem o cancelamento equivalente de outra despesa obrigatória e sem que esteja acompanhada de estimativa do seu impacto orçamentário e financeiro”, justifica o presidente nas razões do veto.

Outra parte vetada do projeto original alteram o prazo-limite para requerer a inelegibilidade de candidatos. O texto vetado proibia que a inelegibilidade pleiteada durante o processo de registro fosse usada em recurso contra a diplomação. Pela regra da anualidade, esse trecho vetado, por tratar de regras das eleições, precisaria estar em vigor um ano antes do pleito de 2020, marcado para 4 de outubro. Ainda que retomado do texto, o dispositivo não deve valer para as próximas eleições.

LDO

Também está na pauta o projeto da LDO para o ano de 2020 (PLN 5/2019). O texto foi aprovado no início de agosto pela CMO (Comissão Mista de Orçamento) e mantém a proposta original do Poder Executivo de reajuste do salário mínimo para R$ 1.040 em 2020, sem ganhos reais. Em relação ao valor atual (R$ 998), o aumento nominal será de 4,2%, mesma variação prevista para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação, neste ano.

O texto prevê para 2020 um deficit primário de R$ 124,1 bilhões para o governo central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) — menor que o deste ano, de R$ 139 bilhões. Desde 2014, as contas do governo federal estão no vermelho, e o texto prevê que essa situação perdure até 2022.

Créditos

Outros 13 projetos na pauta tratam da abertura de créditos especiais e suplementares ao Orçamento. O mais controverso deles é o PLN 18/2019, que remaneja R$ 3.041.594.744 do Orçamento da União. O Ministério do Desenvolvimento Regional será o maior beneficiário das mudanças, com crédito adicional de R$ 1 bilhão. Os ministérios da Saúde, com R$ 732 milhões, e da Defesa, com R$ 541,6 milhões, aparecem em seguida.

Durante a análise do PLN na CMO, parlamentares da oposição criticaram o texto, que cancela R$ 1,16 bilhão do MEC (Ministério da Educação) — parte desse montante, R$ 230 milhões, será redirecionado dentro da própria pasta. Ao final, o saldo líquido é um corte de R$ 927 milhões nas dotações, que já haviam sido alvo de contingenciamento neste ano.

Com o bloqueio de despesas discricionárias, a equipe econômica busca os recursos necessários para cumprir a meta fiscal prevista para este ano — um deficit primário de R$ 139 bilhões. A LDO é uma lei de vigência anual que orienta a elaboração e a execução do Orçamento no exercício seguinte.

O PLN 18/2019 é controverso desde a sua apresentação pelo governo Bolsonaro, na mesma semana em que o plenário da Câmara dos Deputados concluía o segundo turno da reforma da Previdência (PEC 6/2019). Parlamentares da oposição chegaram a afirmar que a proposta servirá para o pagamento de emendas parlamentares em resposta ao apoio na aprovação da reforma, que atualmente tramita no Senado. (Agência Senado)

Eleições 2020: Lei que estabelece limite de gastos na campanha municipal é sancionada

Para 2020, caberá ao Tribunal Superior Eleitoral divulgar a tabela de tetos por município e cargo antes do pleito (Foto: Reprodução)

 

Foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União desta quinta-feira (3) a Lei 13.878, de 2019, que estabelece os limites de gastos de campanha para as eleições municipais. Oriunda do PL 4.121/2019, aprovado na quarta-feira (2) pelo Senado, a nova norma determina a repetição das regras usadas no pleito de 2016, com atualização dos valores de acordo com a inflação.

Por se tratar de alteração na legislação eleitoral, a lei precisava ser sancionada um ano antes das eleições do ano que vem, que serão realizadas no dia 4 de outubro, para que as regras possam ter efeito em 2020.

Em 2016, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) fixou pela primeira vez um limite de gastos para as campanhas dos candidatos a vereador e prefeito. O critério escolhido foi um cálculo baseado nas prestações individuais de contas da campanha eleitoral anterior, em 2012.

Cada município recebeu o seu próprio teto para cada cargo. A única exceção foram os municípios com menos de 10 mil eleitores, onde o TSE estabeleceu valores fixos: R$ 108 mil para prefeitos e R$ 10,8 mil para vereadores.

Para 2020, caberá ao Tribunal divulgar a tabela de tetos por município e cargo antes do pleito. Os valores de 2016 deverão ser atualizados pela inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). Nos municípios onde houver segundo turno na eleição para prefeito, o teto de gastos será de 40% do estabelecido para o primeiro turno da disputa.

O texto também introduz um limite para o investimentos de candidatos nas suas próprias campanhas. O autofinanciamento ficará limitado a 10% do teto estabelecido para o cargo ao qual o candidato concorre. (Agência Senado)