Senadores do Cidadania cobram sanção do auxílio emergencial aos trabalhadores informais e autônomos

Para os parlamentares, a demora prejudica ainda mais os trabalhadores pobres que estão sem renda com a pandemia (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)

A líder do Cidadania no Senado, Eliziane Gama (MA), e o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) cobraram em seus perfis no Twitter do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) a sanção do projeto aprovado nesta segunda-feira (30) que prevê o auxílio emergencial de R$ 600 por três meses aos trabalhadores informais e autônomos durante a pandemia do novo coronavírus.

“Por que exatamente o presidente Jair Bolsonaro inda não sancionou a renda básica aprovada ontem pelo Senado? Quem tem fome tem pressa, não é hora de titubear nem de disputas políticas menores”, escreveu a parlamentar maranhense.

“O presidente Jair Bolsonaro escolheu não fazer a sanção imediata da lei do auxílio emergencial. Isso atrasa o atendimento aos que mais precisam e impede o Congresso Nacional de fazer correções e ampliações urgentes. É criminoso fazer economia com vidas. Pior ainda tentar transferir responsabilidades”, criticou na rede social o relator do projeto do auxílio emergencial.

Alessandro Vieira alertou durante a sessão remota do Senado para votar a proposta que o governo deveria trabalhar muito para que os recursos chegassem às pessoas que estão são renda com a quarentena o mais rápido possível.

“O recurso não vai chegar lá na ponta por graça dos nossos discursos, ele não vai chegar lá por “mitada” na internet. É preciso muito trabalho duro no mundo real para garantir que isso aconteça”, ressaltou.

Ao encaminhar ao voto do Cidadania pela aprovação da proposta, Eliziane Gama também defendeu imediata sanção do projeto de lei. A parlamentar disse que a ‘fome não espera’ e que a concessão do benefício é uma questão de subsistência para muitos informais e autônomos.

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