Freire: reconhecimento de genocídio armênio por Biden é passo civilizatório

O presidente nacional do Cidadania, Roberto Freire, saudou neste sábado (24) a decisão dos Estados Unidos de reconhecer o genocídio do povo armênio pelo Império Otomano a partir da 1ª Guerra Mundial. Com o anúncio feito hoje, Joe Biden cumpre uma promessa de campanha ao formalizar o entendimento de que houve uma política sistemática de extermínio e deportação de ao menos 1,5 milhão de armênios no território que deu origem à Turquia.

“Massacres e genocídios contra populações indefesas são intoleráveis, uma agressão à humanidade, e, como tal, devem ser reconhecidos claramente pelos povos e pela história. A ação de Biden é um passo civilizatório necessário e bem-vindo, fundamental para coibir a xenofobia no presente e no futuro”, argumenta Freire.

Moção de solidariedade

Ele lembra que, no Brasil, o Senado Federal reconheceu o genocídio armênio a partir de uma Moção de Solidariedade apresentada pelos então senadores José Serra e Aloysio Nunes Ferreira e aprovada em 2015. No documento, a Casa “reconhecia a contribuição para a formação econômica, social e cultural do Brasil de milhares de brasileiros descendentes de refugiados armênios”.

“Nenhum genocídio deve ser esquecido, todos devem ser lembrados, seus responsáveis execrados, suas causas e motivações sempre pesquisadas e analisadas, suas brutalidades reconstituídas, suas vítimas homenageadas. Nunca esquecer para que não volte a acontecer”, registrou, à época, o senador Serra.

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