Mais de 100 mil mortes por Covid-19: desfecho poderia ser outro, afirma o líder Arnaldo Jardim

Deputado lembra que recomendações da ciência como isolamento e outros protocolos de contenção da pandemia foram sistematicamente ignorados e descumpridos pelo presidente da República

Ao se solidarizar com as mais de cem mil famílias que perderam entes queridos na luta contra a Covid-19, o líder do Cidadania na Câmara, deputado Arnaldo Jardim (SP), levantou uma pergunta que povoa a cabeça de milhares de brasileiros: Poderia ser diferente? “A nossa resposta é sim. Para nós, o caminho a ser seguido é o da ciência, que recomendou o isolamento e protocolos que foram sistematicamente ignorados e descumpridos pelo presidente da República”, disse.

Jardim participou, nesta terça-feira (11), da sessão da Casa que aprovou a medida provisória que regula a assinatura eletrônica em comunicações públicas e de saúde. Ainda ao analisar a quantidade de mortes por Covid-19,  o líder lembrou o “péssimo exemplo” do presidente Jair Bolsonaro, “que acabou nos levando a uma situação em que o temor se aprofundou e a confusão se fez ainda mais presente”. “E nós estamos colhendo este triste resultado”, ressaltou.

O parlamentar do Cidadania afirmou que o país agora busca o caminho da ciência na produção de vacinas, “que podem surgir no horizonte”. O líder destacou que o presidente enviou uma medida provisória prestigiando e prevendo recursos  à Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) para investimento em pesquisa. “E uma excelente notícia é de que o Butantã terá condições de oferecer a vacina para Covid-19 já em janeiro”.

“Espero que não se politize a questão, que não se discrimine institutos. A Fiocruz, o Butantã e tantos outros institutos que trabalham no sentido de desenvolver e produzir a vacina possam ter tratamentos igualitários e sem discriminações políticas, que certamente não corresponde ao que espera a sociedade brasileira”, concluiu.

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