Eliziane Gama e Roberto Freire comentam carta de generais e defendem a democracia

Contra ameaça de ‘guerra civil’ de militares da reserva, o presidente do Cidadania diz que ‘o momento exige união, espírito público e mobilização democrática’, e a líder do partido no Senado defende a democracia contra abusos (Foto: Reprodução)

A líder do Cidadania no Senado, Eliziane Gama (MA), e o presidente do Cidadania, Roberto Freire, comentaram em seus perfis no Twitter, neste domingo (24), a carta assinada por 89 generais da reserva em apoio à nota do ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), general Augusto Heleno, sobre a investigação da interferência do presidente Jair Bolsonaro na PF (Polícia Federal), com a possibilidade de apreensão do celular do chefe do Executivo.

“Em meio a suposta interferência do presidente na PF, ainda em apuração, um grupo de generais, saudosistas da ditadura, ameaça os Poderes cogitando um ‘desfecho imprevisível’ de ‘guerra civil’. Estamos atentos para frear os abusos e defender a democracia”, escreveu a senadora na rede social.

Roberto Freire também defendeu no Twitter a democracia e disse que ‘o momento exige união’.

“Aonde chegamos? Ou melhor, aonde podemos ainda chegar? Militares falando em guerra civil não é normal. Democratas não podem normalizar o anormal. O momento exige união, espírito público e mobilização democrática”, postou o presidente do Cidadania.

Na carta, além demonstrarem inconformismo com a possibilidade de apreensão do celular do presidente para perícia no âmbito do inquérito que apura a denúncia do ex-minstro Sérgio Moro contra Bolsonaro , os militares formados em 1971 pela Academia das Agulhas Negras fazem um série de críticas ao STF (Supremo Tribunal Federal) e atacam imprensa.

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