Arnaldo Jardim faz balanço positivo do trabalho da Frente da Economia Verde

O parlamentar do Cidadania mostrou otimismo na jornada em prol do meio ambiente (Foto: Robson Gonçalves)

O deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadanlia-SP), presidente da Frente Parlamentar da Economia Verde, fez um balanço das atividades do colegiado nesta terça-feira (17), no plenário da Câmara. O parlamentar falou sobre o trabalho do grupo nas discussões e na apresentação de sugestões à comissão especial da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma tributária para viabilizar tratamento diferenciado, no que tange aos impostos, aos que investem em sustentabilidade.

Arnaldo Jardim lembrou que, neste ano, foi designado relator de plenário do projeto sobre pagamento de serviços ambientais, aprovado por larga margem de votos na Câmara e que está em tramitação no Senado.

“Esperamos que ele possa caminhar com rapidez para que este seja realmente um instrumento propositivo no sentido de reconhecer as boas práticas [em prol da preservação]”, disse.

O parlamentar do Cidadania falou também sobre o Selo da Economia Verde que a frente está entregando a parlamentares e mostrou otimismo na jornada em prol do meio ambiente.

“Muitos já se somaram a esse esforço e isso é importante para um país como o nosso que, tendo a matriz energética mais limpa do mundo, áreas de preservação tão amplas como temos, uma matriz de combustíveis diferenciada, pode ser vanguarda na economia verde”, afirmou.

Os 30 anos de fabricação da primeira lata de alumínio no País também foram motivo de comemoração. É que o Brasil se tornou campeão mundial de reciclagem dessas latas e “ninguém tem condições de fazer paralelo no mundo a esse trabalho”. O parlamentar elogiou o trabalho da Abralatas, que congrega empresas que lidam com o material. Segundo a entidade, o volume de reciclagem das latinhas chega a quase 100%.

Essa performance, segundo Jardim, se encaixa nas premissas da Política Nacional de Resíduos Sólidos, matéria da qual o parlamentar foi relator na Câmara dos Deputados. Ele explicou que a PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos) “preconiza acordos setoriais, ciclo de vida do produto e que a logística reversa se implante no País”.

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