#ProgramaDiferente: Por 366 dias de visibilidade trans, dignidade e respeito

Neste 29 de janeiro, Dia Nacional da Visibilidade de Transexuais e Travestis, desejamos o óbvio sobre todas essas importantes datas alusivas à conscientização de direitos: que tenhamos todos os 365 dias do ano – ou 366 dias, em anos bissextos como 2020 – de visibilidade, respeito, dignidade, empatia, justiça, cidadania, igualdade, consideração, civilidade, humanismo.

Para celebrar este Dia da Visibilidade Trans, vale assistir o #ProgramaDiferente (veja abaixo) especial sobre o filme “Divinas Divas”, com destaque para uma das últimas entrevistas exclusivas com Rogéria, que se definia como a travesti da família brasileira e morreu em setembro de 2017.

Dirigido pela atriz Leandra Leal, o documentário retrata com bom humor e sensibilidade a vida de artistas transformistas pioneiras dos anos 60, desafiando tabus e preconceitos. O tema da Diversidade é sempre necessário.

A cara e o sotaque paulistano no #ProgramaDiferente

Na semana de mais um aniversário de São Paulo, relembramos alguns dos inúmeros episódios especiais do #ProgramaDiferente que retratam mais diretamente a nossa cidade e a nossa gente, para celebrar esses 466 anos da fundação da cidade.

Veja aqui

As vozes da periferia no #ProgramaDiferente

Os 30 anos do Memorial da América Latina no #ProgramaDiferente

Dia do Samba com o sotaque paulistano de Adoniran Barbosa

#ProgramaDiferente festeja os 70 anos de Rita Lee

Os 30 anos dos Racionais MC´s no #ProgramaDiferente

A ocupação do espaço público no #ProgramaDiferente

Arte e Cultura: Os 70 anos do MASP no #ProgramaDiferente

“Pelo amor dos meus filhinhos”, uma homenagem a Silvio Luiz

Exclusivo: acompanhe os bastidores do 28º título paulista do Corinthians

Especial: Casagrande e seus demônios no #ProgramaDiferente

Pixação no #ProgramaDiferente: arte, protesto ou vandalismo?

Dzi Croquettes, 45 anos: crítico, provocador e irreverente

Uma das nossas fontes de inspiração: o repórter Ernesto Varela, criação de Marcelo Tas

O rapper Rico Dalasam fala de música e preconceito no #ProgramaDiferente

Os 40 anos do Premê e o jornalista Carlos Brickmann no #ProgramaDiferente

Ato contra R$ 3,80 termina em confronto e vandalismo

O centro da cidade está (e sempre esteve) vivo no #ProgramaDiferente

Zé Celso x Silvio Santos: A polêmica do Teatro Oficina no #ProgramaDiferente

Os 30 anos da eleição de Luiza Erundina para a Prefeitura de São Paulo

A trajetória de Hebe Camargo e Silvio Santos no #ProgramaDiferente

#ProgramaDiferente: 35 anos da Cidade Tiradentes, modelo do caos urbano e do erro de planejamento na periferia das grandes cidades

Dia de obscurantismo na Câmara de São Paulo: o vídeo do pai indignado com a professora que afirmou que menino pode usar brinco, saia e pintar a unha

Especial de fim-de-ano do #ProgramaDiferente: Natal dos Bichos

Um #Top10 contra a censura no #ProgramaDiferente

Toda essa polêmica sobre o especial de Natal do Porta dos Fundos para a Netflix (pouco assistido mas muito criticado, atacado, censurado e enfim liberado) traz à tona dois temas que nos tocam profundamente: liberdade religiosa e censura.

Foram pautas recorrentes do #ProgramaDiferente nestas cinco temporadas, sobretudo em 2019, após a posse do presidente Jair Bolsonaro e o acirramentodas ações de ódio, intolerância e perseguição incentivadas pela milícia bolsonarista nas redes sociais.

Vamos lembrar aqui alguns dos principais episódios envolvendo esses assuntos, num #Top10 em defesa das liberdades de expressão e de pensamento:

1) Programa 185 (29 de janeiro) – Contra a hipocrisia e o falso moralismo que, como cantou Ney Matogrosso, ficam escondidos debaixo dos panos, e ainda pra lavar a alma nessa entrada de 2019, tem início com ânimo renovado a nossa 5ª temporada. Tá todo mundo nu! #MandaNudes CENSURADO Por menos vergonha alheia e mais liberdade de expressão. Por menos contemplação e mais reflexão. Nudez na internet, por meio de aplicativos e das redes sociais. Nudez nas artes, como contestação, profissão, diversão ou filosofia de vida. Desafiando regras e padrões sociais, inibições, proibições e obscenidades. A diversidade de corpos, raças, sexo e gênero, numa época em que tabus e preconceitos dos anos 70 e 80 do século passado voltam à tona com ranço antidemocrático. Censura? Aqui não!

2) Programa 186 (3 de fevereiro) – O programa registra os 60 anos da Revolução Cubana, numa época em que “Vai pra Cuba” virou xingamento típico contra qualquer ação ou pensamento de esquerda no Brasil. Ao completar o primeiro mês do governo Bolsonaro, expressão mal acabada da nova direita brasileira e desse extemporâneo anticomunismo, parece emblemático e oportuno fazer uma análise política e sociológica desta que é a ofensa genérica mais repetida pelo direitista chucro padrão. Vai pra Cuba, carregando Fidel, Che, Lula, Fernando Morais, os médicos cubanos e quem mais você quiser levar pra Ilha. Enquanto isso, seguimos por aqui traçando um inusitado paralelo histórico desses acontecimentos.

3) Programa 188 (17 de fevereiro) – O programa fala das liberdades de religião, de expressão e de pensamento. Há exatos 30 anos, em 1989, no Irã, o líder Aiatolá Khomeini oferecia uma recompensa de 3 milhões de dólares a quem assassinasse o escritor angloindiano Salman Rushdie, por entender que seu trabalho “Versos Satânicos” ofendia o islamismo. No Brasil, a Constituição garante o Estado laico, a inviolabilidade de consciência e de crença, e a livre manifestação da fé. Mas a verdade é que ainda existe muita perseguição religiosa. Morre gente pelo ódio, pelo preconceito e pela intolerância contra religiões. Por isso também lembramos do papel fundamental de Jorge Amado pela liberdade de culto religioso, que muita gente desconhece, nestes 18 anos da morte do escritor baiano.

4) Programa 190 (3 de março) – O programa celebra os 40 anos do Programa Abertura, da extinta TV Tupi, ação emblemática e pioneira da época na televisão brasileira contra a censura e a ditadura. Discutia a abertura política no início do governo Figueiredo, o último presidente do regime militar, no exato momento em que esse processo ganhava espaço e dava os primeiros sinais do renascimento da democracia. Ligado ao pensamento de esquerda, discutiu questões fundamentais como anistia, pluripartidarismo e eleições diretas. E fez escola. Passadas quatro décadas, e depois de o brasileiro eleger democraticamente seus presidentes em oito eleições consecutivas, seguimos modestamente a mesma linhagem.

5) Programa 198 (28 de abril) – Em meio a um ruidoso episódio de censura a veículos de mídia pelo Supremo Tribunal Federal, revogada após a péssima repercussão pública que teve o caso, e um inquérito que promete apurar a origem de notícias e opiniões ofensivas aos ministros do STF, o programa trata do tema: Fake news e liberdade de imprensa.

6) Programa 207 (30 de junho) – O programa celebra os 50 anos do icônico e provocativo jornal alternativo brasileiro “O Pasquim”, editado entre 26 de junho de 1969 e 11 de novembro de 1991, que viveu seu auge durante a ditadura militar, como oásis de liberdade, de talento, de humor e de criatividade da contracultura em meio à repressão. Por incrível que pareça, meio século depois seguem atuais temas como censura, liberdade de imprensa, polarização entre esquerda e direita, e a oposição irreverente de artistas e jornalistas a um governo autoritário no Brasil, inclusive com alguns dos mesmos personagens daquela época.

7) Programa 211 (29 de julho) – Enquanto o meme que virou presidente se mostra saudoso da censura e da ditadura, em sua cruzada moralizadora fake e uma campanha extemporânea contra o filme “Bruna Surfistinha”, o programa, cheio de nostalgia, relembra dos tempos da pornochanchada. Será que éramos felizes e não sabíamos? Toda uma geração cresceu assistindo a “Sala Especial”, na TV Record, ou indo escondido ao cinema, com RG falsificado. Não existia essa mordomia de internet, com sites de relacionamento, portais e aplicativos para o jovem assistir filmes proibidos. Mas o que foi, afinal, a época da pornochanchada no cinema brasileiro?

8) Programa 213 (11 de agosto) – O programa desta semana traz o tema “Como Nossos Pais”, reunindo o espírito das duas grandes celebrações deste domingo, 11 de agosto (Dia dos Pais e Dia da Juventude), com o aniversário de 50 anos do Festival de Woodstock, considerado o maior festival de rock´n roll de todos os tempos, e os ideais do movimento hippie (será que ainda resistem hoje em dia?).

9) Programa 215 (25 de agosto) – Os 40 anos da Lei da Anistia e a volta do irmão do Henfil. Em uma época que tem muita gente que pretende reescrever a História do Brasil, emplacando a narrativa mais conveniente à sua ideologia, é importante reverenciar a democracia e rever os fatos como eles realmente ocorreram. Em 28 de agosto de 1979, o então presidente João Baptista Figueiredo concedeu o perdão tanto aos perseguidos políticos (que a ditadura militar chamava de subversivos) quanto aos agentes da repressão. A Lei da Anistia possibilitou o retorno de diversos exilados, entre eles Herbert de Souza, o Betinho, eternizado como “o irmão do Henfil” na canção “O Bêbado e a Equilibrista”, de João Bosco e Aldir Blanc, gravada por Elis Regina.

10) Programa 229 (1º de dezembro) – O maravilhoso mundo da música brega. O que é brega? O que é chique? Por que cantores românticos como Reginaldo Rossi, Waldick Soriano, Odair José, Nelson Gonçalves, Falcão, Ovelha, Sidney Magal, Luiz Caldas, Nelson Ned, Wando, Agnaldo Timóteo e Cauby Peixoto, entre outros, são ídolos tão populares, atemporais e fazem tanto sucesso? Artistas execrados pela crítica e adorados pelo público ao explorar a dor de cotovelo e desafiar até a ditadura e a censura.

#ProgramaDiferente fecha 5ª temporada com audiência de 10 milhões de pessoas

ProgramaDiferente fecha ciclo em 2019 na sua 5ª temporada com total liberdade irreverência e uma audiência incrível de 10 milhões de pessoas

Você, que vai acompanhar a nossa 6ª temporada em 2020, precisa conhecer um pouquinho da nossa história! Não chegamos aqui por acaso!

#ProgramaDiferente fecha um ciclo em 2019, na sua 5ª temporada de programas temáticos de meia hora, com 5 milhões de views no Youtube e outros 5 milhões de visualizações nas demais plataformas e redes sociais.

Parece incrível que em 2015, quando surgiu a ideia de criar este produto jornalístico inédito para ocupar 30 minutos semanais na grade na TV Aberta, o canal comunitário de São Paulo, não tínhamos certeza nem de como colocaríamos no ar o programa de estreia.

Pois o programa foi ao ar na raça, com a cara e a coragem, e completou agora este bem sucedido ciclo de cinco anos, tanto na TV Aberta como no canal exclusivo do Youtube.
Temos mais de 100 mil seguidores fiéis nas redes sociais, que assistiram 232 programas temáticos semanais de 30 minutos, totalizando 116 horas de programação ininterrupta.

Foram mais de três mil pessoas entrevistadas, centenas de matérias, debates, programas especiais e também a cobertura de eventos com mais de três mil horas de material bruto registrado em vídeo, tudo disponibilizado gratuitamente ao público.

Em 2020 seguiremos com força total. Não mais com a obrigatoriedade de produzir programas temáticos no velho formato de meia hora para atender aos padrões exigidos pela TV Aberta, mas com novidades em linguagem muito mais ágil, leve, dinâmica, atraente e moderna para satisfazer a atual audiência multimídia do canal.
O segredo é uma fórmula simples, objetiva e bem sucedida – e que acabou propiciando uma aura cult ao #ProgramaDiferente: apresentar semanalmente um bom programa jornalístico, informativo, crítico e colaborativo (com entrevistas, debates, notícias e prestação de serviços), amparado por um conteúdo abrangente e bem apurado que lhe garantiu respeito, credibilidade e mais de 10 milhões de views no Youtube, Instagram, Twitter, Whatsapp, Vimeo e Facebook, tudo isso escorado por um olhar isento e alternativo ao da imprensa tradicional.

O programa sempre se destacou por um jornalismo qualificado, com pautas diferenciadas e uma abordagem leve, plural e democrática, ouvindo diversas personalidades das mais diversas áreas (política, artes, cultura, direito, educação, esportes, meio ambiente, urbanismo, tecnologia, comunicação, redes sociais etc.).

Reveja nos links a seguir a programação completa das temporadas anteriores: 1ª temporada (2015), 2ª temporada (2016), 3ª temporada (2017), 4ª temporada (2018) e 5ª temporada (2019).

A história do #ProgramaDiferente

A estreia foi em março de 2015, na TVFAP.net e na TV Aberta (Canal Comunitário de São Paulo – NET Canal 9, Vivo Canal 186 e Vivo Fibra Canal 8), tendo como foco principal ajudar a debater a crise do país e a buscar saídas e soluções criativas para os problemas políticos, sociais e econômicos.

O objetivo também é discutir e promover a cidadania, a qualidade de vida, a diversidade, a justiça social, a igualdade de direitos e de oportunidades, e a chamada governança democrática, acima de preconceitos e de divisões partidárias e ideológicas, além de valorizar ações sustentáveis, empreendedoras e responsáveis, através de iniciativas culturais, comportamentais, políticas, acadêmicas e tecnológicas que apontem para cidades inteligentes, modernas e inclusivas.

Trata-se de uma iniciativa que contou inicialmente com apoio cultural da FAP (Fundação Astrojildo Pereira), que sempre promoveu uma série de atividades e publicações respeitadas no meio acadêmico, político e cultural, e depois teve continuidade com total autonomia e independência para a realização dessa programação jornalística diversificada no canal #ProgramaDiferente, na TVFAP.net e nas redes sociais.

Quinta temporada

Na sua 5ª temporada, em 2019, o #ProgramaDiferente intensificou a variedade de temas abordados nesse ano de muita expectativa para o Brasil, principalmente depois dos resultados eleitorais de 2018, com uma campanha acirrada que chacoalhou as estruturas da política tradicional e dividiu a população. Veja a chamada.

Por isso, o compromisso do programa foi acompanhar – com o olhar do cidadão crítico e vigilante – o primeiro ano de mandato do presidente Jair Bolsonaro, além dos novos governadores, deputados e senadores, muitos deles inexperientes e estreantes em cargos eletivos. A defesa intransigente dos ideais democráticos, do estado de direito e dos princípios republicanos também se mostrou fundamental.

O ano de 2019 marcou ainda datas emblemáticas, como os 60 anos da revolução cubana e o centenário do nazismo, por exemplo, para citar dois extremos à direita e à esquerda, importantes para o debate sobre as liberdades individuais, os direitos coletivos e o estado democrático de direito. Não faltaram ainda os assuntos culturais e comportamentais que mereceram a cobertura regular do programa.

Quarta temporada

O ano de 2018 foi marcado principalmente pela campanha presidencial, com o velho discurso do “nós” x “eles” em uma disputa acirrada entre esquerda e direita, muitas vezes extrapolando nos momentos de ódio, mentiras e intolerância. Não por acaso, tivemos episódios chocantes e emblemáticos como o assassinato da vereadora carioca Marielle Franco e o atentado ao então candidato Jair Bolsonaro, que acabou eleito presidente em meio a muita turbulência nas redes e nas ruas.

O programa embarcou fundo nesses temas espinhosos: abrimos o ano propondo “um mundo sem muros”. Debatemos como anda o feminismo em pleno ano de 2018, com problemas atemporais como a gravidez na adolescência e as atuais bandeiras da juventude, que vive imersa neste novo mundo dos influenciadores digitais. Isso após cinco anos das já históricas manifestações de 2013 e 50 anos depois do icônico 1968, “o ano que não terminou”. Mas qual é, afinal, a agenda do Brasil do futuro?

Entramos de cabeça no evento “Desafios Políticos de um Mundo em Intensa Transformação”, da abertura ao encerramento, passando por temas como globalizaçãocrise de representação políticarevolução tecnológica e a comparação entre a Operação Lava Jato e a Mãos Limpas.

Celebramos o centenário de Nelson Mandela. Registramos as vozes da periferia e as vozes famosas dos dubladores. Lembramos dos 50 anos da Cidade da Criança, dos 30 anos da Constituição Cidadã, dos 30 anos do SUS (Sistema Único de Saúde) e dos 30 anos da eleição de Luiza Erundina prefeita de São Paulo, quebrando tabus e preconceitos.

Na música, o programa relembrou da história da música caipira ao samba de Cartola, nos 110 anos do seu nascimento, passando pelas tradicionais batalhas de rimas, com muito rap, break e hip hop nas ruas.

No cinema, os 50 anos do filme “O Bandido da Luz Vermelha”, de Rogério Sganzerla, além do cinema político nacional, com “O Paciente“, revivendo a eleição e a morte de Tancredo Neves, e “O Doutrinador“, novo herói brasileiro em tempos de Operação Lava-Jato, combate à corrupção e a idolatria ao juiz Sergio Moro.

No teatro, a força de artistas como Fernanda Montenegro, Bibi Ferreira, Laura Cardoso, Beatriz Segall e José Celso Martinez Correa, além de jovens atores e atrizes que seguem os passos dos ídolos eternos, como os veteranos que vivem no Retiro dos Artistas, do Rio de Janeiro.

Na literatura, os 50 anos de “O Meu Pé de Laranja Lima“, de José Mauro de Vasconcelos, além de um incentivo genérico à leitura com o especial “Para gostar de ler“, num ano tristemente marcado pelo fechamento de livrarias tradicionais.

Debatemos temas urbanos como águamobilidade, a periferia efervescente das grandes cidades e a ocupação do espaço público. Outros temas recorrentes: sociedade e sustentabilidade, a defesa da diversidade e das causas LGBT.

Da memória do antigo Partidão, registramos o centenário do jornalista Armênio Guedes e os 120 anos de Luis Carlos Prestes. Mostramos que “O Papa é Pop” e alguns padres são celebridades. No Especial de Natal, conhecemos a “Escola do Papai Noel” e, na passagem do Halloween, tivemos até um especial com Padre Quevedo e Inri Cristo, no bem humorado “isso non ecziste“. E ainda teve muito mais, para entrar 2019 com o pé direito e muita criatividade para a nossa 5ª temporada!

Terceira temporada

O ano de 2017 consolidou a diversidade e a pluralidade das nossas pautas: como pode ser visto no teaser #ProgramaDiferente é coisa de preto, programa de índio, antro de viado, negócio de mulherzinha… Fomos da quebra de padrões na moda e na música (com novos ídolos como Pablo Vittar, Rincon Sapiência e MC Soffia) aos demônios do ídolo corinthiano Walter Casagrande Júnior. Do centenário do velho guerreiro Chacrinha à difícil vida dos palhaços de circo. Da consciência negra da escritora Conceição Evaristo às “divinas divas” Rogéria e outras artistas transformistas pioneiras no Brasil.

Na música, destacamos os 70 anos de Rita Lee, os 50 anos da Tropicália, o samba com sotaque paulistano de Adoniran, os 35 anos da Legião Urbana e o rock de Brasília, os 30 anos dos Racionais MCs e os 100 anos de Tico-Tico no Fubá.

Nas artes, registramos a polêmica entre Zé Celso e Silvio Santos sobre o Teatro Oficina, os 70 anos do Masp, os 45 anos do grupo Dzi Croquettes, a exposição com a história da sexualidade e o tema da censura, o filme sobre a Lava Jato, a trajetória televisiva de Silvio Santos e Hebe Camargo, o trabalho extraordinário do muralista Eduardo Kobra, a saudade do genial Ferreira Gullar, além de especiais sobre literatura brasileira, o cinema engajado socialmente, os 120 anos de Di Cavalcanti e algumas lições bem-vindas de jornalismo.

Na política, tratamos dos mais recentes movimentos pró-renovação, já antecipando as eleições de 2018; os boatos sobre uma eventual candidatura de Luciano Huck; o primeiro ano da gestão do prefeito João Doria, os conflitos com grafiteiros e suas pretensões eleitorais; o início conturbado do governo do presidente Donald Trump; e mais programas especiais sobre o Parlamentarismo, sobre a reforma eleitoral, a reforma da Previdência, a Globalização, a crise do socialismo, a falência do sistema político-partidário, as turbulências da economia, a reforma trabalhista, as novas formas de fazer política e até o Brasil para inglês ver.

Exibimos palestras incríveis de Mario Sergio CortellaMario Vargas LlosaBarack ObamaSergio MoroCarmen LúciaRodrigo JanotCristovam Buarque e Fernando Henrique Cardoso; bate-papos com Deltan Dallagnol, com Luis Fernando Veríssimo, com José Serra, com Guilherme Boulos; eventos como o Forum Liberdade e Democracia, o Seminário Internacional da FAP, o Encontro de Jovens Lideranças, os novos Caminhos da Esquerda e o aniversário de celebrações religiosas, como os 500 anos da Reforma Protestante, os 50 anos da Renovação Carismática e os 300 anos de Nossa Senhora Aparecida, além do Centenário da Revolução Russa de 1917, entre outros acontecimentos.

E não paramos por aí: teve ainda o humor provocativo de Gregório Duvivier, o renhido debate sobre a “escola sem partido“, a inspiradora irreverência de Ernesto Varela direto dos anos 80, o centenário de João Saldanha, o ano inesquecível dos corinthianos, o transformador Natal do bem, e uma série de programas especiais contra o preconceito e a intolerância, referências ao dia da saúde, ao dia mundial da água, à COP23, à mobilidade urbana, às cidades educadoras, à força da mulher e até uma discussão quase filosófica sobre o que é o amor? Uau!

Segunda temporada

Para citar só alguns exemplos da ampla variedade de temas da segunda temporada, em 2016, tivemos: zika vírusarte: atitude e consciênciameio ambientesustentabilidadeincentivo à leiturareforma do ensinocinemateatromúsicatelevisãointernet, o legado olímpico, a mulher na política, o respeito ao idoso e o amor em qualquer idade, a consciência negra, o combate ao racismo, o respeito à diversidade, o combate à homofobia, a prevenção à Aids e ao preconceito, a luta contra as drogas, o debate sobre pichação: arte, protesto ou vandalismo, a surpresa com a eleição de Donald Trump, as novidades do marketing político e uma autocrítica do jornalismo.

Entrevistamos e valorizamos o trabalho e a carreira do narrador Silvio Luiz, da atriz Fernanda Torres, da esportista Ana Moser, do cantor Supla, dos midiáticos Marcelo Tas e Fernando Meirelles, dos apresentadores Otávio Mesquita e Amaury Jr., da apresentadora e ativista do direito dos animais Luisa Mell.

Conhecemos a turma bem-humorada do Sensacionalista, o jornalista Caco Barcellos e a equipe do Profissão Repórter, novos talentos como o rapper Rico Dalasam, a incrível história da jornalista Rose Nogueira na TV e na luta pelos Direitos Humanos. Reencontramos a eterna Garota de Ipanema Helô Pinheiro, o artista plástico Guto Lacaz, a médica Albertina Duarte. Apresentamos projetos bem-sucedidos como o portal Comunique-se e a revista feminista AzMina.

Ouvimos Sergio MoroFernando GabeiraFHCLulaDilma RousseffMarina SilvaRoberto FreireGeraldo AlckminAécio NevesWashington OlivettoFabio FeldmannReinaldo AzevedoMarco Antonio VillaDemétrio MagnoliMailson da NóbregaPedro MalanEdmar BachaNelson JobimLuiz Gonzaga BelluzzoSoninha FrancineRicardo YoungOded GrajewJoão Batista de AndradeGilberto CarvalhoChico MalfitaniMansueto AlmeidaLuis MirDavi ZaiaArnaldo JardimLuciano RezendeMarcelo MadureiraGilberto MaringoniMarco Aurélio NogueiraEduardo Suplicy e, obviamente, os dirigentes da FAP e os participantes da Academia Digital Itamar Franco.

Acompanhamos as principais mobilizações nas ruas, desde o primeiro protesto do ano contra o aumento das tarifas de transporte. Debatemos as cidades ideais, tratamos de eleições municipais, analisamos os resultados, entrevistamos os principais candidatos, apresentamos suas contradições e peculiaridades.

Em São Paulo, por exemplo, cobrimos desde as prévias do PSDB até a primeira visita institucional de João Doria à Câmara Municipal, com entrevistas exclusivas antes e depois da eleição. Ouvimos seus concorrentes (com destaque para Haddad e Marta). Falamos de governança democrática, das cidades sustentáveis e da revitalização do centro. Conhecemos os novos vereadores de São Paulo, vários deles oriundos dos movimentos sociais que também cobrimos em primeira mão desde a nossa primeira temporada.

No emocionante Natal dos Bichos, marcamos nossa posição na luta pelos direitos dos animais, pela adoção responsável, contra os maus tratos e por leis mais rígidas para garantir a dignidade, a integridade e a qualidade de vida.

O programa ajudou a refletir sobre manifestações violentas, o ódio, o preconceito e a polarização exacerbada nas ruas e nas redes; tudo sobre o impeachment, as delações da Lava Jato, o desenrolar das investigações, a reação dos acusados e de seus defensores. Teve político cantando e cantor falando de política, como no “trocando as bolas” com Suplicy e Dinho Ouro Preto.

Esmiuçamos a crise institucional, a crise política, a crise econômica, a crise democrática, a velha política e as novas perspectivas, o “analfabetismo” político. Detalhamos as eleições diretas, a legislação eleitoral e as novas regras para as eleições. Mostramos coxinhas e mortadelas, a PEC do Teto, e todos os principais personagens do #ForaDilma e do #ForaTemer.

Registramos o centenário do samba com o sotaque inconfundível de Adoniran Barbosa, os 95 anos da Folha de S. Paulo, os 50 anos de carreira de Rita Lee, os 85 anos de Fernando Henrique Cardoso, os 25 anos da morte de Freddie Mercury, os 20 anos da morte de Renato Russo e o legado do rock de Brasília, a poesia imortal de Vinicius de Moraes nos 103 anos de seu nascimento, a vida do arquiteto Vila Nova Artigas, o trabalho memorável dos Doutores da Alegria, as quatro décadas de histórias do Playcenter, a Conferência das Cidades, um ano da tragédia de Mariana, as mortes de Flavio Gikovate e de Dom Paulo Evaristo Arns, uma audição incrível para o musical Os Miseráveis e várias transmissões ao vivo – entre elas, eventos com Vargas Llosa, Marcelo D2 e Seu Jorge.

Primeira temporada

A primeira temporada, em 2015, já havia reunido nomes como Mario Sergio CortellaJuca KfouriLuis Fernando VeríssimoDrauzio VarellaFernando Henrique CardosoLeonardo BoffMarina SilvaFlavio GikovateGuilherme BoulosD. Paulo Evaristo ArnsMarta SuplicyEduardo JorgeRoberto FreirePedro SimonAlberto GoldmanNeca SetubalJosé Hamilton RibeiroAudálio DantasClarice HerzogAndrea MatarazzoAlfredo SirkisJean WyllysEduardo SuplicyFranklin MartinsDanilo GentiliVictor FasanoFacundo GuerraClaudio LottembergJoão Batista de AndradeAlexandre MachadoMarco Antonio RochaCarlos BrickmannGiba UmCiro BatelliChico Santa RitaAlessandro BuzoXico GrazianoAlbertina DuarteVida Alves, entre outros.

Foram acompanhadas e registradas absolutamente todas as manifestações pró e contra o governo, seja com defensores do impeachment da presidente Dilma e a aclamação do juiz Sergio Moro, seja com os maiores críticos da Operação Lava Jato e com vários “jornalistas independentes” (como se proclamam aqueles que dizem atuar contra os interesses da grande imprensa), como Paulo Henrique AmorimLuis NassifBrasil 247Cynara MenezesLino BochiniPaulo Moreira LeiteBreno AltmanGabriel PriolliAlex SolnikFlorestan Fernandes Jr.Laura CapriglioneRenata FalzoniBob FernandesLeonardo SakamotoAlberto Dines etc.

Foram apresentados os principais movimentos de rua (Vem Pra RuaBrasil LivrePasse Livre, entre outros), debatidos assuntos emergentes como Crise HídricaGreve de ProfessoresSegurançaSaúdeReforma Eleitoral e Refugiados Políticos, ou lançamentos e sucessos nas artes (Elifas AndreatoLobãoBruna LombardiRuy CastroLaerteClaudio de Oliveira), na internet e no cinema (como Que Horas Ela Volta?, filme de Anna Muylaert com Regina Casé, e documentários como As Filhas da CulpaPúlpito e ParlamentoPremêJaci e Arte / Território).

Foram exibidas ainda matérias exclusivas extremamente polêmicas como o retorno do Cabo Anselmo e a proibição do aplicativo Uber, outras humanas e emocionantes como a da Vovó Nilva ou das Mães da Sé, críticas severas a tragédias agravadas pelo descaso do poder público, campanhas importantes de combate à violência contra a mulher e pela recuperação da TV Cultura, para citar apenas essas duas, debates sobre a causa LGBT e até clipes musicais (PremêTrono do EstudarThriller da Dilma). Mas tem muito mais…

Acompanhe tudo em www.programadiferente.com

ProgramaDiferente: Qual é o sentido da vida?

Para encerrar a 5ª temporada do #ProgramaDiferente (veja abaixo), às vésperas do Natal, nada mais apropriado do que refletir sobre a vida e a nossa existência. Afinal, qual o sentido da vida? É essa reflexão que o nosso último programa do ano propõe: Quem somos nós? Por que estamos aqui? Temos uma missão? E qual seria? O que nos une? E o que nos diferencia?

Compartilhamos aqui um pouco da visão de filósofos, religiosos, pessoas comuns, gente famosa, cientistas, poetas… O que eu e você fazemos neste mundo? Por que estamos conectados aqui neste exato momento? Será que há algum sentido ou propósito nisso tudo? É destino? Acaso? Obra de Deus ou da natureza? Feliz Natal e um super 2020, do jeito que a gente quer!

O uruguaio Pepe Mujica no #ProgramaDiferente

Há 10 anos, José Alberto Mujica Cordano, conhecido popularmente como Pepe Mujica, era eleito presidente do Uruguai pela coalizão de esquerda Frente Ampla. Governou o país de 2010 a 2015. Agora, aos 84 anos, acaba de se eleger novamente senador (veja abaixo).

No ano passado ele havia renunciado ao cargo no Senado, quando justificou que “estava cansado da longa viagem” e se afastaria “antes de morrer de velho”.

Ao decidir retornar à política, Mujica foi candidato pelo MPP (Movimiento de Participación Popular), que faz parte da Frente Ampla, há 15 anos no poder. O partido disputa a Presidência do Uruguai com Daniel Martínez contra o candidato de direita Luis Lacalle Pou, do Partido Nacional. A eleição ocorre neste domingo, dia 24 de novembro.

Agricultor e ativista político, ele teve importante papel no combate à ditadura militar no Uruguai. Passou 14 anos na prisão, de onde só saiu com a redemocratização do país, em 1985. Mas, afinal, como ele virou o queridinho da esquerda mundial? Quem é Pepe Mujica, o que ele pensa e o que pensam dele?

Dia da Consciência Negra no #ProgramaDiferente

No Dia da Consciência Negra, o #ProgramaDiferente (veja abaixo) valoriza a igualdade entre as pessoas e o combate ao racismo e ao preconceito, ao reafirmar a história e a identidade da população negra, além de explicar a importância deste 20 de novembro dedicado à reflexão e à luta pela inclusão social, econômica e cultural.

O papel simbólico e didático de Zumbi dos Palmares, morto em 1695, como herói negro e ícone da libertação de todos os oprimidos. O fim da escravidão no Brasil, que foi o país que mais recebeu escravos no mundo e foi também o último das Américas a abolir o sistema escravagista, e a configuração de uma sociedade que discrimina e marginaliza grande parte do seu próprio povo.

#ProgramaDiferente: Os 50 anos do milésimo gol do Pelé

No dia 19 de novembro de 1969, Pelé marcava seu milésimo gol e oferecia aquele feito memorável às crianças pobres. O jogo foi disputado no Maracanã, contra o Vasco, com vitória do Santos por 2 a 1, em uma partida do Torneio Roberto Gomes Pedrosa.

Pelé anotou o segundo gol do Peixe na partida, em uma cobrança de pênalti contra o goleiro Andrada. Assim que atingiu a marca, Pelé caiu nas redes, beijou a bola e fez um apelo para o mundo: “Pelo amor de Deus, minha gente! Agora que todos estão ouvindo, faço um apelo especial a todos: ajudem as crianças pobres, ajudem os desamparados. É o único apelo nesta hora muito especial para mim”, disse Pelé, emocionado.

Reviva abaixo no #ProgramaDiferente a história destes 50 anos, com imagens da época e entrevistas atuais. Será que mudou muita coisa neste meio século? E a situação da infância no mundo de hoje, está diferente? Futebol ainda é o sonho mágico de toda criança para um futuro melhor? (#Suprapartidário)

Os 30 anos das eleições presidenciais de 1989

Programa resgata os debates inesquecíveis, o segundo turno entre Collor e Lula, a quase chegada de Brizola, e a candidatura impugnada de Silvio Santos (Foto Reprodução)

O #ProgramaDiferente (veja abaixo) volta no tempo e revive aquele histórico ano de 1989. A importância da primeira eleição presidencial após a ditadura militar, com um recorde de 22 candidatos. Os debates inesquecíveis, o segundo turno entre Collor e Lula, a quase chegada de Brizola, a candidatura impugnada de Silvio Santos.

O comportamento da mídia, as inovações na propaganda de TV, os jingles que são lembrados até hoje, o envolvimento dos brasileiros. Nos 130 anos da Proclamação da República, fica a pergunta: será que os princípios republicanos resistem no Brasil atual? E a democracia, ainda corre riscos?

De Marighella a Marielle no #ProgramaDiferente

O filme Marighella, de Wagner Moura, ainda inédito Brasil, é boicotado e atacado pela milícia bolsonarista (Foto: Reprodução)

Novembro marca os 50 anos da morte de Carlos Marighella, ícone da luta armada contra a ditadura, em pleno aniversário dos 30 anos da queda do muro de Berlim, no mês da consciência negra e num momento em que o ainda misterioso assassinato de Marielle Franco retorna com força ao noticiário. E o que uma coisa tem a ver com a outra? Tudo! Tudo junto e misturado (veja abaixo).

Vivemos tempos de retrocesso, polarização, acirramento do ódio, preconceito, intolerância, perseguição política e até uma caça extemporânea a comunistas (reais e imaginários). O filme Marighella, de Wagner Moura, ainda inédito Brasil, é boicotado e atacado pela milícia bolsonarista, que o odeia sem ver e problematiza até a cor do ator Seu Jorge, escalado para interpretar o polêmico personagem-título.

Os 50 anos da Internet no #ProgramaDiferente

Há 50 anos era enviada a primeira mensagem por aquela que seria a precursora da Internet. O #ProgramaDiferente (veja abaixo) mostra como surgiu a rede mundial de computadores que revolucionaria a sociedade, a comunicação, a cultura, a informação, o comportamento, os relacionamentos, a política e o conhecimento de todos nós. Como seria o mundo atual sem a internet? Como ela influencia a vida das pessoas?

Médicos Sem Fronteiras no #ProgramaDiferente

No Dia do Médico, neste 18 de outubro, o #ProgramaDiferente (veja abaixo) celebra a medicina, uma das profissões mais nobres, solidárias e fraternas do mundo, e seus dedicados profissionais que salvam vidas. Há 20 anos, em 1999, o Nobel da Paz era entregue aos Médicos sem Fronteiras.

Como funciona o trabalho dessa organização? Quem são os médicos voluntários que atuam por um mundo melhor? Conheça brasileiros e cidadãos de diversos países que se mobilizam por causas humanitárias.

Música é coisa de criança no #ProgramaDiferente

Especial do programa mostra como a música transforma a vida de todas as pessoas, principalmente crianças e adolescentes (Foto: Foto: Ciete Silvério)

Neste especial do Dia da Criança, num período estranho que o Brasil e o mundo vivem, de obscurantismo e desestímulo às artes, à cultura e à educação, o #ProgramaDiferente (veja abaixo) mostra como a música transforma a vida de todas as pessoas, principalmente de crianças e adolescentes.

São exemplares e precisam ser replicadas, entre outras, ações como a Orquestra Sinfônica Heliópolis, do Instituto Baccarelli, que é reconhecida internacionalmente por sua qualidade artística e pelo extraordinário resultado social na formação pessoal e profissional de jovens de famílias humildes da periferia. (#Suprapartidário)

Será que o mundo avançou desde o Nobel da Paz recebido por Barack Obama há 10 anos?

Neste momento de ódio, intolerância e radicalização das opiniões nas redes sociais, ao mesmo tempo em que a jovem ativista sueca Greta Thunberg e o líder indígena brasileiro Raoni Metuktire são cotados ao Prêmio Nobel da Paz (e atacados com virulência por opositores), vale o registro de dez anos atrás: um marco contra o preconceito.

Em 2009, Barack Obama, então recém eleito presidente dos Estados Unidos da América, era distinguido com o Nobel da Paz devido aos “esforços para reforçar o papel da diplomacia internacional e a cooperação entre os povos”. Era o primeiro ano de governo do primeiro negro presidente dos EUA. Um episódio histórico.

Quais os desdobramentos destas conquistas? Será que mundo avançou nessa última década em termos de paz, civilidade, liberdade, igualdade, fraternidade, justiça e democracia? A julgar pelo que assistimos com presidentes como Donald Trump e Jair Bolsonaro a conclusão triste e óbvia é que estamos regredindo. (#Suprapartidário)