Comércio interrompe 7 meses de alta em dezembro

Seis das oito atividades pesquisadas no comércio varejista tiveram taxas negativas de novembro para dezembro (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

O comércio varejista teve leve retração de 0,1% em dezembro, na comparação com novembro do ano passado, interrompendo sete meses seguidos de avanço nas vendas. No acumulado em 2019, o setor cresceu 1,8% e fechou o terceiro ano consecutivo de taxas positivas, embora tenha havido uma desaceleração em relação a 2017 (2,1%) e 2018 (2,3%).Os dados são da PMC (Pesquisa Mensal de Comércio), divulgada nesta quarta-feira (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Na comparação com dezembro de 2018, houve avanço de 2,6% nas vendas, sendo que o varejo mostrou maior dinamismo no segundo semestre de 2019 (3,3%) do que no primeiro (0,6%), em relação ao mesmo período do ano anterior.

“A presença de recurso livre adicional devido a liberação dos saques nas contas do FGTS a partir do mês de setembro e a melhoria na concessão de crédito à pessoa física são alguns fatores que podem ter influenciado esse resultado no segundo semestre. O comércio ainda não se recuperou totalmente da crise de 2015 e 2016, mas está em seu momento mais elevado desde outubro de 2014”, explica a gerente da pesquisa, Isabella Nunes.

Seis das oito atividades pesquisadas no comércio varejista tiveram taxas negativas de novembro para dezembro, sendo que o que mais pesou no índice geral foi o recuo em Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,2%).

“Essa atividade, que tem peso de 44% no total do varejo, foi particularmente afetada pelo comportamento dos preços das carnes”, ressalta Isabella Nunes.

Também tiveram resultado negativo nessa comparação: Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-2,0%); Tecidos, vestuário e calçados (-1,0%); Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-10,9%); Combustíveis e lubrificantes (-0,4%) e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,1%). Em contrapartida, dois setores mostraram avanço, suavizando a queda no indicador geral estão os Móveis e eletrodomésticos (3,4%) e os Livros, jornais, revistas e papelaria (11,6%).

“A Black Friday em 2019 caiu na última sexta-feira do mês de novembro, o que levou o comércio a expandir as promoções para o fim de semana e, assim, muitas das vendas desse evento ocorreram já em dezembro, no domingo do dia 1o. Isso pode ter influenciado nos resultados positivos para o setor de móveis e eletrodomésticos”, comenta Isabella.

Varejo ampliado recua 0,8% em dezembro

Considerando o comércio varejista ampliado, que inclui, além do varejo, as atividades de Veículos, motos, partes e peças e de Material de construção, o volume de vendas em dezembro teve decréscimo de 0,8% em comparação a novembro. O resultado foi impactado, principalmente, pelo recuo de 4,0% em Veículos, motos, partes e peças e de 1,1% em Material de construção ambos, após recuo de 1,6% e 0,1%, respectivamente, registrados no mês anterior.

Já em relação a dezembro do ano anterior, os resultados positivos prevalecem em cinco das oito atividades. O segmento de Outros artigos de uso pessoal e doméstico, que engloba lojas de departamentos, óticas, joalherias, artigos esportivos, brinquedos etc, exerceu a maior contribuição ao resultado geral do varejo, com avanço de 12,9%, fechando o ano de 2019 com avanço de 6,0% frente a 2018. O setor de Móveis e eletrodomésticos, com aumento de 18,6% no volume de vendas, a melhor taxa desde março de 2012 (20,9%), exerceu o segundo maior impacto positivo, acumulando um índice de 3,6% no ano.

Já o setor de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com recuo 2,9% no volume de vendas frente a dezembro de 2018, exerceu o maior impacto negativo na formação da taxa global do varejo. A análise pelo indicador acumulado no ano mostrou perda de ritmo ao passar de 0,8% em novembro para 0,4% em dezembro. Também houve recuo no volume de vendas de Combustíveis e lubrificantes (-1,0%), que exerceram a segunda maior contribuição negativa para o resultado total do varejo. (Agência IBGE Notícias)

IBGE: Vendas do comércio varejista crescem 0,6% em novembro

Resultado do setor é a sétima alta consecutiva, que acumula alta de 3,3% no período (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

O volume de vendas do comércio varejista cresceu 0,6% na passagem de outubro para novembro de 2019. Segundo dados da PMC (Pesquisa Mensal do Comércio), divulgada nesta quarta-feira (15) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), esta é a sétima alta consecutiva do indicador, que acumula alta de 3,3% no período.

O comércio também teve altas na média móvel trimestral (0,5%), na comparação com novembro de 2018 (2,9%), no acumulado de janeiro a novembro de 2019 (1,7%) e no acumulado de 12 meses (1,6%).

A alta de outubro para novembro foi puxada por quatro das oito atividades pesquisadas, com destaque para artigos farmacêuticos, médicos, de perfumaria e cosméticos (4,1%). Também tiveram alta outros artigos de uso pessoal e doméstico (1%), móveis e eletrodomésticos (0,5%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (2,8%).

Três atividades tiveram queda no volume de vendas de outubro para novembro: tecidos, vestuário e calçados (-0,2%), combustíveis e lubrificantes (-0,3%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-4,7%). O setor de supermercados, alimentos, bebidas e fumo manteve em novembro o mesmo patamar de vendas do mês anterior.

A receita nominal do varejo também cresceu em todos os tipos de comparação: em relação a outubro (0,9%), na comparação com novembro de 2018 (4,9%), na média móvel trimestral (0,7%), no acumulado de janeiro a novembro (4,7%) e no acumulado de 12 meses (4,6%).

Varejo ampliado

O varejo ampliado, que agrega os segmentos de veículos e materiais de construção aos oito segmentos do varejo, teve queda de 0,5% na passagem de outubro para novembro, devido ao recuo de 1% na atividade de veículos, motos, partes e peças. Os materiais de construção tiveram variação positiva de 0,1%.

Nos demais tipos de comparação, no entanto, o varejo ampliado teve altas: média móvel trimestral (0,4%), comparação com novembro de 2018 (3,8%), acumulado dos onze primeiros meses de 2019 (3,8%) e acumulado de 12 meses (3,6%).

A receita nominal caiu 0,3% na comparação com outubro, mas cresceu 0,5% na média móvel trimestral, 5,5% em relação a novembro de 2018, 6,3% no acumulado de janeiro a novembro de 2019 e 6,1% no acumulado de 12 meses. (Agência Brasil)

Varejo registra alta de 0,1%, a sexta alta consecutiva em 2019

O setor varejista acumula alta de 2,7% no período, de acordo com dados do IBGE (Foto: Reprodução)

O comércio varejista brasileiro registrou ligeiro crescimento de 0,1% na passagem de setembro para outubro, a sexta alta consecutiva do setor no ano. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (11) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) por meio da PMC (Pesquisa Mensal de Comércio).

O setor acumula alta de 2,7% no período. O varejo também registrou altas de 0,4% na média móvel trimestral, de 4,2% na comparação com outubro do ano passado, de 1,6% no acumulado do ano e de 1,8% no acumulado de 12 meses.

De acordo com a PMC, seis das oito atividades pesquisadas tiveram alta no volume de vendas entre a passagem de setembro para outubro: equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (5,3%), combustíveis e lubrificantes (1,7%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,2%), móveis e eletrodomésticos (0,9%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,3%) e tecidos, vestuário e calçados (0,2%).

As atividades que tiveram queda de acordo com a PMC foram supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,1%) e de livros, jornais, revistas e papelaria (-1,1%).

Varejo ampliado

Ao analisar o varejo ampliado, que inclui os setores de de materiais de construção e venda de veículos peças, foi registrado aumento de 0,8% de setembro para outubro com alta de 2,1% na atividade de materiais de construção e 2,% no de veículos e peças. Também foi registrada alta na média móvel trimestral (0,7%), na comparação com outubro de 2018 (5,6%), no acumulado do ano (3,8%) e no acumulado de 12 meses (3,8%). (Com informações do IBGE e agência de notícias)

Vendas do comércio crescem 0,7% em setembro

Na comparação com setembro de 2018, o varejo cresceu 2,1%, sendo a sexta taxa positiva seguida (Foto: Reprodução)

As vendas do comércio varejista cresceram 0,7% em setembro na comparação com agosto. Segundo informou nesta quarta-feira (13) a PMC (Pesquisa Mensal de Comércio), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), este é o quinto resultado positivo consecutivo. O segmento acumulou ganho de 2,4%.

O instituto informou ainda que, com o maior dinamismo da atividade comercial nos últimos três meses, o índice de média móvel no trimestre encerrado em setembro (0,6%) “acentua ritmo de crescimento frente à estabilidade que vinha sendo observada entre março e junho de 2019”.

Na comparação com setembro de 2018, o varejo cresceu 2,1%, sendo a sexta taxa positiva seguida. Com estes resultados, os índices do setor foram positivos tanto para o fechamento do terceiro trimestre de 2019 (2,6%), como para o acumulado dos nove primeiros meses do ano (1,3%).

As comparações são em relação a iguais períodos do ano anterior. O indicador acumulado nos últimos 12 meses, saindo de 1,4% em agosto para 1,5% em setembro, “sinaliza estabilidade no ritmo de vendas”. (Agência Brasil)

Vendas do comércio sobem 1,1% entre junho e julho

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou, nesta quarta-feira (11), a PMC (Pesquisa Mensal do Comércio) que aponta crescimento de 1% das vendas do setor na passagem de junho para julho. Apesar de baixo, os dados representam o terceiro resultado positivo do índice, que já acumula alta alta de 1,6% no acumulado de 12 meses.

O volume de vendas também apresentou alta de 0,5% na média móvel trimestral, 4,3% na comparação com julho do ano passado e 1,6% no acumulado do ano.

No período analisado,  sete das oito atividades pesquisadas tiveram alta nas vendas, com destaque para supermercados, alimentos, bebidas e fumo (1,3%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,2%) e móveis e eletrodomésticos (1,6%).

A PMC também registrou alta nos tecidos, vestuário e calçados (1,3%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,7%), combustíveis e lubrificantes (0,5%) e livros, jornais, revistas e papelaria (1,8%).

As quedas foram registradas nas atividades de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação teve queda em julho (-1,6%).

Ao analisar o varejo ampliado, houve crescimento nos setores setores de veículos e materiais de construção, o volume de vendas cresceu 0,7% e materiais de construção com crescimento positivo de 1,1%. As atividades de veículos, motos e peças recuou 0,9%.

O varejo ampliado registrou crescimentos de 0,5% na média móvel trimestral, 7,6% na comparação com julho de 2018, 3,8% no acumulado do ano e 4,1% no acumulado de 12 meses. (Com informações do IBGE e agências de notícias)

Produção industrial brasileira cai no mês de junho; comércio varejista tem ligeiro aumento

A produção industrial brasileira caiu em dez locais pesquisados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) conforme revelada, nesta quarta-feira (7), pela PIM (Pesquisa Industrial Mensal). Segundo o estudo, os recuos mais acentuados ocorreram nos estados do Rio de Janeiro (-5,9%), em Pernambuco (-3,9%) e na Bahia (-3,4%).

Além desses, o Instituto também identificou queda nos estados do Paraná (-2,3%), São Paulo (-2,2%), Santa Catarina (-1,2%), Ceará (-0,9%), Minas Gerais (-0,9%) e Mato Grosso (-0,6%), além da Região Nordeste (-1,2%), que é a única região pesquisada de forma conjunta.

No caminho inverso, cinco estados apresentaram alta. Entre eles o Pará (4,9%), Rio Grande do Sul (2%), Amazonas (1,8%), Espírito Santo (1%) e Goiás (0,1%).

Quando comparado com o mesmo período de 2018, onze dos 15 locais pesquisados tiveram queda. Os maiores recuos foram observados no Mato Grosso (-13,6%), Espírito Santo (-13,2%) e em Minas Gerais (-12%). Apenas quatro estados tiveram alta: Amazonas (5,4%), Rio Grande do Sul (3,5%), Pará (2,7%) e Ceará (0,7%).

Já no acumulado do ano, nove locais tiveram recuo na produção, sendo o maior deles o Espírito Santo (-12%). No caminho inverso, seis estados tiveram alta com destaque para o Rio Grande do Sul (8,0%) e Paraná (7,8%).

No acumulado dos últimos 12 meses, nova locais tiveram queda, novamente com destaque para o Espírito Santo (-4,5%). Dos seis locais em alta, a maior delas foi observada no Rio Grande do Sul (9,4%).

Comércio

O IBGE também divulgou nesta quarta a PMC (Pesquisa Mensal do Comércio) que revelou crescimento tímido de 0,1% no mês de junho e de 0,6% no acumulado do ano. Segundo a pesquisa, a variação positiva se deu devido a estabilidade registrada no mês de maio.

Ao analisar o acumulado de 12 meses, a alta é de 1,1%. Contudo, o varejo teve quedas de 0,1% na médio móvel trimestral e de 0,3% na comparação com junho do ano passado. Quando comparado ao mês de maio, rês dos oito setores pesquisados tiveram alta: tecidos, vestuário e calçados (1,5%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,3%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,1%).

Quatro segmentos tiveram queda entre eles combustíveis e lubrificantes (-1,4%), móveis e eletrodomésticos (-1%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-2,4%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-0,8%). Já a atividade de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo manteve-se estável.

IBGE: Vendas do varejo caem 0,1% de abril para maio

O volume de vendas do comércio varejista no País teve um recuo de 0,1% na passagem de abril para maio. De março para abril, o setor já havia tido uma queda de 0,4%.

Segundo dados da PMC (Pesquisa Mensal do Comércio), divulgada nesta quinta-feira (11) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o varejo também caiu 0,1% na média móvel trimestral.

Nos demais tipos de comparação temporal, no entanto, o comércio teve crescimento: 1% na comparação com maio de 2018, 0,7% no acumulado do ano e 1,3% no acumulado de 12 meses.

Na passagem de abril para maio, a queda foi puxada por apenas duas das oito atividades do varejo pesquisadas: outros artigos de uso pessoal e doméstico (-1,4%) e combustíveis e lubrificantes (-0,8%).

Por outro lado, seis atividades tiveram crescimento e evitaram uma queda maior do setor no período: hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,4%), tecidos, vestuário e calçados (1,7%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,9%), móveis e eletrodomésticos (0,6%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (2,2%) e livros, jornais, revistas e papelaria (0,4%).

Varejo ampliado

O varejo ampliado, que também leva em consideração os setores de materiais de construção e de venda de veículos e peças, teve alta de 0,2% no volume na passagem de abril para maio, apesar das quedas de 1,8% dos materiais de construção e de 2,1% dos veículos, motos e peças.

O varejo ampliado cresceu 0,5% na média móvel trimestral, 6,4% na comparação com maio de 2018, 3,3% no acumulado do ano e de 3,8% no acumulado de 12 meses.

A receita nominal do varejo cresceu 0,8% de abril para maio, 0,5% na média móvel trimestral, 5,8% na comparação com maio do ano passado, 5% no acumulado do ano e 5,3% no acumulado de 12 meses.

Já a receita do varejo ampliado cresceu 0,9% na passagem de abril para maio e na média móvel trimestral, 10% na comparação com maio de 2018, 6,7% no acumulado do ano e 7% no acumulado de 12 meses. (Agência Brasil)

Vendas do comércio apresentam baixa de 0,6% e sinalizam estagnação da economia

As vendas do comércio tiveram baixa de 0,6% em abril na comparação com março. O número é o pior resultado para o período desde 2015 , quando registrou -1%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na PMC (Pesquisa Mensal do Comércio).

O varejo perdeu força após dois meses de relativa estabilidade e, para muitos especialistas, os dados reforçam a leitura de estagnação econômica. Na comparação com abril de 2018 houve alta de 1,7%. Assim, o comércio avançou 0,6% no ano e 1,4% nos últimos 12 meses. A aposta dos analistas era para uma queda menor, de 0,2%.

Segundo a PMC, das oito atividades pesquisas, cinco registraram queda no volume de vendas para abril na comparação com o mês anterior. A pesquisa destacou que a retração no varejo foi puxada pelo segmento de hipermercados (-1,8%), que caiu pela terceira vez seguida, e vestuário (-5,5%), que teve o segundo mês negativo.

Os números também evidenciam que houve queda de vendas em 20 das 27 unidades da Federação com destaque para Paraíba (-3,5%) e Rio de Janeiro (-2,8%) e Pará (-2,6%).

As três atividades tiveram alta entre março e abril foram móveis e eletrodomésticos (1,7%), combustíveis e lubrificantes (0,3%) e livros, jornais, revistas e papelaria (4,3%).

Já o volume de vendas do comércio varejista ampliado ficou estável. Os veículos e peças tiveram alta de 0,2% e os materiais de construção, de 1,4%. O varejo ampliado cresceu 3,1% ante abril do ano passado, 2,5% no acumulado do ano e 3,5% no acumulado dos últimos 12 meses (3,5%).

Longo caminho

Para a gerente de pesquisa, Isabella Nunes, o País precisara percorrer um longo caminho para atingir os números obtidos em 2014 quando houve recorde de vendas.

“Só essa observação já nos mostra uma perda de ritmo no ano de 2019. Ainda tem um longo caminho a ser percorrido para que o comércio varejista volte a registrar taxas semelhantes às de 2014”, afirmou.

Ela destacou ainda que o País possui um grande volume de desempregados que contribui negativamente para o aquecimento das vendas no varejo.

“Essa situação dificulta o crescimento da massa de rendimentos, que é o que impulsiona o consumo”, afirmou a pesquisadora do IBGE. (Com informações do IBGE e agências de notícias)

IBGE: Comércio registra avanço de 0,3% em março

As vendas do comércio apresentaram um ligeiro crescimento de 0,3% de fevereiro para março segundo a PMC (Pesquisa Mensal de Comércio) divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Contudo, na comparação com o mesmo período do ano passado, o comércio apresentou um recuo de 4,5%.

O resultado foi sustentado pelos setores de artigo farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,4%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,7%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (2,9%).

O Instituto, por outro lado, registrou queda nos setores de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,4%), combustíveis e lubrificantes (0,8%), móveis e eletrodomésticos (0,1%), tecidos, vestuário e calçados (2,5%) e livros, jornais, revistas e papelaria (4,1%).

Já o comércio varejista ampliado, que inclui veículos e materiais de construção, obteve alta de 1,1% entre fevereiro e março com crescimentos de 4,5% do segmento de veículos, motos, partes e peças e de 2,1% dos materiais de construção. Na comparação com o mesmo período de 2018, a queda foi de 3,4%. No acumulado do ano, foi registrada alta de 2,3% e no acumulado de 12 meses, crescimento de 3,9%. (Com informações das agência de notícias)

IBGE aponta estabilidade no comércio e ligeiro crescimento na indústria em fevereiro

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou, nesta terça-feira (9), a PMC (Pesquisa Mensal de Comércio), que se mostrou estável de janeiro para fevereiro, e a PIM (Pesquisa Industrial Mensal) indicando ligeiro crescimento entre ambos os meses.

A PMC aponta que as vendas do comércio varejista no País caíram 0,6% na média móvel trimestral. Contudo, nos outros tipo de comparação, o volume apresentou crescimento de 3,9% quando comparado a fevereiro do ano passado, de 2,8% no acumulado do ano e de 2,3% no acumulado de 12 meses.

De acordo com o IBGE, entre janeiro e fevereiro deste ano metade dos setores analisados apresentaram queda enquanto a outra metade obtive alta. Os segmentos com crescimento foram vestuário e calçados (4,4%), artigos de uso pessoal e doméstico (1%), livros, jornais, revistas e papelaria (0,2%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,1%).

Já as quedas foram constatadas no setor de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,7%), combustíveis e lubrificantes (-0,9%), móveis e eletrodomésticos (-0,3%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-3%).

Quando analisado o comércio varejista, que incluem atividades de veículos e material de construção, o volume de vendas recuou 0,8% em comparação a janeiro. A receita nominal do varejo cresceu 0,3% na comparação com janeiro, 7,5% na comparação com fevereiro de 2018, 6% no acumulado do ano e 5,4% no acumulado de 12 meses.

Indústria

Ao analisar o desempenho da indústria no período, o IBGE constatou ligeiro aumento de 0,1% no trimestre encerrado em fevereiro de 2019, após sofrer recuo de 0,2% em janeiro. Oito locais apontaram taxas positivas com avanços acentuados em Goiás (3,6%), Amazonas (2,8%), Pernambuco (1,5%), região Nordeste (0,8%), Paraná (0,8%), São Paulo (0,8%) e Bahia (0,7%). Por outro lado, Espírito Santo (-4,7%), Minas Gerais (-1,3%) e Rio Grande do Sul (-0,8%) registraram os principais recuos em fevereiro de 2019.

Na comparação com o mesmo período do ano passado, a indústria teve um crescimento de 2% em fevereiro com taxas positivas em 10 dos quinze locais pesquisados. Pará (12,7%) e Paraná (10,8%) foram as unidades da federação que mais cresceram impulsionados principalmente pelos setores de indústrias extrativas; veículos automotores, reboques e carrocerias; produtos alimentícios; e máquinas e equipamentos. (Com informações do IBGE e agência de notícias)