Produção industrial recua em 11 locais em novembro

Segundo a PIM (Pesquisa Industrial Mensal), a maior queda foi observada no Paraná (Foto: Reprodução)

A produção industrial recuou em 11 dos 15 locais pesquisados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), na passagem de outubro para novembro de 2019. Segundo a PIM (Pesquisa Industrial Mensal), divulgada nesta terça-feira (14), a maior queda foi observada no Paraná (-8%).

Outros locais que tiveram queda acima da média nacional (-1,2%) foram o Espírito Santo (-4,9%), Pernambuco (-4,1%), a Bahia (-3,5%), Minas Gerais (-3,4%), São Paulo (-2,6%), Goiás (-2,1%), o Pará (-1,8%) e Rio Grande do Sul (-1,5%). Também tiveram queda a Região Nordeste (-1%) e Santa Catarina (-0,4%).

Por outro lado, três estados tiveram alta na produção no período: Rio de Janeiro (3,7%), Ceará (3,4%) e Mato Grosso (2,7%). O Amazonas manteve o mesmo nível de produção nos dois meses.

Outras comparações

Na comparação com novembro de 2018, houve quedas em dez locais, com destaque para o Espírito Santo (-24,3%). Cinco locais tiveram alta. Os maiores crescimentos na produção foram registrados no Rio de Janeiro (13,3%), Amazonas (11,5%) e em Goiás (10,3%).

No acumulado de 12 meses, foram registradas quedas em oito locais. O Espírito Santo também foi o destaque negativo nesse tipo de comparação, ao recuar 13,5%. Sete locais tiveram alta, com destaque para o Paraná (5%). (Agência Brasil)

IBGE: Produção industrial recua 1,2% de outubro para novembro

Segundo a pesquisa, a produção caiu 1,7% na comparação com novembro de 2018 (Foto: Reprodução)

A produção industrial brasileira teve queda de 1,2% na passagem de outubro para novembro de 2019. O recuo interrompe três meses de crescimento e elimina parte da alta de 2,2% acumulada entre agosto e outubro daquele ano. De setembro para outubro, a indústria havia crescido 0,8%. Os dados são da PIM (Pesquisa Industrial Mensal), divulgada nesta quinta-feira (9) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Segundo a pesquisa, a produção caiu 1,7% na comparação com novembro de 2018, 1,1% no acumulado dos 11 primeiros meses de 2019 e 1,3% no acumulado de 12 meses. Na média móvel trimestral, a queda foi 0,1%.

De outubro para novembro, as quatro grandes categorias econômicas da indústria tiveram queda: bens de consumo duráveis (-2,4%), bens de consumo semi e não duráveis (-0,5%), bens de capital, isto é, máquinas e equipamentos usados no setor produtivo (-1,3%), e bens intermediários, isto é, insumos industrializados usados no setor produtivo (-1,5%).

Dezesseis das 26 atividades industriais pesquisadas tiveram queda na produção, com destaque para produtos alimentícios (-3,3%), veículos automotores (-4,4%), indústrias extrativas (-1,7%), outros produtos químicos (-1,5%) e máquinas e equipamentos (-1,6%).

Por outro lado, dez atividades tiveram alta e evitaram um desempenho mais negativo da indústria, com destaque para produtos derivados de petróleo e biocombustíveis (1,6%), impressão e produção de gravações (24%) e produtos de borracha e material plástico (2,5%). (Agência Brasil)

IBGE: Produção industrial brasileira cresce 0,3% em setembro

É a segunda taxa positiva do indicador, que acumula alta de 1,5% no período de dois meses (Foto: Reprodução)

A produção da indústria brasileira teve um crescimento de 0,3% na passagem de agosto para setembro. Esta é a segunda taxa positiva do indicador, que acumula alta de 1,5% no período de dois meses. Os dados, da PIM (Pesquisa Industrial Mensal), foram divulgados na última sexta-feira (1º) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Na comparação com setembro do ano passado, houve alta de 1,1%. Já na média móvel trimestral, teve crescimento de 0,4%. Por outro lado, a indústria acumula quedas de 1,4% no acumulado do ano e no acumulado de 12 meses.

Na passagem de agosto para setembro, três das quatro grandes categorias econômicas tiveram crescimento: bens de consumo duráveis (2,3%), bens de consumo semi e não duráveis (0,5%) e bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo (0,2%). Já os bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos, tiveram queda de 0,5%.

Onze das 26 atividades pesquisadas mostraram expansão na produção. Entre elas, a indústria de veículos automotores, reboques e carrocerias, que cresceu 4,3%, revertendo um recuo de agosto (-2,4%).

Outros impactos positivos relevantes vieram de confecção de artigos do vestuário e acessórios (6,6%), bebidas (3,5%), produtos de metal (3,7%), móveis (9,4%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (3,0%) e produtos de borracha e de material plástico (1,4%).

Queda

Entre os 14 ramos que tiveram queda na produção, os desempenhos de maior impacto foram observados em impressão e reprodução de gravações (-28,6%), indústrias extrativas (-1,2%), máquinas e equipamentos (-2,8%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-4,6%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-0,8%) e produtos do fumo (-7,7%). (Agência Brasil)

Produção industrial cresce em 11 dos 15 locais pesquisados pelo IBGE

De acordo a Pesquisa Industrial Mensal Regional, os maiores avanços ocorreram no Amazonas e Pará (Foto: Reprodução)

A produção da indústria brasileira cresceu em 11 dos 15 locais pesquisados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na passagem de julho para agosto deste ano. Segundo a PIMR (Pesquisa Industrial Mensal Regional), os maiores avanços ocorreram no Amazonas (7,8%) e no Pará (6,8%).

Outros locais que registraram expansão foram São Paulo (2,6%), Ceará (2,4%), Pernambuco (2,1%), Rio de Janeiro (1,3%), Mato Grosso (1,1%), Minas Gerais (1%), Paraná (0,3%), Região Nordeste (0,2%) e Goiás (0,2%).

Quatro locais tiveram queda forma Rio Grande do Sul (-3,4%), Santa Catarina (-1,4%), Espírito Santo (-1,4%) e Bahia (-0,1%). (Agência Brasil)

Industria cresce 0,8% em agosto, mas tem queda de 2,3% na comparação com mesmo período de 2018

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) publicou, nesta terça-feira (1), a PIM (Pesquisa Industrial Mensal) que aponta crescimento de 0,8% da produção industrial brasileira entre julho e agosto. Segundo o levantamento, a alta contribuiu na recuperação de parte da perda de 0,9% entre os meses de maio e julho.

Por outro lado, a indústria apresentou queda de 2,3% na comparação com o agosto de 2019 e de 1,7% tanto no acumulado do ano quanto no acumulado de 12 meses. A alta no período se deu exclusivamente pelos chamados bens intermediários, que são os insumos industrializados usados no setor produtivo. O crescimento foi de 1,4%.

No caminho inverso, tiveram queda o bens de capital como máquinas e equipamentos (-0,4%), os bens de consumo duráveis (-1,8%) e os bens de consumo semi e não duráveis (-0,4%).

Das 26 atividades pesquisadas, 10 tiveram alta e sustentaram o crescimento médio da indústria com estaque para indústrias extrativas, que avançaram 6,6% de julho para agosto. Também tiveram altas os setores de derivados de petróleo e biocombustíveis (3,6%) e de produtos alimentícios (2%).

Já os 16 segmentos que apresentaram queda se destacam os veículos automotores (-3%), artigos de vestuário e acessórios (-7,4%), máquinas e equipamentos (-2,7%) e produtos farmacoquímicos e farmacêuticos (-4,9%). (Com informações do IBGE e agências de notícias)

Produção industrial recua em oito dos 15 locais pesquisados em julho

A produção da indústria caiu em oito dos 15 locais pesquisados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ), de julho para agosto deste ano, seguindo a tendência nacional, já que a produção nacional recuou 0,3%. As maiores quedas registradas pela PIM (Pesquisa Industrial Mensal) foram observadas no Amazonas (-6,2%) e em Pernambuco (-3,9%).

Também tiveram queda na produção a Região Nordeste (-2,6%) e os estados do Rio Grande do Sul (-2,4%), Ceará (-1,5%), São Paulo (-1,4%), Bahia (-1,3%) e Santa Catarina (-0,3%).

Por outro lado, sete estados tiveram alta na produção: Rio de Janeiro (6,8%), Mato Grosso (5,5%), Paraná (2%), Goiás (1,7%), Espírito Santo (1,7%), Pará (0,5%) e Minas Gerais (0,3%).

Na comparação com julho do ano passado, oito locais tiveram alta na produção, com destaque para Paraná e Rio de Janeiro (ambos com 4,8%), e sete apresentaram recuo, entre as quais a maior foi apresentada pelo Espírito Santo (-14,2%).

No acumulado do ano, dez dos 15 locais pesquisados tiveram queda, entre eles Espírito Santo (-12,2%) e Minas Gerais (- 4,7%). Já Paraná, com crescimento de 7,2%, e Rio Grande do Sul, com avanço de 6,9%, estiveram entre os cinco estados com alta na produção.

No acumulado de 12 meses, nove dos quinze locais pesquisados mostraram taxas negativas, com destaque para Espírito Santo (-5,9%), enquanto seis locais tiveram alta, sendo a maior delas no Rio Grande do Sul (8,4%). (Agência Brasil)

IBGE: Produção industrial cai 0,3% de junho para julho

A produção industrial brasileira registrou queda de 0,3% na passagem de junho para julho deste ano, o terceiro resultado negativo consecutivo. A perda acumulada no período chega a 1,2%, segundo dados da PIM (Pesquisa Industrial Mensal), divulgada nesta terça-feira (3) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A produção teve queda ainda maior na comparação com julho do ano passado (-2,5%). A indústria também acumula recuos de 1,7% neste ano e de 1,3% em 12 meses.

Entre as grandes categorias econômicas, a queda de junho para julho foi puxada pelos bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos (-0,3%), e pelos bens intermediários – os insumos industrializados usados no setor produtivo (-0,5%).

Por outro lado, os bens de consumo tiveram alta no período e evitaram um desempenho pior da indústria no mês. Os bens semi e não duráveis cresceram 1,4% no período, enquanto os bens duráveis avançaram 0,5%.

Onze das 26 atividades industriais tiveram queda na passagem de junho para julho, com destaque para outros produtos químicos (-2,6%), bebidas (-4,0%) e produtos alimentícios (-1%).

Entre as 15 atividades com crescimento, o principal destaque ficou com as indústrias extrativas, que tiveram alta de 6%. (Agência Brasil)

Produção industrial brasileira cai no mês de junho; comércio varejista tem ligeiro aumento

A produção industrial brasileira caiu em dez locais pesquisados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) conforme revelada, nesta quarta-feira (7), pela PIM (Pesquisa Industrial Mensal). Segundo o estudo, os recuos mais acentuados ocorreram nos estados do Rio de Janeiro (-5,9%), em Pernambuco (-3,9%) e na Bahia (-3,4%).

Além desses, o Instituto também identificou queda nos estados do Paraná (-2,3%), São Paulo (-2,2%), Santa Catarina (-1,2%), Ceará (-0,9%), Minas Gerais (-0,9%) e Mato Grosso (-0,6%), além da Região Nordeste (-1,2%), que é a única região pesquisada de forma conjunta.

No caminho inverso, cinco estados apresentaram alta. Entre eles o Pará (4,9%), Rio Grande do Sul (2%), Amazonas (1,8%), Espírito Santo (1%) e Goiás (0,1%).

Quando comparado com o mesmo período de 2018, onze dos 15 locais pesquisados tiveram queda. Os maiores recuos foram observados no Mato Grosso (-13,6%), Espírito Santo (-13,2%) e em Minas Gerais (-12%). Apenas quatro estados tiveram alta: Amazonas (5,4%), Rio Grande do Sul (3,5%), Pará (2,7%) e Ceará (0,7%).

Já no acumulado do ano, nove locais tiveram recuo na produção, sendo o maior deles o Espírito Santo (-12%). No caminho inverso, seis estados tiveram alta com destaque para o Rio Grande do Sul (8,0%) e Paraná (7,8%).

No acumulado dos últimos 12 meses, nova locais tiveram queda, novamente com destaque para o Espírito Santo (-4,5%). Dos seis locais em alta, a maior delas foi observada no Rio Grande do Sul (9,4%).

Comércio

O IBGE também divulgou nesta quarta a PMC (Pesquisa Mensal do Comércio) que revelou crescimento tímido de 0,1% no mês de junho e de 0,6% no acumulado do ano. Segundo a pesquisa, a variação positiva se deu devido a estabilidade registrada no mês de maio.

Ao analisar o acumulado de 12 meses, a alta é de 1,1%. Contudo, o varejo teve quedas de 0,1% na médio móvel trimestral e de 0,3% na comparação com junho do ano passado. Quando comparado ao mês de maio, rês dos oito setores pesquisados tiveram alta: tecidos, vestuário e calçados (1,5%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,3%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,1%).

Quatro segmentos tiveram queda entre eles combustíveis e lubrificantes (-1,4%), móveis e eletrodomésticos (-1%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-2,4%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-0,8%). Já a atividade de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo manteve-se estável.

Produção industrial recua em sete estados e na Região Nordeste em maio

A produção industrial recuou em oito dos 15 locais pesquisados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), na passagem de abril para maio deste ano, acompanhando o recuo de 0,2% da indústria nacional no período. Segundo a PIM (Pesquisa Industrial Mensal), divulgada na semana passada, foi a maior queda foi observada no Espírito Santo (-2,2%).

Outros estados com queda na produção foram Rio Grande do Sul (-1,4%), Santa Catarina (-1,3%), Minas Gerais (-1%), Ceará (-0,9%), Mato Grosso (-0,7%) e Pernambuco (-0,6%) a seguir. A Região Nordeste, que tem a produção industrial de seus nove estados calculada em conjunto, recuou 0,9%.

Sete estados tiveram aumento na taxa, com destaque para o Pará, que teve uma alta recorde de 59,1%, devido à retomada do setor extrativo mineral no estado. Outros locais com alta foram o Rio de Janeiro (8,8%), Goiás (1,6%), o Amazonas (1,2%), a Bahia (1,1%), o Paraná (0,7%) e São Paulo (0,1%).

Outras comparações

Na comparação com maio do ano passado, 12 dos 15 locais pesquisados tiveram alta, com destaques para os três estados do Sul: Paraná (27,8%), Rio Grande do Sul (19,9%) e Santa Catarina (19,3%). Entre os três locais com queda, o recuo mais intenso foi no Espírito Santo (-17,4%).

No acumulado do ano, oito locais tiveram alta, com destaque também para os três estados do Sul: Paraná (10,4%), Rio Grande do Sul (8,8%) e Santa Catarina (6,1%). Sete locais tiveram queda, a maior delas no Espírito Santo (-11,8%).

No acumulado de 12 meses, oito locais pesquisados tiveram altas, com destaque, mais uma vez para Rio Grande do Sul (9,2%), Paraná (6,3%) e Santa Catarina (5%). Dos sete locais em queda, o maior recuo foi observado no Espírito Santo (-4,1%).(Agência Brasil)

Apesar de ligeira alta de 0,3%, indústria acumula queda nos quatro primeiros meses do ano

A produção industrial brasileira registrou leve alta em abril, com crescimento de 0,3%. Contudo, o setor acumula queda de 2,7% nos quatro primeiros meses do ano. Além disso, também registrou queda de 3,9% quando comparado com o mesmo mês do ano passado. O resultado foi divulgado, nesta terça-feira (4), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) por meio da PIM (Pesquisa Industrial Mensal).

De acordo com o estudo, a produção industrial para o período está 17,3% abaixo do nível recorde registrado em maio de 2011. Segundo os pesquisadores, a influência negativa se deu por conta do setor extrativo, principalmente pela redução na produção de minério de ferro decorrente da tragédia de Brumadinho (MG) com o rompimento da barragem, em janeiro. Por conta disso, a indústria extrativa caiu 9,7%.

Para o gerente de pesquisa, André Macedo, o crescimento na indústria seria de 1,2% se não tivesse ocorrido o incidente.

“Há um efeito de queda em sequência do setor por conta de Brumadinho, e isso vem trazendo impactos negativos na indústria como um todo”, disse.

Crescimento

A pesquisa revelou que houve crescimento em 20 das 26 atividades consultadas. Entre as altas na passagem de março para abril o destaque foi para veículos com 7,1%; maquinas e equipamentos, 8.3%; produtos químicos 5,2%; e alimentos 1,5%.

“Veículos automotores vêm mostrando um comportamento de maior volatilidade, em função de uma demanda doméstica que não consegue acompanhar essa produção. Ainda há a crise na Argentina afetando as exportações desse setor, então se regula a produção para atender a demanda”, afirmou o pesquisador.

Além disso, a ligeira alta também foi influenciada em três das grandes categorias economias em relação a março com alta de 3,4% em bens de consumo duráveis; 2,9% em bens de capital e de 2,6% em bens de consumo semi e não duráveis. O setor de bens intermediários teve queda de 1,4%.

Ao comentar a indústria de transformação, Macedo destacou a existência de uma “constante” que contribui na queda do setor industrial no ano.

“São fatores que a gente já comenta para o setor industrial, associados à demanda em ritmo menor e à taxa de desocupação do mercado de trabalho”. (Com informações do IBGE)

Produção industrial registra queda em 9 das 15 regiões analisadas pelo IBGE

A indústria brasileira registrou recuo na produção em 9 dos 15 regiões analisadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) por meio da  PIM (Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional), divulgada nesta última quarta-feira (8). O resultado se soma a uma série de sucessivos resultados negativos que apontam a estagnação econômica do País.

Os piores resultados foram identificados no Pará, com recuo de -11,3%, e Bahia com -10,1%. Além disso, também tiveram queda Mato Grosso (-6,6%), Pernambuco (-6%), Minas Gerais (-2,2%), Ceará (-1,7%), São Paulo (-1,3%) e Amazonas (-0,5%). A região Nordeste, que foi analisada de forma conjunta, registrou redução de -7,5%.

Segundo o IBGE, seis locais tiveram uma ligeira alta na produção sendo Espírito Santo com o melhor desempenho com crescimento de 3,6% seguido por Rio de Janeiro (2,9%), Goiás (2,3%), Paraná (1,5%), Santa Catarina (1,2%) e Rio Grande do Sul (1%).

Quando comprado com o mês de março do ano passado, 12 locais apresentaram queda principalmente Pará, 12,5%, e Mato Grosso (12,3%). No acumulado do ano, dez locais tiveram queda com destaque para o Espírito Santo com queda de -8,5%. Já no acumulado de 12 meses, foram nove locais com queda sendo o estado de Goiás o mais atingido com redução de -4,1%. (Com informações do IBGE e agência de notícias)

IBGE: Produção industrial cai 1,3% em março; pior resultado desde setembro de 2018

A economia brasileira continua tropeçando diante uma gestão federal fraca que ainda não mostrou competência para reverter os sinais negativos que atingem e prejudicam toda a sociedade. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontou, nesta sexta-feira (03), na PIM (Pesquisa Industrial Mensal), que a produção brasileira recuou 1,3% entre fevereiro e março, resultado considerado o pior resultado desde setembro do ano passado.

No mês anterior, a indústria havia crescido 0,6%. Já na comparação com março de 2018, observou-se a continuidade do efeito negativo que o rompimento da barragem em Brumadinho (MG) teve nas indústrias extrativas (-14%) e automotivas (-13,3%), que exerceram as maiores influências negativas no índice de -6,1% do total da indústria.

Com a queda de 1,3% em março, a indústria nacional acumulou -2,2% no primeiro trimestre, com perdas em três das quatro grandes categorias econômicas investigadas pela PIM, divulgada hoje.

O levantamento revelou que foram registradas quedas em todos os tipos de comparação temporal. Quando comparado com o mesmo período do ano passado o recuo foi de -6,1%; na média móvel trimestral o número foi de -0,5%; no acumulado do ano, -2,2%; e no acumulado de 12 meses, -0,1%.

Segundo a PIM, das 26 atividades industriais 16 tiveram queda na produção na passagem de fevereiro para março, principalmente o setor de alimentos, que teve recuo de 4,9%. Além disso, influenciaram na queda da produção o setor de automotores, reboques e carrocerias (-3,2%); coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-2,7%); indústrias extrativas (-1,7); e outros produtos químicos (-3,3%).

Por outro lado, nove segmentos apresentaram alta na produção e evitaram um número ainda pior para a indústria no período. O setor de produtos farmoquímicos teve o maior destaque com 4,6% de crescimento. Entre as quatro grandes categorias, apenas os bens de capital – máquinas e equipamentos usados no setor produtivo, tiveram alta de 0,4%. A maior queda foi nos bens intermediários – insumos industrializados usados no setor produtivo – que apresentou 1,5% negativo.

Nos bens de consumo, foi observado queda de 1,3% nos bens duráveis e 1,1% nos bens semi e não duráveis.

Recuperação

De acordo com o gerente da pesquisa, André Macedo, o País está longe de uma trajetória de recuperação.

“Dado que a gente observa todos esses indicadores no campo negativo, podemos dizer que estamos longe de pensar em qualquer trajetória de recuperação, que dirá de uma recuperação consistente”, avaliou

Para ele, o resultado negativo da pesquisa é o mais intenso desde 2016. “Este é o resultado negativo mais intenso desde o 4º trimestre de 2016, quando havia recuado 3,1% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior”, destacou o gerente da pesquisa. “Desde o 4º de 2017, quando a indústria crescia 5%, o setor vem numa trajetória de redução de ritmo”, acrescentou. (Com informações do IBGE e agências de notícias)

IBGE aponta estabilidade no comércio e ligeiro crescimento na indústria em fevereiro

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou, nesta terça-feira (9), a PMC (Pesquisa Mensal de Comércio), que se mostrou estável de janeiro para fevereiro, e a PIM (Pesquisa Industrial Mensal) indicando ligeiro crescimento entre ambos os meses.

A PMC aponta que as vendas do comércio varejista no País caíram 0,6% na média móvel trimestral. Contudo, nos outros tipo de comparação, o volume apresentou crescimento de 3,9% quando comparado a fevereiro do ano passado, de 2,8% no acumulado do ano e de 2,3% no acumulado de 12 meses.

De acordo com o IBGE, entre janeiro e fevereiro deste ano metade dos setores analisados apresentaram queda enquanto a outra metade obtive alta. Os segmentos com crescimento foram vestuário e calçados (4,4%), artigos de uso pessoal e doméstico (1%), livros, jornais, revistas e papelaria (0,2%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,1%).

Já as quedas foram constatadas no setor de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,7%), combustíveis e lubrificantes (-0,9%), móveis e eletrodomésticos (-0,3%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-3%).

Quando analisado o comércio varejista, que incluem atividades de veículos e material de construção, o volume de vendas recuou 0,8% em comparação a janeiro. A receita nominal do varejo cresceu 0,3% na comparação com janeiro, 7,5% na comparação com fevereiro de 2018, 6% no acumulado do ano e 5,4% no acumulado de 12 meses.

Indústria

Ao analisar o desempenho da indústria no período, o IBGE constatou ligeiro aumento de 0,1% no trimestre encerrado em fevereiro de 2019, após sofrer recuo de 0,2% em janeiro. Oito locais apontaram taxas positivas com avanços acentuados em Goiás (3,6%), Amazonas (2,8%), Pernambuco (1,5%), região Nordeste (0,8%), Paraná (0,8%), São Paulo (0,8%) e Bahia (0,7%). Por outro lado, Espírito Santo (-4,7%), Minas Gerais (-1,3%) e Rio Grande do Sul (-0,8%) registraram os principais recuos em fevereiro de 2019.

Na comparação com o mesmo período do ano passado, a indústria teve um crescimento de 2% em fevereiro com taxas positivas em 10 dos quinze locais pesquisados. Pará (12,7%) e Paraná (10,8%) foram as unidades da federação que mais cresceram impulsionados principalmente pelos setores de indústrias extrativas; veículos automotores, reboques e carrocerias; produtos alimentícios; e máquinas e equipamentos. (Com informações do IBGE e agência de notícias)

IBGE: Produção industrial sobe 0,7% em fevereiro

A produção industrial brasileira cresceu 0,7% na passagem de janeiro para fevereiro, segundo dados da PIM (Pesquisa Industrial Mensal) divulgados nesta terça-feira (2) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). De dezembro para janeiro, o setor caiu 0,7%.

Na comparação com fevereiro de 2018, houve uma alta de 2%. A indústria acumula queda de 0,2% no ano e alta de 0,5% em 12 meses. Na média móvel trimestral, a variação é de 0,1%.

Três das quatro categorias econômicas tiveram alta de janeiro para fevereiro: bens de capital, isto é, máquinas e equipamentos (4,6%), bens de consumo duráveis (3,7%) e bens de consumo semi e não duráveis (0,7%). Os bens intermediários, ou seja, os insumos industrializados usados no setor produtivo, caíram 0,8%.

Dezesseis das 26 atividades industriais pesquisadas tiveram alta, com destaque para veículos automotores, reboques e carrocerias (6,7%), produtos alimentícios (3,2%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (4,3%).

Dez ramos industriais apresentaram queda. O principal recuo veio das indústrias extrativas (-14,8%), resultado influenciado pelo recuo na produção de minério de ferro relacionada ao rompimento da barragem de Brumadinho (MG), em 25 de janeiro deste ano. (Agência Brasil)