Roberto Freire divulga nota oficial sobre tentativa de sabotar CPMI para investigar acusações de Moro

O presidente Nacional do Cidadania, Roberto Freire, divulgou nota oficial na tarde desta quinta-feira (14) criticando o ex-presidente Lula e parte do PT que agem nos bastidores para impedir que uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito apure se Jair Bolsonaro tentou interferir politicamente na Polícia Federal.

Leia abaixo:

Nota oficial – CPMI JÁ

Mais uma vez em sua sanha por hegemonia, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e parte do Partido dos Trabalhadores colocam de lado o país e a população, vítimas do desgoverno Jair Bolsonaro em meio à mais grave crise sanitária pela qual já passamos, para antagonizar um potencial adversário político em 2022: o ex-ministro da Justiça Sérgio Moro.

Enquanto esquerda e direita democráticas tentam uma aproximação para investigar e possivelmente afastar o presidente da República em razão das acusações de interferência na Polícia Federal, o PT age nos bastidores para que uma CPMI não saia do papel porque teme dar protagonismo a Moro, algoz do lulopetismo.

Essa esquerda atrasada quer o monopólio da oposição a Bolsonaro. Para impedir a ascensão de uma alternativa democrática que possa quebrar a polarização que paralisa o país, ainda que ao custo de milhares de vidas, age como aliada objetiva do bolsonarismo. As forças do atraso, à esquerda e à direita, precisam umas das outras. Sobrevivem parasitando a democracia.

Nós, do Cidadania, seguiremos firmes na coleta de assinaturas e na defesa de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que apure as tentativas de Bolsonaro de operar politicamente na Polícia Federal e trocar o comando da corporação no Rio de Janeiro a fim de proteger amigos e familiares, flagrados, sabe-se lá, em que tipo de ilícito. CPMI já!

Roberto Freire
Presidente Nacional do Cidadania

Cidadania quer divulgação integral do vídeo que Moro citou como prova de interferência na PF

Deputado federal Marcelo Calero solicitou ao ministro Celso de Mello, relator do caso na Corte, a liberação de todo o conteúdo da reunião ministerial em que o presidente Jair Bolsonaro teria confessado que mudaria comando da corporação para proteger a família

Continue lendo