Inflação das famílias com renda baixa sobe mais que índice oficial

INPC acumula 3,22% no ano e 3,37% em 12 meses. No acumulado de 12 meses, o índice também ficou acima do IPCA, que registra 3,27% no período (Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

O INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que calcula a variação de cesta de compras de famílias com renda até cinco salários mínimos, ficou em 0,54% em novembro deste ano. A taxa é superior ao registrado em outubro (0,04%) e o maior resultado para um mês de novembro desde 2015.

O INPC teve um crescimento maior do que o registrado pela inflação, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que subiu de 0,10% em outubro para 0,51% em novembro.

O INPC acumula inflação de 3,22% no ano e de 3,37% em 12 meses. No acumulado de 12 meses, o INPC também ficou acima do IPCA (veja abaixo), que registra 3,27% no período.

Em novembro, os produtos alimentícios tiveram alta de preços de 0,78%, de acordo com o INPC, enquanto os não alimentícios anotaram inflação de 0,44%. (Agência Brasil)

Inflação desacelera para 0,11% em agosto com recuo do preço dos alimentos

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) ficou em 0,11% em agosto conforme divulgado, nesta sexta-feira (6), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A taxa é inferior ao 0,19% registrado em julho, mas superior a deflação de 0,09% no mesmo período do ano passado.

Já no acumulado do ano, o IPCA registra inflação de 2,54% e de 3,43% em 12 meses. A queda entre julho e agosto foram motivavas principalmente pela deflação nos grupos de despesa alimentação e transportes, em agosto.

Entre os alimentos, as principais quedas de preços foram observadas no tomate (-24,49%), batata-inglesa (-9,11%), hortaliças e verduras (-6,53%) e carnes (-0,75%).

Os preços dos alimentos comprados para consumo em casa — que excluem produtos consumidos em lanchonetes e restaurantes — tiveram baixa de 0,84% em agosto. 

A alimentação fora de casa, que também compõe o grupo de alimentação e bebidas, acelerou para +0,53% em agosto, de +0,15% em julho. Esses serviços de alimentação acabam influenciados por outros componentes além do preço dos alimentos, como custo de energia, de aluguel e de mão de obra.

Nos transportes também foram registradas quedas de preços nos itens passagens aéreas (-15,66%), gasolina (-0,45%) e óleo diesel (-0,76%). Outro grupo que registrou deflação foi saúde e cuidados pessoas (-0,03%).

Por outro lado, as principais altas de preços foram registradas nos grupos habitação (1,19%), artigos de residência (0,56%) e despesas pessoais (0,31%).

INPC

O  INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que mede a variação da cesta de consumo de famílias com renda de até cinco salário mínimos, registrou inflação de 0,12% em agosto. A taxa é superior ao de julho deste ano (0,10%) e de agosto do ano passado.

O indicador acumula taxas de inflação de 2,68% no ano e de 3,28% em 12 meses. Segundo os dados divulgados pelo IBGE, os produtos alimentícios tiveram deflação (queda de preços) de 0,49% em agosto, enquanto os não alimentícios registraram inflação de 0,39% no período. (Com informações do IBGE e agências de notícias)

Inflação oficial fica em 0,19% em julho e para famílias índice registra 0,10%

A inflação oficial, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), ficou em 0,19% no mês de julho e é a menor para o mês em cinco anos. A taxa é superior ao 0,01% registrado em junho, mas inferior ao 0,33% registrado no mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados, nesta quinta-feira (8), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O índice acumula 2,42% no ano e 3,33% em 12 meses ficando abaixo da meta do Banco Central que hoje é de 4,25%.

Os principais responsáveis pela inflação de 0,19% foram os gastos com habitação, com alta de 1,20%, e a energia elétrica que teve aumento de 4,48% e foi a que mais pesou no bolso do brasileiro. O motivo seria o estabelecimento da bandeira amarela e os reajustes aplicados pelas concessionárias de São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. A tarifa da água também teve aumento de 0,73%.

Por outro lado ocorreram deflações nos transportes, com queda de 0,17%, e do vestuário de 0,52%. Ambos evitaram que a inflação de julho ficasse mais alta. Em relação aos transportes, os combustíveis tiveram um impacto importante com queda dos preços de 2,79%. A gasolina recuou 2,80% e no vestuário destaque para as roupas femininas que tiveram queda de 1,39%. Os alimentos tiveram inflação irrisória de 0,01%.

Inflação para as famílias

O IBGE também divulgou o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), responsável por medir a variação da cesta de consumo das famílias com renda de até cinco salários mínimos, e ficou em 0,10% em julho. Essa também é a menor taxa mais para o mês desde 2013 quando houve registro de deflação de 0,13%.

A taxa também ficou abaixo do 0,19% registrado pelo IPCA. Apesar disso, o índice ficou acima de 0,01% registrado no mês anterior. O INPC acumula taxas de inflação de 2,55% no ano e de 3,16% em 12 meses.

Os produtos alimentícios tiveram deflação de 0,05% em julho enquanto os não alimentícios tiveram inflação de 0,17% no período. (Com informações do IBGE e de agências de notícias)

IBGE: Inflação oficial fica em 0,01% em junho

A inflação oficial do País medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) ficou em 0,01% em junho, divulgou nesta quarta-feira (10) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A taxa é inferior ao 0,13% registrado em maio e aos 1,26% registrados no mesmo período do ano passado. Segundo o IBGE, o índice é o menor percentual mensal desde novembro de 2018, quando ficou em -0,21%.

O IPCA acumula inflação de 2,23% no ano e de 3,37% em 12 meses. O índice foi influenciado pela queda dos preços dos alimentos (0,25%) e transportes (0,31%), que contiveram a inflação no mês.

Os itens que mais influenciaram os preços dos alimentos foram as frutas (6,14%) e o feijão carioca (-14,8%). Já no grupo de transportes, a deflação veio dos combustíveis (-2,41%), com destaque para a queda de 2,04% no preço da gasolina.

O custo de saúde e cuidados pessoais, por outro lado, apresentou aumento de 0,64% e foi decisivo para evitar que o IPCA ficasse negativo.

INPC

O  INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que mede a inflação para as famílias com renda até cinco salários mínimos, registrou a mesma taxa do IPCA, de 0,01% em junho. O índice é inferior ao 0,15% registrado em maio deste ano e do mesmo período de 2018 (1,43%).

A inflação para essa faixa da população é 3,31% em 12 meses, percentual inferior aos 3,37% do IPCA. Pelo INPC, os produtos alimentícios tiveram deflação de 0,18% em junho, enquanto os não alimentícios tiveram inflação de 0,09%. (Com informações do IBGE e agências de notícias)

Inflação desacelera em maio ao variar 0,13%, a menor alta em 13 anos

A inflação oficial do País, o IPCA Amplo (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de maio variou 0,13% e ficou 0,44% abaixo da taxa de abril (0,57%). Esse foi o menor resultado para maio desde 2006 (0,10%). Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (07) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Em maio de 2018, a taxa havia sido de 0,40%. A variação acumulada no ano ficou em 2,22% e em 12 meses chegou 4,66%, abaixo dos 4,94% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.

Segundo o IBGE, quatro dos nove grupos de produtos e serviços mostraram deflação em maio como alimentação e bebidas (-0,56%), que havia subido 0,63% em abril, artigos de residência (-0,10%), Educação (-0,04%) e comunicação (-0,03%).

Já o grupo que apresentou altas estão habitação (0,98%), com impacto de 0,15%, e saúde e cuidados pessoais (0,59%), com impacto de 0,07%

Para o analista do Sistema Nacional de Índices de Preços do IBGE, Pedro Kislanov da Costa, as famílias vem demonstrado uma recuperação gradual, mas que o País ainda apresenta um cenário incerto.

“O consumo das famílias tem uma recuperação lenta, gradual. A desocupação está com patamar bastante elevado, a massa de rendimentos está estável. Tem um cenário ainda de incertezas”, disse.

Para o gerente do Sistema Nacional de Índices de Preços do IBGE, Fernando Gonçalves, os dados negativos do País, como o desemprego e queda da renda, traz insegurança para as famílias.

“Tem uma desocupação ainda muito forte, endividamento das famílias, tem reposição das funções profissionais via informalidade. Isso não traz segurança para que as famílias possam fazer consumo, então isso acaba segurando um pouco o consumo das famílias”, disse

INPC

O IBGE também divulgou hoje (07) o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) que mede a variação de preços da cesta de consumo familiar com renda de até cinco salários mínimos e apresentou alta de 0,15% em maio. Este foi o menor resultado para o mês desde 2006, quando a taxa ficou em 0,13%.

O resultado de maio ficou 0,45% abaixo do índice de abril (0,60%). O acumulado do ano foi de 2,44% e dos últimos 12 meses, 4,78%. Quando comparado com o mesmo mês do ano passado, a taxa foi de 0,43%.

De acordo com o IBGE, os produtos alimentícios tiveram queda de 0,59% em maio, contra 0,64% em abril. Quando analisado o agrupamento de não alimentícios a desaceleração foi de 0,48% e em abril 0,58%. (Com informações do IBGE e agências de notícias)

Inflação oficial fica em 0,57% em abril, a maior para o mês em três anos

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a inflação oficial do País, ficou em 0,57% no mês de abril, abaixo dos 0,75% registrado em março. Mas a taxa, no entanto, é maior do que a registrada no mesmo período de 2018, de 0,22%, e considerada a maior para o mês desde 2016. 

O IPCA acumula taxas de 2,09% no ano e de 4,94% em 12 meses. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a inflação no mês passado foi puxada pelos gastos com saúde e cuidados pessoais (1,51%), transportes (0,94%) e alimentação (0,63%).

As maiores altas de preço do setor saúde e cuidados pessoas vieram dos remédios (2,25%), perfumes (6,56%) e planos de saúde (0,8%). Entre os transportes, as principais contribuições vieram das passagens aéreas (5,32%) e das tarifas de ônibus urbanos (0,74%). Já os alimentos, as altas foram registradas em alimentação fora de casa (0,64%) e de produtos como tomate (28,64%), frango inteiro (3,32%), cebola (8,62%) e carnes (0,46%).

INPC

O IBGE também divulgou, nesta sexta-feira (10), o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que mede a inflação para famílias com até cinco salários mínimos. Segundo o instituto, o índice ficou em 0,6% em abril. A taxa foi inferior aos 0,77% registrados em março, porém superior aos 0,21% registrados no mesmo período do ano passado.

O índice acumula taxas de 2,29% no ano e de 5,07% em 12 meses,  números superiores aos registrados no ano passado, de 2,09% e 4,94%, respectivamente. Os produtos alimentícios registraram alta de 0,64% em abril e os não alimentícios tiveram inflação de 0,58% no períodos. (Com informações das agências de notícias)

Inflação de março fica em 0,75%, o maior índice para o mês desde 2015

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a inflação oficial do País, divulgado nesta quarta-feira (10) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), aponta aumento de 0,75% em março.

A taxa foi considerada a maior para o mês desde 2015 e foi influenciada pela alta de preços dos alimentos bebidas (1,37%) e dos transportes (1,44%) que foram responsáveis por 80% da taxa de inflação para março.

Em fevereiro o IPCA registrado foi de 0,43% e ficou acima 0,09% no mesmo período de 2018. O índice acumula taxa de inflação de 1,51% no ano e 4,58% nos últimos 12 mês. O acumulado do ano é o maior para um primeiro trimestre desde 2016 (2,62%). Já o acumulado em 12 meses é o maior desde fevereiro de 2017 (4,76%).

INPC

O IBGE divulgou também divulgou hoje o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que mede a variação de preços da cesta de consumo de famílias com renda até cinco salários mínimos. Segundo o instituto, houve um aumento de 0,77% em março.

A taxa é maior a que foi registrada em fevereiro que ficou em 0,54% e a maior para os meses de março desde 2015 (1,51%). Além disso, o INPC acumula taxa de 1,68% no ano, a maior para o período desde 2016 (2,93%). Nos 12 meses, o índice acumulada chega a 4,6%. Ainda segundo o IBGE o INPC ficou acima do IPCA. (Com informações do IBGE e agências de notícias)