Mercado reduz estimativa do PIB de 2020 para 2,23%

Há quatro semanas, as previsões dos especialistas para o crescimento do PIB deste ano era maior, de 2,31% (Foto: Reprodução)

Os especialistas das 100 principais instituições financeiras do mercado brasileiro, que contribuem para a elaboração do Boletim Focus, do Banco Central, dminuíram a previsão do crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) para 2020 de 2,30% para 2,23%.

Há quatro semanas, no entanto, as previsões dos especialistas, no Focus, para o crescimento do PIB deste ano era maior, de 2,31%.

A economia brasileira, ou pelo menos as previsões para seu desempenho, está vivendo um novo déjà vu. Depois de frustrar as expectativas em 2017, 2018 e 2019, o crescimento do PIB deste ano começa a ser revisto para baixo por causa de fatores externos e também internos.

Os dados do PIB de 2019 será divulgado no início de março pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mas as previsões estão em torno de 1%. É a mais lenta retomada da história brasileira. Para 2020, as projeções estão mais para 2% do que 2,5%. (Com informações das agências de notícias e Valor Econômico)

Mercado financeiro baixa previsão de crescimento econômico para 2020

Estimativas de expansão do PIB para 2021, 2022 e 2024 foram mantidas em 2,50% pelas instituições financeiras (Foto: )

O mercado financeiro reduziu a projeção de crescimento da economia brasileira de 2,31% para 2,30%. As instituições também baixaram a estimativa da inflação caindo de 3,47% para 3,40%. Os dados foram divulgados pelo Banco Central, nesta segunda-feira (3), por meio do boletim semanal Focus.

Já as estimativas de expansão do PIB (Produto Interno Bruto) para os anos de 2021, 2022 e 2024, as instituições bancárias mantiveram em 2,50%. No que tange a inflação, a previsão para 2021 se manteve em 3,75% e 3,50% para 2022 e 2023.

Juros

Ao analisar a Selic, principal instrumento de controle de juros, o mercado financeiro prevê que a taxa, que hoje está em 4,50%, fique em 6% em 2021. Para 2022 e 2023, a aposta é que ela termine ambos os anos em 6,5%. Nesta semana será realizada a primeira reunião do ano do Copom (Comitê de Política Monetária) para definir o índice.

Dólar

No que tange ao dólar, as instituições consultadas prevê que a moeda feche o ano em R$ 4,10 e R$ 4,05 no fim de 2021. (Com informações das agências de notícias)

Mercado eleva em 0,01% projeção de crescimento da economia para 2020

A previsão para inflação foi mantida em 3,75% para 2021 e inalteradas as apostas para 2022 e 2023, em 3,50% (Foto: Reprodução)

As instituições financeiras elevaram ligeiramente a previsão de crescimento da economia brasileira, de 2,30% para 2,31% e mantiveram a projeção em 2,5% para 2021. A estimativa da inflação foi reduzida de 3,56% para 3,47%. As informações foram divulgadas pelo Banco Central, nesta segunda-feira, por meio do boletim Focus.

Ainda segundo as instituições, a inflação foi mantida em 3,75% para 2021 e inalteradas as apostas para 2022 e 2023, em 3,50%.

Juros

Ao analisar a taxa Selic, que é utilizado como principal indicador para a taxa básica de juros, a mercado prevê queda e deve se manter em 4,25% para o fim de 2020. Para 2021, a expectativa é que ela suba para 6,25% e 2022 e 2023 termine ambos os períodos em 6,5% ao ano.

Dólar

Os economistas também elevaram levemente sua previsão para o câmbio ao final de 2020. Para eles, a cotação deverá estar em R$ 4,10 até o fim do ano. (Com informações das agências de notícias)

Para mercado financeiro, economia continua dando fracos sinais de recuperação

Para a inflação, as instituições reduziram a projeção de 3,58% para 3,56% (Foto: Reprodução)

A economia continua dando sinais lentos de retomada de acordo com estimativas do mercado financeiro, que aumento de 2,30% para 2,31% a projeção para a expansão do PIB (Produto Interno Brasileiro) em 2020. Já para a inflação, as instituições reduziram de 3,58% para 3,56%. Os dados foram divulgados, nesta segunda-feira (20), pelo Banco Central por meio do boletim Focus.

As instituições financeiras mantiveram a projeção de crescimento para 2021, 2022 e 2023 em 2,50%. A projeção da inflação para os anos seguintes foram de 3,75% para 2021 e 3,50% para 2022 e 2023.

Juros

Ao analisar a taxa Selic, o mercado aposta que ela deve se manter em 4,5% até o fim de 2020. Para 2021, a previsão é que a taxa suba para 6,25% e em 2022 e 2023 em 6,5% ao ano.

Dólar

No que se refere à cotação do dólar, a aposta é que a moeda fique em R$ 4,05 para o fim deste ano e R$ 4,00 em 2021. (Com informações do Banco Central e agências de notícias)

Instituições financeiras estimam inflação de 4,13% em 2019

Instituições financeiras consultadas pelo BC (Banco Central) aumentaram a estimativa de inflação para 2019, pela nona vez seguida. As previsões para o crescimento da economia em 2019 e 2020 foram mantidas.

A projeção para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) – a inflação oficial do País -, desta vez, subiu de 4,04% para 4,13%. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgará, na próxima sexta-feira (10), o IPCA de 2019.

A informação consta do Boletim Focus, pesquisa semanal do BC com as projeções de instituições para os principais indicadores econômicos.

Para 2020, a estimativa de inflação caiu de 3,61% para 3,60%. A previsão para os anos seguintes também não teve alterações, de 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022.

As projeções para 2019 e 2020 estão abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta de inflação, definida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional ), é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Juros

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente definida em 4,5% ao ano pelo Copom (Comitê de Política Monetária).

De acordo com as instituições financeiras, no fim de 2020 a expectativa é que a taxa básica também esteja em 4,5% ao ano. Para 2021, as instituições estimam que a Selic encerre o período em 6,5% ao ano. A estimativa anterior era 6,38% ao ano. Para o final de 2022, a previsão segue em 6,5% ao ano.

Atividade econômica

A projeção para a expansão do PIB (Produto Interno Bruto) foi mantida em 1,17% em 2019 e em 2,3% em 2020. O IBGE só divulgará o PIB de 2019 no fim de março. Para os anos seguintes, não houve alteração em relação à pesquisa anterior, de 2,5% em 2021 e 2022.

Dólar

A projeção para a cotação do dólar aumentou de R$ 4,08 para R$ 4,09, no fim de 2020, e permanece em R$ 4 no encerramento de 2021. (Com informações da Agência Brasil)

Mercado financeiro eleva mais uma vez projeção da inflação em 2019

Para 2020, as instituições financeiras mantiveram a projeção de inflação, pela quinta vez consecutiva, em 3,60% (Foto: Reprodução)

O mercado financeiro manteve a projeção de crescimento econômico em 0,99% para 2019. Já a estimativa para a inflação neste ano, foi elevada de 3,46% para 3,52%. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (2) pelo Banco Central por meio do boletim Focus.

Ao analisar as projeções de crescimento de PIB (Produto Interno Bruto) para os próximos anos, as instituições financeiras subiram a projeção de 2,20% para 2,22% em 2020. Contudo, para os anos seguintes, não houve alteração ficando em 2,50% em 2021 e 2022.

No que tange a inflação, o mercado manteve para 2020, pela quinta vez consecutiva, em 3,60%. Para os anos seguintes também não houve alterações ficando em 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022.

Juro

Nas apostas para a taxa Selic, as instituições preveem que ela encerre o ano em 4,5%. Para 2020, a expectativa é que a taxa de juro permaneça no mesmo patamar, 2021 encerre em 6% e 2021 em 6,5%.

Dólar

Em relação ao dólar, o mercado financeiro aposta que a cotação da moeda permaneça em R$ 4,10 para o fim deste ano e R$ 4,01 para 2020. (Com informações das agência de notícias)

Instituições financeiras aumentam previsão de crescimento da economia e inflação

O mercado manteve a expectativa da expansão do PIB em 2,50% para 2021 e 2022 (Foto: Reprodução)

O mercado financeiro elevou as projeções de crescimento da economia em 2019, de 0,92% para 0,99%, e 2020 de 2,17% para 2,20%. As instituições bancárias também elevaram a previsão da inflação de 3,33% para 3,46% para o ano no terceiro ajuste consecutivo. Os dados foram divulgados, nesta segunda-feira (25), pelo BC (Banco Central) por meio do boletim Focus.

Segundo o levantamento, o mercado manteve a expectativa da expansão do PIB (Produto Interno Bruto) em 2,50% para 2021 e 2022.

No que tange a inflação, não houve alterações para os anos seguintes ficando 3,60% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022. De acordo com o boletim, as projeções de 2019 e 2020 estão abaixo do centro da meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional que é de 4,25% para este ano, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022 podendo ter variação de 1,5 ponto percentual seja positivo ou negativo.

Juros

Ao analisar a taxa Selic, a previsão do mercado é que o índice encerre 2020 em 4,5% ao ano. Atualmente em 5%, as instituições financeiras esperam que ela volte a cair em dezembro se estabelecendo também em 4,5%. Já para 2021, a previsão é que a taxa de juros da economia termine em 6% e 6,5% em 2022.

Dolar

Em relação ao dólar, a previsão é que a moeda suba de R$ 4 para R$ 4,10, no fim de 2019, e permanece em R$ 4 ao final de 2020. (Com informações da Agências de Notícias)

Mercado financeiro projeta leve crescimento da economia

As instituições financeiras mantiveram a previsão para a inflação, calculada pelo IPCA em 3,29% em 2019 (Foto: Reprodução)

A previsão de instituições financeiras para o crescimento da economia neste ano subiu levemente. A estimativa de expansão do PIB (Produto Interno Bruto) assou de 0,91% para 0,92%.

As projeções para os anos seguintes não foram alteradas: 2% em 2020; e 2,50% em 2021 e 2022. Essas estimativas são de pesquisa a instituições financeiras, elaborada semanalmente pelo BC (Banco Central).

Inflação

De acordo com o boletim Focus, instituições financeiras mantiveram a previsão para a inflação, calculada pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) em 3,29% em 2019, 3,60%, em 2020, 3,75%, em 2021, e 3,50% em 2022.

As projeções para 2019 e 2020 estão abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Juros

Para o mercado financeiro, a Selic, a taxa básica de juros, deve terminar 2019 e 2020 em 4,50% ao ano.

Para 2021, a expectativa é que a taxa termine o período em 6% ao ano. Para o fim de 2022, a previsão é 6,50% ao ano.

Dólar

A previsão para a cotação do dólar segue em R$ 4 para o final de 2019 e 2020. (Com informações da Agência Brasil)

Mercado financeiro eleva projeção de crescimento da economia e inflação

Segundo o boletim Focus, do Banco Central, a previsão de expansão do PIB (Produto Interno Bruto) para 2020 é de 2%, e de 2,50% em 2021 e 2022 (Foto: Divulgação)

O mercado financeiro, após meses de projeções negativas ou estagnadas, elevou de forma irrisória a projeção de crescimento da economia brasileira de 0,88% para 0,91%. Além de elevar a projeção de crescimento, as instituições também aumentaram a estimativa de inflação de 3,26% para 3,29% em 2019. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (29) pelo BC (Banco Central) por meio do boletim Focus.

Segundo o boletim, a previsão de expansão do PIB (Produto Interno Bruto), para 2020 é de 2%, e de 2,50% em 2021 e 2022.

Inflação

No que tange a inflação, em 2020 a estimativa caiu de 3,66% para 3,60%, a quinta redução seguida. Já para os anos seguinte não houve alterações ficando em 3,75% para 2021 e 3,50% em 2022. As projeções de 2019 e 2020 estão abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC que de 4,25% em 2019; 4% em 2020; 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022.

Juros

Ao analisar a taxa Selic – utilizada como instrumento pelo BC para controlar a inflação e atualmente em 5,5% – as instituições financeiras deve cair para 4,5% até o fim de 2019. Para 2020, a previsão é que a taxa de juros permaneça no mesmo patamar, 2021 em 6,38% e 2022 em 6,5%.

Dólar

A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar também permanece em R$ 4 para o fim deste ano e para 2020. (Com informações da agências de notícias)

Mercado financeiro projeta ligeiro crescimento da economia

O mercado financeiro aumentou a previsão de crescimento da economia brasileira em irrisórios 0,01%, elevando a estimativa para 2019 de 0,87% para 0,88%. Os dados foram divulgados, nesta segunda-feira (21), pelo Banco Central por meio do boletim Focus. Já a estimativa da inflação caiu pela 11º vez consecutiva de 3,28% para 3,26%.

No que tange o crescimento da economia, as instituições não alteraram as projeções para os anos seguintes ficando 2% em 2020 e 2,50% para 2021 e 2022. Ao analisarem a inflação, o mercado também reduziu as estimativas para 2020 de 3,73% para 3,66%. Para os anos seguintes não houve alterações mantendo 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022.

Juros

As instituições financeiras também reviram para baixo a previsão para a Selic em 2019 apostando que a taxa termine o ano em 4,50%. Atualmente o índice se encontra em 5,50% ao ano.  Para 2020 não houve alteração e a aposta continua em 4,75%. Já em 2021 a expectativa é que a taxa de juros básico da economia fique em 6,50% e para o fim de 2022, 7%.

Dólar

A previsão para a cotação do dólar segue em R$ 4 e, para 2020, passou de R$ 3,95 para R$ 4.

Mercado mantém pela 6ª vez previsão de crescimento do PIB em 0,87%

As instituições financeiras reduziram, pela décima vez seguida, a estimativa da inflação, de 3,42% para 3,28% em 2019 (Foto: Reprodução)

O mercado financeiro manteve, pela sexta vez consecutiva, a projeção de crescimento da economia em 0,87%. Os dados foram divulgados, nesta segunda-feira (14), pelo Banco Central por meio do boletim Focus. Para 2020 a projeção ficou em 2%, e 2,50% para 2021 e 2022.

Por outro lado, as instituições reduziram, pela décima vez seguida, a estimativa da inflação que passou de 3,42% para 3,28% em 2019. Para 2020, também houve queda da projeção saindo 3,78% para 3,73% na segunda redução seguida. A previsão para os anos seguinte não teve alterações ficando 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022.

Juro

Ao analisar as previsões para a taxa Selic – principal instrumento usado pelo BC para controlar a inflação – o mercado financeiro prevê que ela feche 2019 em 4,75%. Atualmente, o juro se encontra em 5,5% ao ano. Já para 2020, a estimativa foi alterada de 5,5% para 4,75% e em 2021 espera-se que ela termine o período 6,50%, e 7% em 2022.

Dólar

A previsão para a cotação do dólar segue em R$ 4, e para 2020, em R$ 3,95. (Com informações das agências de notícias)

Mercado volta reduzir projeção de crescimento da economia

O mercado financeiro voltou a reduzir a projeção para o crescimento da economia e a estimativa de inflação para este ano. Segundo o boletim Focus, pesquisa divulgada todas as semanas pelo BC (Banco Central), a previsão para a expansão do PIB (Produto Interno Bruto) foi ajustada de 0,83% para 0,80% em 2019, após ligeira alta na semana anterior (veja aqui).

Segundo a pesquisa, a previsão para 2020 também caiu, ao passar de 2,20% para 2,10%. Para 2021 e 2022 não houve alteração nas estimativas: 2,50%.

Inflação

A estimativa de inflação, calculada pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), caiu de 3,71% para 3,65%, este ano. Para 2020, a estimativa caiu de 3,90% para 3,85%. Não houve alteração nas estimativas para os anos seguintes: 3,75%, em 2021, e 3,50%, em 2022.

Juros

Para o mercado financeiro, ao final de 2019 a Selic, a taxa básica de juros da economia, estará em 5% ao ano. Para o final de 2020, a estimativa passou de 5,50% para 5,25% ao ano. No fim de 2021 e 2022, a previsão segue em 7% ao ano.

Dólar

A previsão para a cotação do dólar ao fim deste ano subiu de R$ 3,78 para R$ 3,80 e, para 2020, permanece em R$ 3,81.(Com informações da Agência Brasil)

Mercado aumenta previsão de crescimento da economia e reduz estimativa de inflação

Projeção para a expansão do PIB passa de 0,81% para 0,83% este ano

O mercado financeiro aumentou a projeção para o crescimento da economia e reduziu a estimativa de inflação para este ano. Segundo o boletim Focus, pesquisa divulgada todas as semanas pelo BC (Banco Central), a previsão para a expansão do PIB (Produto Interno Bruto) foi ajustada de 0,81% para 0,83% neste ano.

Segundo a pesquisa, a previsão para 2020 também subiu, ao passar de 2,1% para 2,2%. Para 2021 e 2022 não houve alteração nas estimativas de 2,5%.

Inflação

A estimativa de inflação, calculada pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), caiu de 3,76% para 3,71%. Não houve alteração nas estimativas para os anos seguintes: 3,90%, em 2020, 3,75%, em 2021, e 3,5%, em 2022.

A meta de inflação, definida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional), é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,5% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5% para cima ou para baixo.

Para o mercado financeiro, ao final de 2019 a Selic estará em 5% ao ano. Para o final de 2020, a estimativa permanece em 5,5% ao ano. No fim de 2021 e 2022, a previsão segue em 7% ao ano.

Dólar

A previsão para a cotação do dólar ao fim deste ano subiu de R$ 3,75 para R$ 3,78 e, para 2020, de R$ 3,80 para R$ 3,81.

Mercado financeiro reduz mais uma vez projeção de crescimento da economia

O Banco Central publicou nesta segunda-feira (12) o boletim Focus com projeção que continua apontando pessimismo em relação a expectativa do mercado financeiro com o crescimento econômico. Segundo as instituições financeiras, a projeção para a expansão do PIB caiu de 0,82% para 0,81% em 2019.

Segundo o levantamento, não houve alteração nas estimativas para 2020, com projeção de crescimento de 2,1% e 2,5% para 2021 e 2022, respectivamente.

Já a estimativa de inflação, calculada pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), caiu de 3,80% para 3,76%. Não houve alterações para os anos seguintes, ficando em 3,90% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,5% em 2022.

O mercado financeiro também reduziu a projeção para a taxa básica de juros, a Selic, para o final de 2019. Segundo as projeções do mercado, a previsão é que a taxa encerre o ano em 5%. Para o fim de 2020, a previsão continua em 5,5%. Não houve alterações para 2021 e 2022, que continua em 7%. (Com informações do Banco Central e agência de notícias)

Após 20 reduções consecutivas, mercado projeta ligeiro crescimento da economia

Após 20 reduções consecutivas, a estimativa do mercado financeiro para o crescimento da economia subiu ligeiramente. A projeção para a expansão do PIB (Produto Interno Bruto) passou de 0,81% para 0,82%, de acordo com projeção do boletim Focus, resultado de pesquisa semanal a instituições financeiras, feita pelo BC (Banco Central).

A expectativa das instituições financeiras é que a economia tenha crescimento maior em 2020. A estimativa é 2,10%, a mesma da semana passada. A previsão para 2021 e 2022 permanece em 2,50%.

Inflação

A estimativa de inflação, calculada pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), caiu de 3,82% para 3,78% este ano.

A meta de inflação de 2019, definida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional), é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

A projeção para 2020 permanece em 3,90%. A meta para o próximo ano é 4%, com intervalo de tolerância 1,5% para cima ou para baixo.

Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5%. Para 2022, a meta é 3,5%, com tolerância de 1,5% para cima ou para baixo. A previsão do mercado financeiro para a inflação em 2021 segue em 3,75%. A estimativa para 2022 caiu de 3,75% para 3,65%.

Juros

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,5% ao ano.

Ao final de 2019, as instituições financeiras esperam que a Selic esteja em 5,5% ao ano, a mesma perspectiva há 3 semanas.

Para o fim de 2020, a expectativa para a taxa básica caiu de 6% para 5,75% ao ano, e, no fim de 2021, permanece em 7% ao ano. Para 2022, a previsão caiu de 7,5% para 7% ao ano.

Dólar

A previsão para a cotação do dólar ao final deste ano caiu de R$ 3,80 para R$ 3,75% e para 2020, permanece em R$ 3,80. (Com informações da Agência Brasil)