Serviços têm alta de 0,6% em dezembro, diz IBGE

Os serviços de informação e comunicação foram a única atividade com queda no volume, de 0,9% (Foto: Marcos Santos/USP Imagens)

O volume de serviços teve alta de 0,6% na passagem de dezembro do ano passado para janeiro deste ano. O setor havia tido queda de 0,5% na passagem de novembro para dezembro. Os dados, da PMS (Pesquisa Mensal de Serviços), foram divulgados nesta quarta-feira (25) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

De acordo com a pesquisa, foram registradas altas de 1,8% na comparação com janeiro de 2019 e de 1% no acumulado de 12 meses.

Quatro das cinco atividades investigadas pela PMS tiveram alta de dezembro para janeiro, com destaque para o setor de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, que avançou 2,8%, recuperando a perda (-2,8%) acumulada nos dois últimos meses de 2019.

Também tiveram alta os outros serviços (1,2%), os serviços prestados às famílias (0,7%) e os serviços profissionais, administrativos e complementares (0,1%).

Por outro lado, os serviços de informação e comunicação foram a única atividade com queda no volume (-0,9%).

A receita nominal dos serviços tiveram queda de 0,3% na passagem de dezembro para janeiro, mas registraram altas de 4,3% na comparação com janeiro de 2019 e de 4,4% no acumulado de 12 meses. (Com informações do IBGE e Agência Brasil)

Setor de serviços recua 0,4% em dezembro, diz IBGE

No acumulado do ano, o volume de serviços expandiu 1,0%, interrompendo sequência de 4 anos sem crescimento (Foto: Reprodução)

Em dezembro de 2019, o volume do setor de serviços variou -0,4% frente ao mês anterior, segundo decréscimo seguido neste tipo de indicador, com uma perda de 0,5% verificada entre novembro e dezembro, o que reduz parte do ganho acumulado entre setembro e outubro (2,2%).

Na série sem ajuste sazonal, no confronto com igual mês do ano anterior, o volume de serviços avançou 1,6% em dezembro de 2019, alcançando, portanto, a quarta taxa positiva consecutiva. No acumulado do ano, o volume de serviços expandiu 1,0%, interrompendo sequência de 4 anos sem crescimento: 2015 (-3,6%), 2016 (-5,0%), 2017 (-2,8%) e 2018 (0,0%).

Na passagem de novembro para dezembro de 2019, o decréscimo de 0,4% no volume de serviços foi acompanhado por três das cinco atividades de divulgação investigadas. O destaque negativo foi o setor de Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-1,5%), pressionado principalmente pelo segmento de Transporte terrestre (-3,7%).

Os demais recuos vieram dos setores de Serviços profissionais, administrativos e complementares (-1,3%), que devolveu parte do ganho de 3,1% acumulado entre agosto e novembro, e de Serviços prestados às famílias (-1,3%), que emplacou perda de 3,4% nos dois últimos meses do ano.

Em sentido oposto, os Outros serviços (3,4%) assinalaram o resultado positivo mais expressivo, alcançando um crescimento acumulado de 5,6% nos últimos 2 meses; ao passo que os Serviços de informação e comunicação (0,4%), recuperaram quase toda a queda observada no mês anterior (-0,6%).

O índice de média móvel trimestral para o total do volume de serviços, ainda na série com ajuste sazonal, apontou estabilidade (0,0%) no trimestre encerrado em dezembro de 2019 frente ao nível do mês anterior, após 3 meses de avanços de igual magnitude (0,7%).

Entre os setores, o ramo de Outros serviços (1,8%) assinalou o resultado positivo mais intenso no trimestre móvel, duplicando o avanço que havia sido verificado em novembro (0,9%), seguido por Serviços de informação e comunicação (0,4%), que mostrou comportamento positivo desde maio de 2019.

Em contrapartida, três atividades recuaram, interrompendo sequências de taxas positivas: os serviços prestados às famílias (-0,6%), os profissionais, administrativos e complementares (-0,4%) e os transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-0,3%).

Na comparação com dezembro de 2018, o avanço de 1,6% no volume de serviços foi acompanhado por três das cinco atividades de divulgação e em 44% dos 166 tipos de serviços investigados. Entre as atividades, o ramo de Serviços de informação e comunicação (3,2%) exerceu a contribuição positiva mais relevante, impulsionado, em grande medida, pelo aumento na receita das empresas de Portais, provedores de conteúdo e ferramentas de busca na Internet; de Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis; de Suporte técnico, manutenção e outros serviços em TI; e de Edição integrada à impressão de livros. Os demais avanços vieram de Outros serviços (11,3%) e de Serviços profissionais, administrativos e complementares (2,3%).

Por outro lado, os setores de Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-1,4%) e de Serviços prestados às famílias (-3,2%) assinalaram os resultados negativos, pressionados, principalmente, pela menor receita das Empresas de transporte rodoviário e ferroviário (de cargas); de Transporte dutoviário; de Rodoviário coletivo de passageiros; de Gestão de portos e terminais; de Operação de aeroportos e de Restaurantes e hotéis.

No acumulado de janeiro a dezembro de 2019, o avanço de 1,0% foi composto por taxas positivas em quatro das cinco atividades de divulgação e em 55,4% dos 166 tipos de serviços investigados. Entre os setores, os Serviços de informação e comunicação (3,3%) exerceram o principal impacto positivo sobre o índice global, impulsionado, em grande parte, pelo aumento da receita das empresas que atuam nos segmentos de Portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na Internet, de Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis, de Consultoria em tecnologia da informação e Suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia da informação.

Os demais avanços vieram de Outros serviços (5,8%), de Serviços prestados às famílias (2,6%) e de Serviços profissionais, administrativos e complementares (0,7%), explicados, principalmente, pelas maiores receitas auferidas por empresas dos ramos de Corretoras de títulos, valores mobiliários e mercadorias; de Administração de bolsas e mercados de balcão organizados; e de Corretores e agentes de seguros, de previdência complementar e de saúde.

Em contrapartida, a única influência negativa no acumulado do ano ficou com o segmento de Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-2,5%), pressionado, sobretudo, pelo recuo no volume de receitas de Transporte rodoviário e ferroviário de cargas, de Operação de aeroportos e de Transporte rodoviário coletivo e aéreo (de passageiros).

SP e RJ crescem

Na passagem de novembro para dezembro de 2019, dezesseis das 27 unidades da federação assinalaram retração no volume de serviços, lideradas por Minas Gerais (-2,1%), Distrito Federal (-2,7%), Mato Grosso (-5,6%), Paraná (-1,3%) e Bahia (-2,3%). E no campo positivo, destaque para São Paulo (0,4%) e Rio de Janeiro (0,7%), que acumularam, entre setembro e dezembro de 2019, um ganho de 2,9% e de 4,5%, respectivamente.

Em relação a dezembro de 2018, apenas 12 das 27 unidades da federação tiveram avanço. As principais contribuições positivas ficaram com São Paulo (3,8%) e Rio de Janeiro (6,5%), que apontaram crescimento na maior parte dos setores investigados. Por outro lado, as influências negativas mais importantes para a formação do índice vieram do Mato Grosso (-14,9%), Distrito Federal (-5,9%), Paraná (-3,7%), Minas Gerais (-2,2%) e Bahia (-5,2%).

No acumulado de janeiro a dezembro de 2019, apenas 13 das 27 unidades da federação também mostraram expansão na receita real de serviços. O principal impacto positivo em termos regionais ocorreu em São Paulo (3,3%), seguido por Amazonas (3,9%), Santa Catarina (1,2%) e Mato Grosso do Sul (3,2%). Por outro lado, Paraná (-2,3%) e Mato Grosso (-7,1%) registraram as influências negativas mais relevantes sobre o índice nacional.

Atividades Turísticas crescem 1,5% no mês

Em dezembro de 2019, o índice de atividades turísticas apontou expansão de 1,5% frente ao mês imediatamente anterior, após recuar 2,3% em novembro. Regionalmente, a metade (seis) das doze unidades da federação pesquisadas acompanhou este movimento de crescimento observado no Brasil, com destaque para os avanços vindos de São Paulo (0,5%) e Paraná (2,6%), seguidos por Minas Gerais (1,3%) e Pernambuco (2,3%). Em sentido contrário, os principais resultados negativos vieram do Rio Grande do Sul (-2,0%) e da Bahia (-1,4%).

Na comparação com dezembro de 2018, o índice de volume de atividades turísticas no Brasil apresentou expansão de 3,4%, impulsionado, principalmente, pelo aumento de receita das Empresas de locação de automóveis e de Transporte aéreo de passageiros. Em sentido oposto, o segmento de Restaurantes apontou a principal influência negativa sobre a atividade turística. Sete das doze unidades da federação onde o indicador é investigado mostraram avanço nos serviços voltados ao turismo, com destaque para São Paulo (5,9%), seguido por Minas Gerais (6,0%) e Rio de Janeiro (3,1%). Em contrapartida, os impactos negativos mais importantes vieram de Pernambuco (-3,9%) e da Bahia (-2,1%).

No acumulado do ano, o agregado especial de atividades turísticas mostrou crescimento de 2,6% frente a igual período do ano passado, impulsionado, sobretudo, pelos ramos de Locação de automóveis, de hotéis e de Serviços de catering, bufê e Outros serviços de comida preparada. Em sentido oposto, o principal impacto negativo ficou com o segmento de transporte aéreo de passageiros. Regionalmente, nove dos doze locais investigados registraram taxas positivas, com destaque para São Paulo (5,1%), Rio de Janeiro (2,4%), Minas Gerais (2,8%) e Ceará (4,8%). Já o Distrito Federal (-6,2%), o Paraná (-3,1%) e Santa Catarina (-2,3%) assinalaram as principais influências negativas. (Agência IBGE Notícias)

Comércio interrompe 7 meses de alta em dezembro

Seis das oito atividades pesquisadas no comércio varejista tiveram taxas negativas de novembro para dezembro (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

O comércio varejista teve leve retração de 0,1% em dezembro, na comparação com novembro do ano passado, interrompendo sete meses seguidos de avanço nas vendas. No acumulado em 2019, o setor cresceu 1,8% e fechou o terceiro ano consecutivo de taxas positivas, embora tenha havido uma desaceleração em relação a 2017 (2,1%) e 2018 (2,3%).Os dados são da PMC (Pesquisa Mensal de Comércio), divulgada nesta quarta-feira (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Na comparação com dezembro de 2018, houve avanço de 2,6% nas vendas, sendo que o varejo mostrou maior dinamismo no segundo semestre de 2019 (3,3%) do que no primeiro (0,6%), em relação ao mesmo período do ano anterior.

“A presença de recurso livre adicional devido a liberação dos saques nas contas do FGTS a partir do mês de setembro e a melhoria na concessão de crédito à pessoa física são alguns fatores que podem ter influenciado esse resultado no segundo semestre. O comércio ainda não se recuperou totalmente da crise de 2015 e 2016, mas está em seu momento mais elevado desde outubro de 2014”, explica a gerente da pesquisa, Isabella Nunes.

Seis das oito atividades pesquisadas no comércio varejista tiveram taxas negativas de novembro para dezembro, sendo que o que mais pesou no índice geral foi o recuo em Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,2%).

“Essa atividade, que tem peso de 44% no total do varejo, foi particularmente afetada pelo comportamento dos preços das carnes”, ressalta Isabella Nunes.

Também tiveram resultado negativo nessa comparação: Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-2,0%); Tecidos, vestuário e calçados (-1,0%); Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-10,9%); Combustíveis e lubrificantes (-0,4%) e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,1%). Em contrapartida, dois setores mostraram avanço, suavizando a queda no indicador geral estão os Móveis e eletrodomésticos (3,4%) e os Livros, jornais, revistas e papelaria (11,6%).

“A Black Friday em 2019 caiu na última sexta-feira do mês de novembro, o que levou o comércio a expandir as promoções para o fim de semana e, assim, muitas das vendas desse evento ocorreram já em dezembro, no domingo do dia 1o. Isso pode ter influenciado nos resultados positivos para o setor de móveis e eletrodomésticos”, comenta Isabella.

Varejo ampliado recua 0,8% em dezembro

Considerando o comércio varejista ampliado, que inclui, além do varejo, as atividades de Veículos, motos, partes e peças e de Material de construção, o volume de vendas em dezembro teve decréscimo de 0,8% em comparação a novembro. O resultado foi impactado, principalmente, pelo recuo de 4,0% em Veículos, motos, partes e peças e de 1,1% em Material de construção ambos, após recuo de 1,6% e 0,1%, respectivamente, registrados no mês anterior.

Já em relação a dezembro do ano anterior, os resultados positivos prevalecem em cinco das oito atividades. O segmento de Outros artigos de uso pessoal e doméstico, que engloba lojas de departamentos, óticas, joalherias, artigos esportivos, brinquedos etc, exerceu a maior contribuição ao resultado geral do varejo, com avanço de 12,9%, fechando o ano de 2019 com avanço de 6,0% frente a 2018. O setor de Móveis e eletrodomésticos, com aumento de 18,6% no volume de vendas, a melhor taxa desde março de 2012 (20,9%), exerceu o segundo maior impacto positivo, acumulando um índice de 3,6% no ano.

Já o setor de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com recuo 2,9% no volume de vendas frente a dezembro de 2018, exerceu o maior impacto negativo na formação da taxa global do varejo. A análise pelo indicador acumulado no ano mostrou perda de ritmo ao passar de 0,8% em novembro para 0,4% em dezembro. Também houve recuo no volume de vendas de Combustíveis e lubrificantes (-1,0%), que exerceram a segunda maior contribuição negativa para o resultado total do varejo. (Agência IBGE Notícias)

Inflação oficial fecha 2019 em 4,31% e supera centro da meta

Apenas em dezembro, índice de preços avançou 1,15%, a taxa mais alta para o mês desde 2002 (Foto: Reprodução)

A inflação oficial, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), fechou o ano de 2019 em 4,31%. A taxa é superior aos 3,75% observados em 2018, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (10) pelo IBGE (Instituto Brasileiro Geografia e Estatística).

A taxa também ficou acima do centro da meta de inflação, estipulada pelo Banco Central para 2019, de 4,25%.

Em dezembro, o IPCA ficou em 1,15%, acima do 0,51% de novembro e do 0,15% de dezembro do ano anterior. Esse é o maior resultado para o mês desde 2002 (2,10%).

Com taxa de 1,54%, os transportes também tiveram impacto importante no IPCA de dezembro, com destaque para a alta de preços de 3,36% da gasolina no período. A aceleração foi influenciada também pelo encarecimento das carnes e dos jogos de azar, segundo o IBGE.

O instituto calcula a inflação oficial brasileira com base na cesta de consumo das famílias com rendimento de um a 40 salários mínimos, abrangendo dez regiões metropolitanas, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e Brasília.A inflação se espalhou mais pelos produtos e serviços em geral que compõem o IPCA em dezembro.

Difusão

O chamado Índice de Difusão, que mede a proporção de bens e atividades que tiveram aumento de preços, passou de 55,9% em novembro para 58,7% o último mês de 2019, o maior percentual desde os 59,8% registrados em outubro, segundo cálculos do Valor Data considerando todos os itens da cesta.

Excluindo alimentos, grupo considerado um dos mais voláteis, o indicador mostrou uma menor abrangência das altas de preços, ao sair de 54,9% para 50,2%, menor nível desde setembro de 2019, quando a inflação havia se espalhado por 47,9% da cesta por esses parâmetros. (Com informações do IBGE, Agência Brasil e Valor Econômico)

Percentual de famílias com dívidas chega a 65,6% em dezembro, mostra pesquisa da CNC

O resultado é o maior patamar da série histórica desde janeiro de 2010 (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

O percentual de famílias com dívidas em cartão de crédito, cheque especial, cheque pré-datado, crédito consignado, crédito pessoal, carnê de loja, prestação de carro e prestação da casa aumentou em dezembro de 2019, alcançando 65,6%.

É o maior patamar da série histórica da Peic (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor), feita pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) desde janeiro de 2010. O resultado divulgado nesta quinta-feira (9) é maior do que os 65,1% observados em novembro e superior aos 59,8% registrados em dezembro de 2018.

Segundo a pesquisa, o percentual de famílias inadimplentes, ou seja, com dívidas ou contas em atraso, diminuiu em dezembro de 2019, na comparação com o mês imediatamente anterior, passando de 24,7% para 24,5% do total. No entanto, houve aumento do percentual de famílias inadimplentes em relação a dezembro de 2018, que registrou 22,8%.

O percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes também diminuiu, na comparação mensal, para 10% em dezembro, ante 10,2% em novembro. O indicador alcançou 9,2% em dezembro de 2018.

Apontado como o principal tipo de dívida pelas famílias desde a primeira Peic, feita há dez anos, o cartão de crédito atingiu, em dezembro de 2019, seu maior patamar na série histórica: 79,8%. Em segundo lugar, vêm os carnês (15,6%) e, em terceiro, o financiamento de carro (9,9%).

O presidente da CNC, José Roberto Tadros, avalia que o resultado, apesar de ligar o sinal de alerta, não pode ser considerado negativo. De acordo com ele, como o endividamento não foi acompanhado de um aumento expressivo da inadimplência, os dados indicam uma dívida com responsabilidade e compatível com a renda das famílias.

“A tendência de alta do endividamento está associada à ampliação do mercado de crédito ao consumidor, impulsionada por fatores como a melhora recente no mercado de trabalho, sobretudo no emprego formal, e a redução das taxas de juros para patamares mínimos históricos, o que permitiu a redução do custo do crédito”, afirmou Tadros, em nota.

A parcela média da renda comprometida com dívidas, apesar de ter aumentado no comparativo anual (29,7% contra 29,3%), recuou em dezembro para o menor patamar desde junho de 2019. (Com informações da CNC e Agência Brasil)