Jornal O Globo destaca a candidatura coletiva da Bancada do Livro pelo Cidadania do Rio

O jornal O Globo destaca, em reportagem publicada neste domingo, a candidatura coletiva da Bancada do Livro, pelo Cidadania do Rio de Janeiro, como exemplo entre outras iniciativas de mandato compartilhado que estarão nas urnas em novembro. A reportagem registra que o foco do grupo é estimular educação e cultura e ouve a coordenadora da pré-campanha, Bianca Lessa. “A gente entende que livro, educação e cultura são importantes na transformação da sociedade”, disse ela.

Também em conversa com o jornal, o cientista político Leonardo Secchi, do Instituto PVBLICA e estudioso do assunto, argumenta que o objetivo das candidaturas coletivas é aproximar sociedade e política. “A motivação das candidaturas coletivas vem da crise de representação política-parlamentar. É um movimento muito mais social do que partidário”, opinou.

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Candidaturas coletivas: eleição terá boom de grupos que pretendem dividir mandato nas câmaras

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Cidadania abre espaço para pré-candidatura coletiva e temática no município do Rio de Janeiro

Cristovam Buarque: ideias e capacidade de expressá-las serão fundamentais nas eleições de novembro

Em conversa virtual com participação expressiva dos 1.230 pré-candidatos a vereador e 23 a prefeito do Cidadania-RJ, o ex-senador e ex-governador Cristovam Buarque defendeu a federalização da Educação pública como forma de melhorar a qualidade do ensino e oferecer a pobres e ricos as mesmas oportunidades de aprendizagem.

Cristovam sustentou que essa deve ser, em sua avaliação, uma das principais bandeiras a serem assumidas pelo Cidadania. Falando na condição de quem tem uma bem-sucedida atuação na política, como senador, governador, ministro, entre outros cargos, ele aconselhou os pré-candidatos a seguir três diretrizes na pré-campanha: “sapato macio, uma ideia na cabeça e língua afiada”.

Na avaliação do ex-governador, quando as campanha de rua ainda eram possíveis, andar pelos bairros e conhecer as pessoas era uma das atividades fundamentais dos pré-candidatos, que, agora, terá de ser substituída por outros meios de contato com a população a partir das redes sociais. Mas mesmo com a mudança imposta pela pandemia, ideias e capacidade de expressá-las são indispensáveis, disse ele.

Diretor da Fundação Astrojildo Pereira, Luiz Carlos Azedo, que também participou do evento, ofereceu ideias e sugestões aos candidatos em relação ao desenvolvimento das pré-campanhas, especialmente o contato, em linha com as diretrizes do Cidadania, com as populações periféricas das grandes cidades, sujeitas ao abandono do poder público.

Ambos se colocaram à disposição para novos encontros com os nomes do partido no Rio de Janeiro.

Roberto Freire vê possibilidade de candidatura coletiva antirracismo pelo Cidadania

O presidente nacional do Cidadania, Roberto Freire, elogiou na noite desta segunda-feira (10) a iniciativa do partido no Rio de Janeiro de lançar uma pré-candidatura temática e coletiva na disputa por uma vaga de vereador nas eleições de novembro. Na avaliação dele, o modelo da chamada Bancada do Livro é inovador e difere de tentativas semelhantes porque o coletivo foi formado com objetivo de defender um conjunto específico de ideias. 

“Antes, em outros partidos, era apenas o fracionamento de uma unidade, porque eram alguns do mesmo partido que se juntavam e se autodenominavam um coletivo. Agora, vieram para o Cidadania pessoas que se juntaram em torno de uma temática para a disputa”, argumentou, em live com pré-candidatos da seção fluminense do partido.

Ele lembro que hoje há bancadas suprapartidárias em atuação no Congresso, mas formadas após as eleições, e citou o exemplo de Frentes Parlamentares como a do Agronegócio e de coletivos informais como a chamada bancada da Bíblia. Freire observou que essa experiência pode servir de exemplo para outras pautas que também levem às urnas a defesa, no mandato, de uma bandeira compartilhada.

“Isso pode começar a surgir em outras áreas, como uma bancada antirracismo. Estive conversando com o Igualdare23 e é algo a se avaliar, pode ser uma boa ideia reunir – e não apenas negros, porque é uma questão de todos – grupos contra o preconceito, o racismo, a xenofobia, pessoas que compartilham essas mesmas bandeiras e esses mesmos ideais”, apontou.

Freire falou das mudanças pelas quais o partido vem passando desde que passou a ser o Cidadania, abrindo-se aos movimentos de renovação política, mas ponderou que os valores de humanismo e solidariedade permanecem presentes. “Queremos criar um espaço em que liberais progressistas e sociais-democratas construam uma organização preocupada com o futuro”, sustentou.

Durante a live, o presidente do Cidadania-RJ, Comte Bittencourt, disse que o partido já tem 1.200 pré-candidatos no Estado, o que vai ao encontro do objetivo de aproximar a legenda da sociedade.

Cidadania-RJ debate reformas previdenciária e tributária no Rio

O Cidadania do Rio de Janeiro promoveu, nesta segunda-feira (19), encontro para debater a conjuntura política e as reformas da Previdência e Tributária. O evento, na sede da ABI (Associação Brasileira de Imprensa) no Rio, reuniu dirigentes do partido de 52 municípios do estado e também discutiu questões econômicas regionais e as eleições municipais de 2020.

Coordenador pelo presidente do partido no estado, ex-deputado Comte Bittencourt, o encontrou contou com palestras do líder do Cidadania na Câmara, deputado federal Daniel Coelho (PE); do deputado federal Marcelo Calero (Cidadania-RJ); do economista Mauro Osório, presidente do Instituto Pereira Passos; e com a participação do deputado estadual Welberth Resende (Cidadania).

 

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