Isteiner Abreu é pré-candidata a prefeita do Cidadania em Divinópolis (GO)

Isteiner Abreu com o presidente do Cidadania, Roberto Freire; pré-candidata atua na área social (Foto: Reprodução)

O Cidadania vai disputar a eleição municipal de 2020 em Divinópolis (GO) com a pré-candidata a prefeita Isteiner Abreu. Em entrevista ao Portal do Cidadania (veja abaixo), Isteiner disse que tem como objetivo contribuir com a melhoria da qualidade de vida na cidade.

Ela destacou que o principal problema hoje em Divinópolis é o desemprego, além da saúde e educação que precisam ser melhoradas. Isteiner, que atua na área social, adiantou que caso seja eleita fará uma gestão focada nos menos favorecidos. Ela pretende atrair um polo de nível superior para garantir que os jovens invistam na formação acadêmica e continuem na cidade.

Por que disputar a Prefeitura de Divinópolis?

Eu trabalho há muito tempo na área social do município e trabalhei como chefe de gabinete da Prefeitura. Identifiquei que em alguns pontos é possível, sim, fazer mais pelo município e desenvolver um bom trabalho, principalmente dar suporte para as pessoas mais vulneráveis. Fazer uma boa política e exercer a cidadania. O meu objetivo é contribuir para o município.

Em sua opinião, quais são os principais problemas do município?

Um dos principais problemas é a geração de renda. Essa é a nossa maior dificuldade. Também temos a questão da saúde e educação que podem ser melhorada. Mas o nosso maior problema sem dúvidas é o desemprego.

Caso eleita, como será pautada a sua gestão?

A minha gestão será focada nos menos favorecidos da população, nas pessoas que precisam de oportunidades. A juventude também precisa ser trabalhada, porque muitos desses jovens mudam da cidade para estudar na faculdade em cidades vizinhas, e acaba que o município não cresce. É preciso trabalhar a geração de renda, trazendo empresas para atrair essas pessoas a ficarem na cidade. Também é preciso amparar essas pessoas que buscam por saúde e educação de qualidade. Na questão da juventude, precisamos atrair um polo de alguma faculdade para o município.

Como o Cidadania poderá contribuir na sua eventual gestão?

Vejo no Cidadania a questão da fidelidade e compromisso, que é muito importante. Eu vi no partido esse compromisso. Não é um partido que surgiu agora. Ele tem história. Eu acredito que o Cidadania vai me dar esse respaldo de transmissão para aquelas pessoas que também vão me apoiar. Uma gestão de credibilidade.

Perfil

Isteiner Abreu, 42 anos, casada, natural de Divinópolis de Goiás e formada em Assistência Social. Servidora publica municipal há mais de 19 anos, exerceu cargo de confiança como chefe de Gabinete por dois mandatos consecutivos. Foi secretária municipal de Assistência Social, por dois mandatos e prestou serviços por quatro anos no TRT (Tribunal Regional do Trabalho) em Brasília-DF.

Cidadania lança padre Hudson Rodrigues pré-candidato a prefeito de Parauapebas (PA)

Padre Hudson Rodrigues tem 40 anos e é natural de Conceição do Araguaia (PA) – Foto: Reprodução

O Cidadania de Parauapebas (PA) lançou, nesta terça-feira (18), o padre Hudson Rodrigues como pré-candidato do partido para a disputa da Prefeitura do município nas eleições municipais de 2020.

Padre Hudson Rodrigues tem 40 anos e é natural de Conceição do Araguaia (PA). Ele mudou-se para Parauapebas aos 7 anos de idade e foi ordenado sacerdote há 14 anos, em Curionópolis, e em seguida assumiu uma paróquia em Parauapebas.

O pré-candidato do Cidadania tem um histórico de serviços prestado à comunidade na área social à frente da Fazenda da Esperança. (Com informações do Jornal Correio do Pará)

Fabrício Gandini é pré-candidato a prefeito do Cidadania em Vitória (ES)

Para Gandini, a próxima gestão deverá aprofundar ainda mais a adoção de políticas públicas com o objetivo de renovar a base econômica da Capital capixaba (Foto: Reprodução/ALES)

O deputado estadual do Espírito Santo, Fabrício Gandini, pretende disputar a Prefeitura de Vitória (ES) e se lançou como pré-candidato do Cidadania ao cargo. O parlamentar adiantou em entrevista ao Portal do partido que sua gestão, caso eleito, será de continuidade do trabalho realizado pelo atual prefeito, Luciano Rezende, do Cidadania.

Para Gandini, a próxima gestão deverá aprofundar ainda mais a adoção de políticas públicas com o objetivo de renovar a base econômica da Capital capixaba. Ele também defendeu avanços na questão da “Cidade Inteligente”, com novas tecnologias.

O parlamentar do Cidadania defendeu ainda na entrevista a seguir “um grande planejamento” por meio do diálogo e com a participação de toda a sociedade na busca de soluções para a cidade.

Por que disputar a Prefeitura de Vitória?

Fabrício Gandini – Nós nos preparamos tanto de forma acadêmica quanto política. Já estou há 10 anos construindo a história da cidade de Vitória como vereador e temos esse desejo no coração de contribuir com o município. O prefeito Luciano Rezende está fazendo um ótimo trabalho e nos queremos completar parte dele.

É possível fazer mais pela cidade?

O Luciano [Rezende] preparou a cidade num período de grandes perdas econômicas. Tivemos no Espírito Santo o fim de um recurso que era o Fundap [Fundo de Desenvolvimento das Atividades Portuárias], referente às importações. Com essa perda, tivemos que reconstruir a cidade em outras bases [financeiras]. Luciano foi um gestor importantíssimo para esse momento e agora a cidade precisa dar um salto em novas atividades, como ciência e tecnologia, por exemplo, remontando a base econômica que Luciano deixou bem preparada. É continuar o trabalho e dar esse salto para que possamos de fato fazer diferença dentro do cenário nacional.

Caso eleito, como será pautada a sua gestão?

Precisamos fazer um grande planejamento com a participação das pessoas da sociedade e colocar isso em prática dialogando bastante. Isso é um governo moderno. Dialogar bastante com a sociedade para entender às perspectivas e buscar soluções. Vai ser um governo de muito diálogo e realizações.

Como o Cidadania poderá contribuir na sua gestão?

O partido tem sido o meu norte já há algum tempo nessa construção, principalmente no que a FAP [Fundação Astrojildo Pereira] faz. Os nossos modelos em outros locais e os parlamentares de outros estados são uma referência muito importante. [Roberto] Freire é símbolo da ética. A gente tem no partido um pilar importante dessa construção que levaremos para a cidade de Vitória.

Perfil

Fabrício Gandini nasceu em 6 de janeiro de 1980 em Vitória, é advogado, especialista em Gestão Municipal de Políticas Públicas, mestre em Planejamento Regional e Gestão de Cidades. Foi eleito vereador de Vitória em 2008, 2012 e 2016 e presidiu a Câmara Municipal de Vitória no biênio 2013/2014.

O parlamentar do Cidadania também foi secretário de Gestão, Planejamento e Comunicação da Prefeitura de Vitória. No pleito de 2018, Gandini foi eleito com 20.170 votos e está em seu primeiro mandato na Assembleia Legislativa.

Nas eleições de 2014, foi convidado a ser candidato a vice-governador na chapa do então governador Renato Casagrande (PSB).

Daniel Coelho é pré-candidato do Cidadania para disputa da Prefeitura de Recife

Recife sofre com os últimos 20 anos de governos do PSB e PT, afirma Daniel Coelho (Foto: Reprodução)

O deputado federal do Cidadania Daniel Coelho (PE) é o pré-candidato do partido para a disputa da Prefeitura de Recife nas eleições municipais de outubro deste ano. Em entrevista ao Portal do Cidadania (veja abaixo), ele destacou os motivos que o fazem disputar o Executivo municipal da Capital pernambucana e aponta os principais problemas enfrentados pela cidade.

Segundo Daniel Coelho, Recife sofre com os últimos 20 anos de governos do PSB e PT. Para ele, a Capital teve uma piora na prestação de serviços aos seus cidadãos com equívocos e gastos públicos desnecessários dessas gestões. Ele defende que é preciso retomar o desenvolvimento da cidade por meio da educação e tratar o empresariado local como aliado, facilitando a geração de novos negócios e não dificultando os já estabelecidos comercialmente.

O parlamentar diz ainda na entrevista a seguir que sua eventual gestão será democrática, enxuta e participativa, com uma equipe profissional e eficiente. Ao ser questionado como o Cidadania poderia ajudar, Daniel Coelho ressaltou a qualidade “dos quadros” do partido, citou a gestão exitosa do prefeito de Vitória (ES), Luciano Rezende, e disse querer contar com a participação do ex-governador e senador, Cristovam Buarque (DF), na elaboração de um programa educacional.

Por que disputar a Prefeitura de Recife?

Daniel Coelho – A gente tem 20 anos de governo do PSB e PT. O Recife teve uma piora na prestação da qualidade de serviços. A saúde publica piorou muito. Foram feito investimentos imensos em corredores exclusivos de ônibus e estão hoje todos destruídos e deteriorados. O Recife tem um IDEB [Índice de Desenvolvimento da Educação Básica] inferior a de cidades pobres do interior de Pernambuco. Então, a educação pública municipal andou para trás. Nesse período os índices de violência na cidade pioraram e o sentimento da população é de mudança. O Cidadania tem uma posição de protagonismo hoje em Pernambuco. Nós estamos fazendo um diálogo com os demais partidos de oposição e o desejo é de que o Cidadania concorra em faixa própria, mas isso é uma construção que tem que ser coletiva. Ninguém pode ser candidato de si mesmo. Se a oposição estiver unida, não tenho duvidas de que iremos para o segundo turno e venceremos as eleições.

Quais são os principais problemas do município na sua opinião?

Precisamos dar prioridade na transformação por meio da educação. A rede municipal de ensino está completamente abandonada. Precisamos recuperar a questão da empregabilidade. O desemprego na cidade de Recife é mais alto do que a média nacional. O Recife não pode continuar sendo uma cidade inimiga do empreendedor. Nós precisamos facilitar a vida de quem quer gerar emprego. Dois terços do emprego em Recife são gerados pelo pequeno e micro empresário. É aquele cidadão que tem um pequeno bar, uma padaria ou um quiosque e que emprega uma ou duas pessoas, e que faz a economia do Recife girar. Essas pessoas enfrentam uma burocracia imensa e o município trata quase como um inimigo esse pequeno empreendedor. A gente precisa resgatar o que é a origem do Recife, a cidade dos mascates, do empreendedor. Daquele que vai à luta e que faz a partir do seu esforço a sua renda. E esse, sem nenhuma dúvida, é o primeiro desafio. A gente recuperar o emprego e também avançar na questão de uma real evolução na educação municipal, que é o que pode dar oportunidade a todos no mercado de trabalho.

Caso eleito, como será pautada a sua gestão?

Uma gestão democrática e aberta. Uma gestão enxuta com os melhores quadros e os mais profissionais. Uma gestão que tente não negar a política, mas fazer a boa política de escolher aqueles que tem capacidade técnica para ocupar cada secretaria e diretoria do município. Uma gestão, sem nenhuma dúvida, que dê prioridade aos mais pobres, às áreas mais carentes e à periferia do Recife, que tem sido abandonada ao longo dos últimos anos.

Como o Cidadania poderá contribuir na sua gestão?

O Cidadania tem quadros, tem experiência e boas ideias. Tem intelectuais que sem nenhuma dúvida vão contribuir para nossa gestão. A gente tem a boa experiência do prefeito Luciano Rezende, em Vitória. Tem muito a copiar. A gente tem também um dos maiores especialistas em educação do Brasil, o ex-governador e senador Cristovam Buarque, pernambucano e que tem amor pelo Recife. Não tenho nenhuma dúvida de que ele vai nos ajudar também a elaborar o nosso programa  de governo na educação. E quando a gente vai começar a discutir saúde e avançar na segurança, nos temos especialistas dentro da nossa bancada. Então, sem nenhuma dúvida, a gente vai ter a colaboração de todos.

Perfil

Daniel Coelho é administrador e foi eleito vereador do Recife por dois mandatos consecutivos, em 2004 e 2008. Em seguida, foi deputado estadual de Pernambuco, eleito em 2010 com 47.533 votos. Nas eleições de 2014, foi eleito deputado federal com 138.825 votos, o sexto candidato mais votado no estado, e reeleito deputado federal nas eleições de 2018.

Em 2019, desempenhou o papel de líder do Cidadania na Câmara. É considerado um político experiente e tem como uma das suas principais bandeiras o meio ambiente.

O parlamentar aparece em primeiro lugar na pesquisa mais recente de intenções de voto para prefeito do Recife. De acordo com o Instituto Paraná Pesquisas, Daniel Coelho tem a preferência de 20% dos entrevistados.

Danielle Garcia: ‘Aracaju precisa passar a limpo o que foi feito nas últimas gestões’

Pré-candidata a prefeita do Cidadania diz em entrevista exclusiva ao “Jornal da Cidade” que propostas para a capital de Sergipe serão pautadas na “legalidade, na transparência, na moralidade e eficiência administrativa e, principalmente, no diálogo com os cidadãos” (Foto: Reprodução)

Jornal da Cidade

A afirmação é da delegada Danielle Garcia, e ao que parece este será um dos motes da sua pré-candidatura à Prefeitura de Aracaju. Seu nome foi confirmado pelo Cidadania para disputar o cargo. Logo após ela concedeu esta entrevista exclusiva ao JORNAL DA CIDADE, a primeira na condição de pré-candidata. Na conversa, Danielle garante que não pensou em buscar apoio político de Sérgio Moro (a quem elogiou) ou do presidente Bolsonaro.

Ela se mostrou disposta buscar alianças, mas fez ressalvas: “Não iremos dialogar com quem possui ficha suja, afetos às práticas ilícitas e interessados apenas no próximo mandato”. Por fim, a pré-candidata afirmou que irá acabar com o uso político da Secretaria de Saúde e que fará uma minuciosa avaliação das contas e dos contratos firmados pela prefeitura. Confira abaixo.

JORNAL DA CIDADE – Em nome de qual projeto a senhora se apresenta para disputar a Prefeitura de Aracaju?

DANIELLE GARCIA – O nosso projeto parte da premissa de que a nossa atuação esteja sempre, em todas as hipóteses, pautada na legalidade, na transparência, na moralidade e eficiência administrativa e, principalmente, no diálogo com os cidadãos. Há muito o que se fazer nas mais diversas áreas, mas as velhas práticas impedem o uso completo, racional e efetivo das verbas públicas e consequentemente impacta na entrega de serviços básicos. A prefeitura de uma capital como nossa Aracaju pode entregar muito mais para toda a população, e isso será possível quando tivermos uma gestão eficiente, com planejamento e ações construídas, com a participação da população, para atender às necessidades dos aracajuanos e aracajuanas, sem vínculo com as velhas práticas do sistema. Nossa prioridade é mudar a gestão, escutar a população, entregar os melhores serviços e cumprir a missão de fazer Aracaju avançar mais.

JC – Quem defende a sua candidatura hoje? Quais lideranças, partidos…?

DG – Nossa pré-candidatura foi construída coletivamente. O Bloco Unidos por Aracaju é a semente desse propósito de mudança. Além dos parceiros do Cidadania, senador Alessandro Vieira, os deputados estaduais Georgeo Passos, Kitty Lima, Samuel Carvalho e nosso ex-vereador de Aracaju Dr. Emerson, estamos construindo coletivamente com nossa amiga, a vereadora Emília Corrêa (Patriotas), e com o empresário Milton Andrade (Novo). Mas principalmente minha pré-candidatura foi confirmada pela voz da população. Uma missão que assumo feliz e confiante, porque o desejo de mudar nossa capital também é meu.

Pré-candidatura de Danielle foi lançada na última segunda-feira (Foto:Reprodução)

JC – Por que esse grupo definiu o seu nome para a disputa? Foi uma imposição do senador Alessandro? Como foi este processo?

DG – Nunca houve qualquer tipo de imposição, de quem quer que fosse. Essa é uma ilusão que tentam criar, mas sem respaldo. O senador Alessandro é meu amigo e colega da Polícia Civil, compartilhamos ideais e valores, trabalhamos juntos para combater a corrupção em nossa capital e em Sergipe. Ele sempre me apoiou como amigo, na vida profissional e incentivou minha participação na vida política. A decisão de colocar meu nome à disposição dos aracajuanos como pré-candidata a prefeita da cidade foi uma decisão interna minha. Senti o chamado para contribuir com a gestão da minha cidade. Tenho minha profissão e sou muito realizada nela, graças a Deus em quase 20 anos como delegada da Polícia Civil realizei meu trabalho com os melhores resultados e isso é reconhecido pelas pesquisas, quando escutamos a população. Agora chegou um novo momento, Aracaju pode mais, precisa passar a limpo o que foi feito nas últimas gestões e iniciar uma nova história. No Bloco Unidos Por Aracaju, o processo de escolha dos pré-candidatos partiu das análises das pesquisas realizadas e de discussões em grupo. Foi uma decisão tomada com muito cuidado, respeito e bastante discutida internamente.

JC – A senhora pretende ampliar o arco de alianças? Quais são os políticos e partidos que estão na mira?

DG – Estamos abertos ao diálogo, pois faz parte da essência da política, porém as alianças serão feitas com base nos princípios da ética e da legalidade e em concordância ao nosso programa de governo. Não iremos dialogar com quem possui ficha suja, afetos às práticas ilícitas e interessados apenas no próximo mandato, sem qualquer atenção com as necessidades dos aracajuanos. Essas são as principais restrições. Mas buscaremos sempre pessoas e grupos que estejam alinhados com o nosso propósito de fazer uma gestão pública transparente, focada em metas, baseada em evidências e com a participação da população.

JC – Há algum partido, grupo ou nome vetado, na busca por alianças?

DG – Como respondi na pergunta anterior, nossa construção é feita por pessoas com compromisso ético, não tem aliança com ficha suja, corruptos, afetos às práticas ilícitas e interessados apenas em se perpetuar no poder.

JC – Teremos uma chapa puro-sangue? Caso positivo, não há um prejuízo do ponto de vista da logística, fundo eleitoral?

DG – A melhor aliança, sem sombras de dúvidas, é com a sociedade, e temos diversos exemplos no Brasil e especialmente aqui em Sergipe, que quando a população quer mudar isso é possível. Temos criatividade, equipe e voluntários para fazer essa campanha acontecer.

JC – A oposição ao prefeito Edvaldo Nogueira poderá sair unida? Estão conversando com Valadares Filho, que recebeu o seu apoio na reta final da última campanha para o governo?

DG – Iremos dialogar com todos que queiram instaurar um novo tempo em Aracaju e passar a limpo tudo o que foi feito até aqui. Se houver alinhamento e concordância com a nossa proposta de governo, certamente haverá um caminho para estarmos juntos. Mas todas as relações precisam ser construídas.

JC – Como avalia o anúncio de que o PT terá candidato em Aracaju?

DG – Cada partido tem o direito de ter seus próprios candidatos.

JC – A senhora espera contar com o apoio do presidente Jair Bolsonaro e do ministro Sérgio Moro?

DG – Durante todo o processo de construção desse grupo, nunca pensamos em angariar apoio dessa natureza, porque imaginamos que as ideias e o projeto de trabalho já estão bem definidos. Com relação ao ministro Sérgio Moro, homem sério e abnegado, o que posso dizer é que serei eternamente grata pelo convite para trabalhar em Brasília, bem como por todo aprendizado durante esses últimos oito meses.

JC – Quais seriam hoje os dois principais problemas da capital e quais soluções a senhora apresentaria?

DG – O transporte público e a saúde precisam urgente de reformulações. Quanto ao transporte público, temos uma das tarifas mais caras do Brasil e um serviço de péssima qualidade, além de uma licitação que não sai do papel, totalmente contaminada. A saúde é uma tragédia, os postos não funcionam de forma adequada, temos um desperdício de materiais e a população insatisfeita com o atendimento. É preciso investir num plano de mobilidade urbana e realizar a licitação para melhorar o serviço. Quanto à saúde, vamos acabar com o uso político da Secretaria de Saúde, investir na saúde básica e no saneamento.

JC – Como prefeita, a senhora pretende ser também delegada, no sentido de comandar investigações de dentro da PMA? A senhora pretende esmiuçar as contas da prefeitura?

DG – Diria que a minha essência de investigadora não me permitirá fazer uma gestão sem uma minuciosa avaliação das contas e dos contratos firmados pela prefeitura, especialmente aqueles vigentes há anos e com preços que superam e muito os praticados no mercado. Com transparência, reformularíamos todas as contratações, de modo que não houvesse desperdícios de dinheiro público, que precisa ser bem aplicado nas áreas necessárias: educação, saúde, transporte, mobilidade urbana e tantas outras. Uma boa gestão passa necessariamente por uma atuação transparente, legal e pautada nas reais necessidades do povo.

Fonte: http://jornaldacidade.net/politica/2020/02/315361/danielle-garcia-aracaju-precisa-passar-a-limpo-o-que-foi-.html

Arnaldo Jordy é pré-candidato do Cidadania para disputa da prefeitura de Belém

Ex-deputado diz pretende fazer uma campanha limpa e com propostas que possam ser executadas (Foto: Robson Gonçalves)

O ex-deputado federal, Arnaldo Jordy, é pré-candidato do Cidadania para disputar a Prefeitura de Belém nas eleições municipais de outubro. Ele destacou, em entrevista ao Portal do Cidadania (veja abaixo), que conhece em profundidade os problemas enfrentados pela Capital paraense e diz que tem muito a contribuir com o município.

Jordy fala na conversa que pretende fazer uma campanha limpa e com propostas que possam ser executadas. O ex-parlamentar criticou as falsas promessas que apenas “desapontam o eleitor” e garantiu que, caso eleito, realizará audiências públicas semestrais para fazer balanço de uma eventual gestão.

Por que disputar a prefeitura de Belém?

A gente tem um acumulo da compreensão de alguns problemas da cidade. Fui vereador por quatro mandatos durante 16 anos e deputado federal mais votado da historia de Belém. Naturalmente que meu nome pela nossa presença no município seja lembrado. Mas vivemos um período em que as duas últimas gestões na Prefeitura não foram tão exitosas como gostaríamos. Os problemas se acumulam na saúde, educação e mobilidade urbana. Estamos há 10 anos para fazer um BRT em Belém. Isso tem estimulado um conjunto de companheiros suscitando essa possibilidade [de candidatura a prefeito]. Construímos essa hipótese de disputar tendo o cuidado de ter uma avaliação clara dos problemas e refutando qualquer possibilidade de fazer campanha com promessas de coisas não realizáveis. Mas é possível mudar o curso do desenvolvimento de Belém por uma cidade mais justa, equilibrada e sustentável, e que possa efetivamente superar muito das nossas deficiências em termos de políticas publicas.

Quais seriam os principais problemas do município?

O problema de Belém, pelo menos no que ouço nas ruas, é o da mobilidade urbana, um problema grave na cidade. Precisamos fazer uma revisão geral no sistema a partir de um planejamento de expansão territorial da cidade, com uma revisão de todo o sistema de mobilidade.

Outro problema grave é a segurança. Por mais que não seja responsabilidade constitucional do município, não tem como os municípios se afastarem dessa responsabilidade porque o prefeito é líder de sua cidade e precisa dar respostas, fazendo parcerias com o governo do estado e federal. O ministro [da Justiça] Sérgio Moro tem demonstrado interesse em focar regiões metropolitanas onde hoje se tem indicadores de violência muito grande. Isso já tem dado alguns resultados no País e é possível fazer em conjunto com a guarda municipal, com a compreensão de que uma cidade inteligente ajuda s segurança na medida em que você pode operar com câmeras de segurança. Iluminação pública e pavimentação tem haver com segurança pública também, para garantir que o cidadão tenha o seu direito de ir vir.

E temos o problema da desigualdade que está na base real de todo esse problema. Quantos jovens derivam para o campo da delinquência por falta de oportunidades, potencializa à violência. São campos que precisam ser atacados e com certeza, ao ser feito, vai impactar nesses indicadores da segurança.

O saneamento básico também é um problema. Belém hoje, a cada chuva, típica da região, vive em grau mais acentuado [do problema]. Quantas famílias aparecem na mídia tendo que levar seus filhos de canoa para a escola. Coisa que há pouco tempo não se via nas periferias da cidade. É um problema que precisamos atacar.

Temos também a saúde publica com várias unidades básicas sem um pediatra. Hoje o Ministério da Saúde e a OMS [Organização Mundial de Saúde] recomendam que se tenha no mínimo um clinico geral, pediatra e ginecologista [nas unidades básicas de saúde]. Infelizmente, Belém carece disso. Esses são os problemas mais sentidos pela população de Belém.

Como será a sua gestão caso eleito?

Primeiro precisamos estabelecer um pacto de compromisso com a sociedade, construindo isso desde a campanha. Você só consegue concluir esse pacto se tiver credibilidade para estabelecer essa relação de confiança. Não tenho pretensão de enganar ninguém – um problema da política em geral. E é por isso, inclusive, que a politica tem um grau de insatisfação diante de uma parcela expressiva da opinião publica. O cidadão está carente de muitas coisas e com um discurso mentiroso as pessoas acabam acreditando e depois vêm a decepção.

Precisamos tirar essa dose de maquiagem e malabarismo da opinião pública dizendo o que realmente é possível fazer dentro do orçamento do município, para que essa relação de credibilidade se estabeleça. Com isso, estabelecer um pacto institucional com todos os agentes públicos, como a Câmera de Vereadores, Ministério Publico, etc. Uma pacto com metas a serem cumpridas ao longo da gestão, para ter governabilidade e cada um dar sua contribuição no desenvolvimento do município. E claro, a transparência. Temos o compromisso de realizar audiências públicas de forma semestral para prestação de contas, dizendo o que foi arrecadado, gasto e no que se pretende gastar ouvindo criticas e contribuições da população.

Como o Cidadania pode contribuir no seu projeto?

O partido é uma boa novidade na política brasileira. Temos uma larga experiência de formulação em poder local, como a saúde por exemplo. Temos o SUS [Sistema Único de Saúde] que foi parido por uma concepção gerada por muitos quadros do partido. O partido desde o PCB [Partido Comunista Brasileiro] e PPS [Partido Popular Socialista] tem uma larga experiência e contribuiu em políticas públicas no Brasil comprometido com a ética.

A gestão do Cidadania sempre foi limpa. Não temos membros do Congresso Nacional ou lideranças envolvidos em esquemas de corrupção que constrange o brasileiro. Isso é um sinal concreto que temos compromisso com a ética. Temos compromisso demonstrado e isso é bom em um País que R$ 220 bilhões por ano são desviados em corrupção. Temos uma militância bastante comprometida que pode ajudar e muito num projeto dessa natureza.

Perfil

Arnaldo Jordy é advogado, ex-deputado federal e reconhecido nacionalmente por sua luta em defesa das causas sociais e ambientais.

Iniciou sua carreira política em 1986 como vereador na cidade de Belém e eleito pelo então PCB (Partido Comunista Brasileiro). Foi reeleito para as duas legislaturas seguintes, 1992 e 1996.

Em 2004, assumiu um mandato, do qual era suplente, na Assembleia Legislativa do Pará, para terminar a legislatura 2003-2006. Já em 2006, foi reeleito deputado estadual para o quadriênio 2006-2010. Neste segundo mandato presidiu a Comissão de Direitos Humanos em 2008, e foi vice-presidente da Comissão de Meio Ambiente no ano de 2007. Em 2009 presidiu a Comissão de Defesa do Consumidor e foi relator da CPI [Comissão Parlamentar de Inquérito] que apurou Denúncias de Abuso e Exploração Sexual no Pará e condenou pessoas importantes nunca antes alcançadas pela Justiça.

Nas eleições de 2010, foi eleito com 130 mil votos para representar o povo paraense na Câmara dos Deputados, obtendo a maior votação na história da capital do estado. Foi reeleito em 2014. Em 2017, assumiu a liderança da bancada do PPS na Câmara. No parlamento, presidiu diversas Comissões permanentes, como a de Meio Ambiente, e foi responsável pela CPI do Tráfico de Pessoas na qual atuou como presidente.

Diretórios devem criar Coordenações Estaduais Eleitoral até o dia 20 de fevereiro

A Coordenação Nacional Eleitoral do Cidadania solicitou, por meio de ofício (veja aqui) publicado nesta quarta-feira (5), que os Diretórios Estaduais criem, até o dia 20 de fevereiro, uma Coordenação Estadual Eleitoral. A relação dos integrantes deverá ser enviada para o e-mail: contato@cidadania23.org.br.

O objetivo é dinamizar os preparativos do partido em cada unidade da federação para as eleições municipais na escolha de candidatos para prefeito e vice, assim como a formação das chapas de vereadores.

Eleição 2020: Executiva do Cidadania define calendário de convenções nesta terça-feira

O presidente do Cidadania, Roberto Freire, divulgou ofício de convocação de reunião (veja aqui o documento) da Comissão Executiva Nacional com a bancada no Congresso Nacional para o dia 4 de fevereiro, das 10h às 14h, na sede do partido, em Brasília (Pátio Brasil, salas 826/828).

Na pauta do encontro estão a definição do calendário congressos partidários, das Comissões Nacional Eleitoral, do Fundo Eleitoral e o núcleo das redes para as eleições.

Congresso Nacional reabre trabalhos legislativos de 2020 nesta segunda-feira

Na solenidade, será lida a mensagem encaminhada pelo presidente da República ao Parlamento, com as prioridades do Executivo para 2020 (Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O Senado Federal e Câmara dos Deputados se reúnem nesta segunda-feira (3) em sessão solene conjunta para inaugurar a 2ª Sessão Legislativa da 56ª Legislatura. A solenidade, prevista para começar às 15h, marca a retomada dos trabalhos do Poder Legislativo após o recesso parlamentar e o anúncio das metas dos Poderes para 2020.

Na solenidade, será lida a mensagem encaminhada pelo presidente da República ao Parlamento, com as prioridades do Executivo para 2020.

Em um ano legislativo mais apertado por causa as eleições municipais, que tradicionalmente esvaziam o Congresso na época de campanha, a expectativa é de que a mensagem priorize duas reformas, a tributária e a administrativa. Ambas vêm sendo debatidas há meses pela equipe econômica do governo e os presidentes da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Davi Alcolumbre (DEM-AP).

Segundo o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que vai representar o presidente Jair Bolsonaro na sessão, além de ressaltar a importância das reformas administrativa e tributária, a mensagem trata do combate à criminalidade, à corrupção e do  fortalecimento da imagem do país no exterior.

“Nós recuperamos, no primeiro ano [de governo], a confiança interna no Brasil e recuperamos a confiança externa. Hoje, onde quer que a gente vá, os países olham para o Brasil com certeza de que aqui tem presente e tem bom futuro, quer para o investidor externo, quer para o brasileiro e para a sociedade”, lembra o texto de Bolsonaro, que cumpre agenda hoje (3) em São Paulo.

Rito

O rito de abertura dos trabalhos do ano legislativo ocorre em diversas democracias. No Brasil, remonta ao período imperial, quando era conhecido como Fala do Trono, e foi inaugurado por Dom Pedro I, em 1823. Naquele tempo, o monarca comparecia ao Palácio Conde dos Arcos, a sede do Senado, no Rio de Janeiro (RJ), deixando claro o que esperava dos senadores e deputados naquele ano, durante uma concorrida cerimônia.

No período republicano, a tradição anual de remeter a mensagem presidencial ao Congresso foi iniciada em 1890, pelo marechal Deodoro da Fonseca, o primeiro presidente.

Se no passado, os parlamentares se reuniam no Senado para ouvir a leitura da mensagem, hoje a leitura acontece no Congresso Nacional, no Plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília.

A Constituição Federal de 1988 estabelece, em seu artigo 57, que o Congresso se reunirá anualmente na capital federal, a partir do dia 2 de fevereiro (ou no dia útil seguinte) para inaugurar a sessão legislativa.

A presença do presidente da República na entrega da mensagem presidencial é opcional. O Palácio do Planalto envia o documento por meio do chefe da Casa Civil, cargo ocupado atualmente pelo ministro Onyx Lorenzoni. A leitura é feita pelo parlamentar que ocupa a primeira-secretaria da mesa do Congresso, que este ano é a deputada Soraya Santos (PL-RJ), primeira-secretária da Câmara. O que se lê não é o documento todo, mas apenas a introdução.

Nos últimos anos, a presença do chefe de Estado não tem sido frequente. A ex-presidente Dilma Rousseff apresentou pessoalmente sua mensagem no primeiro ano de seu primeiro mandato, em fevereiro de 2011. Nos anos seguintes, o texto foi entregue pelos ministros da Casa Civil da Presidência.

Em 2016, em meio à crise no governo, Dilma voltou a comparecer à cerimônia. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva também compareceu ao Congresso, em 2003, e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso preferiu enviar as mensagens por meio de ministros da Casa Civil. Em 1990, o então presidente José Sarney compareceu pessoalmente.

Depois de lida a mensagem presidencial, é a vez do presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, fazer sua apresentação. Em seguida, deve falar o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). A sessão solene é encerrada com o discurso do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Os demais parlamentares não fazem uso da palavra.

Como o mandato para as Mesas é de dois anos, não haverá eleições para as Mesas da Câmara ou do Senado, que só ocorrerão em fevereiro de 2021. Os membros das mesas das duas Casas permanecem os eleitos em 2019. O mesmo vale para os presidentes das comissões permanentes do Senado.

Cerimônia externa

A sessão solene no plenário é precedida de solenidade na área externa do Palácio do Congresso, conduzida pelo presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, que começa com a chegada de militares das três Forças Armadas.

São 48 Dragões da Independência na rampa; 40 militares da Marinha, 40 do Exército e 40 da Aeronáutica; 42 militares da Banda da Guarda Presidencial para executar o Hino Nacional; 18 militares da Guarda à Bandeira; e 30 militares da Bateria Histórica Caiena, para execução da salva de tiros de canhão no gramado.

No interior do Congresso estarão 54 membros da Força Aérea Brasileira no Salão Negro e no Salão Nobre do Senado; 54 homens da Marinha que comporão a ala do Salão Verde ao Plenário da Câmara dos Deputados, e 42 da Banda do Corpo de Fuzileiros Navais, que executarão o Hino Nacional no Plenário da Câmara.

Ainda na parte externa do Congresso o presidente do Congresso fará a revista à tropa. Nesse momento é que acontecerá a Salva de Gala de 21 tiros de canhão, a execução do Hino Nacional e o hasteamento das bandeiras do Brasil e do Mercosul. 

Na rampa, os presidentes do Senado e da Câmara serão recepcionados pelos secretários-gerais e diretores-gerais da Câmara e do Senado e, junto com o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, o presidente do STF, Dias Toffoli, líderes partidários e demais autoridades, seguem para o Plenário da Câmara.

Em caso de chuva, serão canceladas a execução do Hino Nacional, a revista à tropa e a salva de 21 tiros.

Devido à cerimônia de inauguração dos trabalhos, o programa de visitação ao Congresso Nacional será suspenso nos dias 2 e 3 de fevereiro. (Com informações da Agência Senado e Agência Brasil)

Eleição 2020 – Executiva do Cidadania define calendário de convenções dia 4 de fevereiro

O presidente do Cidadania, Roberto Freire, divulgou ofício de convocação de reunião (veja aqui o documento) da Comissão Executiva Nacional com a bancada no Congresso Nacional para o dia 4 de fevereiro, das 10h às 14h, na sede do partido, em Brasília (Pátio Brasil, salas 826/828).

Na pauta do encontro estão a definição do calendário congressos partidários, das Comissões Nacional Eleitoral, do Fundo Eleitoral e o núcleo das redes para as eleições.

Eleição 2020 – Cidadania de Salvador debate formação de chapa para disputa na capital

Segundo o presidente do partido na capital baiana, Joceval Rodrigues, a legenda tem mantido conversas adiantadas com pessoas interessadas em disputar a eleição municipal (Foto: Reprodução)

O Diretório Municipal do Cidadania de Salvador realizou, nesta segunda-feira (27), reunião para tratar das eleições municipais de 2020 na capital baiana. O objetivo do encontro foi a montagem de chapa que irá concorrer no pleito. O presidente estadual do partido e vereador soteropolitano, Joceval Rodrigues, afirmou que o partido realiza uma força-tarefa para concluir a formação da chapa.

“Diante das dificuldades de montagem de chapa, nós estamos fazendo uma verdadeira força-tarefa para angariar o maior número de candidatos e respeitando o prazo [eleitoral] que vence agora em abril. Essa reunião teve como foco a montagem da nominata de candidatos a vereador que disputarão vagas na Câmara de Salvador”, disse.

Apesar das dificuldades citadas, Joceval destacou que o Cidadania tem mantido conversas adiantadas com pessoas interessadas em disputar a eleição municipal em outubro.

“Nós estamos conseguindo vencer as dificuldades. Montar nessa situação [de novas regras eleitorais] é difícil. Temos muitos partidos e poucos candidatos. No nosso caso, venho me preparando há algum tempo. Muitas conversas adiantadas”, afirmou.

Além de Joceval Rodrigues, participaram do encontro a advogada do partido Rebeca Lima e os membros Bira Santos, Lourival Evangelista, Antônio Mota e Rosângela Teixeira.

Jośe Luiz Nanci é pré-candidato à reeleição em São Gonçalo (RJ)

Prefeito pauta administração na formulação de metas reais para a sociedade e no desenvolvimento regional da cidade (Foto: Reprodução)

O prefeito do Cidadania em São Gonçalo (RJ), José Luiz Nanci, é pré-candidato à reeleição para a prefeitura do municípios. Nanci tem pautado a sua administração na formulação de metas reais para a sociedade e no desenvolvimento regional da cidade.

Perfil

José Luiz Nanci (São Gonçalo, 11 de junho de 1952) é médico e ao Cidadania. Atualmente é prefeito da cidade de São Gonçalo, cargo que ocupa desde janeiro de 2017. Anteriormente foi vereador e secretário de Saúde na mesma cidade, além de deputado estadual por dois mandatos.

Nascido no bairro Zé Garoto, em São Gonçalo, cidade onde foi criado e até hoje reside, José Luiz Nanci se formou em Medicina. Ele é casado e pai de dois filhos.

Em 2006, concorreu a uma vaga na Câmara dos Deputados, ficando como suplente. Durante o cumprimento de seu quinto mandato consecutivo no legislativo gonçalense, em 2010, José Luiz Nanci se lançou em campanha para deputado estadual do Rio de Janeiro. Alcançou a vitória e se elegeu para seu primeiro mandato na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, onde atuou como 4º Secretário da Casa. Ele também foi secretário de Envelhecimento Saudável e Qualidade de Vida durante os primeiros meses do ex-governador Luiz Fernando Pezão.

Em agosto de 2016, decidiu candidatar-se à Prefeitura de São Gonçalo, seu reduto eleitoral, numa coligação composta pelo então PPS [Partido Popular Socialista], PSL [Partido Social Liberal] e Solidariedade Após ter sido o mais votado no primeiro turno, foi eleito em 30 de outubro prefeito da cidade ao derrotar Dejorge Patrício, candidato do PRB.(Com informações da internet).

Rafael Diniz é pré-candidato à reeleição pelo Cidadania em Campos dos Goytacazes (RJ)

Prefeito vem investindo em projetos para diversificar a economia local, principalmente em micro e pequenas empresas (Foto: Reprodução)

O prefeito do Cidadania de Campos dos Goytacazes, Rafael Diniz, se lançou neste início de ano pré-candidato à reeleição. Ele tem atuado pelo desenvolvimento do município com apoio da população, como o Programa Municipal de Apoio a Startups e na diversificação da economia.

Rafael Diniz vem investindo em projetos com o objetivo de diversificar a economia local, principalmente em micro e pequenas empresas.

“O Fundecam [Fundo de Desenvolvimento de Campos], criado lá atrás para aproveitar melhor os recursos dos royalties teve 80% de seus R$ 400 milhões perdidos. O dinheiro foi investido em grandes empresas que pegaram os recursos e sumiram. Então, hoje a gente pega o Fundecom e investe em micro e pequenas empresas. Contratos assinados com microempreendedores gerando receita, renda e são, de fato, alternativa”, explica o prefeito.

“Temos trabalhado de forma incansável pela transformação da nossa cidade. Mas não apenas como prefeito, até porque, antes de prefeito, sou um cidadão apaixonado por esta cidade. Fomos postos à frente de um grande desafio e, desde então, temos nos reinventado para redescobrir um município que já foi um dos mais fortes do País. Poucas cidades contam com tanta história e força de trabalho. Basta entendermos que as grandes mudanças não dependem de uma pessoa, mas da união dos campistas que desejam olhar para frente e recolocar o município em seu devido lugar”, disse nas redes sociais.

A prefeitura também tem feito investimentos na agricultura com a criação de programa municipal que ajuda os agricultores amortizarem os juros pagos a programas federais como o Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura).

Perfil

Rafael Diniz, 35 anos, é nascido em Campos dos Goytacazes onde vive com a sua família. Foi vereador na cidade de 2012 a 2016. O atual prefeito de Campos sempre viveu a política municipal. Seu avô, Zezé Barbosa, foi prefeito por três mandatos na cidade também devido a trajetória política de seu pai, Sérgio Diniz, que exerceu mandato de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro e de vereador.

Eleição 2020 – Executiva do Cidadania define calendário de convenções dia 4 de fevereiro

O presidente do Cidadania, Roberto Freire, divulgou ofício de convocação de reunião (veja aqui o documento) da Comissão Executiva Nacional para o dia 4 de fevereiro, das 10h às 14h, na sede do partido, em Brasília (Pátio Brasil, salas 826/828).

Na pauta do encontro estão a definição do calendário congressos partidários, das Comissões Nacional Eleitoral, do Fundo Eleitoral e o núcleo das redes para as eleições.