IBGE: Setor de serviços apresenta ligeira alta de 0,8%

O setor de serviços registrou ligeiro crescimento de 0,8% entre junho e julho, segundo dados da PMS (Pesquisa Mensal de Serviços) divulgados nesta quinta-feira (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O aumento recuperou a queda de 0,7% registrada no período anterior.

Na comparação com julho de 2018, o setor de serviços apresentou crescimento de 1,8%, de 0,8% no acumulado do ano e de  0,9% no acumulado de 12 meses.

A alta entre junho e julho ocorreu graças aos serviços de informação e comunicação, que avançaram 1,8% no período. Também foram registradas alta nos segmentos de outros serviços (4,6%) e de transportes, serviços auxiliares de transportes e correios (0,7%).

No caminho inverso, apresentaram queda os segmentos de serviços prestados às famílias (-0,5%) e serviços profissionais, administrativos e complementares (-1,3%).

Já a receita nominal do setor cresceu 1,6% de junho e julho, 4,7% na comparação com julho de 2018, 4,3% no acumulado do ano e 4,2% no acumulado de 12 meses. (Com informações do IBGE e agências de notícias)

Vendas do comércio sobem 1,1% entre junho e julho

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou, nesta quarta-feira (11), a PMC (Pesquisa Mensal do Comércio) que aponta crescimento de 1% das vendas do setor na passagem de junho para julho. Apesar de baixo, os dados representam o terceiro resultado positivo do índice, que já acumula alta alta de 1,6% no acumulado de 12 meses.

O volume de vendas também apresentou alta de 0,5% na média móvel trimestral, 4,3% na comparação com julho do ano passado e 1,6% no acumulado do ano.

No período analisado,  sete das oito atividades pesquisadas tiveram alta nas vendas, com destaque para supermercados, alimentos, bebidas e fumo (1,3%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,2%) e móveis e eletrodomésticos (1,6%).

A PMC também registrou alta nos tecidos, vestuário e calçados (1,3%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,7%), combustíveis e lubrificantes (0,5%) e livros, jornais, revistas e papelaria (1,8%).

As quedas foram registradas nas atividades de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação teve queda em julho (-1,6%).

Ao analisar o varejo ampliado, houve crescimento nos setores setores de veículos e materiais de construção, o volume de vendas cresceu 0,7% e materiais de construção com crescimento positivo de 1,1%. As atividades de veículos, motos e peças recuou 0,9%.

O varejo ampliado registrou crescimentos de 0,5% na média móvel trimestral, 7,6% na comparação com julho de 2018, 3,8% no acumulado do ano e 4,1% no acumulado de 12 meses. (Com informações do IBGE e agências de notícias)

Produção industrial recua em oito dos 15 locais pesquisados em julho

A produção da indústria caiu em oito dos 15 locais pesquisados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ), de julho para agosto deste ano, seguindo a tendência nacional, já que a produção nacional recuou 0,3%. As maiores quedas registradas pela PIM (Pesquisa Industrial Mensal) foram observadas no Amazonas (-6,2%) e em Pernambuco (-3,9%).

Também tiveram queda na produção a Região Nordeste (-2,6%) e os estados do Rio Grande do Sul (-2,4%), Ceará (-1,5%), São Paulo (-1,4%), Bahia (-1,3%) e Santa Catarina (-0,3%).

Por outro lado, sete estados tiveram alta na produção: Rio de Janeiro (6,8%), Mato Grosso (5,5%), Paraná (2%), Goiás (1,7%), Espírito Santo (1,7%), Pará (0,5%) e Minas Gerais (0,3%).

Na comparação com julho do ano passado, oito locais tiveram alta na produção, com destaque para Paraná e Rio de Janeiro (ambos com 4,8%), e sete apresentaram recuo, entre as quais a maior foi apresentada pelo Espírito Santo (-14,2%).

No acumulado do ano, dez dos 15 locais pesquisados tiveram queda, entre eles Espírito Santo (-12,2%) e Minas Gerais (- 4,7%). Já Paraná, com crescimento de 7,2%, e Rio Grande do Sul, com avanço de 6,9%, estiveram entre os cinco estados com alta na produção.

No acumulado de 12 meses, nove dos quinze locais pesquisados mostraram taxas negativas, com destaque para Espírito Santo (-5,9%), enquanto seis locais tiveram alta, sendo a maior delas no Rio Grande do Sul (8,4%). (Agência Brasil)

Inflação desacelera para 0,11% em agosto com recuo do preço dos alimentos

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) ficou em 0,11% em agosto conforme divulgado, nesta sexta-feira (6), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A taxa é inferior ao 0,19% registrado em julho, mas superior a deflação de 0,09% no mesmo período do ano passado.

Já no acumulado do ano, o IPCA registra inflação de 2,54% e de 3,43% em 12 meses. A queda entre julho e agosto foram motivavas principalmente pela deflação nos grupos de despesa alimentação e transportes, em agosto.

Entre os alimentos, as principais quedas de preços foram observadas no tomate (-24,49%), batata-inglesa (-9,11%), hortaliças e verduras (-6,53%) e carnes (-0,75%).

Os preços dos alimentos comprados para consumo em casa — que excluem produtos consumidos em lanchonetes e restaurantes — tiveram baixa de 0,84% em agosto. 

A alimentação fora de casa, que também compõe o grupo de alimentação e bebidas, acelerou para +0,53% em agosto, de +0,15% em julho. Esses serviços de alimentação acabam influenciados por outros componentes além do preço dos alimentos, como custo de energia, de aluguel e de mão de obra.

Nos transportes também foram registradas quedas de preços nos itens passagens aéreas (-15,66%), gasolina (-0,45%) e óleo diesel (-0,76%). Outro grupo que registrou deflação foi saúde e cuidados pessoas (-0,03%).

Por outro lado, as principais altas de preços foram registradas nos grupos habitação (1,19%), artigos de residência (0,56%) e despesas pessoais (0,31%).

INPC

O  INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que mede a variação da cesta de consumo de famílias com renda de até cinco salário mínimos, registrou inflação de 0,12% em agosto. A taxa é superior ao de julho deste ano (0,10%) e de agosto do ano passado.

O indicador acumula taxas de inflação de 2,68% no ano e de 3,28% em 12 meses. Segundo os dados divulgados pelo IBGE, os produtos alimentícios tiveram deflação (queda de preços) de 0,49% em agosto, enquanto os não alimentícios registraram inflação de 0,39% no período. (Com informações do IBGE e agências de notícias)

IBGE: Produção industrial cai 0,3% de junho para julho

A produção industrial brasileira registrou queda de 0,3% na passagem de junho para julho deste ano, o terceiro resultado negativo consecutivo. A perda acumulada no período chega a 1,2%, segundo dados da PIM (Pesquisa Industrial Mensal), divulgada nesta terça-feira (3) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A produção teve queda ainda maior na comparação com julho do ano passado (-2,5%). A indústria também acumula recuos de 1,7% neste ano e de 1,3% em 12 meses.

Entre as grandes categorias econômicas, a queda de junho para julho foi puxada pelos bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos (-0,3%), e pelos bens intermediários – os insumos industrializados usados no setor produtivo (-0,5%).

Por outro lado, os bens de consumo tiveram alta no período e evitaram um desempenho pior da indústria no mês. Os bens semi e não duráveis cresceram 1,4% no período, enquanto os bens duráveis avançaram 0,5%.

Onze das 26 atividades industriais tiveram queda na passagem de junho para julho, com destaque para outros produtos químicos (-2,6%), bebidas (-4,0%) e produtos alimentícios (-1%).

Entre as 15 atividades com crescimento, o principal destaque ficou com as indústrias extrativas, que tiveram alta de 6%. (Agência Brasil)

Desemprego no País fica em 11,8% no trimestre encerrado em julho

Ainda são 12,6 milhões de desempregados, mesmo com o recuo de 4,6% em relação aos três meses anteriores, segundo o IBGE; número de trabalhadores por conta própria atinge o recorde de 24,2 milhões

A taxa de desocupação no Brasil recuou para 11,8% no trimestre encerrado em julho, de acordo com os dados da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), divulgados nesta sexta-feira (30) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em igual período de 2018, a taxa estava em 12,3% e no trimestre até junho deste ano ficou em 12,0%. No período de março a abril foi de 12,5%.

A população desocupada somou 12,6 milhões de pessoas, com recuo 4,6% frente ao trimestre anterior – o que corresponde a menos 609 mil pessoas – e ficou estatisticamente estável em relação a igual período de 2018 (12,8 milhões).

A renda média real do trabalhador foi de R$ 2.286,00 no trimestre até julho, com queda de 0,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 208,6 bilhões no trimestre até julho, alta de 2,2% ante igual período do ano anterior.

Foram registrados 1,219 milhão de ocupados a mais no mercado de trabalho em um trimestre, enquanto 609 mil pessoas deixaram o contingente de desempregados. A população ocupada alcançou o recorde de 93,584 milhões de pessoas. Apesar do aumento mais expressivo na ocupação, o contingente de desempregados não recuou mais porque houve pressão da redução na população inativa. A população inativa totalizou 64.822 milhões no trimestre encerrado em julho, 129 mil a menos que no trimestre anterior.

Por conta própria

O trabalho por conta própria alcançou um número recorde de 24.227 milhões de brasileiros no trimestre encerrado em julho – esse grupo de trabalhadores ganhou mais 1,192 milhão de pessoas em apenas um ano. Em um trimestre, foram 343 mil a mais nessa condição.

O trabalho sem carteira assinada no setor privado também cresceu, para um recorde de 11,658 milhões de ocupados nessa situação, com mais 619 mil vagas em um ano. Em um trimestre, foram 441 mil trabalhadores a mais.

Os trabalhadores sem carteira assinada chegaram a 11,7 milhões em julho, também um recorde na série histórica do IBGE. A alta chegou a 3,9% em relação a abril (mais 441 mil pessoas) e a 5,6% em relação a julho de 2018 (mais 619 mil pessoas).

Desalentados

O Brasil tinha uma população de 4,831 milhões de pessoas em situação de desalento no trimestre encerrado em julho. O resultado significa 44 mil desalentados a menos em relação ao trimestre encerrado em abril. Em um ano, porém, 59 mil pessoas a mais caíram no desalento.

A população desalentada é definida como aquela que estava fora da força de trabalho por uma das seguintes razões: não conseguia trabalho, ou não tinha experiência, ou era muito jovem ou idosa, ou não encontrou trabalho na localidade – e que, se tivesse conseguido trabalho, estaria disponível para assumir a vaga. Os desalentados fazem parte da força de trabalho potencial. (Com informações do Estadão Conteúdo)

Um em cada quatro desempregados procura emprego há pelo menos 2 anos

Um contingente de 3,35 milhões de desempregados no País procura trabalho há pelo menos dois anos. Isso equivale a 26,2% (ou cerca de uma em cada quatro) pessoas no total de desocupados no Brasil. Os números do segundo trimestre deste ano são recorde desde o início da série histórica da PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), em 2012.

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (15) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Segundo os números, no segundo trimestre de 2018 o contingente de desempregados procurando trabalho há no mínimo dois anos tinha menos 196 mil pessoas, ou seja, era de 3,15 milhões.

No segundo trimestre de 2015, o total era de 1,43 milhão de pessoas, ou seja, menos da metade do segundo trimestre deste ano.

“A proporção de pessoas à procura de trabalho em períodos mais curtos está diminuindo, mas tem crescido nos mais longos. Parte delas pode ter conseguido emprego, mas outra aumentou seu tempo de procura para os dois anos”, avalia a analista da PNAD Contínua Adriana Beringuy.

Recuo

O desemprego no País foi de 12%, em média, no segundo trimestre, de acordo com dados do IBGE. O índice caiu em relação ao primeiro trimestre (12,7%) e na comparação com o mesmo período do ano passado (12,4%). Segundo o órgão, o número de desempregados no Brasil foi de 12,8 milhões de pessoas.

A taxa caiu em dez das 27 unidades da Federação na passagem do primeiro para o segundo trimestre deste ano, segundo os dados divulgados hoje. As maiores quedas ocorreram no Acre, de 18% para 13,6%, Amapá, de 20,2% para 16,9%, e em Rondônia, de 8,9% para 6,7%. Nas outras 17 unidades da Federação, a taxa se manteve.

Na comparação com o segundo trimestre de 2018, a taxa subiu em duas unidades, Roraima (de 11,2% para 14,9%) e Distrito Federal (de 12,2% para 13,7%), e caiu em três: Amapá (de 21,3% para 16,9%), Alagoas (de 17,3% para 14,6%) e Minas Gerais (de 10,8% para 9,6%). Nas demais unidades, a taxa ficou estável. (Com informações do IBGE e Agência Brasil)

Inflação oficial fica em 0,19% em julho e para famílias índice registra 0,10%

A inflação oficial, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), ficou em 0,19% no mês de julho e é a menor para o mês em cinco anos. A taxa é superior ao 0,01% registrado em junho, mas inferior ao 0,33% registrado no mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados, nesta quinta-feira (8), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O índice acumula 2,42% no ano e 3,33% em 12 meses ficando abaixo da meta do Banco Central que hoje é de 4,25%.

Os principais responsáveis pela inflação de 0,19% foram os gastos com habitação, com alta de 1,20%, e a energia elétrica que teve aumento de 4,48% e foi a que mais pesou no bolso do brasileiro. O motivo seria o estabelecimento da bandeira amarela e os reajustes aplicados pelas concessionárias de São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. A tarifa da água também teve aumento de 0,73%.

Por outro lado ocorreram deflações nos transportes, com queda de 0,17%, e do vestuário de 0,52%. Ambos evitaram que a inflação de julho ficasse mais alta. Em relação aos transportes, os combustíveis tiveram um impacto importante com queda dos preços de 2,79%. A gasolina recuou 2,80% e no vestuário destaque para as roupas femininas que tiveram queda de 1,39%. Os alimentos tiveram inflação irrisória de 0,01%.

Inflação para as famílias

O IBGE também divulgou o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), responsável por medir a variação da cesta de consumo das famílias com renda de até cinco salários mínimos, e ficou em 0,10% em julho. Essa também é a menor taxa mais para o mês desde 2013 quando houve registro de deflação de 0,13%.

A taxa também ficou abaixo do 0,19% registrado pelo IPCA. Apesar disso, o índice ficou acima de 0,01% registrado no mês anterior. O INPC acumula taxas de inflação de 2,55% no ano e de 3,16% em 12 meses.

Os produtos alimentícios tiveram deflação de 0,05% em julho enquanto os não alimentícios tiveram inflação de 0,17% no período. (Com informações do IBGE e de agências de notícias)

IBGE: Prévia da inflação oficial fica em 0,09% em julho

O IPCA 15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15), que mede a prévia da inflação oficial, registrou taxa de 0,09% em julho. A taxa é superior ao resultado de junho, de 0,06%.

Com os dados divulgados nesta terça-feira (23), o IPCA-15 acumula taxas de inflação de 2,42% no ano e de 3,27% em 12 meses, abaixo, portanto, do centro da meta de inflação do Banco Central, que é de 4,25%.

A inflação da prévia de julho foi provocada principalmente pelos gastos com habitação, que ficaram 0,43% mais caros no período, principalmente devido à alta de preços de 1,13% da energia elétrica.

Outros grupos de despesas com impactos importantes na prévia de julho foram as despesas pessoais, que registraram inflação de 0,48%, e saúde e cuidados pessoais, com taxa de 0,34%. Os alimentos tiveram inflação de 0,03%.

Por outro lado, os gastos com transportes tiveram deflação (queda de preços) de 0,44% e evitaram um IPCA-15 mais alto em julho. O resultado foi influenciado pela queda de preços de 3% dos combustíveis. Ficaram mais baratos a gasolina (-2,79%), o etanol (-4,57%), o óleo diesel (-1,59%) e o gás veicular (-0,49%). (Com informações da Agência Brasil)

Bolsonaro sanciona lei de Carmen Zanotto que incluiu dados sobre o autismo no Censo 2020

O presidente da República Jair Bolsonaro sancionou, na tarde desta quinta-feira (18), a Lei 13.861/2019, de autoria da deputada federal Carmen Zanotto (Cidadania-SC), que inclui no Censo do IBGE de 2020 informações específicas sobre pessoas com autismo. A lei entrará  em vigor depois da publicação no Diário Oficial da União.

Para Carmen, a sanção é vitória da comunidade autista, que lutou desde o início de tramitação do projeto no Congresso Nacional para que a lei se tornasse realidade.

“Esta sanção é  vitória da cidadania. Vitória de todos, familiares, entidades, ativistas, que lutam pelos direitos das pessoas com deficiência neste País”, comemorou Carmen Zanotto.

A proposta da deputada do Cidadania altera a Lei 7.853, de 1989, para que seja obrigatório que os censos populacionais do País incluam “especificidades inerentes ao autismo”.

Carmen disse que a principal causa da omissão de políticas públicas direcionadas a este segmento populacional é a inexistência de dados oficiais sobre o autismo.

“A partir da coleta de informações, vamos saber quantas pessoas com transtorno de espectro autista existem neste imenso Brasil e a realidade socioeconômicas  das famílias”, argumentou.

A parlamentar também agradeceu ao presidente da República, “que teve a sensibilidade de sancionar esta lei tão importante”.

TEA

O TEA (Transtorno do Espectro Autista) resulta de uma desordem no desenvolvimento cerebral. Engloba o autismo e a Síndrome de Asperger, além de outros transtornos, e acarreta modificações na capacidade de comunicação, na interação social e no comportamento. Estima-se que 70 milhões de pessoas no mundo tenham autismo, sendo 2 milhões delas no Brasil. Porém, até hoje nenhum levantamento oficial foi feito no país para identificar essa população.

Produção industrial recua em sete estados e na Região Nordeste em maio

A produção industrial recuou em oito dos 15 locais pesquisados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), na passagem de abril para maio deste ano, acompanhando o recuo de 0,2% da indústria nacional no período. Segundo a PIM (Pesquisa Industrial Mensal), divulgada na semana passada, foi a maior queda foi observada no Espírito Santo (-2,2%).

Outros estados com queda na produção foram Rio Grande do Sul (-1,4%), Santa Catarina (-1,3%), Minas Gerais (-1%), Ceará (-0,9%), Mato Grosso (-0,7%) e Pernambuco (-0,6%) a seguir. A Região Nordeste, que tem a produção industrial de seus nove estados calculada em conjunto, recuou 0,9%.

Sete estados tiveram aumento na taxa, com destaque para o Pará, que teve uma alta recorde de 59,1%, devido à retomada do setor extrativo mineral no estado. Outros locais com alta foram o Rio de Janeiro (8,8%), Goiás (1,6%), o Amazonas (1,2%), a Bahia (1,1%), o Paraná (0,7%) e São Paulo (0,1%).

Outras comparações

Na comparação com maio do ano passado, 12 dos 15 locais pesquisados tiveram alta, com destaques para os três estados do Sul: Paraná (27,8%), Rio Grande do Sul (19,9%) e Santa Catarina (19,3%). Entre os três locais com queda, o recuo mais intenso foi no Espírito Santo (-17,4%).

No acumulado do ano, oito locais tiveram alta, com destaque também para os três estados do Sul: Paraná (10,4%), Rio Grande do Sul (8,8%) e Santa Catarina (6,1%). Sete locais tiveram queda, a maior delas no Espírito Santo (-11,8%).

No acumulado de 12 meses, oito locais pesquisados tiveram altas, com destaque, mais uma vez para Rio Grande do Sul (9,2%), Paraná (6,3%) e Santa Catarina (5%). Dos sete locais em queda, o maior recuo foi observado no Espírito Santo (-4,1%).(Agência Brasil)

Após crescimento modesto, setor de serviços fica estável em abril e maio

O setor de serviços no País ficou estável entre em abril e maio, segundo a PMS (Pesquisa Mensal de Serviços) publicada, nesta sexta-feira (12), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Entre março e abril, o volume de serviços chegou apresentar ligeiro avanço de 0,5% após três quedas consecutivas que chegaram acumular perda de 1,6%.

O volume de serviços, de acordo com a PMS, cresceu 4,8% na comparação com maio do ano passado, 5,1% no acumulado do ano e 4,3% no acumulado de 12 meses. Já a receita nominal do setor cresceu 0,6% na comparação com abril, 9,2% na comparação com o mesmo período do ano passado, 5,1% no acumulado do ano e 4,3% no acumulado de 12 meses.

No período pesquisado, quatro das cinco atividades pesquisadas cresceram, com destaque para o ramo de serviços de informação e comunicação com 1,7% positivo. Também foram identificados avanços em outros serviços (2,6%), serviços profissionais, administrativos e complementares (0,7%) e serviços prestados às famílias (0,5%).

Contudo, os transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio recuaram 0,6% e foram o único setor a apresentar taxa negativa na área de serviços. Para o gerente de pesquisa, Rodrigo Lobo, se levar em consideração os cinco primeiros meses do anos, s transportes, principalmente o rodoviário, representaram os principais entraves para o crescimento do setor de serviços.

“Existe um movimento de aderência entre o setor de transportes e a indústria. Como grande parte da nossa produção é escoada pelas estradas, à medida que a produção industrial não cresce, não há necessidade de contratar o serviço de transporte de cargas”, disse. (Com informações do IBGE e agências de notícias).

IBGE: Vendas do varejo caem 0,1% de abril para maio

O volume de vendas do comércio varejista no País teve um recuo de 0,1% na passagem de abril para maio. De março para abril, o setor já havia tido uma queda de 0,4%.

Segundo dados da PMC (Pesquisa Mensal do Comércio), divulgada nesta quinta-feira (11) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o varejo também caiu 0,1% na média móvel trimestral.

Nos demais tipos de comparação temporal, no entanto, o comércio teve crescimento: 1% na comparação com maio de 2018, 0,7% no acumulado do ano e 1,3% no acumulado de 12 meses.

Na passagem de abril para maio, a queda foi puxada por apenas duas das oito atividades do varejo pesquisadas: outros artigos de uso pessoal e doméstico (-1,4%) e combustíveis e lubrificantes (-0,8%).

Por outro lado, seis atividades tiveram crescimento e evitaram uma queda maior do setor no período: hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,4%), tecidos, vestuário e calçados (1,7%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,9%), móveis e eletrodomésticos (0,6%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (2,2%) e livros, jornais, revistas e papelaria (0,4%).

Varejo ampliado

O varejo ampliado, que também leva em consideração os setores de materiais de construção e de venda de veículos e peças, teve alta de 0,2% no volume na passagem de abril para maio, apesar das quedas de 1,8% dos materiais de construção e de 2,1% dos veículos, motos e peças.

O varejo ampliado cresceu 0,5% na média móvel trimestral, 6,4% na comparação com maio de 2018, 3,3% no acumulado do ano e de 3,8% no acumulado de 12 meses.

A receita nominal do varejo cresceu 0,8% de abril para maio, 0,5% na média móvel trimestral, 5,8% na comparação com maio do ano passado, 5% no acumulado do ano e 5,3% no acumulado de 12 meses.

Já a receita do varejo ampliado cresceu 0,9% na passagem de abril para maio e na média móvel trimestral, 10% na comparação com maio de 2018, 6,7% no acumulado do ano e 7% no acumulado de 12 meses. (Agência Brasil)

IBGE: Inflação oficial fica em 0,01% em junho

A inflação oficial do País medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) ficou em 0,01% em junho, divulgou nesta quarta-feira (10) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A taxa é inferior ao 0,13% registrado em maio e aos 1,26% registrados no mesmo período do ano passado. Segundo o IBGE, o índice é o menor percentual mensal desde novembro de 2018, quando ficou em -0,21%.

O IPCA acumula inflação de 2,23% no ano e de 3,37% em 12 meses. O índice foi influenciado pela queda dos preços dos alimentos (0,25%) e transportes (0,31%), que contiveram a inflação no mês.

Os itens que mais influenciaram os preços dos alimentos foram as frutas (6,14%) e o feijão carioca (-14,8%). Já no grupo de transportes, a deflação veio dos combustíveis (-2,41%), com destaque para a queda de 2,04% no preço da gasolina.

O custo de saúde e cuidados pessoais, por outro lado, apresentou aumento de 0,64% e foi decisivo para evitar que o IPCA ficasse negativo.

INPC

O  INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que mede a inflação para as famílias com renda até cinco salários mínimos, registrou a mesma taxa do IPCA, de 0,01% em junho. O índice é inferior ao 0,15% registrado em maio deste ano e do mesmo período de 2018 (1,43%).

A inflação para essa faixa da população é 3,31% em 12 meses, percentual inferior aos 3,37% do IPCA. Pelo INPC, os produtos alimentícios tiveram deflação de 0,18% em junho, enquanto os não alimentícios tiveram inflação de 0,09%. (Com informações do IBGE e agências de notícias)