No Dia Mundial do Doador de Sangue, Cidadania reforça importância do ato

doação de sangue

O planeta celebra, nesta sexta-feira (14), uma data de extrema importância para conscientização de que é possível salvar milhares de vidas diariamente com um simples gesto de doação, o Dia Mundial do Doador de Sangue. No Brasil, cerca de 1,6% da população – 16 pessoas a cada mil habitantes – doa sangue. O percentual está dentro dos parâmetros da OMS (Organização Mundial de Saúde), que é de 1% da população, mas longe da meta de 3%.

Segundo dados governamentais, por ano cerca de 3,5 milhões de pessoas realizam transfusões de sangue no País. O Brasil conta atualmente com 32 hemocentros e 2 mil serviços de hemoterapia. Apesar do volume, o Ministério da Saúde tem trabalhado para aumentar o número de doadores.

Para doar é preciso ter entre 16 e 69 anos, pesar no mínimo 50 quilos e estar em bom estado de saúde. O candidato deves estar descansado, não ter ingerido bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores à doação, não estar de jejum e não se enquadrar em um dos impedimentos temporários ou definitivos. Para maiores informações veja aqui.

“Doar Sangue: Um ato de amor”

A deputada federal do Cidadania, Carmen Zanotto (SC), afirmou que a doação de sangue representa um ato de “amor e solidariedade”. A parlamentar, que é enfermeira de formação e uma das maiores defensoras da saúde pública no Congresso Nacional, conhece de perto a importância da doação.

Carmen Zanotto: Dia mundial do doador de sangue
“Pratique esse ato”

“O ato de doar sangue é um ato de amor e solidariedade. Toda doação é importante porque pode salvar uma vida. Na rede hospitalar se sofre muito quando não tem o sangue necessário para fazer a transfusão dos pacientes, por uma questão de cirurgia ou por um acidente que tenha sofrido e necessita da transfusão. A doação deve ser feita durante todo o ano. Busquem um banco de sangue. Um hemocentro na sua cidade ou região. Pratique esse ato de amor”, defendeu.

Redes sociais

As redes sociais têm tido um papel relevante no abastecimento de estoques dos bancos de sangue conectando doadores e receptores. Para tanto, os usuários podem adicionar, em suas contas nos perfis do Instagram e Twitter, o tipo sanguíneo e um emoji correspondente à frente do nome. Com essas informação, os bancos de sangue podem buscar e localizar pessoas dispostas a realizarem a doação. A campanha, iniciada em São Paulo, ganhou o apoio da bancada parlamentar do Cidadania no Congresso Nacional.

Além disso, há mais de um ano o Ministério da Saúde tem trabalhado com o Facebook o lançamento de uma função de utilidade pública. Para utilizar, os usuários que se declaram doadores de sangue passam a receber notificações e lembretes para doarem, de acordo com a demanda dos hemocentros.